Envio de informações ao eSocial: benefícios do sistema de ponto

O Governo Federal criou um novo sistema online chamado eSocial do qual você, provavelmente, já ouviu falar e faz parte. Nessa plataforma online ficam reunidas todas as informações da empresa relacionadas com os dados trabalhistas, previdenciários e fiscais. O principal objetivo da criação desse sistema é simplificar a apuração dessas informações ao Governo Federal tornando o trabalho das agências fiscalizadoras mais fáceis.

Em um panorama mais comum, 60% das informações que devem ser enviadas para o eSocial vêm do DP/RH e as outras dos demais departamentos como o contábil. Quanto maior a sua empresa, mais dados devem ser lançados no eSocial, maior será o trabalho do RH e, consequentemente, maior a chance de erros.

Uma ótima forma de evitar esses erros é utilizando um sistema de ponto na empresa. Assim, na hora de passar as informações ao eSocial, boa parte delas estarão apuradas. Quer saber como isso funciona? Então, continue a leitura!

Como funciona o eSocial?

Para entender sobre como o sistema de ponto pode ajudar, é necessário compreender como o eSocial funciona. Antes, você tinha que reunir as informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais para enviar por meio de diversos sites. Agora, as informações previdenciárias e trabalhistas serão todas encaminhadas por meio de apenas um sistema, o eSocial.

O que tem a ver o eSocial com a folha de pagamento?

É bem simples. Antes, o dia de fechar a folha de pagamento se transformava em uma verdadeira confusão por conta dos diversos sites. Agora, é possível reunir todos os dados e colocá-los em um único lugar. Assim, no momento de fechar a folha de pagamento haverá um critério mais rigoroso na hora de conceder benefícios previdenciários, FGTS, abono salarial entre outros. Essa é uma maneira de tentar evitar que os sistemas trabalhista seja burlado por “acertos internos” entre patrão e empregado.

Com isso, as informações são passadas praticamente em tempo real. Assim, os dados sobre admissões, faltas, atestados de saúde, afastamentos, aviso de férias, acidentes de trabalho e outros deverão ser passados por meio do sistema.

Como o sistema de ponto pode otimizar o fechamento da folha de pagamento?

O fechamento da folha de pagamento é uma das tarefas mais importantes da empresa e, por isso, pode demandar um tempo considerável da sua equipe de DP/RH. E como sabemos que tempo é um ativo valioso da empresa, o melhor a fazer é deixar esse processo se tornar mais eficiente. Para isso, a equipe pode usar ferramentas que tornam tudo automatizado.

A Info Kings oferece sistema de ponto personalizável, lhe auxiliando na soma das horas extras de cada empregado.

No IKPonto REP, essa informação já estará pronta para ser lançada no eSocial assim como outras referentes aos direitos trabalhistas dos seus funcionários. A sua empresa passa a ter informações corretas nas mãos e em poucos minutos ocorre o fechamento da folha de pagamento, deixando a equipe livre para outras demandas.

Quer saber mais sobre o sistema de ponto da Info Kings, o IKPonto REP? Então, entre em contato os nossos especialistas e retire as suas dúvidas!

Empregado sem registro, quais os riscos para a empresa?

Por conta dos elevados custos de ter um funcionário, muitas empresas estão sempre buscando formas de driblar a legislação e trabalhar com empregado sem registro. Porém, esse risco é muito grande, e que além de acarretar em pesadas multas, mancha a reputação da empresa frente aos clientes e fornecedores.

Não registrar o empregado pode gerar sérias dores de cabeça para a instituição. Antes da reforma trabalhista que ocorreu em 2017, a multa para quem não fizesse o registro do contrato de trabalho era de 1 salário mínimo por funcionário. Agora, a multa passou a ser de R$ 3 mil por empregado e, para micro e pequenas empresas, o valor é de R$ 800 por empregado não registrado.

As multas são realmente pesadas e, justamente por isso, é interessante que você conheça um pouco mais sobre as consequências de manter um empregado sem registro. Continue com a leitura deste conteúdo!

O que muda com a reforma trabalhista?

Além dos novos valores das multas, há também outros riscos para as empresas que não estão diretamente relacionadas aos funcionários sem registro, mas a demais problemas que são inerentes à relação empregado e empregador. Não cumprir a legislação oferece sérias consequências.

