Computação para RH: como revolucionar o departamento?

A computação em nuvem, ou cloud computing, é um sistema que possibilita o armazenamento de uma grande quantidade de dados, sem a necessidade de hardwares ou softwares. Esse tipo de solução, cada vez mais adotada pelas empresas, é bem moderna e permite a customização dos sistemas, com um custo inferior.

Para setores que contam com funções estratégicas, como é o caso do RH, a computação em nuvem vem promovendo uma verdadeira revolução. Graças à essa tecnologia, o setor consegue atuar de forma mais rápida e engajada, gerando resultados positivos para a empresa. Outros times também podem se beneficiar da solução, que permite a integração de dados com agilidade e mobilidade.

Quer saber como funciona a computação em nuvem e de que maneira ela vem contribuindo para melhorar as atividades do RH? Confira este post.

A posição estratégica do setor

O RH assume, cada vez mais, uma posição estratégica dentro das empresas. Muitas companhias já se deram conta de que pessoas são um dos seus maiores ativos. Por isso, além de ser responsável por recrutar e reter talentos, o setor também deve gerenciar os funcionários, manter a taxa de rotatividade baixa e evitar o crescimento de custos.

Os gestores de RH participam ativamente dos processos de tomada de decisão dentro das empresas. Devido à alta quantidade de dados que precisam ter em mãos para análises complexas, o setor precisa de ferramentas que favoreçam o armazenamento e também a agilidade no acesso.

O RH e a nuvem

Por causa da posição estratégica do RH, a computação em nuvem vem se transformando em uma excelente solução para o setor ao permitir que gestores de outras áreas tomem decisões mais certeiras e rápidas no gerenciamento de pessoas.

Recrutamento e terceirização

Quando falamos em terceirização ou mesmo recrutamento de colaboradores, as soluções na nuvem permitem uma otimização significativa do tempo, principalmente no preenchimento de fichas e no cruzamento de informações.

Integração com outros setores

As informações ficam acessíveis em soluções customizadas para a própria empresa, facilitando a integração e garantindo a agilidade de outros setores e gestores, que precisam de dados fornecidos pelo RH ou que controlam os horários de sua equipe.

Gerenciamento eficiente

A facilidade de customizar soluções no sistema de computação em nuvem melhora o gerenciamento de dados trabalhistas, permitindo a precisão de cálculos, como do sistema de ponto e das verbas trabalhistas, diminuindo a margem de erros e, consequentemente, o número de ações na Justiça.

Mobilidade e crescimento da empresa

Por meio da computação em nuvem, o RH tem mais mobilidade e favorece empresas que pensam em expandir, seja por meio de filiais, seja por meio da internacionalização. O sistema possibilita a integração de dados mesmo a distância, em uma velocidade rápida.

Fica evidente que a computação em nuvem é a solução tecnológica mais completa para o dia a dia do RH e de seus gestores. Como o setor deixou de cumprir apenas um papel burocrático e de suporte dentro das empresas, ter agilidade e funcionalidade no gerenciamento de informações sobre os funcionários é fundamental.

Você já conhecia a funcionalidade da computação em nuvem para o RH? Tem dúvidas sobre essa tecnologia? Então, deixe seus comentários abaixo.

Motivação e produtividade: saiba como as duas caminham juntas

Ser capaz de desenvolver estratégias que mantenham a motivação e produtividade dos colaboradores é um verdadeiro desafio para a área de gestão de pessoas. E, em meio a uma rotina corporativa frenética, isso se torna ainda mais difícil, considerando que os expedientes são cada vez mais extenuantes.

Contar com uma equipe animada e engajada impacta positivamente o clima organizacional e os resultados como um todo, o que confirma a ideia de que motivação e produtividade estão estritamente relacionadas.

Mas para que a motivação possa ser alcançada pelos gestores, gerando retornos expressivos para a organização, é preciso mover esforços em prol de estratégias que conquistem maior engajamento dos profissionais.

Acompanhe os tópicos seguintes e entenda mais sobre a relação entre motivação e produtividade!

Oferecendo feedbacks

É natural que um profissional que cometeu um erro seja advertido quanto ao seu desempenho, mas é preciso saber promover esse tipo de comunicação. Do contrário, o feedback pode ser uma armadilha em vez de uma solução.

Da mesma forma, quando o colaborador apresenta bons resultados, é importante parabenizá-lo. Mais do que os erros, é preciso saber reconhecer os acertos.

Com isso, o indivíduo se vê motivado a apresentar uma performance ainda melhor a cada dia, consequentemente, otimizando os resultados do negócio.

O objetivo do feedback é ser construtivo, portanto, as críticas não proveitosas devem ser deixadas de lado. Vale insistir que o ideal é destacar mais os pontos positivos que os negativos.

Estimulando a participação dos colaboradores

O gestor deve mostrar aos profissionais que a equipe faz parte do todo e que ela é extremamente importante para que a organização alcance seus objetivos. Sendo assim, é preciso consultá-la, pedir opiniões e reuni-la em debates em torno das decisões que serão tomadas.

É preciso também incentivar o time quanto à importância da opinião de cada um. Iniciativas como delegar tarefas importantes e acompanhá-las de perto podem ser ótimas formas de conquistar o engajamento dos profissionais.

Sendo um líder cooperativo

Somente estando presente, em contato com os profissionais, é que o gestor é capaz de identificar o porquê de cada um dos resultados, sejam eles positivos ou negativos.

Mas isso não é tudo: esse acompanhamento de perto faz com que se identifique quais são as reais necessidades dos clientes e como atendê-las da melhor maneira.

