Entenda como funciona o controle de ronda passo a passo

A segurança é essencial para qualquer estabelecimento. Não apenas para guardar os bens materiais que estão ali dentro, mas para evitar, principalmente, que os funcionários se sintam inseguros sabendo que qualquer pessoa pode acessar o prédio. Para isso, o controle de ronda, uma atividade já antiga, vem se modernizando a cada dia, aumentando a segurança do ambiente.

Atualmente, o controle de ronda pode ser feito por meio de um software aliado a um bastão viggia. Ele, por sua vez, emite relatórios para gerir melhor esse processo.

Por que utilizar um controle de ronda?

Normalmente, indústrias e outras empresas de médio e grande porte possuem uma equipe de seguranças que são responsáveis por manter o estabelecimento protegido dia e noite. Mas como se certificar de que realmente os funcionários estão realizando as rondas que foram estabelecidas?

Esse é um ótimo motivo para usar o controle de ronda, especialmente no turno da noite, quando há apenas a equipe de segurança e você deseja se certificar de que tudo está correndo bem. Além desse benefício, podemos mencionar outros como a prevenção de furtos e a segurança dos equipamentos utilizados, que estão livres de fraudes.

Além de empresas, esse tipo de tecnologia é perfeita para condomínios. Certamente, os moradores se sentirão muito mais seguros, aumentando assim o valor dos serviços que são oferecidos pelo local. Essa sensação de tranquilidade é muito importante, especialmente, quando falamos de grandes cidades como capitais.

Como funciona?

Agora que você já conhece todos os benefícios que essa tecnologia pode oferecer, veja abaixo um passo a passo mostrando como o sistema de ronda funciona;

Passo 1: configurar os iButtons

O iButton é um botão inteligente no qual um código fica armazenado e que deve ser espalhado por diversos ambientes da empresa. Por exemplo, um pode ser colocado na entrada, outro no local onde fica o cofre, podem ser colocados também em todas as saídas e entradas do ambiente. Dessa forma, os iButtons conseguem se adaptar às necessidades da sua empresa, basta configurá-los.

Os vigilantes também precisam ser registrados no software. Assim, você terá o total controle de quem está realizando a ronda naquele dia e emitindo os relatórios. No software, também devem ser configurados os dias e horários das rondas.

Passo 2: instalar os iButtons

Agora que os iButtons já estão devidamente configurados, chegou o momento de realizar a instalação. Eles podem ser colocados tanto em áreas externas quanto internas, sendo bastante resistentes às intempéries do tempo como chuvas, vento, luz do sol, poeira e outros.

Passo 3: entregar o bastão de ronda ao vigilante

O bastão serve para fazer a leitura do iButton e para coletar os dados daquele ambiente. O segurança deve passar em cada ambiente onde os botões estão instalados para se certificar de que tudo está correndo bem.

Passo 4: verificar

Ao final do turno, você pode acessar o iButton mestre para ter a certeza de que as rondas foram realizadas pelos seguranças da forma que foi estabelecida. Não é preciso nem mesmo carregar o equipamento até a central.

Passo 5: descarregar

Conecte o bastão, via cabo USB, no computador no qual o software está instalado. Dessa forma, os dados ficam armazenados na máquina e assim, é possível fazer maiores análises e de longo prazo. Além disso, os relatórios gerados também ajudam a organizar os seguranças que fizeram a ronda durante um determinado período.

A Info Kings oferece estas ferramentas de forma completa e que forneça todo o serviço sem maiores complicações.

Deixe o ambiente mais seguro utilizando o controle de ronda. Ficou com alguma dúvida? Então, entre em contato conosco!

Diferenças entre Ponto Cartográfico e Ponto Eletrônico

Ter um controle de ponto na sua empresa é essencial para organizar a folha de pagamentos, aumentar a segurança, facilitar o trabalho do RH, entre outros motivos. Não importa se você tem mais ou menos de 10 funcionários, usar algum tipo de controle é importante. Mas, qual tipo de controle de ponto escolher? Existem dois principais: o ponto cartográfico e o ponto eletrônico.

Você, logicamente, quer fazer uma escolha que possa se adaptar melhor às necessidades da sua empresa. E, para que assim seja, primeiro é necessário conhecer bem as opções que existem no mercado.