Jornada

Houve também mudanças quanto à jornada de trabalho que ainda é de, no máximo, 220 horas mensais. Porém, hoje é possível que o funcionário tenha uma carga-horária diária de até 12 horas (com as 2 horas extras já incluídas), mas é preciso continuar respeitando o limite semanal de 44 horas.

Descanso

Esse foi outro ponto que mudou na reforma. Agora, o tempo de descanso, especialmente o intervalo para o almoço, pode ser negociado. Antes, o tempo mínimo era de 1 hora, agora, esse tempo mínimo passou para 30 minutos. Ao não conceder um intervalo mínimo para o almoço, será devido uma indenização de 50% a mais da hora de trabalho.

Quais outros problemas além da multa?

Agora que já vemos alguns pontos importantes para controle de ponto do colaborador quanto ao que pode e não pode, falemos sobre as consequências de manter um empregado sem registro além da multa.

Digamos que você além de não manter o registro do funcionário, também não possui documentos que comprovem os pagamentos que foram feitos e outros importantes como o 13º salário, férias e horas extras. E, quando o funcionário entra na justiça requerendo o reconhecimento do seu tempo de trabalho, a empresa acaba tendo que pagar duas vezes.

O funcionário sente-se livre para pedir não só os valores que não foram pagos como também os que já foram. E já que a empresa não tem como comprovar, acaba pagando de novo.

A empresa também pode ser obrigada a pagar o seguro-desemprego já que o funcionário teria direito a esse valor caso tivesse registro na carteira de trabalho. Outro pagamento é quanto à contribuição previdenciária. Essas pessoas não têm como pedir o benefício no INSS já que não possuem registro na carteira de trabalho. Assim, a empresa também ficará responsável por pagar esses valores.

Além de todos esses problemas, ainda há aqueles que poderão ser acordados em convenção coletiva. Por não cumprir o que está no acordo, como o aumento de acordo com a categoria e tentar se eximir das responsabilidades por não ter funcionário registrado, a empresa também será penalizada.

Evite agora mesmo riscos trabalhistas, mantenha o registro dos seus funcionários e tenha todos os outros registros documentados:

O Software IKPonto REP aliado ao Relógio de Ponto Inner REP Plus, irá lhe ajudar nestas atividades. Entre em contato com a Info Kings e entenda melhor como funciona um controle de ponto automatizado evitando futuros problemas com a justiça do trabalho.

Mudanças da Reforma Trabalhista para 2019

A reforma trabalhista tem causado uma grande confusão em muitas empresas. Ainda que a sua tenha um setor de Departamento Pessoal, se manter atualizado sobre as mudanças e ainda dar conta de tantas tarefas pode ser complicado. Em novembro de 2018, ela completou um ano de vigência e ainda há algumas mudanças previstas para 2019.

Com o novo governo, já estão previstas algumas mudanças como um novo modelo de carteira de trabalho, nas cores verde e amarela, a incorporação do Ministério do Trabalho a outra pasta e mais algumas que estão por vir.

Para ajudá-lo a se manter bem atualizado sobre tudo o que está acontecendo em relação à reforma trabalhista, explicamos abaixo um pouco sobre as principais mudanças.

Mudanças quanto ao direito dos trabalhadores

Para quem está pensando que os direitos dos trabalhadores podem ser alterados, saiba que isso é muito difícil. Assegurar esses direitos é um cláusula pétrea da nossa constituição, isso significa que elas só podem ser modificadas para serem melhoradas, pois nenhum direito poderá ser subtraído. Além disso, as modificações precisam passar por um tipo de rito que precisa do aval de ⅗ de votos a favor do Congresso Nacional.

Algumas pessoas ficam muito assustadas quando o assunto é extinguir o Ministério do Trabalho, mas é preciso lembrar que trata-se de um símbolo e que, na prática, ele continuará existindo, só que com um custo menor para o país.

e-Social

O e-Social é um sistema no qual as empresas terão que repassar informações para o Governo Federal sobre os funcionários como horários de trabalho, acidentes de trabalho e outros assuntos relacionados. As fases do e-Social são divididas de acordo com o tipo de empresa e muitas delas acontecem em 2019, portanto, é preciso ficar atento a elas.

