Registro CAREP: Obrigatório ou não?

O departamento pessoal da empresa costuma ter muita dúvida sobre o Registro CAREP (Cadastro do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto) e isso é perfeitamente comum. Algumas vezes pode ser difícil determinar a necessidade ou não de realizar o registro e em que situação ele é obrigatório ou não.

Para esclarecer essas e outras dúvidas sobre o assunto, respondemos abaixo os principais questionamentos sobre o Registro CAREP!

Devo fazer o Registro CAREP ou não?

A resposta para essa pergunta é a seguinte: se você usa algum tipo de controle de ponto eletrônico seja para identificar, enviar informações sobre o empregado ou qualquer outra atividade similar, sim, você precisa fazer o registro CAREP. É isso que estabelece a portaria nº 1.510 de 21 de agosto de 2009 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Assim, se você utiliza o REP (Registrador Eletrônico de Ponto) dentro da sua empresa, o equipamento e o software precisam ser registrados no CAREP de acordo com o que recomenda a portaria acima citada. Os números de séries dos pontos eletrônicos espalhados em qualquer local da empresa também fazem parte desse registro.

Como fazer o Registro CAREP?

Essa parte, apesar de parecer complicada, é bem simples. Basta acessar a página de cadastramento no site do Ministério do Trabalho e realizá-lo. Lá também você encontrar instruções completas de como fazê-lo sem erros. O site é bastante intuitivo, portanto não haverá grandes problemas.

Se for a primeira vez que realiza o cadastro, você deve ir em “Primeiro Acesso” e preencher os dados solicitados. Esse é um passo para que a sua senha seja criada e enviada, e assim, possa ter acesso à página de cadastramento.

Com a senha em mãos, basta acessar o portal normalmente. E começar a preencher os dados e informações relevantes. Aqui deve ser feito o cadastro do usuário — o responsável por realizar o cadastramento do REP — empresa, fabricante, órgão técnico, certificado relógio de ponto eletrônico e atualizar o e-mail.

Caso você seja responsável por mais de uma empresa, é possível criar um cadastro para cada uma delas no seu CPF e, ao logar, escolher qual delas quer utilizar naquele momento.

O que acontece caso a empresa não faça o registro CAREP?

Caso o cadastramento do REP não esteja adequado à portaria, as informações ali contidas não servirão para comprovar os horários cumpridos pelo empregado. Isso pode gerar uma série de problemas judiciais para a empresa. No caso de um funcionário abrir um processo contra a empresa, ela é a responsável por comprovar os horários trabalhados pelo empregado.

Caso isso não seja possível, a palavra dele é a que valerá e a empresa poderá sofrer pesadas multas por isso. Sendo assim, é essencial que, caso você utilize algum tipo de ponto eletrônico, o registro CAREP seja realizado dentro do que a nossa legislação determina. Estar de acordo com a lei é a melhor forma de evitar conflitos no futuro e evitar gastos desnecessários, além de ter o nome da empresa prejudicado.

Quer estar sempre de acordo com a regulamentação do registro CAREP? Então veja as atualizações que ocorreram na portaria 1.510 de 2009!

Advertência por falta ou atraso ao trabalho: Quando fazer?

Muitos colaboradores que atuam no Departamento Pessoal têm dúvidas de quando dar a advertência por falta ou mesmo quando atrasar ao trabalho. Essa questão é muito importante, especialmente se você atua em uma empresa com uma grande quantidade de funcionários. Se a organização não utiliza um sistema de ponto, fica bem difícil fazer esse controle.

Como lidar com essa situação? Quais são os reais deveres e obrigações do funcionário e da empresa? Vamos agora responder a essas perguntas, esclarecendo pontos importantes que ajudarão no seu trabalho!

O que é uma advertência?

Uma das maiores causas de advertência no ambiente de trabalho é por causa de atrasos ou falta do trabalhador na sua função. A advertência tem como papel fundamental oficializar a insatisfação da empresa com esse comportamento do colaborador. É uma maneira também de manter o histórico do funcionário para necessidades futuras.

Por exemplo, digamos que o empreendimento cresceu e agora é necessário ter 2 gestores na linha de frente e não apenas 1. Nada mais justo e coerente com os interesses da empresa que encontrar alguém que já saiba como tudo funciona, ou seja, alguém de dentro. Logicamente, funcionários que faltaram ou chegaram atrasados sem nenhuma justificativa não serão incluídos na lista como uma possibilidade.

Quais as consequências dessas advertências?