Para ajudá-lo a tomar a melhor decisão, explicamos abaixo como funcionam os pontos citados acima.

O que é o ponto eletrônico e como ele funciona?

O relógio de ponto eletrônico é uma forma muito mais prática de arquivar e guardar de maneira segura todos os horários de entrada e saída dos seus funcionários. Você pode cadastrar cada um deles no sistema e assim, apenas com uso de um leitor biométrico, a passagem fica liberada. Além da digital, também é possível utilizar um cartão magnético.

Todos os dados, dentro de um determinado período, são armazenados em um software. Esse programa passará todas as informações necessárias não só ao RH, mas também ao fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego.

O que é o ponto cartográfico e como ele funciona?

O relógio de ponto cartográfico é um tipo mais manual, no qual é necessário ter um funcionário para receber e separar os cartões dos funcionários. No ponto cartográfico isso é necessário para evitar que um empregado use o cartão do outro e crie uma grande confusão com questões de hora extra e problemas com inadimplência.

Nesse tipo de ponto, é o próprio funcionário que determina qual é o horário no qual está laborando naquele momento. Por exemplo, digamos que ele acabou de chegar às 8 da manhã para iniciar a jornada, então deve escolher o período da manhã para marcar o ponto. O período da tarde corresponde àquele após o almoço, normalmente das 14 às 18 horas. Também é possível determinar as horas extras, confirmando no ponto a entrada e a saída.

Um dos motivos pelos quais muitas empresas escolhem esse tipo de ponto em vez do ponto eletrônico é pela questão do preço, que costuma ser mais baixo. Porém, é preciso pensar no custo benefício, pois será necessário manter um outro funcionário apenas para organizar os cartões de ponto. Apesar de ser uma escolha excelente para uma empresa com poucos funcionários.

Qual é a melhor opção para o meu negócio?

A quantidade de funcionários que a sua empresa possui é o fator mais importante na hora de escolher entre o ponto cartográfico e o ponto eletrônico. Se você tem mais de 10 funcionários, o ponto eletrônico é o mais indicado, evitando problemas de cálculos de horas extras. No caso do ponto cartográfico, o gestor precisa contar as horas trabalhadas de cada cartão, ou seja, de cada funcionário, um por um.

Assim, não existe uma opção melhor do que a outra, mas sim, uma que se adapta melhor às necessidades da sua empresa. A Info Kings oferece as duas soluções e podemos ajudá-lo a escolher qual o mais indicado para o seu empreendimento.

Clique aqui e veja mais informações sobre o ponto eletrônico e cartográfico.

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eSocial: Mudanças nos condomínios

Manter-se atualizado sobre a legislação brasileira é de fundamental importância, especialmente se você gerencia um condomínio. Não estar dentro da legalidade pode trazer diversos problemas, especialmente porque a nossa lei não permite alegação de não saber sobre o assunto para se eximir da culpa. Uma das mudanças mais importantes é sobre o sistema do eSocial.

Se você nunca ouviu falar nele, está mais do que na hora de saber como essa ferramenta funciona e como ela pode afetar a forma como você gerencia o condomínio.

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue lendo este conteúdo!

O que é o eSocial?

As regras do eSocial começaram a valer desde o 1º dia do ano de 2018. Ele faz parte do projeto Sistema de Escrituração Pública Digital (SPED) e tem como principal objetivo facilitar o trabalho dos setores fiscais da administração pública. Nele, ficarão reunidas todas as informações trabalhistas, fiscais e previdenciárias de qualquer estabelecimento.

Como o eSocial afeta os condomínios?

Você deve estar se perguntando: o que tudo isso tem a ver com o meu trabalho dentro do condomínio? Se você tem funcionários contratados e o condomínio tem um faturamento superior a R$ 79 milhões anuais, o empreendimento precisa cadastrar todos os dados no eSocial.

Provavelmente, devem existir funcionários para realizar a limpeza, a segurança e outras tarefas que são necessárias dentro de um condomínio como cuidar do jardim, por exemplo. Pois bem, todas as informações sobre pagamentos, férias, 13º salário e outras obrigações trabalhistas que são pagas aos funcionários devem ficar registradas no sistema.