Com isso, a coleta e análise de informações se torna muito mais rica, permitindo encontros regulares com o objetivo de compartilhar as experiências de toda equipe e prepará-la melhor.

Investindo em novas experiências

Essas vivências podem ser proporcionadas por meio de treinamentos, palestras, bonificação por resultados atingidos na forma de viagens, ou mesmo outras atividades que fujam da rotina e sejam significantes para a vida dos profissionais.

Isso revela a preocupação da organização com o aprendizado e bem-estar da equipe, fazendo com que todos se sintam mais valorizados.

Definindo metas

Antes de tudo, é preciso levar em consideração as particularidades dos integrantes da equipe. Com base na análise do perfil de cada um dos colaboradores, é possível explorar suas habilidades, potencializado o que cada um tem de melhor.

Desse modo, os colaboradores se mantêm empenhados em suas tarefas, demonstrando como motivação e produtividade estão interligadas, e contribuindo diretamente com o alcance dos indicadores definidos pela organização.

Como é possível notar, a busca pelo engajamento dos profissionais é um esforço que deve ser realizado de modo contínuo. Além disso, não é preciso empregar grandes investimentos para colher bons frutos: o importante é contar com o empenho dos gestores, que devem conhecer bem a equipe, descobrindo aquilo que está comprometendo a motivação e entendendo como intervir.

Quer saber mais? Aproveite para entender como usar a motivação e liderança para engajar seus colaboradores!

Como o sistema de ponto pode otimizar a vida do time de RH?

A legislação trabalhista determina que toda empresa deve controlar a jornada de trabalho de seus funcionários e observar os limites legais de 44 horas semanais. Para empresas com mais de dez colaboradores, a lei também prevê que é necessário adotar um sistema de ponto que pode ser tanto manual quanto mecânico ou, até mesmo, eletrônico.

Um sistema de ponto eletrônico, quando comparado aos demais, garante mais agilidade tanto para os funcionários na hora de registrar a entrada e a saída, quanto para o RH, que precisa contabilizar as horas de cada colaborador, além de fazer o controle da jornada como um todo.

Há tempos o RH deixou de exercer apenas uma função de suporte para desempenhar um papel estratégico no dia a dia das empresas. Como todo gestor reconhece o custo que uma alta taxa de rotatividade pode trazer para a empresa, sem contar nos impactos negativos que a troca constante de funcionários traz para a produtividade, o RH passou a assumir uma atribuição importante no dia a dia corporativo.

Atualmente, um bom trabalho deste setor reflete diretamente na capacidade que uma empresa tem de reter bons talentos, além de diminuir o número de demandas trabalhistas e melhorar de forma global o ambiente da companhia.

Para ter um RH eficiente, no entanto, é preciso oferecer as condições e as ferramentas certas para que o setor trabalhe em alta performance. Quer saber como um sistema de relógio de ponto pode otimizar as tarefas diárias do seu RH? Então, não deixe de conferir o post de hoje!

O que é ponto eletrônico

O sistema de ponto eletrônico nada mais é do que uma tecnologia que registra de forma automática as horas trabalhadas de cada funcionário. Por meio desse sistema, são contabilizadas tanto as horas estipuladas no contrato de trabalho, como também as folgas, faltas e até as horas extras.

O controle da jornada de trabalho, seja por meio do ponto eletrônico ou outros tipos de ponto, é algo essencial para toda empresa. Isso porque, é por meio do ponto que a empresa pode contabilizar pagamentos, descontos e demais ônus trabalhistas previstos na legislação.

Fazer o controle da jornada é importante para qualquer tipo de empresa, independentemente do porte ou do nicho em que atua, já que a legislação trabalhista e os direitos aplicáveis são os mesmos para qualquer trabalhador. No entanto, a adoção de um ponto eletrônico representa uma série de benefícios para empresas de diversos tamanhos e portes.

Sistema de ponto e controle de horas

Segundo dispõe o artigo 74, § 2º da CLT, as empresas que contam com mais de dez funcionários são obrigadas a contar com um sistema de ponto, que pode ser manual, mecânico ou eletrônico. O ponto eletrônico não é obrigatório, no entanto, ele apresenta uma série de vantagens quando comparado aos demais sistemas.

A maioria dos empreendedores que opta pelo sistema de ponto não eletrônico visa quase sempre a economia no orçamento.

Porém, esse tipo de redução de custos pode sair caro no futuro, já que um erro no controle da jornada pode ensejar a propositura de uma ação trabalhista, isso sem contar na eventual aplicação de penalidades pelos órgãos de fiscalização. A longo prazo, um sistema de ponto eletrônico pode ser bem mais econômico.

Os outros sistemas, como o livro de ponto ou o relógio manual, além de serem mais suscetíveis a erros, ocupam mais espaço, já que são necessários arquivos para se guardar as folhas de ponto e toda documentação de controle de jornada.

Integração e praticidade

O sistema de ponto eletrônico, por sua vez, tem um manuseio bem mais prático. Isso sem contar na facilidade de fazer o cálculo das horas trabalhadas, horas extras, banco de horas, entre outros. Esse sistema, sem dúvida, é uma das soluções mais práticas em termos de controle de jornada e contabilização dos encargos trabalhistas decorrentes dela.

Para empresas grandes, nas quais o RH e o financeiro são separados, o sistema de ponto eletrônico facilita a interação entre os setores, diminuindo também o número de falhas. Da mesma maneira, hoje não existe outra forma mais prática de se calcular o banco de horas.

Quem já passou pela experiência de calcular um banco de horas manualmente sabe que esse tipo de tarefa pode ser um tanto complicada, acarretando erros e problemas no futuro.