A nossa legislação consegue prever algumas situações nas quais a falta ou atraso, quando justificados, são normalmente remunerados, ou seja, sem nenhum tipo de desconto. Atestados médicos, atestados de comparecimento a alguma prova, atestado de acompanhante hospitalizado, casamento, falecimento de cônjuge ou parente próximo, entre outros, são aceitos pela lei como uma justificativa para faltas e atrasos no trabalho.

Quando o funcionário não justifica a falta, esse comportamento pode ser visto como de má fé e prejudicá-lo. Pior ainda, quando ele usa de algum documento falso para justificar, situação muito comum, por exemplo, quando alguém falsifica a assinatura de um médico. Nesses e em outros casos, a empresa tem plenos poderes para aplicar uma advertência ou até mesmo demissão por justa causa.

Mas, para não chegar ao extremo de demitir um funcionário por conta de um erro, é possível dar uma advertência oral para essa primeira falha. O funcionário, por sua vez, deverá assinar um documento confirmando que a advertência ocorreu e os motivos que a gerou.

O Departamento Pessoal deve fazer um documento no qual colocará a infração por escrito, todos os dados do empregado e também o motivo daquela infração e sua justificativa. Também é preciso alertar que novas ocorrências podem prejudicar a atuação do empregado dentro da empresa. Tanto o empregador quanto o empregado devem assinar e cada um ficará com uma via.

Ainda há a possibilidade da suspensão, que pode ser aplicada numa terceira falha do empregado nesse aspecto. Lembrando que essa medida não tem caráter punitivo, mas sim educativo e pode ser de 1 a 30 dias, obviamente suspensão não remunerada.

Advertência

Quer facilitar o seu trabalho? Veja diversas opções para o seu negócio!

Livro de Ponto, como preencher?

Também chamado de Folha de Ponto, o Livro de Ponto é utilizado em diversas empresas para registrar os horários de entrada e saída do empregado. Não apenas o horário do início da manhã e o da noite, mas também os intervalos como o almoço ou mesmo quando sair em horário diverso e inesperado.

Esse livro é uma forma da empresa ter um certo controle sobre os horários do empregado. Não apenas para saber se ele está cumprindo o que foi determinado, mas também para poder calcular horas extras no momento do pagamento e demais direitos trabalhista que houver. Portanto, o Livro de Ponto protege tanto o funcionário como o empresário.

Lembrando que o Livro de Ponto não tem que ser necessariamente um livro, esse é apenas um nome que se fixou com o passar dos anos. É possível fazer esse registro por meio digital, usando softwares aliados à leitura de biometria ou uso de leitores de cartões ou senhas.

Como o Livro de Ponto deve ser preenchido?

O Livro de Ponto, apesar de ser algo bastante popular, ainda gera muitas dúvidas quanto ao seu preenchimento. O primeiro fator a ser considerado é que ele deve ser preenchido pelo funcionário e ele deve ser bem orientado pelo responsável do setor quanto a isso. Além desse fator, qualquer empresa que tenha mais de 10 colaboradores contratados tem a obrigatoriedade de manter esse tipo de controle.

Além dessas informações, há outras que são relevantes e essenciais para que os responsáveis do setor tenham total conhecimento. Vejamos abaixo as principais regras sobre o preenchimento da Folha de Ponto:

Trabalhadores externos

Os funcionários que trabalham fora da empresa como aqueles que trabalham em bancos e que têm como função visitar clientes, não precisam preencher o Livro de Ponto. Mas isso também depende de contrato, pois pode estar determinado que seja realizado o registro no início e ao final da jornada.

Afixação de horário em local visível

Além de, no momento da contratação informar o horário de chegada e saída do funcionário, a empresa deve ter afixado, em local visível, o horário de trabalho geral. Também deve conter esse documento os horários de funcionários que cumpram suas funções em outros que não aqueles contidos ali.

Assinatura do documento de espelhamento

Nesse documento estará contido todo o registro do funcionário durante aquele mês. Todas as suas entradas e saídas deverão ser conferidas pelo mesmo e assinadas se tudo estiver correto. Todos os meses, a empresa deve entregar esse documento para o empregado, pois ele só é validado pelo Ministério do Trabalho se estiver assinado pelo funcionário.

Hora extra

O que é considerado como hora extra na hora de preencher o Livro de Ponto? Variações de 5 minutos para mais ou para menos não entram na conta. Por exemplo, o horário de chegada do funcionário é às 8 horas da manhã e ele chegou às 7:57. Esses 3 minutos adiantados não entram para a contagem das horas extras.