Trabalho intermitente e terceirização

Para 2019, é bem provável que esses pontos sejam regulamentados e a ideia é de que eles possam ser ampliados. Dessa forma, a terceirização, mesmo de atividades-fim das empresas, deverá sofrer algumas mudanças. Quanto aos direitos dos trabalhadores garantidos pela constituição, esses continuam e, portanto, os empresários precisam ter muito cuidado para não ter qualquer problema com a justiça tentando encontrar brechas na lei para usar esses “direitos” de forma errada. Como o controle de ponto, por exemplo. Aproveitando, indicamos um ótimo conteúdo sobre os maiores pontos de Fiscalização Ministério do Trabalho

ADI (Ações de Inconstitucionalidade)

Existem algumas ADIs tramitando no STF relativas a alguns pontos da reforma trabalhista e não são poucos. Apenas para citar alguns, temos: o contrato de trabalho intermitente, a compensação de jornada, trabalho da gestante em atividade insalubre, dispensa em massa, jornada de 12×36, a representação dos trabalhadores na empresa, entre outras. Existem várias outras ações pendentes no STF, mas o mais provável é que elas sejam julgadas como improcedentes.

Fiscalização do Ministério do Trabalho

Cada vez mais o Governo Federal encontra meios mais eficazes de evitar que as empresas tentem burlar o sistema e, por isso, tudo é digitalizado. Seguindo essa tendência, você precisa se preparar cada vez mais com a ajuda da tecnologia para evitar problemas futuros.

Uma forma de deixar o trabalho mais fácil é contratando uma consultoria de ponto, especialmente se você possui mais de 10 funcionários, situação em que o registro é necessário.

Além da Consultoria de Ponto, oferecemos outros serviços. Acesse agora mesmo nosso site e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto!

Projeto para controle de ponto

Quais as próximas fases do esocial em 2019

O Governo Federal decidiu criar uma forma de unificar as informações em um único local para facilitar o controle sobre o cumprimento da legislação trabalhista por parte dos empregadores. Por isso, criou o eSocial, um tipo de Sistema Público de Escrituração Digital voltado para a área trabalhista. Nesse local, é possível encontrar informações a respeito do DIRF, CAGED, RAIS e outras.

É também por meio do eSocial que ocorrem várias comunicações importantes para o sistema. Por exemplo, a comunicação de dispensa, a comunicação de acidente de trabalho, o quadro de horário de trabalho, entre outras.
Para que todos os empregadores tenham tempo de se adaptar a esse sistema, assim como os escritórios de contabilidade, Tudo está sendo feito de forma gradual e por fases. Por isso, vamos ver quais são as fases do eSocial que estão programadas para ocorrer em 2019.

Fases do eSocial para 2019

As fases são realizadas de acordo com o tipo da empresa e o faturamento de cada uma. Portanto, veja se a sua se enquadra nas classificações abaixo.

Grupo 1: grandes empresas com faturamento anual maior que R$ 78 milhões

Se você faz parte desse grupo, precisa enviar, a partir de julho de 2019, todas as informações e dados sobre segurança e saúde do trabalhador. Isso quer dizer que precisa enviar os exames que realizou em todos os funcionários da sua empresa e documentação relacionada. Essas empresas já estão na fase 6.

Grupo 2: empresas que faturam menos que R$ 78 milhões dos regimes Lucro Real e Lucro Presumido

Para aqueles que fazem parte desse grupo, entram na fase 3 e vão até a fase 5 do eSocial em 2019. São elas:

• Fase 3: enviar a folha de pagamento a partir de 10 de janeiro de 2019;

• Fase 4: substituir a GFIP (Guia de Recolhimento do FGTS e de informações à Previdência Social) para realizar o recolhimento das contribuições previdenciárias a partir de abril de 2019;

• Fase 5: substituir a GFIP para realizar o recolhimento do FGTS a partir de janeiro de 2019.

Fique atento, pois em janeiro de 2020 a sua empresa já entra na fase 6 e deve ser enviado todos os dados sobre saúde e segurança do trabalhador.