RH e sistema de ponto eletrônico

Como explicamos no início, o RH deixou de ter um papel apenas de suporte nas empresas para se tornar um setor estratégico. Para que o RH possa desempenhar suas funções e atividades em alta performance, no entanto, é necessário contar com os instrumentos certos.

No caso do controle de jornada, que é uma das tarefas que mais consome esforços do RH, contar com um ponto eletrônico pode fazer toda diferença. Isso porque com esse sistema, toda a contagem das horas trabalhas acontece de forma simultânea e o cálculo dos encargos trabalhistas é feito quase que de forma automática.

Com o uso do ponto eletrônico, o RH pode se focar em outras atividades mais relevantes como a retenção de talentos, ou mesmo, a melhoria do ambiente de trabalho, questões que costumam ser mais importantes para a empresa do que o burocrático controle de jornada.

Além disso, o ponto eletrônico aumenta a eficiência do RH diminuindo a margem de erro, especialmente no que se refere à contabilização dos ônus trabalhistas previstos na legislação. E menos erros significa menos problemas na Justiça, o que representa uma economia significativa para toda empresa, além de obviamente, menos dor de cabeça.

Além disso, o ponto eletrônico facilita a integração com outros setores que também dependem das atividades do RH, como é o caso do financeiro. Isso permite que todas as informações mais relevantes sejam centralizadas e possam ser consultadas a qualquer momento, trazendo mais agilidade para todos.

Embora o ponto eletrônico não seja obrigatório e sua implementação acabe saindo mais cara, trata-se de um investimento que traz resultados imediatos para empresa, melhorando o seu dia a dia e otimizando as tarefas de setores diversos.

Você já conhecia os diferentes sistemas de ponto e seus benefícios para o RH? Tem dúvidas sobre o ponto eletrônico? Então, entre em contato e saiba mais!


4 maneiras eficientes de reduzir custos com a ajuda do RH

Para que a empresa se mantenha competitiva no mercado, além de investir no seu capital humano, é essencial que ela esteja atenta aos custos que envolvem o seu funcionamento. Essa é uma das grandes preocupações em relação à sobrevivência e rentabilidade das empresas. Por isso, é tão importante buscar formas e meios de reduzir custos, sem perder a eficiência.

No momento de reduzir custos, é importante contar com a ajuda do RH em inúmeros processos. Por isso, veja abaixo algumas dicas que podem te ajudar nesse processo!

Automação de processos

Não adianta esperar resultados diferentes fazendo sempre a mesma coisa com a desculpa de que ela “deu certo” até aqui. O RH está cada vez mais dinâmico e precisa acompanhar as movimentações que ocorrem dentro de sua área de interesse. Para que isso seja possível, alguns processos precisam ser automatizados, ampliando a eficácia e a agilidade em sua execução.

Nesse sentido, apostar no alinhamento da intranet com as reais necessidades dos funcionários pode ser uma solução. É importante possibilitar que alguns processos sejam efetuados pelo portal utilizado pelos próprios colaboradores, como o preenchimento de formulários para realizar a solicitação de férias, por exemplo. Além disso, comprovantes e documentos digitais podem reduzir os gastos com impressão.

Em primeira instância, investir na automação de processos pode sugerir aumento de despesa em curto prazo, mas a verdade é que em médio prazo o investimento se “pagará” e, em longo prazo, trará inúmeras retenções de custos.

Terceirização de serviços

Insistir em realizar atividades rotineiras como forma de reafirmar o RH pode comprometer a produtividade e a imagem do setor. Por isso, outra forma de reduzir custos é terceirizar aqueles serviços rotineiros e que comprometem a atuação estratégica do seu RH, exigindo muito tempo para serem executados. Entre eles estão os processos de recrutamento, seleção, admissão e demissão, processamento da folha de pagamento, etc. 

Além dos citados acima, outros serviços também podem ser terceirizados de tal forma que os encargos trabalhistas ficam sob a responsabilidade da empresa contratada. Recepção, portaria, limpeza e manutenção predial são alguns dos exemplos.

Realização de treinamentos

Um erro bastante frequente nos RHs é acreditar que o não treinamento é um meio para reduzir custos, quando, na verdade, só está alimentando os prejuízos futuros. Não investir em capacitação é arcar diretamente com faltas no capital intelectual da empresa, colocando em risco a disponibilidade de seus melhores colaboradores.

Para isso, faça dos treinamentos mais uma área estratégica e utilize seus colaboradores como multiplicadores do conhecimento. Essa prática eleva a motivação e o reconhecimento entre membros das equipes, reduz custos com facilitadores externos e valoriza o conhecimento obtido.

Obtenção de sistemas de RH

Embora, frequentemente os gestores acreditem poder acompanhar tudo o que ocorre na empresa, essa não é uma realidade viável. Em especial, porque não se pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo.

Por isso, apostar em um sistema de RH robusto pode beneficiar bastante a sua gestão e a sua empresa, além de garantir a redução de custos. Um sistema bem alinhado com as informações da empresa, fornecerá informações precisas e seguras e ajudará na tomada de decisões. 

Com ele, você poderá acompanhar a realidade da sua empresa desde a definição de cargos e salários, controle de benefícios, frequência dos colaboradores, banco de talentos, plano de treinamento e desenvolvimento, avaliação por competências, entre muitos outros aspectos.

No entanto, por melhor que sejam as práticas adotadas visando à redução de custos, aplicá-las sem planejamento e análise pode ocasionar diversos prejuízos para a empresa. Por isso, é importante manter-se atento às mudanças de mercado e anteceder-se a elas, planejando as medidas que serão utilizadas para reduzir custos, contando sempre com o RH para isso.