Mas se esse mesmo funcionário sair às 18:08, sendo que deveria sair às 18:00, os 3 minutos entram na conta, assim como os 8 minutos que passaram após o horário. Isso porque, somados em 1 dia, temos aqui mais de 10 minutos. Nesse caso, 11 minutos que já podem ser somados para os cálculos dessas horas.

Livro de Ponto manual ou eletrônico?

Para uma empresa pequena, contratar um serviço de ponto eletrônico pode ter um custo um pouco alto, mas se ela começa a crescer, esse recurso será essencial para cortar despesas. Fazer o livro de ponto de forma manual pode fazer o trabalho de um de seus funcionários (que pode ser alocado em departamentos com maior necessidade) e evita problemas na hora de realizar o registro do funcionário.

Assim, utilizar recursos como biometria pode deixar o ambiente de trabalho muito mais organizado e evitar problemas judiciais no futuro.

Conheça melhor o serviço de ponto eletrônico que podemos oferecer. Entre em contato conosco!

Os estagiários de sua empresa devem usar o relógio de ponto?

Diversas empresas possuem estagiários em sua equipe. Por conta disso, muitos profissionais que trabalham no setor de RH têm dúvidas se o estagiário também precisa usar o relógio de ponto como os outros funcionários. Como não seguem exatamente as mesmas regras, esse tipo de colaborador precisa usar o relógio de ponto? Como controlar a entrada e saída desses colaboradores? Tire suas dúvidas agora mesmo.

Quais são os direitos e deveres dos estagiários?

O estagiário não segue a CLT como os outros empregados, mas sim, uma lei específica: a lei nº 11.788. De acordo com essa lei, não há de fato um vínculo empregatício entre empresa e estagiário e também não são devidos encargos sociais, taxas trabalhistas e previdenciárias. Isso porque, a legislação entende que o estágio é educativo e está preparando o jovem para ingressar no mercado de trabalho.

Como estamos falando de um “regime de trabalho” diferenciado, aqui, a carga horária deve ser de, no máximo, 30 horas semanais e 6 diárias. O estagiário também não pode fazer hora extra.

A lei não cita nada em relação a como fazer o controle dessas horas trabalhadas e, portanto, essa decisão fica a cargo da empresa. Ela é quem vai decidir como contabilizar as horas do estagiário.

Nesse caso o relógio de ponto pode ser o que a sua empresa precisa para esse objetivo.

Por que controlar a carga horária do estagiário?

Como já dissemos, o estagiário não é um empregado vinculado à empresa e também não é celetista, ou seja, não segue as regras da CLT. Ele não pode fazer hora extra ou trabalhar mais de 30 horas por semana. Caso isso aconteça, o vínculo empregatício estará configurado e assim, a empresa pode ter problemas com a justiça do trabalho e maiores custos.

Portanto, o relógio de ponto ajuda a ter esse controle e a evitar diversos problemas. Caso você não queira misturar os dados do estagiário com os dos empregados celetistas, pode optar por ter um software para gestão de ponto. Ele pode te ajudar a ter o controle sobre os funcionários e colaboradores dentro da empresa.

Por que ter um software?

O software pode se adequar facilmente às necessidades da sua empresa. Por exemplo, digamos que você tenha dois tipos de estagiário: um estudante de educação especial e um de ensino superior.

Segundo a lei do estágio, a carga horária limite deste é de 6 horas diárias e, daquele, 4 horas diárias. O software consegue oferecer maior flexibilidade nesses casos, algo que outros recursos podem não fornecer.

Você ainda precisa ter o controle do horário para os dias de prova que, segundo a lei, as horas trabalhadas devem ser pela metade. Por exemplo, se ele trabalha, normalmente, 6 horas por dia, em dia de prova, trabalhará 3 horas. As horas não trabalhadas podem ser reduzidas da bolsa estágio.

Para aqueles que possuem um ou dois estagiários na empresa, esse valor pode não fazer diferença. Mas em um estabelecimento com muitos estagiários, essas horas não trabalhadas, no final do mês, podem ser significativas para o orçamento.

Está precisando instalar um software de ponto na sua empresa para controlar os horários dos estagiários? Entre em contato com a gente!

Dia da Mulher e seu domínio na área de RH

No dia 8 de março é comemorado o Dia da Mulher, mas você sabe o motivo? Tudo começou lá na Revolução Industrial com salários abusivos e jornadas de trabalho de 15 horas. As mulheres ganhavam bem menos que os homens (algo que, infelizmente, ainda é realidade) e por causa de todos esses problemas, iniciaram protestos por toda a Europa e EUA.

