4 mandamentos de uma boa segurança para condomínios

Infelizmente, a violência ainda é crescente no Brasil, em especial nos grandes centros urbanos. Nesse cenário, os condomínios se transformaram em um dos alvos prediletos dos criminosos. Afinal, com uma simples invasão é possível multiplicar os resultados de um assalto.

Para evitar esse tipo de atividade violenta, a segurança em condomínios deixou de ser uma mera precaução para se tornar uma necessidade. A boa notícia é que a tecnologia vem promovendo significativas mudanças, trazendo uma segurança efetiva para muitos moradores.

Dispositivos digitais, contudo, não são o único investimento a ser feito. Confira alguns dos principais mandamentos que fazem a boa segurança para condomínios!

1. Tenha um bom controle de acessos

O controle de acessos serve não apenas para identificar quem entrou e saiu do prédio, mas também permite que somente pessoas autorizadas tenham acesso ao condomínio, sem que haja o risco de falhas humanas.

Muitos condomínios vêm adotando o sistema de crachás com a tecnologia RFID, que facilitam não somente o acesso automático por meio de cancelas, por exemplo, como armazenam dados que permitem o rastreamento e o monitoramento da entrada e saída.

Recentemente, o uso da biometria também se tornou uma tendência nos condomínios, já que a identificação e o acesso por meio das impressões digitais são intransferíveis e, portanto, muito mais seguro. Como os crachás podem cair em mãos erradas, a biometria vem-se demonstrando um investimento muito mais certo e com retorno efetivo para os condomínios.

A tecnologia de segurança para condomínios vem avançando tanto que já é possível até adquirir um sistema de portaria remota, com o controle de acessos feito de forma totalmente automatizada e a distância, sem que haja a necessidade de um porteiro 24 horas exclusivo.

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2. Invista em um sistema de monitoramento

Além do controle de acessos, é fundamental monitorar o sistema. O uso de câmeras de vigilância é uma das formas mais efetivas de realizar essa atividade, já que a vigilância é feita 24 horas por uma central de controle.

As câmeras devem sempre estar instaladas em áreas consideradas vulneráveis, como muros, portões de entrada e regiões afastadas e com pouca circulação de pessoas.

Hoje, com a tecnologia, os sistemas de câmera podem ser acessados de qualquer lugar por meio até do celular. Isso significa, por exemplo, que pessoas responsáveis, como o síndico, podem ter acesso a esse monitoramento e auxiliar na identificação de problemas e falhas.

3. Conte com barreiras físicas

As barreiras físicas são outro aspecto fundamental da segurança. Afinal, elas servem para coibir as invasões e atos violentos propriamente ditos. As cercas elétricas, mesmo nos dias de hoje, ainda são uma ótima solução para evitar que o condomínio seja invadido por criminosos. Outra medida importante é a blindagem da guarita, evitando que funcionários coloquem em risco suas vidas pelo condomínio em uma ação criminosa.

4. Aposte nas boas práticas

Por fim, é sempre bom contar com o treinamento dos funcionários do condomínio, para evitar invasões e pânico em situações de violência. O elemento humano costuma ser o mais falho e vulnerável. Por isso, é fundamental que porteiros, síndicos e até os próprios moradores saibam o que fazer em situações de insegurança.

Além disso, é importante que se conscientizem de que são parte da segurança comum. Logo, aceitar determinadas práticas que fazem parte do bem de todos é fundamental!

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Agora que você já sabe sobre como ter uma boa segurança em condomínios, que tal aprender mais sobre controle de acesso e tecnologias que podem fazer a diferença? Acesse o link e boa leitura!

Descubra as principais soluções de sistema de segurança

Quando tratamos sobre segurança pessoal, sempre existem muitas prioridades para considerar — principalmente em condomínios e prédios. Nesse contexto, a proteção e convívio saudável dos moradores é o ponto-chave quando pensamos em implementar um sistema de segurança.

A vantagem disso tudo é que o uso de tecnologias, como alarmes e CFTV, pode ser um diferencial para quem procura investir em proteção do patrimônio e das pessoas que moram em determinado local.

Pensando nisso, preparamos um material com os principais aspectos sobre cada modalidade de sistema de segurança e de que forma eles contribuem para a qualidade de vida no âmbito residencial. Acompanhe!

Sistemas de alarme

Os sistemas de alarme residencial podem parecer um pouco complexos quando você começa a pesquisar sobre o assunto, uma vez que existem diversos modelos e formas de funcionamento. Apesar disso, o ideal é compreender a análise prática dessa tecnologia e definir a que melhor se adapta ao local.

