Como apurar o cartão de ponto digital

A sua empresa tem mais de 10 empregados? Então, de acordo com a legislação — artigo 74, § 2º da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) — ela precisa manter o registro de entrada e saída dos funcionários, diariamente, por meio da marcação de ponto. Essa marcação pode ser feita de forma manual, eletrônica (a mais recomendada) ou mecânica.

Ter o controle dos horários de entrada e saídas dos funcionários, de maneira manual ou mecânica, aumenta consideravelmente a chance de erros e na hora de fazer as contas, os cálculos não fecharão. Isso traz problemas para o funcionário e, principalmente para a empresa.

Isso ficou ainda mais evidente com a criação do e-Social. Como a fiscalização não consegue chegar em todas as empresas, agora elas podem verificar tudo por esse sistema online.

Por isso, muitas preferem fazer os registro de forma eletrônica e, por isso precisam seguir as exigências feitas na portaria 1510 do MTE (Ministério do Trabalho e do Emprego) ou a portaria 373 do mesmo órgão.

Para quais funcionários esse controle não é necessário?

De acordo com o que diz o artigo 62, nos incisos I e II da CLT, algumas funções estão dispensadas desse controle. Assim, aquele funcionário que possui uma função externa, como visitar clientes, não entra no controle já que seria bem difícil fazê-lo. Outra função que entra nessa lista é o gerência ou líder de departamento.

Quais mudanças o e-Social trouxe?

O e-Social é um projeto do Governo Federal que tem como principal função facilitar o trabalho da fiscalização reunindo todas as informações da empresa em um só local. Esse sistema também simplifica e muito o dia a dia dos contadores.

Usando o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), o e-Social consegue reunir diversas informações sobre os trabalhadores das empresas em um só lugar: CAGED, DIRF, RAIS e GFIP.

Para que a folha de pagamento possa ser fechada, é necessário fazer o cálculo de todas as horas trabalhadas e todas as informações devem ir pro sistema do e-Social. Quantas foram as horas trabalhadas? Houve hora extra? Faltas? Compensação de horários? Tudo deve estar detalhado no relatório que vai direto para o sistema do governo e que fica online.

Quais as principais exigências?

É claro que o empregador não pode colocar os valores e números referentes à jornada do empregado sem que ele tenha visto e assinado antes. Colocar esses dados no sistema sem a autorização do trabalhador é contra lei.

É por isso que existe um documento chamado Espelho de Ponto. Nele, é possível encontrar todas as informações sobre o trabalhador o mês trabalhado. Quer reduzir o trabalho e a chance de erros? Faça esse relatório de forma automática usando o Espelho de Ponto Eletrônico.

Quer deixar a sua equipe mais produtiva? Então, uma excelente opção é utilizar o IKPonto REP, um sistema de ponto 100% personalizável. Você consegue mais economia já que a ferramenta aliada ao software faz praticamente todo o trabalho e ainda garante maior flexibilidade e segurança das suas informações.

Por meio dele você criar o cadastro dos seus funcionários, o menu do espelho de ponto, a tela de abonos individuais ou coletivos e também um relatório completo com um banco de horas.

Quer evitar problemas com o e-Social? Entre em contato conosco e entenda como o nosso ponto eletrônico funciona e quais outras vantagens ele pode oferecer para você!

Tecnologia LFD

Problemas comuns do relógio de ponto eletrônico

Todas as empresas que possuam mais de 10 funcionários devem fazer uso do relógio de ponto eletrônico. É isso que diz a nossa legislação. Essa é uma ótima maneira de aumentar a segurança do local e ter mais controle sobre os horários de trabalho dos funcionários, mas há também alguns desafios.

Não podemos ter o controle sobre tudo, especialmente quando surgem alguns imprevistos. E, como estamos falando de um equipamento que é controlado pelas mãos humanas, isso não seria diferente. O ponto eletrônico também pode apresentar problemas e você deve estar ciente de como corrigi-los.

Veja abaixo quais são os principais e o que fazer nesses momentos:

Falta de energia

A rede elétrica da sua cidade pode falhar em diversos momentos: uma forte chuva, raios, um cabo que se partiu, manutenção, entre outros motivos. Como o relógio de ponto eletrônico é movido à energia, ele não irá funcionar enquanto a energia não for restabelecida. Assim, ele ficará interrompido durante esse período.