O 8 de março oficializou-se como o Dia Internacional da Mulher por conta de uma manifestação ocorrida na Rússia. Mais de 90 mil operárias manifestaram-se contra o czar Nicolau II em 1917, esse protesto ficou conhecido pelo nome de Pão e Paz. Essa data só se tornou oficial em 1921.

A mulher no setor de RH

A partir de então, as mulheres continuaram a brigar por todos os seus direitos e passaram a ocupar funções que antes eram dominadas pelos homens. A área de Recursos Humanos das empresas é uma delas. De acordo com a Associação Brasileira de Recursos Humanos, 66% dos postos de trabalho no RH são ocupados por mulheres.

Mas por que elas são maioria? A resposta a essa pergunta é bem simples: as mulheres possuem diversas características naturais que fazem delas excelentes para o RH. Elas praticam a empatia, são resilientes e multitasking, ou seja, conseguem realizar diversas atividades ao mesmo tempo, possuem uma visão sistêmica e também conseguem ser muito mais flexíveis diante das mudanças.

Outro benefício das mulheres em cargos de liderança é o fato delas melhorarem o desempenho financeiro da empresa. Segundo uma pesquisa divulgada no Peterson Institute for International Economics, realizada em 91 países, as empresas que tinham mulheres nesses cargos possuem uma rentabilidade 15% maior em comparação àquelas que não possuem uma cultura de igualdade de gênero.

Todas essas características combinam também as inovações tecnológicas que podem ser usadas dentro da empresa para facilitar o trabalho de todos, inclusive do RH. É possível ter mais controle dos funcionários com menos trabalho.

Inner Rep Plus: gestão de pessoas

Essa é uma excelente ferramenta para ajudar no controle dos funcionários na empresa. Aqui temos um software e um hardware interligados para oferecer maior comodidade. Ele oferece benefícios que qualquer empresa, que deseje facilitar o controle de ponto dos empregados, precisa:

• Comodidade: com uma única bobina é possível emitir mais de 11.000 comprovantes;

• Flexibilidade: possui leitor biométrico, proximidade e código de barras dando assim uma maior opção na hora de escolher como você quer que o seu colaborador se identifique;

• Segurança: essa é uma das partes mais importantes para qualquer produto. O sistema de segurança evita que ocorram fraudes, pois apresenta assinatura digital;

• Praticidade: é de fácil operação, com uma interface bastante intuitiva e apresenta uma tela colorida e sensível ao toque.

Como você pode ver, estamos falando de um sistema completo para a sua empresa e que foi desenvolvido de acordo com as normas do Inmetro e também do Ministério do Trabalho. O seu leitor biométrico possui memória para até 10 mil digitais e consegue armazenar até 10 milhões de registros.

Nesse Dia da Mulher procure melhorias para o seu trabalho, facilite-o e encontre todas as comodidades possíveis para que a sua função seja exercida da melhor maneira possível. Entre em contato conosco e nós ajudaremos a escolher a melhor opção!

4 lições sobre a Reforma Trabalhista que o Departamento Pessoal deve saber

O Departamento Pessoal é essencial para qualquer empresa, especialmente aquelas que possuem uma grande quantidade de funcionários. Ele é o responsável por arquivar toda a documentação da empresa referente à realização de rotinas, segurança do trabalho e demais papéis necessários à fiscalização da justiça do trabalho, como estabelecer os contratos entre a empresa e os funcionários, organizar a folha de pagamentos e fazer o desligamento. Para isso, é necessário ter conhecimento sobre algumas mudanças que ocorreram com a Reforma Trabalhista e que passam a interferir nos procedimentos desse departamento.

Abaixo, listamos as mudanças da reforma que o Departamento Pessoal precisa ter conhecimento o quanto antes!

1- Gozo de férias

Para calcular as férias de cada funcionário e evitar uma série de problemas no futuro, é necessário saber quais foram a mudanças e se adaptar a elas. Agora, as férias podem ser fracionada em até 3 partes contanto que haja um acordo entre o funcionário e o empregador. Esse fracionamento segue duas regras importantes: a primeira delas é que um desses períodos deve ter, pelo menos, 14 dias e a segunda é que os outros dois deve ter mais que 5 dias cada um. E, ao contrário da lei anterior, essa nova forma de gozar as férias pode ser aplicada a qualquer trabalhador e em qualquer idade.

2- Hora extra

Há também algumas novidades quanto à hora extra. Por exemplo, antes, o período de trajeto de casa para o trabalho e do trabalho para casa, era contado como hora trabalhada. A partir da reforma, esse tempo não conta mais. As jornadas continuam sendo limitadas a 44 horas semanais e 220 mensais, mas as 8 horas diárias podem ser alteradas desde que seja especificado em contrato e de comum acordo. Um funcionário pode realizar um período ininterrupto de 12 horas de trabalho, mas, após essas horas, é obrigatório um intervalo de 36 horas de descanso.