Para simplificar a questão, podemos dizer que um sistema de alarme residencial precisa ser acompanhado por 3 estruturas: sensor de movimentos (ou abertura de portas e janelas), central de controle (para armar e desarmar) e o próprio aparelho de alarme.

Geralmente são instalados em fechaduras e em locais estratégicos. A vantagem é que o som emitido alerta os moradores, além de repelir rapidamente um possível intruso.

Monitoramento por imagem

A popularidade das câmeras de segurança aumentou na última década e devido ao avanço da tecnologia, eles possuem um preço extremamente competitivo no mercado nacional. Existem também versões com fio e sem fio desse sistema de segurança.

Uma forma de apresentação dessa modalidade de segurança é por meio da tecnologia CFTV, ou circuito fechado de televisão. Esse sistema usa uma ou mais câmeras de vídeo para transmitir e imagens em um monitor central — tudo em tempo real. Dessa forma, áreas do condomínio podem ser acompanhadas pela equipe interna e qualquer movimentação pode ser rastreada.

Sem dúvidas, o método é um dos mais eficientes e com melhor custo-benefício quando o objetivo é otimizar a proteção residencial. Além disso, a tecnologia CFTV pode ser complementada por alarmes e outros sistemas de segurança.

Controle perimetral

O controle perimetral é uma prática de segurança que consiste na instalação de barreiras físicas no perímetro. Esse tipo de barreira é extremamente importante e se mostra indispensável para a proteção dos moradores.

O controle perimetral mais conhecido é o da cerca elétrica, que pode ser usada em qualquer estabelecimento. Ela possui duas funções básicas: afugentar o indivíduo por meio de uma tensão energizada (aproximadamente 10 mil volts). A segunda é o disparo imediato do alarme central, caso algo toque na corrente.

Sabemos que, em ambos os sistemas de segurança, o mais importante é optar por aquele que traga mais conforto e qualidade de vida para os moradores. Dessa forma, uma boa dica é utilizar sempre equipamentos de confiança e contar com o apoio de profissionais especializados nesse mercado.

E então, leitor? Como foi conhecer um pouco mais sobre as principais soluções de sistema de segurança? Caso tenha gostado, aproveite para seguir a Onix Security nas redes sociais (Facebook, YouTube, LinkedIn) e ver como funciona nosso trabalho!

Este é um guest post da Onix Security

Como prestar um bom atendimento ao cliente?

Hoje vivemos uma era na qual o mais importante é a experiência. As pessoas pagam mais para ter conforto, segurança e ter um tratamento diferenciado. Elas querem se sentir especiais e nada mais justo do que oferecer um bom atendimento ao cliente. Afinal de contas, tudo o que você faz é por ele, e agradá-lo é o seu objetivo. Um cliente satisfeito é convertido em boas vendas.

Realizar um excelente atendimento e oferecer a melhor experiência, num mundo onde os concorrentes vendem produtos iguais, pode ser o grande diferencial da empresa. E, atualmente, os clientes têm mais canais para reclamar e denegrir a imagem da empresa. Um bom exemplo disso são as reclamações nas redes sociais.

Mas como oferecer a melhor experiência e atendimento? É exatamente disso que vamos falar agora!

Dicas para oferecer um bom atendimento ao cliente

1. Tenha um Customer Success

O customer success é um profissional que tem como principal função melhorar a prestação de serviços ao cliente dentro da empresa. Ele é o responsável por criar estratégias para que você tenha condições de oferecer o melhor atendimento possível ao seu cliente.

Quem exerce essa função deve ouvir a opinião dos clientes e, a partir disso, traçar um perfil do público-alvo e quais táticas devem ser traçadas para alcançá-lo. Com isso, é possível colher diversos benefícios e até mesmo aumentar a confiança que o cliente tem para com a empresa.

2. Entenda o cliente

Coloque-se no lugar do seu cliente, ou seja, crie empatia com ele. Escute-o atentamente e, a partir disso, direcione o seu atendimento. Ele deseja algo para uma ocasião especial ou é algo corriqueiro? Quais são as reais necessidades que ele apresenta?

Não preste apenas um bom atendimento ao cliente, mas aprenda a criar um verdadeiro relacionamento com o consumidor.

3. Comunique-se de forma adequada

Aqui não estamos nos referindo apenas ao uso do português de forma adequada, mas também ao uso da linguagem de acordo com o tipo de comunicação que o seu cliente precisa. Por exemplo, quando ele sai de um atendimento eletrônico e vai falar com a equipe, quer algo mais humano, algo que passe a certeza de que finalmente o problema será resolvido.

Observe um pouco o cliente, veja qual é a sua forma de conversar e tente a técnica do espelhamento. Talvez isso ajude a criar uma sensação de segurança e de que o funcionário que o está atendendo realmente o compreende.