Outra mudança é quando um novo funcionário é contratado. Todo o processo deve ficar registrado no espaço do condomínio dentro do eSocial, assim como as obrigações previdenciárias, entre outras informações relevantes. Acidentes de trabalho, sem dúvida alguma, também precisam ser registrados.

Vejamos abaixo quais são outras mudanças relevantes para os condomínios com a obrigatoriedade do eSocial:

Exames médicos

Os exames médicos dos funcionários tanto na admissão quanto na demissão e em outros momentos como nos casos de acidente, além dos exames periódicos obrigatórios precisam ser registrados. Quem não cumprir essa regra, poderá pagar uma multa que varia de R$ 400 a um pouco mais de R$ 4 mil por cada empregado.

Alteração em cadastro ou contrato

O funcionário mudou de endereço? Houve alguma modificação no contrato de trabalho? Tudo isso precisa ser devidamente registrado no sistema do eSocial. Se você não quer pagar uma multa que pode ser mais de R$ 400 por funcionário, então atualize sempre as informações no sistema.

Acidentes de trabalho

Além de registrar o acidente de trabalho, o condomínio também precisa emitir a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) não importando qual é a gravidade do acidente. O documento deve ser produzido em, no máximo, 1 dia útil após o acontecido.

Como evitar problemas com o registro?

Quer ter um melhor controle sobre as informações dos seus funcionários e melhorar a gestão evitando problemas futuros com o fisco? Você pode contratar os nossos serviços de controle de ponto, por exemplo. É uma forma excelente de facilitar o controle das entradas e saídas dos funcionários e melhorando assim o seu trabalho evitando erros.

projeto de acesso

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O checklist definitivo de pequena empresa

Quem é dono de uma pequena empresa sabe que é necessário muito trabalho para fazer o negócio alcançar o sucesso desejado. Nesse primeiro momento, o trabalho é constante, não há muitos funcionários para dividir as tarefas e quase tudo fica concentrado nas mãos de uma única pessoa.

O dono acaba se tornando o contador, o administrador, o gestor, tudo em uma única pessoa. O problema é que, provavelmente, ele não tem todos esses conhecimentos no nível de profundidade desejado para uma empresa, ainda que ela seja pequena.

Para fazer a gestão do seu negócio, são necessárias algumas ferramentas e também seguir alguns caminhos que tornam o processo mais fácil nesse momento inicial. Veja abaixo a checklist que preparamos para isso!

1. Faça o seu planejamento financeiro

Esse deve ser o ponto principal da sua estratégia. Uma pequena empresa, normalmente, não consegue obter um grande lucro nos seus primeiros anos. A maioria do dinheiro vai para o pagamento do investimento necessário para erguer o negócio. Outra boa parte segue para o capital de giro, extremamente necessário para manter a empresa funcionando e se mantendo em um mercado tão competitivo.

2. Organize a documentação

Quanto antes você começar a se preocupar com essa questão, melhor. A organização documental da sua empresa é fundamental para uma boa organização contábil e ajuda a estar em dias com os tributos e também com os encargos trabalhistas. Além disso, com os papéis em mãos fica muito mais fácil mudar de categoria à medida que a sua empresa for crescendo.

3. Revise as contas

Esse é um hábito essencial para manter o equilíbrio financeiro da sua empresa. Estabeleça um período para fazer essas revisões. Você pode realizá-las por setores, por exemplo, em um determinado momento revisa as contas dos fornecedores, em outro, revisar o pagamento dos funcionários, em outro, revisar os tributos e assim por diante.

Isso ajuda a ter um controle maior sobre as finanças da sua empresa e também sobre os lucros que você tem agora e os que deseja alcançar.

4. Anote as datas de pagamento

Nós lidamos com muitas informações durante o dia. São muitos números e, por isso, lembrar de todas as datas de pagamento das contas da empresa é praticamente impossível. Portanto, tenha uma agenda ou mesmo um aplicativo para lembrá-lo dessas datas. Você pode utilizar o próprio alarme do celular.

Uma boa forma de não atrasar as contas é colocar a data de pagamento para um dia antes. Assim, você consegue se programar melhor caso o sistema esteja fora do ar no dia ou mesmo tenha um imprevisto. Evite ao máximo o pagamento de multas e juros.