3- Rescisão do contrato de trabalho por comum acordo

Sabe aqueles casos onde uma pessoa quer muito sair de uma empresa, mas não quer perder os direitos trabalhistas? Atualmente, quem passa por essa situação, acaba não aguentando e pede demissão, ou faz de tudo para ser demitido. Com a reforma trabalhista, trabalhador e empresa podem rescindir o contrato de trabalho por comum acordo. Nessa hipótese, o trabalhador recebe metade do aviso prévio e da indenização pela rescisão (20%) e integralmente as demais verbas. Essa espécie de “acordo para ser demitido” já era praticada em alguns casos, mas de modo informal, sem qualquer segurança jurídica, já que a lei considerava a prática como fraude.

3- Trabalho por período

A antiga legislação não falava dessa modalidade de trabalho, também conhecida por trabalho intermitente. Nesse caso, o funcionário pode ser pago apenas pelas horas ou pelo dia que trabalha. Todos os outros encargos trabalhistas como previdência, 13º, férias e FGTS também serão pagos de forma proporcional. O valor da hora trabalhada não pode ser inferior a correspondente ao salário-mínimo ou menor que a de outro funcionário que exerça a mesma função em igualdade de condições.

4. Demissão

Antes, quando um funcionário pedia demissão ou era demitido por justa causa, não fazia jus ao pagamento dos 40% do FGTS referente ao valor da multa. Nesse sentido, a reforma trabalhista contemplou algumas modificações. A empresa não precisa mais esperar o cumprimento do contrato para evitar o pagamento de multas. O documento pode ser extinto depois de um acordo firmado entre empregado e empregador. Nesse caso, haverá o pagamento de metade do aviso prévio e metade da multa dos 40% do FGTS. Ele não terá direito ao seguro-desemprego, mas poderá movimentar até 80% do valor do fundo, algo que não era permitido.

Como podemos perceber, muitas mudanças foram realizadas, melhorando assim o trabalho das empresas e aumentando as chances de contratação de mais funcionários. Quer saber sobre as outras mudanças realizadas pela reforma trabalhista de forma rápida? Então baixe o nosso eBook sobre o assunto!

5 Coisas que seu chefe gostaria que você soubesse sobre a Reforma Trabalhista

Em vigor desde o dia 11 de novembro, a Reforma Trabalhista ainda está cercada de muita discussão e polêmica. Para piorar, muita gente acredita em boatos e notícias falsas espalhados pelas redes sociais, aumentando ainda mais o clima de incerteza que paira sobre os trabalhadores. Porém, será que há motivo para tanto medo? O trabalhador irá sofrer como tantas pessoas dizem? Veja agora 5 coisas que o seu chefe gostaria que você soubesse sobre a Reforma Trabalhista:

1- Empregado poderá negociar diretamente com o patrão

Antes da reforma, os acordos só poderiam ser feitos com a presença do sindicato, que fazia o papel de mediador, porém agora isso não é mais necessário. Com essa “flexibilização” as negociações e as contratações podem se tornar mais dinâmicas, personalizando as regras para cada caso. A intervenção do sindicato, apesar de ser benéfica, na maior parte das vezes, poderia criar obstáculos para algumas contratações.

2- Férias parceladas

Muita gente não gosta de sair 30 dias de férias, pois prefere descansar em períodos diferentes no ano. Por exemplo, quer fazer uma viagem no carnaval e outra no final do ano e não pode. Com a reforma trabalhista, as férias poderão ser divididas em três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14 dias corridos. Os outros não poderão ser inferiores a cinco dias corridos, cada um. Vale lembrar que dividir ou não as férias parte da vontade de cada trabalhador.

3- Rescisão do contrato de trabalho por comum acordo

Sabe aqueles casos onde uma pessoa quer muito sair de uma empresa, mas não quer perder os direitos trabalhistas? Atualmente, quem passa por essa situação, acaba não aguentando e pede demissão, ou faz de tudo para ser demitido. Com a reforma trabalhista, trabalhador e empresa podem rescindir o contrato de trabalho por comum acordo. Nessa hipótese, o trabalhador recebe metade do aviso prévio e da indenização pela rescisão (20%) e integralmente as demais verbas. Essa espécie de “acordo para ser demitido” já era praticada em alguns casos, mas de modo informal, sem qualquer segurança jurídica, já que a lei considerava a prática como fraude.