Grupo 3: empresas do Simples, empregador PF, produtor rural PF, MEI, sindicatos, condomínios, associações e entidades sem fins lucrativos

Para quem faz parte desse grupo, ainda vão entrar no eSocial e isso será feito agora em 2019. Portanto, fiquem atentos:

• Fase 1: cadastrar o empregador e tabelas a partir de 10 de janeiro de 2019;

• Fase 2: cadastrar todos os dados dos trabalhadores e os vínculos deles com a empresa a partir de 10 de abril de 2019;

• Fase 3: a partir do dia 10 de julho, deve enviar a folha de pagamento;

• Fase 4: a partir de outubro, deve-se realizar a substituição da GFIP para que ocorram o recolhimento das contribuições previdenciárias;

• Fase 5: também a partir de outubro deve ocorrer a substituição da GFIP para o recolhimento do FGTS.

Grupo 4: órgãos públicos e organizações internacionais

• Fase 1: deve ser realizado o cadastro dos empregadores a partir de 10 de janeiro de 2019;

• Fase 2: ocorrerá em 2020;

• Fase 3: a partir de 10 de julho de 2019 deve ser enviada a folha de pagamento.

As próximas fases ocorrerão apenas em 2020 e 2021, portanto, para este ano, você deverá se preocupar com as fases 1 e 3.

Para que todos esses dados sejam informados da maneira correta, é preciso que eles estejam devidamente organizados, o que pode ser algo muito difícil em uma empresa, especialmente uma que tenha muitos funcionários e departamentos. Por isso, contar com a tecnologia nesse momento é essencial. Por exemplo, utilizar um controle de ponto com um software onde as informações fiquem registradas ajuda e muito.

Assim, para as próximas fases do eSocial em 2019 você pode fazer uso dessas ferramentas. Quer saber mais sobre elas e como podem ajudá-lo? Então, veja mais informações sobre o nosso Relógio de Ponto e sobre o nosso Software IKPonto REP!

Vantagens de terceirizar um serviço

Ultimamente, muito se tem falado por aqui sobre terceirização. A terceirização é, basicamente, contratar uma empresa para que ela realize um determinado serviço dentro da empresa. Portanto, terceirizar um serviço não fere o direito dos trabalhadores, pelo contrário, abre mais oportunidades de contratação.

Existem alguns serviços que podem ser extremamente caros para certas empresas, especialmente para a micro e pequenas empresas se fossem feitos de maneira interna. Por exemplo, fazer a gestão de ponto demandaria a contratação de mais pessoas ou então sobrecarregaria algum funcionário já contratado.

De um jeito ou de outro isso não seria viável para o equilíbrio financeiro da empresa. Uma opção muito melhor é contratar uma empresa que já tenha esses especialistas e que conseguirá desempenhar o serviço como ninguém.

Veja abaixo bons motivos para você começar a terceirizar alguns serviços da sua empresa hoje mesmo!

A equipe fica mais produtiva

Você possui uma equipe ou ainda um setor de RH dentro da empresa e ainda que ele seja pequeno, provavelmente seria o responsável por fazer o controle de ponto da empresa. O problema aqui é que essa equipe já possui muitas tarefas para serem concluídas e adicionar outras pode causar prejuízos.

Em vez de ela focar nas suas principais funções como recrutamento, seleção, treinamento dos funcionários, entre outras, o tempo seria utilizado para outras ações. Isso comprometeria as outras tarefas.

Reduz a chance de erros

É claro que quando uma tarefa é dada a uma especialista para ser realizada, as chances de que ela seja feita de maneira impecável são maiores.

Além disso, ao dar uma tarefa para alguém que não tem conhecimento aprofundado no assunto, o risco dela sair errada e também as outras responsabilidades desse funcionário, são grandes.

Diminui os custos operacionais

É muito mais custoso para a empresa contratar um especialista para fazer a gestão de ponto da empresa. Além disso, qualquer problema trabalhista que acontecer, a empresa terá que resolver na justiça, prejudicando a sua imagem.

Ao terceirizar esse tipo de serviço, você tem não apenas um profissional especializado, mas vários com os quais pode contar. É uma equipe completa que oferecerá todo o suporte necessário para que você fique sempre atualizado sobre os movimentos de entrada e saída, horas extras, entre outras informações importantes.

Prioriza investimentos

O que fazer com esse dinheiro que vai sobrar ao terceirizar uma empresa para fazer a sua consultoria de ponto? Simples: aplique no seu negócio. Faça-o crescer e se desenvolver para ter o sucesso que você sempre sonhou.