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Retenção de talentos: como manter meus melhores funcionários?

A retenção de talentos está diretamente ligada à valorização das pessoas e a motivação dos funcionários. Por mais simples que essa fórmula possa parecer, os gestores de pessoas encontram desafios constantes para controlar o índice de turnover devido aos diferentes perfis de pessoas na organização e a dificuldade dos chefes de se tornarem líderes.

O perfil autoritário, que não interage, não se preocupa com os colaboradores e que exerce a liderança sentado na mesa do escritório, pensando que somente o salário é suficiente para manter bons funcionários, não tem mais espaço no cenário atual da gestão de pessoas.

No post de hoje, você encontrará 5 dicas para reter seus profissionais talentosos e que tornam sua empresa competitiva. Confira!

Ofereça plano de carreira

Funcionários capacitados buscam a ascensão na carreira e alcançar seus objetivos profissionais em uma empresa que oferece segurança e oportunidades de crescimento.

A empresa deve então oferecer um plano de carreira atrativo para que os funcionários entendam quais são as possibilidades de carreira dentro da organização e, dessa forma, investir em seu crescimento de forma direcionada para o cargo que almeja. Cabe ao gestor também acompanhar os funcionários na busca pelo crescimento, dando sugestões, motivando e reconhecendo.

A atitude do gestor de motivar o funcionário a buscar o crescimento cria no colaborador uma responsabilidade com sua carreira e o torna mais engajado para atingir seu objetivo.

Permita a troca de ideias e oportunidades

A troca de ideias pode ser feita por meio de brainstormings e reuniões para envolver o colaborador no desenvolvimento e na tomada de decisões da empresa. Essa ação torna o funcionário mais motivado, pois sente que faz parte da empresa, que pode contribuir diretamente para os resultados e que suas opiniões são valorizadas pelo seu gestor.

Além da troca de ideias, permita também novas oportunidades e experiências para que sua equipe saia da rotina e torne o trabalho menos desgastante. As novas experiências podem ser proporcionadas em palestras, treinamentos, gincanas e happy hour por exemplo.

Ofereça um bom ambiente de trabalho

A criação de ações que melhorem o clima no ambiente de trabalho é muito importante para manter sua equipe motivada e menos desgastada, fazendo com que o funcionário se sinta bem na empresa e com bom relacionamento com os companheiros.

A empresa pode promover campeonatos internos para melhorar o relacionamento, criar um momento de descontração com confraternizações, envolver a família com a empresa, oferecer um ambiente confortável para o horário de descanso, etc.

Para identificar a necessidade de ações, o gestor deve realizar regularmente as pesquisas de clima, pois só assim conseguirá ter a percepção do clima no ambiente organizacional na visão dos funcionários.

Ofereça benefícios atrativos

Os benefícios e salários atrativos oferecidos pela empresa têm forte impacto na retenção e motivação dos colaboradores. Se você possui uma boa equipe e que apresenta resultados, você pode oferecer o reconhecimento por alcançar os objetivos através de premiações e comissões. Além de melhorar os resultados da empresa, você terá uma equipe engajada e que se sente reconhecida pelo bom desempenho.

Também podem ser oferecidos benefícios que não resultam necessariamente em gastos para a empresa e que agregam muito valor para o colaborador, como a flexibilidade de horários, day off para aniversariantes e trabalho do tipo home office.

Aposte na equipe

Quando o gestor prepara bem sua equipe e permite que seus funcionários trabalhem com mais autonomia, o colaborador acaba desenvolvendo novas competências e o ambiente de trabalho fica mais tranquilo.

Essa ação gera, mais uma vez, o aumento da responsabilidade dos profissionais com o crescimento da empresa, que encara o sucesso da organização como seu próprio sucesso. Para obter bons resultados, estabeleça as metas e funções individuais com base nos pontos positivos de cada um.

O que você achou das nossas dicas? Aproveite para começar a implantar agora mesmo essas ações em sua empresa, pois a retenção de funcionários ajuda nos resultados da organização e diminuem os gastos resultantes dos processos de admissão, demissão e treinamento de novos colaboradores.

Se você quer aprimorar seus conhecimentos na área da gestão de pessoas, não deixe de ler nosso artigo sobre os erros comuns da gestão de pessoas que você deve evitar.

Como desenvolver um processo de recrutamento eficiente?

O processo de recrutamento é uma atividade desempenhada por todas as organizações para montar sua equipe de trabalho, e em cada empresa a seleção ocorre de maneira diferente.

A melhor forma de realizar um processo de recrutamento eficiente vai de acordo com a cultura da empresa e da necessidade do momento, mas alguns pontos são fundamentais de serem observados.

Você sabe quais são eles? Continue a leitura e descubra!

Defina os cargos

A partir do momento em que uma vaga é aberta para o processo de seleção, é necessária a definição das atividades a serem desempenhadas pelo funcionário, quais são as capacitações exigidas, o horário de trabalho, salário, os benefícios a serem oferecidos e quais são as características esperadas do profissional.

Essa definição permite a triagem de candidatos e a seleção das pessoas que se encaixam no perfil requerido para as próximas etapas.

Caso o RH encontre dificuldades para realizar essa definição, pode ser feita uma entrevista com o gestor que necessita do profissional, para que seja entendido o que é esperado do candidato, aumentando, dessa forma, a possibilidade de sucesso na seleção.

Divulgue o processo de recrutamento

Na etapa de divulgação, deve ser escolhido o melhor veículo para divulgar o processo de seleção. Caso a empresa opte pelo recrutamento externo, tem como opções de divulgação os anúncios de emprego em jornais, agências de recrutamento, sindicatos, acervo de currículos da empresa, etc.