E como evitar que alguém fique sem marcar o horário? É simples: o jeito é fazer à moda antiga, ou seja, manualmente ou usar um registro de ponto mecânico. Quando a energia retornar, essas informações podem ser passadas para o software.

Lembre-se: essas informações manuais devem ficar guardadas e, se possível, digitalizadas também para que a tinta não apague do papel com o passar do tempo.

Ajuste de horários

Fique sempre de olho quando for necessário fazer um ajuste nos horários do ponto eletrônico. Um momento do ano que muita gente costuma atrapalhar é durante o horário de verão. Um deslize nesse ponto e muitos problemas com a contagem de horas trabalhadas dos funcionários podem acontecer.

O ideal é optar por um relógio de ponto eletrônico que consiga fazer essa alteração de maneira automática, evitando maiores transtornos.

Falta de papel

O marcador de ponto eletrônico precisa emitir o comprovante para o funcionário. É esse papel que oferece a garantia para o trabalhador das horas laboradas, caso seja questionado ou perceba que a contagem foi feita de forma incorreta. Nesse comprovante, estão informações como os horários de entrada e saída, os intervalos e também as horas extras que foram feitas em um determinado período.

Com a falta de papel, esse ticket não é gerado para o funcionário. Caso isso aconteça, o pessoal responsável deve ser avisado para que ocorra a reposição do material o quanto antes. Durante a entrada e a saída dos funcionários, é interessante que esse responsável esteja por perto com o papel em mãos para fazer a substituição o mais rápido possível.

Lembre-se: não pode ser qualquer tipo de papel e sim um específico. De acordo com a legislação trabalhista, o empregado tem até 5 anos para recorrer sobre qualquer problema trabalhista. Portanto, esse papel e suas informações devem durar por, pelo menos, 5 anos.

Leitor biométrico

Esse é também um dos problemas que mais acontecem nos locais onde há um relógio de ponto eletrônico. Problemas no leitor biométrico podem atrasar a entrada de diversos funcionários na empresa, portanto esse tipo de situação deve ser evitado o máximo possível.

Para que isso não aconteça, mantenha o software sempre atualizado e faça manutenções no seu equipamento nas datas corretas.

Vale a pena para as pequenas empresas a utilização do sistema de controle de ponto? Descubra agora mesmo!

Manutenção Preventiva

Quais os sistemas que se enquadram no SREP?

Sistema de Registro Eletrônico de Ponto, também conhecido como SREP, é regulamentado pela portaria do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nº 1.510/2009. Ela disciplina a anotação que deve ser feita no livro de ponto pelas empresas.

O controle de ponto deve ser realizado pelas empresas que possuem mais de 10 funcionários e podem escolher entre os seguintes sistemas: manual, eletrônico ou mecânico. Se necessário, é possível até utilizar mais de um desses sistemas dentro da mesma empresa. Por exemplo, você pode utilizar um sistema de ponto para cada setor.

Vamos agora falar um pouco sobre o SREP, como ele funciona e como pode ser utilizado na sua empresa da melhor forma possível.

Qual o objetivo do SREP?

A portaria tem como principal função impedir possíveis alterações nas marcações dos horários de entrada e saída dos funcionários da empresa, evitando assim possíveis fraudes. Assim, fica mais fácil confirmar se o empregado está realmente cumprindo a carga-horária estabelecida em contrato e também as horas extras.

Mas esse sistema não beneficia apenas o empregado, ele também pode ajudar e muito o empregador, evitando custos em processos trabalhistas. Por exemplo, algum funcionário pode questionar o pagamento de horas extras, afirmando que elas foram feitas. Com o sistema fica muito mais fácil comprovar que isso não aconteceu.

Como funciona o SREP?

Para estar em dias como esse novo sistema, a empresa precisará utilizar o Registrador de Ponto de Eletrônico (REP). É um equipamento que as empresas devem utilizar para registrar os horários dos funcionários. Também deve ser capaz de emitir documentos que auxiliem o órgão de fiscalização para controle das saídas e entradas dos colaboradores.