Algumas coisas não devem ser feitas de forma alguma, como falar num tom acima do tom do cliente, passar informações incorretas ou confusas — se tiver dúvida, o melhor é perguntar antes —, cortar a fala do cliente e abusar da informalidade.

4. Invista no pós-venda

Conseguiu vender o seu produto ou serviço? Calma, porque o trabalho ainda não acabou! Agora é o momento de entrar em contato com os seus clientes e descobrir se eles estão satisfeitos com o que receberam. Eles ficarão simplesmente encantados com a sua preocupação em querer oferecer o melhor.

Se possível, ofereça informações por e-mail para que o cliente possa usufruir dos serviços e produtos prestados da melhor maneira. Informação relevante e no momento adequado é sempre bem-vinda.

Compartilhe esse texto com os seus amigos nas redes sociais para que eles também possam oferecer um bom atendimento aos seus clientes!

Segurança na cozinha: entenda como não descuidar desse aspecto

Acidentes acontecem, porém, na maioria das vezes, podem ser evitados a partir de medidas simples. Por isso, em alguns lugares, como os restaurantes, manter a segurança na cozinha é essencial para desenvolver um bom trabalho e preservar a qualidade de vida dos funcionários.

Além dos utensílios, fogão e facas, uma cozinha pode oferecer sérios riscos para quem trabalha nela. Dessa forma, para evitar acidentes envolvendo cortes, queimaduras, quedas e até mesmo choques elétricos, é necessário utilizar equipamentos adequados, além de priorizar outras medidas de segurança no local.

Seu restaurante também precisa aumentar a segurança na cozinha? Então entenda quais são os cuidados necessários para driblar os acidentes!

Disponibilize EPIs para sua equipe

O uso dos Equipamentos de Proteção Individual é obrigatório no local de trabalho, inclusive nos restaurantes, onde o risco de se machucar é ainda maior.

Entretanto, além do avental térmico, responsável por inibir chamas, por exemplo, é indispensável oferecer aos funcionários outros materiais de segurança, como diferentes tipos de luvas, máscaras e toucas de proteção.

Lembre-se ainda de disponibilizar equipamentos de qualidade, realizar as trocas necessárias e monitorar o uso para evitar qualquer problema.

Não se esqueça dos EPCs

Assim como os EPIs, os Equipamentos de Proteção Coletiva oferecem o suporte necessário para evitar acidentes. Dentro de uma cozinha é fundamental disponibilizar placas de sinalização, quando o chão está molhado, pisos antiderrapantes em escadas e rampas, aterramento elétrico, extintores, kit de primeiros socorros, entre outros itens importantes.

Vale lembrar que os dois tipos de equipamentos, tanto individual quanto coletivo, precisam ser utilizados juntos, pois um é o complemento do outro.

Analise as áreas de riscos da cozinha

Antes de propor soluções para aumentar a segurança na cozinha, é interessante avaliar quais são as áreas que mais oferecem riscos aos funcionários.

Isso inclui verificar possíveis vazamentos de gás, móveis avariados, armários pontiagudos e equipamentos que podem estar em péssimo estado, como os cabos das panelas, por exemplo. Fazer essa inspeção periódica ajuda a evitar acidentes antes que eles aconteçam e prejudiquem alguém.

Ofereça treinamentos constantes

Sem um treinamento adequado é impossível conscientizar a todos sobre a importância de manter a segurança na cozinha do restaurante. Assim, proponha treinamentos e palestras que alertem sobre a necessidade de utilizar os equipamentos de proteção, além de seguir todas as medidas de segurança para preservar a integridade de todos.

Mantenha sua equipe atenta aos detalhes, principalmente na hora de realizar cortes, utilizar o fogão ou mesmo transportar uma caixa de verduras.

Monitore sempre

O monitoramento é uma ferramenta necessária para impedir que as normas de segurança sejam quebradas. Com isso, monitore com atenção os funcionários, exija o uso dos EPIs e EPCs e crie uma cultura colaborativa, em que todos trabalhem em um ambiente mais seguro, no qual a qualidade de vida é prioridade.

Manter a segurança na cozinha é uma tarefa fácil, basta utilizar os métodos certos e aplicá-los no seu restaurante. Gostou de ler o nosso artigo? Então o compartilhe em suas redes sociais e ajude os seus amigos com as nossas dicas!

Veja mais sobre o crescimento da tecnologia biométrica no país!

Até poucas décadas atrás, a tecnologia biométrica era apenas especulação em filmes de ficção científica, lembra? Pois bem, atualmente a biometria é algo comum no dia a dia das pessoas e das empresas.