4- Fim do Imposto Sindical

Antes da reforma todo trabalhador era obrigado a doar um dia de seu trabalho ao sindicato, independentemente se era a favor ou não. Agora, esse pagamento ao sindicato é opcional. A verdade é que muitos trabalhadores reclamavam por ter que pagar a um sindicato que não os representava de fato. Além disso, o imposto também impelia proliferação de sindicatos de baixa representatividade.

5- Direitos fundamentais não serão alterados

Uma das grandes discussões em torno da reforma é que ela irá diminuir direitos fundamentais dos trabalhadores. Isso é um erro. Itens como FGTS, 13º salário, seguro-desemprego e salário-família; licença-maternidade de 120 dias e aviso prévio proporcional ao tempo de serviço não poderão ser alterados. Esses direitos são garantidos por lei e nenhum patrão poderá mudá-los.

Por que a reforma trabalhista é necessária?

Apesar de ter sido muito importante para assegurar os direitos dos trabalhadores, a CLT, que foi criada em 1940, precisa ser atualizada. Isso é um fato. Atualmente, ela não consegue atender a todos os setores da economia, como o de tecnologia, que passa por transformações constantes. No final das contas, a reforma trabalhista pode sim beneficiar a todos.

Nossos Produtos

Quer saber mais sobre a reforma trabalhista? Baixe o ebook gratuito que a Info Kings preparou com todos os pontos principais da reforma.

Computação para RH: como revolucionar o departamento?

A computação em nuvem, ou cloud computing, é um sistema que possibilita o armazenamento de uma grande quantidade de dados, sem a necessidade de hardwares ou softwares. Esse tipo de solução, cada vez mais adotada pelas empresas, é bem moderna e permite a customização dos sistemas, com um custo inferior.

Para setores que contam com funções estratégicas, como é o caso do RH, a computação em nuvem vem promovendo uma verdadeira revolução. Graças à essa tecnologia, o setor consegue atuar de forma mais rápida e engajada, gerando resultados positivos para a empresa. Outros times também podem se beneficiar da solução, que permite a integração de dados com agilidade e mobilidade.

Quer saber como funciona a computação em nuvem e de que maneira ela vem contribuindo para melhorar as atividades do RH? Confira este post.

A posição estratégica do setor

O RH assume, cada vez mais, uma posição estratégica dentro das empresas. Muitas companhias já se deram conta de que pessoas são um dos seus maiores ativos. Por isso, além de ser responsável por recrutar e reter talentos, o setor também deve gerenciar os funcionários, manter a taxa de rotatividade baixa e evitar o crescimento de custos.

Os gestores de RH participam ativamente dos processos de tomada de decisão dentro das empresas. Devido à alta quantidade de dados que precisam ter em mãos para análises complexas, o setor precisa de ferramentas que favoreçam o armazenamento e também a agilidade no acesso.

O RH e a nuvem

Por causa da posição estratégica do RH, a computação em nuvem vem se transformando em uma excelente solução para o setor ao permitir que gestores de outras áreas tomem decisões mais certeiras e rápidas no gerenciamento de pessoas.

Recrutamento e terceirização

Quando falamos em terceirização ou mesmo recrutamento de colaboradores, as soluções na nuvem permitem uma otimização significativa do tempo, principalmente no preenchimento de fichas e no cruzamento de informações.

Integração com outros setores

As informações ficam acessíveis em soluções customizadas para a própria empresa, facilitando a integração e garantindo a agilidade de outros setores e gestores, que precisam de dados fornecidos pelo RH ou que controlam os horários de sua equipe.

Gerenciamento eficiente

A facilidade de customizar soluções no sistema de computação em nuvem melhora o gerenciamento de dados trabalhistas, permitindo a precisão de cálculos, como do sistema de ponto e das verbas trabalhistas, diminuindo a margem de erros e, consequentemente, o número de ações na Justiça.

Mobilidade e crescimento da empresa

Por meio da computação em nuvem, o RH tem mais mobilidade e favorece empresas que pensam em expandir, seja por meio de filiais, seja por meio da internacionalização. O sistema possibilita a integração de dados mesmo a distância, em uma velocidade rápida.

Fica evidente que a computação em nuvem é a solução tecnológica mais completa para o dia a dia do RH e de seus gestores. Como o setor deixou de cumprir apenas um papel burocrático e de suporte dentro das empresas, ter agilidade e funcionalidade no gerenciamento de informações sobre os funcionários é fundamental.

Você já conhecia a funcionalidade da computação em nuvem para o RH? Tem dúvidas sobre essa tecnologia? Então, deixe seus comentários abaixo.

Você sabe a importância de ter controle de ponto digital?