É preciso ter a certeza de que o equipamento escolhido segue as normas que são estabelecidas. Por exemplo, ele deve possuir capacidade para funcionar de forma ininterrupta pelo tempo mínimo de 1.440 horas ainda que haja problemas de fornecimento de energia elétrica na empresa.

Deve também ter um local para o armazenamento de todos os dados registrados dos horários e também capacidade de memória para esses dados, também chamado de Memória de Registro de Ponto. O equipamento deve possuir uma porta USB para que o profissional fiscal do Ministério do Trabalho possa coletar diretamente as informações.

Além de todas essas exigências, a portaria nº 373 de 2011, lançada apenas 2 anos depois da portaria do SREP, informa também o que não pode ser feito por meio do sistema de ponto:

• Marcação automática de ponto, ou seja, o próprio sistema marcar o ponto do funcionário sem que ele esteja presente; • Restringir de qualquer forma a marcação de ponto por parte do empregado; • Necessitar de autorização prévia para que ocorra a marcação relacionada à sobrejornada; • Alterar ou apagar de qualquer forma informações que tenham sido registradas.

Assim, é muito importante que a empresa fornecedora do REP seja confiável para oferecer um equipamento de esteja dentro das normas estabelecidas pela portaria.

Como encontrar um bom REP?

O fabricante do equipamento deve oferecer atestado técnico do produto e também um termo de responsabilidade. Tenha a certeza também de que o relógio de ponto foi devidamente autorizado pelo INMETRO, já que essa é uma das exigências.

Além do do REP, também há outras opções de registro como o Relógio de Ponto Cartográfico. Ele é feito por meio de uma marcação mecânica em um cartão específico que fica ao lado da máquina e cada trabalhador deve ter o seu.

Aliado ao REP você também pode ter um software que o ajude a ter maior controle sobre os horários, realizar cadastros de funcionários e um relatório completo do banco de horas além de outras informações essenciais.

Agora que você já sabe como o SREP funciona, conheça um pouco mais sobre os nossos serviços e saiba como podemos ajudá-lo!

Consultoria de Ponto: veja os benefícios

A sua empresa está em constante crescimento e você precisa, a cada dia, organizar melhor os dados dos seus funcionários, controlar quem entra e quem sai e os horários em que esses movimentos acontecem. Afinal de contas, muitas custas trabalhistas já são pagas todos os meses e adicionar a isso o pagamento de hora extra sem comprovação é mais uma despesa.

Se você está enfrentando esse tipo de problema com os seus colaboradores, então a consultoria de ponto pode ser necessária.

A importância de acompanhar a folha de ponto

A folha ou livro de ponto é o documento pelo qual você consegue acompanhar as entradas e saídas de todas as pessoas dentro da sua empresa. Além de ser uma ótima forma de aumentar a segurança do ambiente, também evita diversos problemas trabalhistas em um momento futuro.

Por exemplo, um funcionário pode exigir um pagamento por conta de horas extras feitas, mas você tem como comprovar se isso aconteceu de fato ou não analisando a folha de ponto.

Assim, fica claro que que a folha de ponto é um documento essencial para resolver questões burocráticas e também reduzir problemas de inadimplência e faltas injustificadas dentro da empresa.

A falta de consultoria de ponto pode gerar problemas

Vamos pensar na seguinte situação. Você tem muitos empregados e eles se alternam em turnos. Uns começam a jornada às 08 da manhã e encerram às 16 horas e outros entram às 16 e saem às 22 horas. Ainda há também aquele segurança que fica na entrada e que trabalha das 22 às 06 da manhã.

Com tantos horários diferentes para tantos funcionários, é impensável não ter uma gestão ou um setor na empresa que tenha o controle sobre esses dados.

Há muitos problemas que a falta ou erros na consultoria de ponto podem trazer não só para o dono da empresa, mas também para os empregados:

Cumprimento de jornada diária

Como você poderá ter a certeza de que os funcionários estão cumprindo a carga horária estabelecida em contrato? Jornadas que excedam em 5 minutos por turno ou 10 minutos por dia já pode ser considerada hora extra.

Assim, se não ouvir uma boa gestão desses números, tanto a empresa quanto o funcionário podem sair prejudicados.