Saiba, nesse post, como a tecnologia biométrica está impactando no uso doméstico e corporativo, atendendo a demandas por mais segurança física e digital, além de possibilitar o gerenciamento de espaços de forma mais eficiente.

Entenda o crescimento dessa tecnologia

Segundo a 6WResearch, empresa que realiza pesquisas sobre mercados digitais, a tecnologia biométrica vai, até o fim desta década, arrecadar 21,9 bilhões de dólares no mercado mundial.

Em nosso país, essa tendência é também perceptível, uma vez que a verificação biométrica está presente nos mais diversos setores por aqui, de agências bancárias a instituições de ensino, além de estar sendo implantada nas urnas eletrônicas para as próximas eleições.

Conheça as principais aplicações da tecnologia biométrica

Nas áreas de segurança, de saúde, tanto quanto nas governamentais, finanças e varejo, a biometria já se faz presente por meio da análise de digitais, da voz, da íris do olho ou da face, entre alguns outros meios para autenticação de usuários. Além disso, atualmente, a biometria também tem aplicações para análise e autenticação de assinaturas.

Na identificação física de usuários, o controle biométrico libera ou restringe acessos às catracas e portarias eletrônicas, sistemas de segurança integrados de condomínios, empresas, coworkings e órgãos governamentais.

Já no ambiente digital, a verificação biométrica é usada em sistemas de reconhecimento de voz em diversas aplicações. Assim, é possível abrir contas de e-mail e ter acesso a dados pessoas em contas na nuvem sem ter que memorizar senhas.

Grande parte dos estados brasileiros estão realizando o recadastramento biométrico dos eleitores para que as eleições de 2018, para presidente, governadores, senadores e deputados (federais e estaduais) possa contar com o recurso da verificação biométrica. Assim, os eleitores serão identificados pela impressão digital no ato da votação nas urnas eletrônicas.

Outra aplicação interessante é a veicular. Algumas fabricantes têm lançado modelos de automóveis mais modernos fabricados com sistemas de verificação biométrica na ignição e nas fechaduras.

Dessa forma, somente o dono ou outro usuário autorizado poderão dar partida no motor ou destravar as portas, sem a necessidade do uso das chaves.

Entenda suas principais vantagens para usuários e empresas

A maior vantagem para as empresas é a desburocratização do processo de identificação de pessoas, que fica muito mais ágil e dinâmico. A tendência é que muito em breve a memorização de senhas de usuário seja algo que caia em desuso por conta da tecnologia biométrica.

Essas tecnologias podem prover maior segurança não apenas para o controle físico dos acessos, mas também de transações e de dados digitais. Trata-se de uma ferramenta extremamente útil para o combate às fraudes e falsificação de documentos.

Por enquanto, ainda temos que usar chaves, cartões e documentos diversos, mas, ao que tudo indica, em um futuro não muito distante, a tecnologia biométrica permitirá que carreguemos nossas identificações em nosso próprio corpo.

Viu como a tecnologia biométrica está em ascensão atualmente? Lembrou-se de outros exemplos de aplicações práticas para essa tecnologia? Então não deixe de comentar e compartilhar conosco e com nossos leitores sua opinião sobre o assunto ou suas experiências pessoais com essa tecnologia!

Entenda como homologar o banco de horas de seus funcionários

Criado pela Lei 9.601/98, o banco de horas é um sistema de compensação de horas extras que permite que o empregador recompense as horas trabalhadas além da jornada por meio de períodos de folga.

Esse sistema, que surgiu a partir da alteração do art. 59 da CLT, possibilita flexibilidade maior do trabalho do empregado, adaptando as horas trabalhadas às demandas da empresa.

Embora seja um sistema voltado à flexibilização da jornada, tanto a criação do banco de horas quanto as regras que serão aplicadas seguem padrões rígidos que devem ser homologados, ou seja, aprovados pelo sindicato de classe.

Para entender mais sobre como funciona o banco de horas e qual a melhor forma de homologar esse sistema para não ter problemas com a Justiça trabalhista, vale a pena conferir!

Definição de banco de horas

Toda empresa conta com uma demanda variável ao longo do mês. Isso significa que o empregado pode ficar ocioso em determinados períodos e sobrecarregado em outros.

O empregador, por sua vez, também pode ter prejuízos na medida em que continua remunerando normalmente as jornadas ociosas, além de arcar com as horas extras nos períodos de pico.

Para evitar esse tipo de desequilíbrio na jornada de trabalho, a legislação instituiu o banco de horas, que nada mais é do que um sistema de compensação de horas extras por folgas.

Para ser instituído em uma empresa, o banco de horas precisa de autorização específica do sindicato de classe. Essa autorização ocorre mediante a celebração de um contrato (acordo coletivo ou convenção coletiva) em que ficam especificadas todas as regras de compensação e apuração de horas para o banco.