A entrada do colaborador na empresa corresponde ao início de sua jornada de trabalho. A partir disso, por meio de suas iniciativas, de esforços e do desempenho em prol da conclusão de suas atividades é que o negócio, de fato, se desenvolve.

Não é à toa que é tão importante estabelecer o apontamento dos funcionários a partir do controle de ponto digital ou manual.  A preocupação deve ser em relação a manter uma sistemática padronizada, em conformidade com a lei.

O período de trabalho dos colaboradores é, geralmente, acordado durante a admissão. E a quantidade de horas prevista no contrato também é indicada na carteira de trabalho do profissional.

Ainda que a lei não exija a adoção de um controle de ponto digital ou manual em empresas de até 10 trabalhadores, o ideal é que se desenvolva um acompanhamento rigoroso para proteger toda a equipe, não importando o porte da companhia.

Por isso, neste post, serão esclarecidas as principais dúvidas sobre a marcação de ponto e seus diferentes tipos, tais como controle digital, manual e eletrônico. Continue a leitura e saiba mais!

Qual é a importância do controle de ponto?

De maneira simples, a empresa remunera o colaborador de acordo com a quantidade de tempo que ele emprega em benefício da empresa. Desse modo, é natural que a gestão sobre essa “troca” seja a mais rigorosa possível.

Ou seja: o correto apontamento é muito importante porque impede que discussões sobre horas extraordinárias, banco de horas e problemas judiciais trabalhistas venham à tona e causem transtornos para ambas as partes (funcionário e empregador).

Todavia, o ônus da prova é da empresa. Isso significa que a responsabilidade pela fiscalização, bem como o monitoramento de frequência e assiduidade do trabalhador é do empregador, desde que haja mais de 10 empregados, segundo reza o art. 74, § 2º, da CLT.

A forma de estabelecer esse controle, todavia, é de livre opção por parte da organização, sendo permitida mais de uma maneira de apontamento (controle manual, mecânico ou digital) dentro da mesma companhia.

Controle de ponto digital, manual ou mecânico?

O registro de ponto feito de forma manual, em um livro ou mesmo em uma folha de ponto, é simples e barato. Mas essa pode se mostrar uma sistemática de trabalho muito dispendiosa para um gestor.

Afinal, preencher inúmeras tabelas e analisar informações manuscritas de diferentes equipes e indivíduos requer tempo e dedicação. Quando se trata do apontamento mecânico, o profissional faz a inserção do seu cartão no relógio, que registra o horário de entrada ou saída.

Ainda que seja mais prático, é preciso também mover esforços em um controle manual dos cartões, sendo necessária a realização de cálculos e o monitoramento de horas trabalhadas, horas extraordinárias, faltas etc.

Realizar marcações, estudar e organizar informações são atividades árduas e com alto risco de falhas, fraudes e retrabalhos. Inclusive, em processos trabalhistas, essas duas modalidades de registro (manual e mecânica) podem prejudicar a investigação ou serem rejeitadas como provas.

Mas é não só isso: quando se executa um controle de ponto ineficiente, há o risco da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) autuar a empresa, sem mencionar os impactos na contribuição com a previdência, imposto de renda e FGTS.

Portanto, um controle de ponto digital se mostra a solução ideal. Afinal, o modelo não apenas otimiza a gestão de dados e o controle das informações, mas também oferece maior segurança para a companhia e para o profissional.

Além da automação proporcionada ao apontamento de horas, o controle de ponto digital evita a possibilidade de fraude ou alteração de dados relacionados às marcações das jornadas de trabalho.

Levando em considerações essas características, convém listar algumas das diversas vantagens proporcionadas pela utilização de um ponto eletrônico. Acompanhe!

Quais são as vantagens do modelo digital?

Um controle digital, ou o também chamado registrador eletrônico de ponto (REP), conta com todos os recursos de um relógio de ponto tradicional, somados às possibilidades de integração com outros sistemas informatizados, aplicativos e dispositivos.

O sistema realiza a identificação do profissional — seja por biometria, cartão ou senha —, registrando o respectivo apontamento de horas e viabilizando a geração dos relatórios.

As empresas que desejam utilizar o ponto eletrônico devem fazer a aquisição de um dispositivo devidamente homologado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, assim como o previsto na portaria 1.510, emitida pelo MTE em agosto de 2009.

Controle da jornada de trabalho

É por meio do controle de ponto que se percebe se o colaborador está, de fato, sendo capaz de cumprir sua jornada normalmente, nem a mais do que deveria e nem deixando o serviço mais cedo.