5. Estabeleça um controle de ponto

Por menor que seja a sua empresa, ter um controle de ponto é essencial. Os benefícios não são apenas para o negócio, mas também para os colaboradores. Com o sistema de ponto é possível também oferecer muito mais segurança para todos que estão no ambiente já que só são permitidas pessoas autorizadas.

Para isso, você pode pedir ajuda da tecnologia. A Info Kings oferece opções de ferramentas de controle de ponto como o eletrônico e o cartográfico. Por eles, você pode estabelecer as formas de acesso e saída da sua empresa aos seus funcionários: pode ser por meio da biometria ou mesmo utilizando um modelo mais tradicional como os cartões de ponto.

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O checklist definitivo de grandes empresas

Ser dono do seu próprio negócio é algo desejado por muitos, mas é preciso ter a consciência que cuidar dele é algo complexo. Requer conhecimento em áreas de administração, financeira, gestão, entre outras, especialmente quando se trata das grandes empresas. Quanto maior o número de funcionários, maior é a complexidade e maior deverá ser a atenção.

É preciso ter total controle e organização do que acontece dentro dela e também saber sobre os fatores externos que podem influenciar no seu desempenho. Portanto, há muitas variáveis em jogo para analisar.

Para ajudar na gestão de pequenas e grandes empresas, fizemos uma checklist para que você siga todas as orientações sem se perder no meio do processo.

1. Tenha um planejamento

Nenhum objetivo consegue ir adiante sem um bom planejamento. Além de saber o que você deseja para o seu negócio — possivelmente a expansão dele — é preciso determinar como percorrer o caminho. É para isso que serve o planejamento.
Dentro dele, será necessário estabelecer metas de curto, médio e longo prazo, estabelecer também quais são as suas prioridades mais e menos urgentes. Tudo isso precisa ser documentado e debatido com a equipe para que todos se envolvam no processo.

2. Faça uma boa gestão financeira

A saúde financeira da empresa é a base de tudo. Afinal de contas, se ela não tem dinheiro suficiente para pagar os funcionários, materiais e todos os outros custos como pretende se manter no mercado? Portanto, a gestão financeira é fundamental para todos os tipos de empresas, independentemente do tamanho que ela tenha.

Assim, você pode contratar um escritório de contabilidade para cuidar das contas e da parte burocrática da empresa. Também pode recorrer à tecnologia e providenciar uma ferramenta de gestão financeira. Há muitas opções no mercado.

3. Fique em dias com a parte jurídica

Muitos problemas jurídicos podem acometer uma empresa que não se organiza da maneira correta. Um dos mais conhecidos são os problemas com a justiça do trabalho, especialmente no pagamento de horas extras. Grandes empresas possuem um número significativo de colaboradores o que pode dificultar e muito o cálculo.

Por isso, muitos problemas com pagamentos de horas indevidas, causando custos desnecessários para o empreendimento, podem acontecer como também o não pagamento. A empresa pode ter o próprio departamento jurídico ou pode terceirizar o serviço.

4. Use o controle de ponto

Quer evitar problemas na justiça como os mencionados acima e ter mais segurança dentro da sua empresa? Ter ferramentas que o ajudem a fazer o controle de ponto é fundamental.

Uma empresa que tenha mais de 10 funcionários tem a obrigatoriedade de manter um registro de ponto. E para reduzir os problemas, optar por um relógio de ponto cartográfico ou um relógio de ponto eletrônico consegue deixar o trabalho de todos muito mais rápido de ser feito e também mantém o ambiente da sua empresa mais seguro, pois só pessoas cadastradas podem entrar.

O relógio cartográfico usar uma marcação mecânica em cartões que ficam ao lado da máquina. Cada cartão pertence a um funcionários e, portanto, pode ser necessário que alguém fique próximo para evitar que um use o cartão do outro.
Já o relógio de ponto eletrônico dispensa a supervisão de outra pessoa já que utiliza biometria. Os dados já são automaticamente jogados no sistema e fazer os cálculos das horas extras fica muito mais fácil.

O relógio de ponto é uma excelente solução para pequenas, médias e grandes empresas. Está interessado? Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas sobre essa solução!