Depois de receber essa autorização, o banco de horas torna-se um sistema válido para todos os empregados da empresa, desde que tenham sido contratados pelo regime da CLT.

A aprovação pelo sindicato — ou homologação do banco de horas, como é formalmente chamada — é uma questão importante, já que falhas no contrato ou no procedimento podem gerar a nulidade do banco e, consequentemente, o pagamento de todas as horas extras devidas ao empregado.

Regras do banco de horas

Um primeiro detalhe que deve ser observado pelo empregador ao instituir o banco de horas é o limite legal da jornada de trabalho. Mesmo com a criação do banco, as 10 horas diárias e 44 horas semanais não poderão ser excedidas, sob pena de nulidade do sistema.

Horas extras que já vinham sendo praticadas na rotina de trabalho também não podem ser integradas ao banco.

O banco de horas é válido por um ano, o que significa que o empregador, ao final do período, deve pagar as horas extras que não tenham sido utilizadas pelo empregado como folga.

Mensalmente, o empregador deve prestar contas ao empregado com relação às horas do banco, por meio de um documento que deve ser assinado e arquivado junto ao registro de ponto.

Caso haja rescisão do contrato de trabalho, com ou sem justa causa, o empregador também deve pagar as horas que não foram utilizadas como folga junto com as demais verbas trabalhistas.

Homologação e gestão segura

A gestão de um banco de horas representa um desafio para qualquer departamento de RH porque os dados de cada colaborador são específicos. O controle de horas trabalhadas também acaba sendo individual.

Graças à tecnologia, além dos relógios de ponto eletrônicos que controlam com maior precisão a jornada, hoje existe uma série de softwares que possibilitam o controle do banco de horas com muito mais agilidade e quase sem nenhuma margem de erros.

Isso, além de trazer economia para a empresa na hora de pagar as horas extras, evita demandas trabalhistas em razão de erros no cômputo de horas no banco.

Mais do que um bom acordo com o sindicato ao homologar o banco de horas, o empregador deve contar com recursos que permitam a gestão segura das horas na jornada, tanto para evitar prejuízos com o pagamento de horas não devidas quanto para evitar problemas com a Justiça do Trabalho.

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Acordo de compensação de horas e banco de horas: qual a diferença?

A nossa legislação estabelece que o empregado deve trabalhar 8 horas por dia e 44 semanais. Isso vale para boa parte dos estabelecimentos comerciais, mas para alguns, como restaurantes, que possuem horários diferenciados, essa carga horária fixa pode não ser tão interessante. É aí que entram algumas opções como o acordo de compensação de horas e o banco de horas.

Mas qual deles é a melhor opção? Qual escolher para o seu empreendimento? Vamos agora responder a essas e outras perguntas e oferecer informação para que você consiga fazer a melhor escolha!

O que é acordo de compensação de horas?

Tanto empregados quanto empregadores podem lançar mão de acordos sobre a jornada de trabalho por dia e por semana, nunca excedendo o que está previsto em lei. Para que a carga horária diária seja maior que 8 horas, é necessário o pagamento de horas extras, estas, por sua vez, só podem ser de, no máximo, 2 horas.

Mas para que não ocorra o pagamento dessas horas, o empregador pode fazer um acordo com os funcionários. É possível estabelecer um contrato direto com apenas um ou mais empregados.

Temos então o acordo de compensação de horas que ocorre quando o trabalhador labora menos que 8 horas em um determinado dia e compensa em outros as não trabalhadas. Essa compensação deve ocorrer dentro do mesmo mês em que as horas extras foram prestadas.

Por exemplo, o funcionário pode trabalhar tempo a mais durante a semana, não excedendo as 10 horas por dia, e folgar perto de um feriado ou final de semana caso queira ou precise viajar. Da mesma forma, o dono do estabelecimento pode ter uma equipe trabalhando mais horas em dias de maior movimento, gerando maiores lucros para o seu negócio.

O que é o banco de horas?

A principal diferença entre o banco de horas e o acordo de compensação é a forma de contrato. Aqui, não pode ser individual, apenas por meio de Convenção Coletiva ou Acordo Coletivo de trabalho. Portanto, se você quer implementar o banco de horas na sua empresa deve ir até a sede do sindicato da categoria.

Além dessa diferença, existe também o fato de que, no banco de horas, estas podem ser compensadas dentro do mesmo ano em que foram prestadas. Assim, é um período muito maior em comparação ao acordo de compensação.

Quais cuidados o empregador deve ter?