Intervalo entre jornadas

Em algumas situações, as empresas precisam acelerar a produção e, para isso, pagam horas extras para que os funcionários trabalhem por mais tempo. Mas é preciso ficar atento, pois entre duas jornadas de trabalho é exigido um período mínimo de descanso de 11 horas.

Cálculo de horas extras

Quando se tem poucos funcionários, é possível fazer o cálculo da hora extra sem grandes problemas, mas para aqueles que possuem um grande contingente na folha de pagamento, fica inviável fazê-lo por conta própria. É preciso calcular 50% a mais da hora extra e se o trabalho for realizado em feriados ou finais de semana, o valor da hora é 100% a mais.

Por que contratar uma consultoria de ponto

Todos esses cálculos que listamos acima precisam ser realizados com o máximo de cuidado. Assim, a melhor opção é ter um setor que cuide disso ou então, algo que pode custar menos para os bolsos da empresa é contratar um serviço terceirizado.

A vantagem é que, caso você precise de um outro serviço na área, eles poderão oferecer e por um preço menor. Além disso, é muito melhor saber que um trabalho como esse, que exige o máximo de atenção, está sendo feito por mais de uma pessoa.

A sua empresa está precisando de uma consultoria de ponto? Então, entre em contato com a gente e tire as suas dúvidas!

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Como Economizar com Troca de Equipamento

Estamos na era da tecnologia e, se queremos nos manter competitivos no mercado, precisamos acompanhar as mudanças e inovações digitais de perto. Portanto, fazer a troca de equipamento por um mais novo e moderno é uma ótima escolha para o desempenho de sua empresa.

Talvez você acredite que os gastos com tecnologia sejam elevados e até mesmo desnecessários. Afinal de contas, o equipamento que está em uso na empresa ainda está funcionando. O problema é que, provavelmente, ele está dando mais gastos que o normal com manutenções e trocas de peças que já estão desgastadas e não funcionam mais.

Um problema no controle de ponto dos funcionários pode se tornar um grande contratempo para a empresa, não só pela dificuldade em gerir os processos, mas pelos custos que isso pode acarretar. Por exemplo, fica mais difícil saber se um funcionário chegou muito tempo depois ou se tem alguém que saiu 1 hora após o expediente, podendo vir a cobrar hora extra.

Como identificar a hora de trocar?

É normal que um aparelho eletrônico dê defeito uma vez ou outra, digamos, bem raramente, mas se isso está acontecendo com certeza frequência, talvez seja o momento de utilizar um modelo novo. Além disso, existem algumas peças que, inevitavelmente se desgastam com o passar do tempo. Por exemplo, teclados de borracha podem ficar inutilizáveis e precisam ser trocados com maior frequência.

Não é apenas por um defeito no equipamento que ele precisa ser trocado. Pode ser que ele não atenda mais às necessidades do seu negócio, ou seja, o seu empreendimento cresceu e precisa agora de um novo suporte tecnológico que sustente essa expansão.

Por exemplo, você já sente a necessidade de contratar mais 30 funcionários, porém, o seu relógio de ponto não irá sustentar essa quantidade extra de colaboradores. Usar formas de acesso diversas para eles não é uma boa opção, especialmente se quiser ter o controle da movimentação dentro do estabelecimento de uma forma mais fácil e sem complicações.

Quais recursos devo levar em conta na troca de equipamento?

É claro que você não deseja, simplesmente, trocar seis por meia-dúzia não é mesmo? Então, precisa primeiro conhecer os recursos que esse novo equipamento pode te oferecer. O primeiro ponto é verificar se o equipamento possui o selo do Inmetro, isso oferece maior segurança no momento da compra.

Opte por um equipamento que te ofereça maior flexibilidade. Por exemplo, a marcação dos colaboradores pode ser por código de barras, teclado touch screen ou então por biometria. O ideal é que os comandos sejam intuitivos, até mesmo para facilitar a configuração do programa. Ele deve ter uma grande capacidade de oferecer relatórios completos e também de emitir comprovantes.

Suportar uma grande quantidade de cadastros de funcionários também é uma vantagem que deve ser analisada no momento da escolha. E, acima de qualquer coisa, no momento de fazer a troca do equipamento, tenha a certeza de que ele oferece total segurança dos dados.