No momento da escolha do veículo, deve ser levado em conta o público-alvo, os recursos que a empresa possui e o tempo disponível para realizar a contratação.

Realize as entrevistas

A realização da entrevista é muito importante e pode ser considerada uma etapa de definição. Procure confirmar os dados fornecidos no currículo e peça ao candidato para falar sobre as experiências de trabalho, o que espera da empresa, qual é o seu plano de carreira, quais são os projetos de sucesso e outras perguntas que permitam um conhecimento melhor dos profissionais.

É fundamental que seja feito o contato visual, que sejam observados os gestos e reações de cada um, e que o recrutador dê liberdade para o entrevistado falar.

Realize dinâmicas e simulações

As dinâmicas e simulações ajudam na avaliação das competências de cada candidato. Para que essa etapa seja produtiva, o recrutador deve optar pelas atividades que envolvam o trabalho a ser executado, como por exemplo, uma dinâmica que trabalhe a liderança ou uma simulação entre cliente e vendedor.

Confirme os dados

A confirmação dos dados não precisa ser realizada somente no momento da entrevista. O recrutador pode optar por ligar para os antigos empregadores do candidato, assim como requerer os diplomas e certificados dos cursos que constam no currículo.

Pode-se perguntar ao empregador anterior como era a postura do profissional na empresa, se ele atendia às expectativas da empresa e se o empregador recomenda esse funcionário. Como o contato entre o entrevistador e o candidato é pequeno, essa etapa de confirmação de dados traz para o recrutador mais confiança para decidir quem será escolhido.

Faça a integração do novo funcionário

A parte de integração do novo funcionário à equipe é muito esquecida pelos recrutadores, mas apresenta uma importância muito grande na retenção de talentos. O ideal é mostrar para o funcionário a empresa, explicar quais são os valores da organização e apresentar o profissional para sua equipe de trabalho.

A integração traz para o novo funcionário mais segurança e demonstra, por parte da empresa, uma preocupação com o bem-estar do colaborador e com a união da equipe.

Vale ressaltar que o processo de contratação eficiente é um fator fundamental para o sucesso de uma empresa, pois diminui a rotatividade e os gastos relativos aos processos de admissão, demissão e treinamento. Além disso, a organização consegue recrutar talentos de acordo com o perfil da empresa e agregar novas competências para a equipe.

Agora que você já sabe como deve ser desenvolvido o processo de recrutamento em sua empresa, deixe um comentário nos contando qual dica você mais gostou.

 

6 dicas eficazes para diminuir a rotatividade de funcionários

A alta rotatividade de funcionários pode gerar diversos prejuízos que interferem nos resultados de sua empresa. Perder mão de obra nunca é vantajoso para a organização, uma vez que gera diversos gastos imprevistos.

Entre as desvantagens que a rotatividade gera estão as despesas com seleção, contratação e treinamento de novos funcionários, além dos gastos com o desligamento do antigo colaborador.

Para evitar esse tipo de problema, é fundamental que a empresa esteja sempre atenta aos índices de turnover, que devem se manter baixos. É necessário, primeiramente, entender as causas e buscar as soluções adequadas para reduzir a rotatividade.

Reunimos aqui 6 dicas eficazes para diminuir a rotatividade de funcionários na sua empresa. Confira!

Entenda os motivos do desligamento

Quando um funcionário pede demissão, é importante fazer uma entrevista pessoal para entender os motivos de seu desligamento. Essa é uma excelente oportunidade para conhecer pontos que devem ser melhorados.

Assim, o gestor pode se atentar a diversas questões internas que passaram despercebidas e, a partir disso, procurar medidas para solucioná-las.

Faça um diagnóstico interno

Pesquise quais são os principais problemas que a organização está enfrentando e quais são as causas mais frequentes das demissões.

Para isso, converse com seus funcionários atuais e recolha informações sobre como a empresa deveria funcionar. Procure saber quais aspectos os deixam satisfeitos e quais os incomodaram.

Essas informações podem fornecer dados importantes sobre os pontos fracos e fortes de sua empresa. A partir deles, você poderá aplicar as melhores soluções para reduzir a rotatividade de funcionários!

Ofereça benefícios incomuns

Nem sempre a saída para reduzir a rotatividade de funcionários é melhorar os salários. Uma solução que pode ser eficiente é oferecer benefícios diferentes aos colaboradores.

Leve em consideração o perfil de seus colaboradores e quais são suas necessidades e interesses. Com base nisso, crie um plano de benefícios que atenda às suas expectativas. Através dessa atitude você demonstra que valoriza o funcionário e isso pode aumentar o apego dele à empresa.

Crie um plano de carreira

Oferecer oportunidades de crescimento na empresa é uma excelente forma de reter talentos. Um profissional qualificado não gostará de ficar estagnado no mesmo cargo por muito tempo.

Por isso, crie um plano de carreira que permita uma melhor proposta de trabalho dentro da própria empresa. Desse modo, você evita que o profissional busque novas oportunidades em outros lugares e, assim, diminui o índice de rotatividade.

Avalie e melhore o clima organizacional

O clima organizacional é um fator que faz diferença para o colaborador, envolvendo desde a estrutura da empresa até as relações interpessoais do trabalhador.

É fundamental fazer uma pesquisa de clima organizacional e avaliar como os funcionários estão se sentindo em relação aos mais diversos aspectos da organização.

Além disso, é importante mudar o que não está bom, oferecendo um ambiente de trabalho agradável, onde as ideias são incentivadas e com uma boa relação entre gestores e funcionários.