Segundo a nossa constituição, o trabalhador só pode laborar um máximo de 10 horas diárias. Se esse limite for ultrapassado, o acordo de compensação ou banco de horas torna-se inválido. Assim, as horas extras trabalhadas devem ser pagas como manda a lei, ou seja, 50% a mais do valor da hora normal.

Outro ponto que torna o acordo ou o banco de horas inválido é o fato de não ter um contrato coletivo por escrito. Isso é essencial e deve ser desta forma tanto se for feito diretamente com o empregado quanto com o sindicato.

Quando vale a pena firmar o acordo de compensação de horas?

Ele é ideal para quando o empreendedor não quer fazer o acordo com todos os trabalhadores de uma única vez. Como o acordo de compensação pode ser feito de forma individual, ele pode escolher o funcionário que deseja sem ter que ficar vinculado aos outros. Como não há o envolvimento do sindicato, a burocracia também é menor.

Você ainda ficou com alguma dúvida sobre o acordo de compensação de horas? Conte para a gente para que possamos resolvê-la!

 

Motivação e produtividade: saiba como as duas caminham juntas

Ser capaz de desenvolver estratégias que mantenham a motivação e produtividade dos colaboradores é um verdadeiro desafio para a área de gestão de pessoas. E, em meio a uma rotina corporativa frenética, isso se torna ainda mais difícil, considerando que os expedientes são cada vez mais extenuantes.

Contar com uma equipe animada e engajada impacta positivamente o clima organizacional e os resultados como um todo, o que confirma a ideia de que motivação e produtividade estão estritamente relacionadas.

Mas para que a motivação possa ser alcançada pelos gestores, gerando retornos expressivos para a organização, é preciso mover esforços em prol de estratégias que conquistem maior engajamento dos profissionais.

Acompanhe os tópicos seguintes e entenda mais sobre a relação entre motivação e produtividade!

Oferecendo feedbacks

É natural que um profissional que cometeu um erro seja advertido quanto ao seu desempenho, mas é preciso saber promover esse tipo de comunicação. Do contrário, o feedback pode ser uma armadilha em vez de uma solução.

Da mesma forma, quando o colaborador apresenta bons resultados, é importante parabenizá-lo. Mais do que os erros, é preciso saber reconhecer os acertos.

Com isso, o indivíduo se vê motivado a apresentar uma performance ainda melhor a cada dia, consequentemente, otimizando os resultados do negócio.

O objetivo do feedback é ser construtivo, portanto, as críticas não proveitosas devem ser deixadas de lado. Vale insistir que o ideal é destacar mais os pontos positivos que os negativos.

Estimulando a participação dos colaboradores

O gestor deve mostrar aos profissionais que a equipe faz parte do todo e que ela é extremamente importante para que a organização alcance seus objetivos. Sendo assim, é preciso consultá-la, pedir opiniões e reuni-la em debates em torno das decisões que serão tomadas.

É preciso também incentivar o time quanto à importância da opinião de cada um. Iniciativas como delegar tarefas importantes e acompanhá-las de perto podem ser ótimas formas de conquistar o engajamento dos profissionais.

Sendo um líder cooperativo

Somente estando presente, em contato com os profissionais, é que o gestor é capaz de identificar o porquê de cada um dos resultados, sejam eles positivos ou negativos.

Mas isso não é tudo: esse acompanhamento de perto faz com que se identifique quais são as reais necessidades dos clientes e como atendê-las da melhor maneira.

Com isso, a coleta e análise de informações se torna muito mais rica, permitindo encontros regulares com o objetivo de compartilhar as experiências de toda equipe e prepará-la melhor.

Investindo em novas experiências

Essas vivências podem ser proporcionadas por meio de treinamentos, palestras, bonificação por resultados atingidos na forma de viagens, ou mesmo outras atividades que fujam da rotina e sejam significantes para a vida dos profissionais.

Isso revela a preocupação da organização com o aprendizado e bem-estar da equipe, fazendo com que todos se sintam mais valorizados.

Definindo metas

Antes de tudo, é preciso levar em consideração as particularidades dos integrantes da equipe. Com base na análise do perfil de cada um dos colaboradores, é possível explorar suas habilidades, potencializado o que cada um tem de melhor.

Desse modo, os colaboradores se mantêm empenhados em suas tarefas, demonstrando como motivação e produtividade estão interligadas, e contribuindo diretamente com o alcance dos indicadores definidos pela organização.

Como é possível notar, a busca pelo engajamento dos profissionais é um esforço que deve ser realizado de modo contínuo. Além disso, não é preciso empregar grandes investimentos para colher bons frutos: o importante é contar com o empenho dos gestores, que devem conhecer bem a equipe, descobrindo aquilo que está comprometendo a motivação e entendendo como intervir.