Quais os sistemas que se enquadram no SREP?

Sistema de Registro Eletrônico de Ponto, também conhecido como SREP, é regulamentado pela portaria do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nº 1.510/2009. Ela disciplina a anotação que deve ser feita no livro de ponto pelas empresas.

O controle de ponto deve ser realizado pelas empresas que possuem mais de 10 funcionários e podem escolher entre os seguintes sistemas: manual, eletrônico ou mecânico. Se necessário, é possível até utilizar mais de um desses sistemas dentro da mesma empresa. Por exemplo, você pode utilizar um sistema de ponto para cada setor.

Vamos agora falar um pouco sobre o SREP, como ele funciona e como pode ser utilizado na sua empresa da melhor forma possível.

Qual o objetivo do SREP?

A portaria tem como principal função impedir possíveis alterações nas marcações dos horários de entrada e saída dos funcionários da empresa, evitando assim possíveis fraudes. Assim, fica mais fácil confirmar se o empregado está realmente cumprindo a carga-horária estabelecida em contrato e também as horas extras.

Mas esse sistema não beneficia apenas o empregado, ele também pode ajudar e muito o empregador, evitando custos em processos trabalhistas. Por exemplo, algum funcionário pode questionar o pagamento de horas extras, afirmando que elas foram feitas. Com o sistema fica muito mais fácil comprovar que isso não aconteceu.

Como funciona o SREP?

Para estar em dias como esse novo sistema, a empresa precisará utilizar o Registrador de Ponto de Eletrônico (REP). É um equipamento que as empresas devem utilizar para registrar os horários dos funcionários. Também deve ser capaz de emitir documentos que auxiliem o órgão de fiscalização para controle das saídas e entradas dos colaboradores.

É preciso ter a certeza de que o equipamento escolhido segue as normas que são estabelecidas. Por exemplo, ele deve possuir capacidade para funcionar de forma ininterrupta pelo tempo mínimo de 1.440 horas ainda que haja problemas de fornecimento de energia elétrica na empresa.

Deve também ter um local para o armazenamento de todos os dados registrados dos horários e também capacidade de memória para esses dados, também chamado de Memória de Registro de Ponto. O equipamento deve possuir uma porta USB para que o profissional fiscal do Ministério do Trabalho possa coletar diretamente as informações.

Além de todas essas exigências, a portaria nº 373 de 2011, lançada apenas 2 anos depois da portaria do SREP, informa também o que não pode ser feito por meio do sistema de ponto:

• Marcação automática de ponto, ou seja, o próprio sistema marcar o ponto do funcionário sem que ele esteja presente; • Restringir de qualquer forma a marcação de ponto por parte do empregado; • Necessitar de autorização prévia para que ocorra a marcação relacionada à sobrejornada; • Alterar ou apagar de qualquer forma informações que tenham sido registradas.

Assim, é muito importante que a empresa fornecedora do REP seja confiável para oferecer um equipamento de esteja dentro das normas estabelecidas pela portaria.

Como encontrar um bom REP?

O fabricante do equipamento deve oferecer atestado técnico do produto e também um termo de responsabilidade. Tenha a certeza também de que o relógio de ponto foi devidamente autorizado pelo INMETRO, já que essa é uma das exigências.

Além do do REP, também há outras opções de registro como o Relógio de Ponto Cartográfico. Ele é feito por meio de uma marcação mecânica em um cartão específico que fica ao lado da máquina e cada trabalhador deve ter o seu.

Aliado ao REP você também pode ter um software que o ajude a ter maior controle sobre os horários, realizar cadastros de funcionários e um relatório completo do banco de horas além de outras informações essenciais.

Agora que você já sabe como o SREP funciona, conheça um pouco mais sobre os nossos serviços e saiba como podemos ajudá-lo!

Consultoria de Ponto: veja os benefícios

A sua empresa está em constante crescimento e você precisa, a cada dia, organizar melhor os dados dos seus funcionários, controlar quem entra e quem sai e os horários em que esses movimentos acontecem. Afinal de contas, muitas custas trabalhistas já são pagas todos os meses e adicionar a isso o pagamento de hora extra sem comprovação é mais uma despesa.