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Além de fazer a troca de equipamento, há outras formas de economizar no seu negócio, reduzindo os custos e aumentando as receitas. Quer descobrir quais são? Então baixe o nosso ebook!

Os estagiários de sua empresa devem usar o relógio de ponto?

Diversas empresas possuem estagiários em sua equipe. Por conta disso, muitos profissionais que trabalham no setor de RH têm dúvidas se o estagiário também precisa usar o relógio de ponto como os outros funcionários. Como não seguem exatamente as mesmas regras, esse tipo de colaborador precisa usar o relógio de ponto? Como controlar a entrada e saída desses colaboradores? Tire suas dúvidas agora mesmo.

Quais são os direitos e deveres dos estagiários?

O estagiário não segue a CLT como os outros empregados, mas sim, uma lei específica: a lei nº 11.788. De acordo com essa lei, não há de fato um vínculo empregatício entre empresa e estagiário e também não são devidos encargos sociais, taxas trabalhistas e previdenciárias. Isso porque, a legislação entende que o estágio é educativo e está preparando o jovem para ingressar no mercado de trabalho.

Como estamos falando de um “regime de trabalho” diferenciado, aqui, a carga horária deve ser de, no máximo, 30 horas semanais e 6 diárias. O estagiário também não pode fazer hora extra.

A lei não cita nada em relação a como fazer o controle dessas horas trabalhadas e, portanto, essa decisão fica a cargo da empresa. Ela é quem vai decidir como contabilizar as horas do estagiário.

Nesse caso o relógio de ponto pode ser o que a sua empresa precisa para esse objetivo.

Por que controlar a carga horária do estagiário?

Como já dissemos, o estagiário não é um empregado vinculado à empresa e também não é celetista, ou seja, não segue as regras da CLT. Ele não pode fazer hora extra ou trabalhar mais de 30 horas por semana. Caso isso aconteça, o vínculo empregatício estará configurado e assim, a empresa pode ter problemas com a justiça do trabalho e maiores custos.

Portanto, o relógio de ponto ajuda a ter esse controle e a evitar diversos problemas. Caso você não queira misturar os dados do estagiário com os dos empregados celetistas, pode optar por ter um software para gestão de ponto. Ele pode te ajudar a ter o controle sobre os funcionários e colaboradores dentro da empresa.

Por que ter um software?

O software pode se adequar facilmente às necessidades da sua empresa. Por exemplo, digamos que você tenha dois tipos de estagiário: um estudante de educação especial e um de ensino superior.

Segundo a lei do estágio, a carga horária limite deste é de 6 horas diárias e, daquele, 4 horas diárias. O software consegue oferecer maior flexibilidade nesses casos, algo que outros recursos podem não fornecer.

Você ainda precisa ter o controle do horário para os dias de prova que, segundo a lei, as horas trabalhadas devem ser pela metade. Por exemplo, se ele trabalha, normalmente, 6 horas por dia, em dia de prova, trabalhará 3 horas. As horas não trabalhadas podem ser reduzidas da bolsa estágio.

Para aqueles que possuem um ou dois estagiários na empresa, esse valor pode não fazer diferença. Mas em um estabelecimento com muitos estagiários, essas horas não trabalhadas, no final do mês, podem ser significativas para o orçamento.

Está precisando instalar um software de ponto na sua empresa para controlar os horários dos estagiários? Entre em contato com a gente!

Afinal, o ponto biométrico é obrigatório nas empresas?

A legislação tornou o controle eletrônico do sistema de ponto uma questão obrigatória em 2009. O controle de ponto, no entanto, vem sendo realizado desde a CLT como forma de controlar a jornada de trabalho.

Com a edição de novas normas pelo Ministério do Trabalho e Emprego a questão foi flexibilizada, mas ainda assim a obrigatoriedade é a regra e não a exceção.

Dentre os modelos existentes para o controle eletrônico do ponto, o ponto biométrico vem se tornando uma das favoritas das empresas, já que esse sistema praticamente inviabiliza as fraudes. Para saber mais, confira!

O que é o ponto biométrico?