Quer saber mais? Aproveite para entender como usar a motivação e liderança para engajar seus colaboradores!

O que fazer quando um colaborador esquece de bater o ponto?

Chegar ao trabalho e bater o ponto faz parte da rotina de muitos colaboradores dentro das empresas. No entanto, essa tarefa que parece tão simples costuma gerar uma série de dúvidas tanto para empregados, quanto para empregadores.

Marcações irregulares ou mesmo a falta de marcações podem gerar questionamentos e até eventuais problemas na Justiça. Para evitar uma série de impasses elaboramos o post de hoje que serve para orientar o empregador quando o colaborador deixar de bater o ponto, entre outras situações. Quer saber mais como evitar problemas decorrentes do esquecimento na hora de bater o ponto? Então, não deixe de conferir!

Marcação do ponto

Já tratamos aqui sobre os diferentes tipos de marcação de ponto e como eles podem ser menos ou mais favoráveis para vários tipos de empresa. Porém, quando falamos sobre as situações onde o colaborador esquece de bater o ponto, os relógios de ponto eletrônico (REP) e também mecânico são os que costumam gerar mais dúvidas.

Quando um funcionário deixa de marcar seu ponto em um REP, é necessário que o empregador faça essa marcação. O próprio Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) orienta como deve ser feita essa marcação, não apenas para os casos em que o empregado esqueceu de bater o ponto, mas também em situações em que deve ocorrer a alteração ou ainda desconsiderar a marcação.

Como o ponto eletrônico não permite qualquer alteração na marcação, o ideal é que a empresa conte com um documento de ocorrência interno, onde o empregado comunica o seu esquecimento, a fim de justificar ou não o desconto do dia. Esse documento, além de formalizar o ocorrido, deve contar com a assinatura do funcionário para evitar qualquer questionamento em relação à veracidade.

Advertências

A legislação não trata sobre o tema das advertências caso haja o descumprimento das obrigações previstas no contrato de trabalho, entre elas, a marcação do ponto. No entanto, o próprio empregador ao elaborar o contrato de trabalho pode estabelecer regras para o descumprimento das obrigações, inclusive para deixar claros os critérios que levam à demissão por justa causa.

Primazia da realidade

Além de ter procedimentos próprios para a falta da marcação do ponto, a empresa deve ser orientada a agir de acordo com o princípio da primazia da realidade, que rege as leis trabalhistas.

Isso significa que relógios de ponto que têm sempre os mesmos horários marcados, ou ainda, forçar o empregado a marcar determinado horário no ponto podem acarretar a nulidade da marcação e, consequentemente, aplicação de penalidades seja pelos órgãos de fiscalização do trabalho ou através de ações trabalhistas.

O relógio de ponto não deve refletir uma jornada formal de trabalho, ou seja, aquela estipulada no contrato. Ele deve justamente servir como registro das horas efetivamente trabalhadas, para que o empregador receba devidamente as verbas trabalhistas e o empregado monitore de forma adequada a jornada.

Tomar esse tipo de cuidado é uma das formas mais eficientes de evitar problemas, além de, claro, contar com um bom equipamento de marcação de ponto.

Já conhecia essas regras sobre a marcação de ponto? Quer saber mais sobre estas e outras questões que impactam diretamente sua empresa? Então, curta nossa Fan Page!

 

Cartões de acesso de segurança: o que é e como funcionam

O uso de cartões de acesso para o controle de entrada e saída de pessoas nas empresas é um recurso cujas vantagens vão muito além de torná-las ambientes mais seguros. A ferramenta pode trazer inúmeros benefícios ao negócio, afetando diretamente a eficiência de seus departamentos e a produtividade das equipes, além de gerar até mesmo a redução de custos.

Isso acontece porque o uso dessa tecnologia, quando direcionado também aos colaboradores, permite um controle preciso de entradas e saídas, horas trabalhadas, horas adicionais, frequências de ausências e desempenho. Tais dados se baseiam no que foi produzido por cada um.

Assim, a implantação de qualquer um dos diversos sistemas disponíveis hoje no mercado engloba melhorias em muitas áreas do negócio. Algumas delas são, por exemplo: segurança, folha de pagamento, gestão de pessoas, departamento jurídico e gestão da produtividade.

Veja, a seguir, como essa ferramenta funciona e de que forma é possível utilizar seus recursos para melhorar o desempenho de sua empresa:

O que são e como funcionam os cartões de acesso?

Assim como os cartões de crédito tradicionais, os cartões de acesso são produzidos com materiais como plástico ou PVC. As unidades possuem uma camada magnética interna ou em forma de tarja, na qual podem ser armazenados alguns dados do usuário, como nome completo, número de algum documento e níveis de segurança aos quais ele tem acesso.