Se você está enfrentando esse tipo de problema com os seus colaboradores, então a consultoria de ponto pode ser necessária.

A importância de acompanhar a folha de ponto

A folha ou livro de ponto é o documento pelo qual você consegue acompanhar as entradas e saídas de todas as pessoas dentro da sua empresa. Além de ser uma ótima forma de aumentar a segurança do ambiente, também evita diversos problemas trabalhistas em um momento futuro.

Por exemplo, um funcionário pode exigir um pagamento por conta de horas extras feitas, mas você tem como comprovar se isso aconteceu de fato ou não analisando a folha de ponto.

Assim, fica claro que que a folha de ponto é um documento essencial para resolver questões burocráticas e também reduzir problemas de inadimplência e faltas injustificadas dentro da empresa.

A falta de consultoria de ponto pode gerar problemas

Vamos pensar na seguinte situação. Você tem muitos empregados e eles se alternam em turnos. Uns começam a jornada às 08 da manhã e encerram às 16 horas e outros entram às 16 e saem às 22 horas. Ainda há também aquele segurança que fica na entrada e que trabalha das 22 às 06 da manhã.

Com tantos horários diferentes para tantos funcionários, é impensável não ter uma gestão ou um setor na empresa que tenha o controle sobre esses dados.

Há muitos problemas que a falta ou erros na consultoria de ponto podem trazer não só para o dono da empresa, mas também para os empregados:

Cumprimento de jornada diária

Como você poderá ter a certeza de que os funcionários estão cumprindo a carga horária estabelecida em contrato? Jornadas que excedam em 5 minutos por turno ou 10 minutos por dia já pode ser considerada hora extra.

Assim, se não ouvir uma boa gestão desses números, tanto a empresa quanto o funcionário podem sair prejudicados.

Intervalo entre jornadas

Em algumas situações, as empresas precisam acelerar a produção e, para isso, pagam horas extras para que os funcionários trabalhem por mais tempo. Mas é preciso ficar atento, pois entre duas jornadas de trabalho é exigido um período mínimo de descanso de 11 horas.

Cálculo de horas extras

Quando se tem poucos funcionários, é possível fazer o cálculo da hora extra sem grandes problemas, mas para aqueles que possuem um grande contingente na folha de pagamento, fica inviável fazê-lo por conta própria. É preciso calcular 50% a mais da hora extra e se o trabalho for realizado em feriados ou finais de semana, o valor da hora é 100% a mais.

Por que contratar uma consultoria de ponto

Todos esses cálculos que listamos acima precisam ser realizados com o máximo de cuidado. Assim, a melhor opção é ter um setor que cuide disso ou então, algo que pode custar menos para os bolsos da empresa é contratar um serviço terceirizado.

A vantagem é que, caso você precise de um outro serviço na área, eles poderão oferecer e por um preço menor. Além disso, é muito melhor saber que um trabalho como esse, que exige o máximo de atenção, está sendo feito por mais de uma pessoa.

A sua empresa está precisando de uma consultoria de ponto? Então, entre em contato com a gente e tire as suas dúvidas!

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Biometria não funciona, o que fazer?

Erro de leitura no momento da biometria. Quem nunca enfrentou esse problema tão recorrente? Afinal de contas, estamos falando de máquinas que, a qualquer momento podem sim apresentar algum tipo de defeito. É claro que, dependendo do fornecedor, algumas mais que outras.

Porém, existem outros motivos para as falhas além desse. Pode ser por conta de uma configuração feita de maneira errada ou mesmo por conta do próprio usuário. Por exemplo, em locais nos quais os funcionários trabalham com produtos químicos, é comum a biometria apresentar problemas.

Como resolver quando a biometria não funciona?

Vamos agora passar algumas dicas do que pode ser feito nesse tipo de situação e quais cuidados devem ser tomados.

Escolha o dedo mais adequado

Algumas pessoas acreditem que a biometria deve funcionar perfeitamente em qualquer dedo. De fato, qualquer dedo cadastrado tem a impressão digital, mas existem alguns que conseguem oferecer melhor adaptação ao equipamento.

Por exemplo, o polegar deve ser evitado por conta da área de contato que pode ser maior que a do leitor. O dedo mínimo também não é indicado por conta da sua área muito pequena e boa parte do leitor não tem contato com a impressão.