O ponto biométrico é uma forma de controle de ponto eletrônico que se dá através da identificação das impressões digitais, íris do olho e até mesmo a voz do colaborador. Contudo, o sistema mais comum é aquele adotado a partir das impressões digitais.

Como esse tipo de identificação é único, ou seja, cada ser humano tem suas impressões digitais as chances de fraude são praticamente nulas. Esse sistema, portanto, evita uma série de problemas com a Justiça Trabalhista e demais órgãos de fiscalização.

O que diz a legislação?

A adoção e a homologação do ponto eletrônico, seja ele biométrico ou não, passou a ser uma obrigação para as empresas. Com a edição da Portaria 1510/09, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) passou a exigir a adoção de um sistema eletrônico de controle de ponto. Essa medida faz com que as empresas sejam forçadas a se adequarem e viabilizarem um método para a fiscalização de entrada e saída do funcionário.

Tal Portaria, no entanto, causou uma série de questionamentos e, por isso, foi alterada inúmeras vezes por outras Portarias que trouxeram novas regras e novos prazos para tal exigência da legislação.

Com a Portaria 373/11, por exemplo, a obrigatoriedade das empresas com relação ao ponto eletrônico foi flexibilizada. Com essa norma, as empresas podem adotar um sistema alternativo de controle de ponto. Porém, é necessário que elas estejam autorizadas pela Convenção Coletiva de Trabalho ou Acordo Coletivo, que é celebrado junto aos Sindicatos, para obterem esse tipo de maleabilidade perante a lei.

Diferentemente do sistema eletrônico, os sistemas alternativos de controle de ponto não precisam ser homologados ou certificados pelo MTE e demais órgãos. Entretanto, diante de uma situação de fiscalização, a empresa deve fornecer toda documentação que comprove o efetivo controle de ponto.

Formas alternativas de registro de ponto

O relógio de ponto biométrico é uma das tecnologias mais avançadas em termos de controle de ponto. Como os dados colhidos a partir das impressões digitais são únicos, a taxa e as chances de fraude se reduzem a praticamente zero. Contudo, essa não é a única forma de se fazer o registro do ponto.

O relógio de código de barras, cartográficos e até os smartcards são formas alternativas de registro do ponto.

Compliance e penalidades

Caso a empresa não atenda à legislação os fiscais do MTE poderão promover a autuação e a aplicação de penalidades. Dependendo do tamanho da empresa e do tipo de infração, a multa pode chegar a R$ 4mil.

Você tem uma empresa e ainda não adotou o controle eletrônico de ponto?

O que fazer quando um colaborador esquece de bater o ponto?

Chegar ao trabalho e bater o ponto faz parte da rotina de muitos colaboradores dentro das empresas. No entanto, essa tarefa que parece tão simples costuma gerar uma série de dúvidas tanto para empregados, quanto para empregadores.

Marcações irregulares ou mesmo a falta de marcações podem gerar questionamentos e até eventuais problemas na Justiça. Para evitar uma série de impasses elaboramos o post de hoje que serve para orientar o empregador quando o colaborador deixar de bater o ponto, entre outras situações. Quer saber mais como evitar problemas decorrentes do esquecimento na hora de bater o ponto? Então, não deixe de conferir!

Marcação do ponto

Já tratamos aqui sobre os diferentes tipos de marcação de ponto e como eles podem ser menos ou mais favoráveis para vários tipos de empresa. Porém, quando falamos sobre as situações onde o colaborador esquece de bater o ponto, os relógios de ponto eletrônico (REP) e também mecânico são os que costumam gerar mais dúvidas.

Quando um funcionário deixa de marcar seu ponto em um REP, é necessário que o empregador faça essa marcação. O próprio Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) orienta como deve ser feita essa marcação, não apenas para os casos em que o empregado esqueceu de bater o ponto, mas também em situações em que deve ocorrer a alteração ou ainda desconsiderar a marcação.

Como o ponto eletrônico não permite qualquer alteração na marcação, o ideal é que a empresa conte com um documento de ocorrência interno, onde o empregado comunica o seu esquecimento, a fim de justificar ou não o desconto do dia. Esse documento, além de formalizar o ocorrido, deve contar com a assinatura do funcionário para evitar qualquer questionamento em relação à veracidade.