Invista na sua equipe

É fundamental treinar e orientar sua equipe para que ela possa avançar. Para isso, é muito importante estabelecer metas e acompanhar o desenvolvimento dos funcionários com o passar do tempo.

Não se esqueça de oferecer feedbacks que ajudem os colaboradores a se tornarem melhores. Desse modo, os funcionários passam a se sentir valorizados e satisfeitos e isso os torna mais produtivos e leais.

Reduzir a taxa de rotatividade dos funcionários é fundamental para evitar gastos desnecessários com demissão, processos seletivos e treinamentos. Lembre-se de que investir na retenção de talentos traz diversas vantagens, fazendo com que a empresa cresça e os funcionários também.

Gostou de nossas dicas? Que outras medidas você acha que podem ser tomadas para reduzir a rotatividade dos funcionários? Deixe sua opinião nos comentários!

 

Automação de processos: os 7 maiores benefícios para a sua empresa

Você já deve ter se espantado ao ser atendido em uma banca de jornal ou em um quiosque de rua e perceber que o atendente usou alguma máquina ou sistema interno para registrar o pedido, certo? Pode ter certeza: até mesmo os pequenos negócios se aproveitam da automação de processos, e não pode ser diferente na sua empresa. Hoje, a tecnologia está intimamente ligada ao bom desempenho de qualquer organização e, dada a competitividade atual das empresas, ela passa a ser uma obrigação.

Acontece que, infelizmente, ainda são muitos os gestores que encaram a automação como algo de “outro mundo”. Persiste um misticismo muito grande em torno do termo: alguns imaginam se tratar de grandes máquinas, outros pensam em sistemas extremamente complexos, viáveis apenas para as grandes organizações. Essa, no entanto, não é a realidade – por sinal, são muitas as empresas que fornecem sistemas específicos para os micro e pequenos negócios.

É claro que existem inúmeros tipos de serviços e produtos destinados à automação de processos, atendendo diferentes necessidades. O mais importante, no entanto, é escolher a ferramenta certa para o seu negócio, afinal, essa é a forma mais recomendada para aumentar a produtividade, diminuir os custos e garantir a eficiência da sua empresa. Ainda não está convencido? Então confira, a seguir, uma lista com 7 benefícios de automação de processos para uma organização:

Controle total

Em primeiro lugar, temos que ressaltar um dos principais benefícios da automação. Hoje, os sistemas permitem o controle total de todos os processos do negócio. Assim, o gestor pode acompanhar as atividades em tempo real e de qualquer lugar, o que melhora muito a qualidade e a tempestividade da tomada de decisão.

É importante ressaltarmos que o monitoramento é uma das funções básicas do gestor. Essa é uma atividade tão importante quanto o planejamento, afinal, só assim é possível detectar gargalos de produção para aumentar a eficiência. Esse, por sinal, é o ponto abordado logo a seguir.

Eficiência assegurada

O que significa eficiência? Basicamente, é a capacidade de realizarmos tarefas com a utilização correta dos recursos, sejam eles humanos ou financeiros. Desperdícios e retrabalho, por exemplo, são consequências de uma gestão ineficiente. Mas como reduzir essa ineficiência? Certamente, o uso de processos manuais não é a melhor saída – afinal, estão mais sujeitos a erros ou fraudes.

O ideal, portanto, é garantir a eficiência do negócio por meio da automação de processos. Como todas as atividades são coordenadas de maneira automática por meio do sistema, é possível reduzir bastante qualquer tipo de erro e ainda garantir a agilidade em todas as situações.

Indicadores padronizados

Os indicadores de desempenho são ferramentas indispensáveis para o gestor. Afinal, com eles é possível monitorar o desempenho do negócio. Agora, quais são os indicadores mais apropriados para a minha empresa? Quais são os critérios mais precisos para avaliar a qualidade de cada um dos processos? Essas perguntas podem ser facilmente respondidas com a automação.

Além de permitirem a atualização constante dos dados para alimentar os indicadores automaticamente, muitos sistemas de automação fornecem, ainda, as melhores métricas a serem acompanhadas, facilitando muito a vida do gestor. Vale ressaltar que o uso de indicadores é indispensável para a melhoria do monitoramento, o que garante uma tomada de decisão muito mais precisa. Esse, por sinal, é o ponto que abordaremos a seguir.

Decisões precisas

É claro que, depois de ler todos os benefícios listados anteriormente, você já deve ter percebido que um dos maiores benefícios da implementação da automação de processos é a melhoria na tomada de decisão.

Ao adquirir um sistema interno, o gestor pode recolher informações em tempo real, mais precisas e dinâmicas. Além disso, com o detalhamento garantido pelos indicadores de desempenho, ele fará escolhas com base em dados reais, e não apenas em achismos. Em outras palavras, esqueça a velha máxima de que a “pressa é inimiga da perfeição”. Com a automação, você garante tanto velocidade quanto qualidade.

Custos reduzidos

Ainda são muitos os gestores que pensam na automação como um custo. De fato, é preciso adquirir os produtos e serviços disponíveis no mercado. No entanto, se você ainda pensa dessa forma, é preciso mudar a mentalidade agora mesmo. Na verdade, a automação é um investimento feito pela empresa, pois, como toda aplicação, tem como objetivo garantir um retorno financeiro para o negócio ao longo prazo.

Isso ocorre porque, como vimos, a empresa se torna muito mais eficiente com esse tipo de solução, o que garante a redução de desperdícios, do retrabalho, entre outros problemas. Além disso, é indiscutível que determinados processos saem muito mais caros se forem realizados manualmente, afinal, é preciso contratar mão de obra especializada.