Por conta disso, as melhores opções são os dedos indicador, anular e médio.

Remova suor e outras substâncias

Você está bebendo uma garrafa de água gelada e a ponta dos dedos ficaram umedecidas. Naturalmente, ao usar algum tipo de biometria, a sua digital não será identificada por conta dessa barreira líquida que se forma na região. Isso acontece com qualquer pessoa, portanto, verifique com o funcionário e tenha sempre um lenço de papel próximo para ajudar nessas situações.

Além de água, qualquer outro tipo de substância como suor, poeira, produtos químicos e cosméticos podem impedir que a leitura da digital seja feita sem falhas.

Analise a idade

Sabia que, com o passar dos anos, a nossa impressão digital se desgasta e já não é a mesma de antes? Sendo assim, os idosos podem apresentar alguns problemas na leitura biométrica, mas isso não é uma regra. Isso pode acontecer, mas o tipo de profissão que a pessoa exerceu durante a vida é um fator que deve ser considerado.

Por exemplo, pessoas que faziam faxina, lavavam roupa, trabalhavam na terra, na construção civil e em outros locais do tipo, podem ter, com o passar do tempo, a estrutura da digital comprometida.

Preste atenção na hora de cadastrar

Antes de cadastrar o usuário, tenha a certeza de que a configuração do aparelho está correta e dentro do que é indicado. A partir disso, tenha cuidado no momento de realizar o cadastramento biométrico. Assim, verifique também se já não há um cadastro daquela pessoa no banco de dados. Cadastrar mais de um dedo pode causar problemas de identificação.

Use outras tecnologias

Existem diversas outras opções de tecnologias que podem substituir o cadastramento biométrico e oferecer mais agilidade e menos problemas como os citados acima. Você pode fazer o controle de ponto ou de acesso em qualquer tipo de negócio no qual atue e que precise desse tipo de equipamento funcionando da melhor forma possível.

Por exemplo, usar uma solução que possa identificar o usuário pela leitura de um cartão é uma excelente solução para os problemas de biometria. Você pode, inclusive, usar um equipamento que ofereça as duas formas de controle.

Quer saber mais sobre esses equipamentos? Então acesse as nossas soluções!

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Registro CAREP: Obrigatório ou não?

O departamento pessoal da empresa costuma ter muita dúvida sobre o Registro CAREP (Cadastro do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto) e isso é perfeitamente comum. Algumas vezes pode ser difícil determinar a necessidade ou não de realizar o registro e em que situação ele é obrigatório ou não.

Para esclarecer essas e outras dúvidas sobre o assunto, respondemos abaixo os principais questionamentos sobre o Registro CAREP!

Devo fazer o Registro CAREP ou não?

A resposta para essa pergunta é a seguinte: se você usa algum tipo de controle de ponto eletrônico seja para identificar, enviar informações sobre o empregado ou qualquer outra atividade similar, sim, você precisa fazer o registro CAREP. É isso que estabelece a portaria nº 1.510 de 21 de agosto de 2009 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Assim, se você utiliza o REP (Registrador Eletrônico de Ponto) dentro da sua empresa, o equipamento e o software precisam ser registrados no CAREP de acordo com o que recomenda a portaria acima citada. Os números de séries dos pontos eletrônicos espalhados em qualquer local da empresa também fazem parte desse registro.

Como fazer o Registro CAREP?

Essa parte, apesar de parecer complicada, é bem simples. Basta acessar a página de cadastramento no site do Ministério do Trabalho e realizá-lo. Lá também você encontrar instruções completas de como fazê-lo sem erros. O site é bastante intuitivo, portanto não haverá grandes problemas.

Se for a primeira vez que realiza o cadastro, você deve ir em “Primeiro Acesso” e preencher os dados solicitados. Esse é um passo para que a sua senha seja criada e enviada, e assim, possa ter acesso à página de cadastramento.

Com a senha em mãos, basta acessar o portal normalmente. E começar a preencher os dados e informações relevantes. Aqui deve ser feito o cadastro do usuário — o responsável por realizar o cadastramento do REP — empresa, fabricante, órgão técnico, certificado relógio de ponto eletrônico e atualizar o e-mail.