Advertências

A legislação não trata sobre o tema das advertências caso haja o descumprimento das obrigações previstas no contrato de trabalho, entre elas, a marcação do ponto. No entanto, o próprio empregador ao elaborar o contrato de trabalho pode estabelecer regras para o descumprimento das obrigações, inclusive para deixar claros os critérios que levam à demissão por justa causa.

Primazia da realidade

Além de ter procedimentos próprios para a falta da marcação do ponto, a empresa deve ser orientada a agir de acordo com o princípio da primazia da realidade, que rege as leis trabalhistas.

Isso significa que relógios de ponto que têm sempre os mesmos horários marcados, ou ainda, forçar o empregado a marcar determinado horário no ponto podem acarretar a nulidade da marcação e, consequentemente, aplicação de penalidades seja pelos órgãos de fiscalização do trabalho ou através de ações trabalhistas.

O relógio de ponto não deve refletir uma jornada formal de trabalho, ou seja, aquela estipulada no contrato. Ele deve justamente servir como registro das horas efetivamente trabalhadas, para que o empregador receba devidamente as verbas trabalhistas e o empregado monitore de forma adequada a jornada.

Tomar esse tipo de cuidado é uma das formas mais eficientes de evitar problemas, além de, claro, contar com um bom equipamento de marcação de ponto.

Já conhecia essas regras sobre a marcação de ponto? Quer saber mais sobre estas e outras questões que impactam diretamente sua empresa? Então, curta nossa Fan Page!

 

Por que o relógio de ponto pode significar redução de custos?

O relógio de ponto é um aparelho utilizado para marcar as horas trabalhadas por um funcionário dentro de uma empresa. Certo? Sim! Mas não é só isso: o dispositivo também registra o número do cartão de cada trabalhador, a data e o horário em que foi lido, gerando relatórios sobre a jornada de trabalho dos mesmos.

Em tempos de crise econômica, sabemos que diminuir despesas é essencial para a sobrevivência de muitas instituições. Mas de que forma o ponto eletrônico pode auxiliar na redução de gastos? Confira neste post!

Reduzindo gastos com a Justiça

Recentemente, foram elaboradas as portarias nº1510 de 2009 e n°373 de 2011 do Ministério do Trabalho, que regulamentam a utilização do relógio de ponto.

Os principais benefícios trazidos por essas legislações referem-se à comprovação das horas trabalhadas pelos funcionários, permitindo que as empresas possam ter o controle das horas extras e de domingos trabalhados de cada colaborador. O limite é de até duas horas extras diárias para cada empregado e, no caso de domingos trabalhados, este limite é de dois por mês para mulheres e três para homens.

Caso os sindicatos estejam de acordo, há ainda a possibilidade de utilizar recursos alternativos para o controle da jornada de trabalho. Um dos meios que podem ser usados atualmente são os aplicativos, desde que eles estejam disponíveis no local de trabalho, permitam a identificação do funcionário e possibilitem a marcação do ponto com precisão.

Essas novas regulamentações auxiliam as empresas na redução de custos uma vez que evitam o gasto excessivo com horas extras, assim como a ocorrência de multas por processos envolvendo excesso de horas trabalhadas.

Aumentando o rendimento

O controle das horas de expediente possibilita que os funcionários administrem melhor o tempo de trabalho, e, assim, trabalhem com menor desgaste. O menor desgaste dos trabalhadores, por sua vez, melhora o rendimento da produção, gerando mais lucros para a empresa.

Ao registrar o horário de entrada e de saída dos empregados, é possível não só medir a produtividade, como identificar períodos ociosos e possíveis falhas, permitindo melhorias no fluxo de produção e na motivação da equipe.

Facilitando o serviço do RH

Além de auxiliar na contabilização das horas de trabalho, gerar melhorias no rendimento da produção e reduzir custos com multas e horas extras, o relógio de ponto também facilita o trabalho realizado pelo RH no momento de supervisionar a jornada de trabalho.

Estes dispositivos permitem que colaboradores do RH tenham mais tempo para realizar outras atividades na empresa, uma vez que não será preciso checar fichas manualmente. Além disso, os aparelhos também reduzem os erros de cálculos na contagem de horas extras.