Inclusive, alguns modelos fornecem recursos de extração de ausências, atrasos, horas extraordinárias, adicionais noturnos, saídas antes do horário convencional, excessos de intervalos etc.

Desse modo, é possível monitorar a performance dos funcionários, descobrir se há profissionais se atrasando bastante ou saber quem está trabalhando muito além do que deveria.

Menos ações judiciais

Quanto mais preciso e confiável é o controle de ponto, menores são as chances de existirem discussões judiciais. Isso porque a maior parte dos litígios trabalhistas ocorre quando o profissional afirma ter executado atividades além do horário.

O colaborador, então, faz o pleito das horas trabalhadas e alega jornadas de trabalho abusivas, registro de apontamento errado e assim por diante.

Com um sistema de registro de ponto que seja eficiente de fato — tal como se propõe o controle de ponto digital —, é possível oferecer ao colaborador e ao departamento de recursos humanos informações confiáveis, minimizando erros e, consequentemente, processos judiciais.

Direito dos profissionais assegurados

A limitação das horas de trabalho é um direito constitucional dos funcionários. Em tempos passados, quando não existiam muitas regras trabalhistas em vigor, era comum que os profissionais desempenhassem suas funções além do formalizado em contrato, sem que houvesse remuneração sobre isso.

Atualmente, porém, o controle de ponto garante que os empregados sejam devidamente remunerados conforme as horas trabalhadas.


Por que o relógio de ponto pode significar redução de custos?

O relógio de ponto é um aparelho utilizado para marcar as horas trabalhadas por um funcionário dentro de uma empresa. Certo? Sim! Mas não é só isso: o dispositivo também registra o número do cartão de cada trabalhador, a data e o horário em que foi lido, gerando relatórios sobre a jornada de trabalho dos mesmos.

Em tempos de crise econômica, sabemos que diminuir despesas é essencial para a sobrevivência de muitas instituições. Mas de que forma o ponto eletrônico pode auxiliar na redução de gastos? Confira neste post!

Reduzindo gastos com a Justiça

Recentemente, foram elaboradas as portarias nº1510 de 2009 e n°373 de 2011 do Ministério do Trabalho, que regulamentam a utilização do relógio de ponto.

Os principais benefícios trazidos por essas legislações referem-se à comprovação das horas trabalhadas pelos funcionários, permitindo que as empresas possam ter o controle das horas extras e de domingos trabalhados de cada colaborador. O limite é de até duas horas extras diárias para cada empregado e, no caso de domingos trabalhados, este limite é de dois por mês para mulheres e três para homens.

Caso os sindicatos estejam de acordo, há ainda a possibilidade de utilizar recursos alternativos para o controle da jornada de trabalho. Um dos meios que podem ser usados atualmente são os aplicativos, desde que eles estejam disponíveis no local de trabalho, permitam a identificação do funcionário e possibilitem a marcação do ponto com precisão.

Essas novas regulamentações auxiliam as empresas na redução de custos uma vez que evitam o gasto excessivo com horas extras, assim como a ocorrência de multas por processos envolvendo excesso de horas trabalhadas.

Aumentando o rendimento

O controle das horas de expediente possibilita que os funcionários administrem melhor o tempo de trabalho, e, assim, trabalhem com menor desgaste. O menor desgaste dos trabalhadores, por sua vez, melhora o rendimento da produção, gerando mais lucros para a empresa.

Ao registrar o horário de entrada e de saída dos empregados, é possível não só medir a produtividade, como identificar períodos ociosos e possíveis falhas, permitindo melhorias no fluxo de produção e na motivação da equipe.

Facilitando o serviço do RH

Além de auxiliar na contabilização das horas de trabalho, gerar melhorias no rendimento da produção e reduzir custos com multas e horas extras, o relógio de ponto também facilita o trabalho realizado pelo RH no momento de supervisionar a jornada de trabalho.

Estes dispositivos permitem que colaboradores do RH tenham mais tempo para realizar outras atividades na empresa, uma vez que não será preciso checar fichas manualmente. Além disso, os aparelhos também reduzem os erros de cálculos na contagem de horas extras.

Hoje em dia, existem várias tecnologias de relógio de ponto que auxiliam na fiscalização das empresas e são essenciais na redução de custos das mesmas, basta encontrar aquela que mais se adequa a realidade de cada uma.

É importante também verificar se o software disponível está de acordo com a legislação vigente para evitar problemas com a justiça e oferecer treinamentos aos funcionários para que eles entendam a importância deste procedimento.

Gostou do texto? Fale conosco para saber mais sobre os tipos de relógios de ponto existentes atualmente no mercado, estamos à sua disposição!