Caso você seja responsável por mais de uma empresa, é possível criar um cadastro para cada uma delas no seu CPF e, ao logar, escolher qual delas quer utilizar naquele momento.

O que acontece caso a empresa não faça o registro CAREP?

Caso o cadastramento do REP não esteja adequado à portaria, as informações ali contidas não servirão para comprovar os horários cumpridos pelo empregado. Isso pode gerar uma série de problemas judiciais para a empresa. No caso de um funcionário abrir um processo contra a empresa, ela é a responsável por comprovar os horários trabalhados pelo empregado.

Caso isso não seja possível, a palavra dele é a que valerá e a empresa poderá sofrer pesadas multas por isso. Sendo assim, é essencial que, caso você utilize algum tipo de ponto eletrônico, o registro CAREP seja realizado dentro do que a nossa legislação determina. Estar de acordo com a lei é a melhor forma de evitar conflitos no futuro e evitar gastos desnecessários, além de ter o nome da empresa prejudicado.

Quer estar sempre de acordo com a regulamentação do registro CAREP? Então veja as atualizações que ocorreram na portaria 1.510 de 2009!

Advertência por falta ou atraso ao trabalho: Quando fazer?

Muitos colaboradores que atuam no Departamento Pessoal têm dúvidas de quando dar a advertência por falta ou mesmo quando atrasar ao trabalho. Essa questão é muito importante, especialmente se você atua em uma empresa com uma grande quantidade de funcionários. Se a organização não utiliza um sistema de ponto, fica bem difícil fazer esse controle.

Como lidar com essa situação? Quais são os reais deveres e obrigações do funcionário e da empresa? Vamos agora responder a essas perguntas, esclarecendo pontos importantes que ajudarão no seu trabalho!

O que é uma advertência?

Uma das maiores causas de advertência no ambiente de trabalho é por causa de atrasos ou falta do trabalhador na sua função. A advertência tem como papel fundamental oficializar a insatisfação da empresa com esse comportamento do colaborador. É uma maneira também de manter o histórico do funcionário para necessidades futuras.

Por exemplo, digamos que o empreendimento cresceu e agora é necessário ter 2 gestores na linha de frente e não apenas 1. Nada mais justo e coerente com os interesses da empresa que encontrar alguém que já saiba como tudo funciona, ou seja, alguém de dentro. Logicamente, funcionários que faltaram ou chegaram atrasados sem nenhuma justificativa não serão incluídos na lista como uma possibilidade.

Quais as consequências dessas advertências?

A nossa legislação consegue prever algumas situações nas quais a falta ou atraso, quando justificados, são normalmente remunerados, ou seja, sem nenhum tipo de desconto. Atestados médicos, atestados de comparecimento a alguma prova, atestado de acompanhante hospitalizado, casamento, falecimento de cônjuge ou parente próximo, entre outros, são aceitos pela lei como uma justificativa para faltas e atrasos no trabalho.

Quando o funcionário não justifica a falta, esse comportamento pode ser visto como de má fé e prejudicá-lo. Pior ainda, quando ele usa de algum documento falso para justificar, situação muito comum, por exemplo, quando alguém falsifica a assinatura de um médico. Nesses e em outros casos, a empresa tem plenos poderes para aplicar uma advertência ou até mesmo demissão por justa causa.

Mas, para não chegar ao extremo de demitir um funcionário por conta de um erro, é possível dar uma advertência oral para essa primeira falha. O funcionário, por sua vez, deverá assinar um documento confirmando que a advertência ocorreu e os motivos que a gerou.

O Departamento Pessoal deve fazer um documento no qual colocará a infração por escrito, todos os dados do empregado e também o motivo daquela infração e sua justificativa. Também é preciso alertar que novas ocorrências podem prejudicar a atuação do empregado dentro da empresa. Tanto o empregador quanto o empregado devem assinar e cada um ficará com uma via.

Ainda há a possibilidade da suspensão, que pode ser aplicada numa terceira falha do empregado nesse aspecto. Lembrando que essa medida não tem caráter punitivo, mas sim educativo e pode ser de 1 a 30 dias, obviamente suspensão não remunerada.

Advertência

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