Hoje em dia, existem várias tecnologias de relógio de ponto que auxiliam na fiscalização das empresas e são essenciais na redução de custos das mesmas, basta encontrar aquela que mais se adequa a realidade de cada uma.

É importante também verificar se o software disponível está de acordo com a legislação vigente para evitar problemas com a justiça e oferecer treinamentos aos funcionários para que eles entendam a importância deste procedimento.

Gostou do texto? Fale conosco para saber mais sobre os tipos de relógios de ponto existentes atualmente no mercado, estamos à sua disposição!

Relógio de ponto: 4 dicas para acertar na hora da compra

O controle da jornada de trabalho pela marcação do ponto é fundamental para uma boa gestão dos empregados. O ponto é o documento que registra o número de horas trabalhadas por cada funcionário, permitindo que o empregador contabilize o número de horas extras e consequentemente realize a remuneração adequada do colaborador.

A princípio, as empresas podem escolher o relógio de ponto de acordo com as suas necessidades, porém, em determinados casos, a marcação eletrônica do ponto é obrigatória por determinação da legislação trabalhista.

Por isso, é fundamental escolher o modelo certo, considerando não apenas as necessidades, mas também as exigências das leis do trabalho. Para acertar na hora de escolher o melhor relógio de ponto, confira algumas dicas!

1. Descubra qual é o tipo de relógio de ponto mais adequado

Existem diversas opções de relógios de ponto adequados aos diferentes tipos de empresa. Cada modelo possui suas vantagens e desvantagens.

Para escolher o mais adequado às necessidades do seu negócio, avalie não apenas as suas possibilidades de investimento, mas também a manutenção, custos envolvidos e eficiência do aparelho.

Lembre-se de que, quanto mais complexo for o fluxo de jornadas, melhores são os resultados obtidos com a automatização do sistema de controle de ponto.

2. Saiba as diferenças entre ponto eletrônico e  ponto mecânico

O controle do ponto é uma questão primordial para a organização da empresa e deve ser realizado com atenção. Dependendo do tamanho da companhia, do número de funcionários e do fluxo das jornadas, manter um sistema mecânico pode custar mais caro no longo prazo. Isso devido à necessidade do controle manual e à contratação de funcionários específicos para realizar esse tipo de atividade.

O ponto eletrônico oferece maior precisão, menor margem de erros e simplifica o dia a dia tanto do financeiro quanto do RH/Departamento Pessoal. Obviamente, ele demanda um investimento maior para a empresa, bem como requer a adequação de uma cultura interna.

Antes de adquirir um sistema de controle de ponto eletrônico, além do equipamento, propriamente, é interessante avaliar outros fatores, como o software e as condições de manutenção e garantia.

3. Conheça as vantagens do software

Se a sua empresa pretende adquirir um relógio de ponto eletrônico, vale a pena considerar algumas questões com relação ao software que automatiza o controle da jornada de trabalho.

Primeiramente, verifique se a licença de uso é válida apenas por aparelho ou se é aplicável a todos os relógios de ponto que compõem o sistema. Cheque se as atualizações do software implicam custos e como deve ser feita a manutenção, caso seja necessária uma reinstalação, por exemplo.

Um dos pontos mais importantes a ser avaliado para empresas que adotam um software é a responsabilidade sobre o backup das informações. Lembre-se de que elas são essenciais para o controle e não podem ser perdidas.

A Info Kings fornece um Software de Ponto Personalizável, onde o sistema se adequa a sua necessidade. Faça já uma demonstração totalmente gratuita!

4. Garanta a manutenção

Para não ter sustos na hora que os problemas acontecem, cheque junto ao revendedor como funciona o sistema de garantia e quais são os custos extras relacionados à manutenção. Tenha isso documentado por escrito para evitar desentendimentos no futuro. Caso desejar saber mais de nossos serviços e manutenções, fale com um de nossos consultores através do número: (21) 2221-4155

Então, nossas dicas para comprar o relógio de ponto foram úteis? Leia também nosso post sobre a obrigatoriedade do ponto eletrônico na sua empresa.

Projeto para controle de ponto