Comando centralizado

Sim, delegar é indispensável em qualquer organização, no entanto, gera um verdadeiro paradoxo. Sim, é impossível fazer tudo sozinho, mas quanto mais pessoas tomando decisões, menor é o controle do gestor e, consequentemente, mais dificilmente as coisas vão sair de acordo com o planejado. Com a automação, você garante o fim desse paradoxo.

Isso acontece porque a maioria dos sistemas garante o acesso remoto às informações e algumas ferramentas possibilitam, ainda, a comunicação entre a equipe e o gestor em tempo real. Dessa forma, é possível delegar sem maiores preocupações.

Produtividade garantida

Por fim, o maior benefício de se adotar um sistema automatizado para a sua empresa é o fato de que a produtividade se torna muito maior. Afinal, os processos manuais certamente levam mais tempo do que aqueles feitos por sistemas automatizados, além de estarem mais sujeitos a erros ou fraudes, o que leva ao retrabalho.

A produtividade — é claro — deve ser um dos maiores focos de uma empresa e, por esse motivo, é indispensável que você considere agora mesmo adotar algum sistema. Como vimos no início do post, a automação deixou de ser um diferencial para o negócio. Hoje, essa é uma obrigação de qualquer empresa que pretenda garantir a excelência e se destacar em qualquer mercado.

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Por que você sempre deve acessar e conferir feedbacks online

Imagine que você está insatisfeito com um serviço contratado de uma empresa ou feliz pelo atendimento que recebeu de outra. Em ambas as situações, vem aquela vontade de externalizar a experiência vivida, contar para os conhecidos, agradecer ou reclamar nas redes sociais e até enviar um e-mail para a empresa expondo o sentimento de cliente, não é verdade? Bom, os gestores precisam se lembrar dessa simples e corriqueira situação na vida dos consumidores e planejar formas de absorver os retornos recebidos, especialmente, via feedbacks online.

Hoje, com todos os recursos da era digital, esse tipo de percepção pode ser colhido em diversos ambientes virtuais, como as redes sociais. Estar antenado às expectativas dos clientes é um caminho importante para a melhoria permanente da estratégia e funciona como diferencial competitivo. Por isso, é tão importante monitorar todo tipo de feedback e se organizar para o tratamento dessa informação tão rica para o negócio.

Seguindo esse raciocínio, há uma expressão que precisa ser explorada pelas empresas, é “a voz do cliente”, já ouviu falar dela? A voz do cliente é uma ferramenta de gestão que objetiva descobrir o que o cliente pensa e qual sua visão sobre uma empresa. A partir dela, é possível diagnosticar pontos fracos e fortes do negócio e direcionar esforços para corrigir o que não está bem, avaliando e potencializando o que deixa os clientes satisfeitos.

A importância de ouvir a voz do cliente

É possível estabelecer métodos para absorção do máximo de informações de negócio contidas na manifestação do cliente em fontes diversas: serviços de atendimento de call center ou formulários de contato, sites, blogs, redes sociais, sites de avaliação de empresas e portais de reclamação e defesa do consumidor.

Dali será possível extrair informações relevantes, como impressões do cliente sobre qualidade, agilidade, atendimento, serviço de entrega, formas de pagamento e até comparação com experiências junto à concorrência.

Categorizar as manifestações colhidas e identificar as que são concorrentes faz toda diferença na hora de analisar esse insumo tão poderoso para a revisão da estratégia de uma empresa.

Os gestores que adotam o hábito de ouvir a voz do cliente, de forma ativa e permanente, obtêm condições de analisar o comportamento do cliente, sua propensão ao consumo e o seu relacionamento com a concorrência. Assim, ele pode direcionar suas ações de marketing e estratégias de venda para alcançar os melhores resultados.

Os feedbacks on-line e a análise do negócio

Se antes era necessário contratar empresas especializadas ou montar estruturas específicas para realização de pesquisa de satisfação do cliente, hoje diversas facilitam e barateiam o trabalho. Elas estão disponíveis em vários espaços do ambiente virtual.

Existem formulários de pesquisa gratuitos em sites que expõem softwares livres, onde é possível cadastrar o mailing de clientes e disparar para todos eles um questionário que, ao ser retornado, compõe uma base organizada para que a empresa a consuma da forma que for mais adequada.

Outra opção é monitorar, por meio de aplicações específicas, toda menção feita à empresa na internet. Isso se dá por meio da identificação de palavras-chave nos textos digitados por qualquer pessoa em campos de comentários de sites e blogs e também nas publicações em redes sociais.

Basta que sejam cadastradas essas tags relacionadas à empresa (não só com o nome da marca) e pronto! Será gerado um relatório que consolida tudo o que está disponível na web e cabe à empresa definir os parâmetros de análise desse insumo tão importante.

O monitoramento e a habilidade de dar feedback ao feedback do cliente

Existe um comportamento social que é o chamado “efeito manada”. Ele é percebido quando uma pessoa acaba atuando como líder ao emitir uma opinião ou tomar uma atitude e diversas outras pessoas seguem aquela tendência.

Isso é muito percebido em sites de reclamação e defesa dos direitos do consumidor. Um cliente publica uma reclamação sobre um produto que deu defeito e, de repente, o estrago está feito!

Outros consumidores que tiveram experiências negativas, mesmo que já tenha sido solucionada a questão, encorpam aquele relato e aquilo vira um estímulo a uma visão negativa generalizada da marca, especialmente, por quem está pesquisando na internet a reputação da empresa quando tem em mente alguma aquisição ou contratação de serviço.

Em termos práticos, algumas iniciativas podem ser tomadas pelas empresas para cercar todas as possibilidades de coleta de informações que refletem a experiência do cliente.