Basicamente, cada cartão é um dispositivo que, magneticamente, carrega informações facilmente administráveis. Tais dados podem ser modificados com bastante rapidez e controlados por softwares de forma muito prática.

Ao serem colocados em contato com o leitor específico, os conteúdos gravados no cartão são responsáveis por liberar ou negar o acesso da pessoa a determinado local. Além disso, há o registro de uma série de informações como datas, horários, quantidade de acessos e intervalos, entre outras.

Esses leitores podem ter muitas formas. Algumas delas são: catracas de controle; máquinas para marcação do ponto no expediente; fechaduras de portas; painéis de elevadores; cancelas de estacionamento etc.

Tipos de tecnologia

Existem diversas maneiras de utilizar o cartão magnético, dependendo da tecnologia adotada. Os diferentes sistemas de uso adequam-se às necessidades de cada local onde são instalados. Conheça cada um deles:

  • leitor de inserção: neste sistema, é preciso inserir o cartão em uma fenda para que seja realizada sua leitura. Alguns dispositivos recolhem totalmente o cartão por alguns segundos antes de devolvê-lo; outros pedem a inserção parcial e, após um breve travamento para análise dos dados, liberam o acesso e o cartão;
  • leitor de swipe: para este tipo de leitor, é necessário deslizar o cartão por uma fenda, onde será feita a leitura das informações da tarja magnética. É um processo rápido, no qual basta passar o cartão na posição correta para que os dados sejam lidos (e armazenados) e o acesso, liberado;
  • leitor de proximidade: com este sistema, basta aproximar o cartão do dispositivo de acesso para que a leitura seja realizada.

Configuração e níveis de acesso

Como já foi dito, há muitas aplicações para a tecnologia de cartões de acesso. Seus sistemas podem ser configurados do modo que for mais útil para cada utilização.

Além de permitir e registrar a entrada de pessoas, ele também pode criar diferentes níveis de acesso para cada usuário. Isso garante a restrição de pessoal não autorizado nas dependências da empresa.

Assim, ficam mais bem protegidos os materiais de manipulação delicada, as informações sigilosas e os locais que exigem um nível mais rígido de segurança, entre outros itens. Mais do que liberar ou barrar a entrada, é possível implantar uma melhor vigilância, pois cada utilização de cartão fica registrada, mostrando quem o usou e onde fez isso.

Quais são as vantagens na gestão de colaboradores?

As facilidades que a implementação de cartões de acesso traz para a companhia são muitas. Algumas delas dizem respeito diretamente ao desempenho do negócio e à gestão de pessoas.

Ao adotar essa tecnologia como cartão de ponto, fazendo o registro eletrônico dos dias e horários de entrada e saída de funcionários, a empresa ganha ferramentas capazes de impulsionar a performance de sua equipe por meio de um planejamento mais eficaz.

Isso acontece porque, a partir do cruzamento de relatórios diversos, registros de entrada e saída e horas extras, são traçados perfis de produtividade de cada colaborador. Assim, é possível entender o desempenho de cada um deles e criar estratégias de orientação, treinamento, remanejamento e controle, para que todos possam ser mais produtivos.

Além disso, os recursos desse sistema agilizam o trabalho da área de Recursos Humanos e Departamento Pessoal, com mais rapidez na geração da folha de pagamento, redução de erros, menor burocracia e maior assertividade nas tomadas de decisões. Isso porque o sistema pode ser integrado a outros já existentes na empresa, gerando sinergia e um melhor aproveitamento das ferramentas digitais.

Redução de despesas com ações e horas extras

Um problema recorrente em muitas companhias é a questão das horas extras dos colaboradores. Fazer uma comparação equilibrada entre a real necessidade delas e a produtividade está entre os desafios dos gestores. E se esse já é um problema no curto prazo, pode se tornar uma grande dor de cabeça, com ações judiciais, no médio e longo prazo.

Por isso, a adoção de um controle digital de acesso e permanência dos funcionários torna-se eficaz também na redução de custos. Esse recurso permite não apenas uma gestão regular de horas extras, mas serve inclusive como documentação de garantia contra eventuais ações.

Além disso, é uma proteção contra qualquer iniciativa que tente fraudar o apontamento da jornada de trabalho. Logo, a adoção de cartões de acesso em qualquer empresa se torna mais do que uma medida de segurança, passando a ser de utilidade estratégica e de gestão.

Sua imensa flexibilidade e as múltiplas formas de atuação, de controle e do gerenciamento de informações fazem desse recurso algo fundamental para impulsionar resultados, eliminar burocracias e agilizar rotinas. É a tecnologia trazendo soluções para empreendimentos, gestores e colaboradores.

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