Assim, é fundamental investir em criação de perfis nas principais redes sociais para que haja notificações toda vez que a empresa for mencionada, o que pode ser identificado com a hashtag utilizada. Também é importante disponibilizar colaborador interno ou terceirizado para acompanhar e dar respostas rápidas e assertivas a essas manifestações.

Enviar pesquisas de satisfação periódicas e questionários de pós-venda via e-mail pode antecipar alguma manifestação que seria inserida em algum site e, com a força da internet, tomar proporções que poderiam ser evitadas com atitudes proativas da empresa.

Outra ação sugerida é produzir e analisar relatórios gerenciais de tudo o que foi coletado, destacando gargalos e pontos críticos e resultando em revisão dos planos e metas do negócio e de projetos futuros.

A segunda chance para a empresa

A reputação de uma marca está ao alcance de um clique do consumidor. As empresas não devem ignorar o poder dos feedbacks on-line de impactar positiva ou negativamente seu negócio.

Por isso, um diferencial competitivo é a proatividade aliada à prática de dar resposta a esse tipo de manifesto o quanto antes. É fundamental deixar registrado, formalmente, que a empresa lamenta o transtorno vivido pelo cliente, que o caso está sendo analisado e que em breve será dada a resposta ao problema apresentado.

Esse tipo de atitude produz uma sensação de acolhimento, de empatia e de responsabilidade da empresa para com o consumidor. Da mesma forma, elogios e reconhecimentos devem ser respondidos para que se exponha uma imagem de gentileza, simpatia, gratidão e respeito à opinião do cliente como motivador para que a empresa tenha um empenho crescente em suas realizações.

É preciso que esse relacionamento, cada vez mais estreito, graças às chamadas plataformas 2.0, com características de colaboração entre os usuários com os conteúdos publicados, seja transformado em ferramenta de otimização das estratégias. Para isso, é preciso que os gestores valorizem os feedbacks on-line, se conscientizem e se comprometam com melhorias continuamente.

Você concorda que a voz do cliente precisa ser ouvida e que monitorar suas manifestações na web é fundamental para retroalimentar a estratégia do negócio? Conhece algum método simples para colaborar com essa iniciativa de feedbacks on-line? Deixe o seu comentário!

5 erros comuns em gestão de pessoas para você evitar em sua empresa

A correta gestão do capital humano é indispensável para o sucesso de um empreendimento no mercado, visto que o maior contato dos clientes com a empresa é feito por colaboradores. Para ter uma ideia mais clara,  68% dos clientes deixam de fazer negócios devido a mau atendimento, segundo pesquisa realizada pela Corporação Rockfeller.

Assim, erros de gestão de pessoas podem custar caro, influenciando diretamente no atendimento dos clientes e, consequentemente, na própria lucratividade do negócio. No post de hoje, descubra os 5 principais erros para evitar em sua empresa!

1. Falhas na comunicação interna

Muitos problemas e conflitos internos estão ligados à falta de comunicação dentro das empresas, por isso é cada vez mais comum incorporar técnicas de comunicação interna (CI) e endomarketing na estratégia das organizações.

As ferramentas de comunicação mais comuns são: mural, TV corporativa, intranet, aplicativos e redes sociais. Essas ferramentas facilitam a comunicação entre líderes e liderados, o que é essencial para o sucesso de qualquer negócio.

2. Falta de metas claras

Não estabelecer metas claras é um grande erro para qualquer empresa, pois os colaboradores precisam ser bem direcionados e, sem objetivos específicos para toda a equipe, é pouco provável que isso aconteça. 

Boas metas devem estar de acordo com o padrão SMART, sigla para Specific, Measurable, Achievable, Relevant, Time-bound. Ou seja, elas devem ser específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes (para o negócio) e temporais (com prazo bem definido). Metas, quando bem elaboradas, são decisivas para que qualquer atividade seja bem-sucedida.

3. Pouco uso de tecnologias

Muitas gestores, no ímpeto de poupar de modo imediato, deixam de investir em tecnologias que beneficiam a empresa nos processos diários e otimizam a rotina do departamento de RH, o que é outro grande erro para o negócio.

A implementação de alguns softwares de automação aumentam a produtividade e diminuem os erros de gestão de pessoas, como é o caso do ponto eletrônico. Essa ferramenta, além de beneficiar o Departamento Pessoal (DP), também agrega mais segurança a toda a empresa e equipe de trabalho, com um controle mais eficiente do capital humano.

4. Ausência de recompensas

Boas recompensas estimulam todo o time de trabalho na busca pelos objetivos organizacionais. Um grande equivoco é achar que as recompensas são sempre bonificações em dinheiro, o que não é verdade, já que existem diversas outras maneiras de recompensar seus colaboradores, como, por exemplo, uma vaga exclusiva na garagem, um dia de folga ou mesmo um bom rodízio de pizza. Quando há recompensas, por mais simples que sejam, também há mais engajamento de todos os envolvidos.

5. Falta de treinamentos

Não treinar os funcionários é desperdiçar o potencial que cada um carrega dentro de si. Somente por meio de treinamentos é possível aprimorar o time de trabalho para que possa exercer com eficiência as atividades diárias. O treinamento pode ser realizado dentro ou fora da empresa e, além disso, também pode acontecer pela internet, com vídeo-aulas — o que reduz bastante as despesas finais.

Estes são os principais erros de gestão de pessoas, mas não os únicos. Para evitá-los, é indispensável ver os colaboradores como parceiros do negócio, pessoas que colaboram para o alcance das metas e objetivos do empreendimento.

Agora que você já entende mais sobre o assunto, deixe seu comentário em nosso post e compartilhe conosco suas experiências, opiniões e dúvidas!