Você pode contratar um funcionário para aumentar, por exemplo, a equipe de atendimento e melhorar os seus serviços para o consumidor.

Ausência de vínculo empregatício

Atualmente, muitas empresas pensam duas ou 3 vezes antes de contratar um funcionário. Os custos que ele tem para a empresa são muitos e, por isso, a terceirização é o melhor caminho.

É claro que, em vez de contratar e adquirir um novo vínculo, você pode treinar um dos seus funcionários. Porém, além de gastar dinheiro com treinamentos e correr o risco de o funcionário ir para a concorrência, você acaba desfalcando alguma equipe e prejudicando a produtividade dela.

Percebeu o quanto a terceirizar um serviço pode ajudar o seu negócio? Então, entre em contato com a gente e entenda um pouco mais sobre como terceirizar a consultoria de ponto pode ser mais lucrativo para sua empresa!

Como apurar o cartão de ponto digital

A sua empresa tem mais de 10 empregados? Então, de acordo com a legislação — artigo 74, § 2º da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) — ela precisa manter o registro de entrada e saída dos funcionários, diariamente, por meio da marcação de ponto. Essa marcação pode ser feita de forma manual, eletrônica (a mais recomendada) ou mecânica.

Ter o controle dos horários de entrada e saídas dos funcionários, de maneira manual ou mecânica, aumenta consideravelmente a chance de erros e na hora de fazer as contas, os cálculos não fecharão. Isso traz problemas para o funcionário e, principalmente para a empresa.

Isso ficou ainda mais evidente com a criação do e-Social. Como a fiscalização não consegue chegar em todas as empresas, agora elas podem verificar tudo por esse sistema online.

Por isso, muitas preferem fazer os registro de forma eletrônica e, por isso precisam seguir as exigências feitas na portaria 1510 do MTE (Ministério do Trabalho e do Emprego) ou a portaria 373 do mesmo órgão.

Para quais funcionários esse controle não é necessário?

De acordo com o que diz o artigo 62, nos incisos I e II da CLT, algumas funções estão dispensadas desse controle. Assim, aquele funcionário que possui uma função externa, como visitar clientes, não entra no controle já que seria bem difícil fazê-lo. Outra função que entra nessa lista é o gerência ou líder de departamento.

Quais mudanças o e-Social trouxe?

O e-Social é um projeto do Governo Federal que tem como principal função facilitar o trabalho da fiscalização reunindo todas as informações da empresa em um só local. Esse sistema também simplifica e muito o dia a dia dos contadores.

Usando o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), o e-Social consegue reunir diversas informações sobre os trabalhadores das empresas em um só lugar: CAGED, DIRF, RAIS e GFIP.

Para que a folha de pagamento possa ser fechada, é necessário fazer o cálculo de todas as horas trabalhadas e todas as informações devem ir pro sistema do e-Social. Quantas foram as horas trabalhadas? Houve hora extra? Faltas? Compensação de horários? Tudo deve estar detalhado no relatório que vai direto para o sistema do governo e que fica online.

Quais as principais exigências?

É claro que o empregador não pode colocar os valores e números referentes à jornada do empregado sem que ele tenha visto e assinado antes. Colocar esses dados no sistema sem a autorização do trabalhador é contra lei.

É por isso que existe um documento chamado Espelho de Ponto. Nele, é possível encontrar todas as informações sobre o trabalhador o mês trabalhado. Quer reduzir o trabalho e a chance de erros? Faça esse relatório de forma automática usando o Espelho de Ponto Eletrônico.

Quer deixar a sua equipe mais produtiva? Então, uma excelente opção é utilizar o IKPonto REP, um sistema de ponto 100% personalizável. Você consegue mais economia já que a ferramenta aliada ao software faz praticamente todo o trabalho e ainda garante maior flexibilidade e segurança das suas informações.

Por meio dele você criar o cadastro dos seus funcionários, o menu do espelho de ponto, a tela de abonos individuais ou coletivos e também um relatório completo com um banco de horas.

Quer evitar problemas com o e-Social? Entre em contato conosco e entenda como o nosso ponto eletrônico funciona e quais outras vantagens ele pode oferecer para você!

Tecnologia LFD

Resumão faseamento do eSocial

Sua empresa fatura até 78 milhões de reais em 2016 e não opta pelo Simples Nacional? Então, ela precisará prestar informações ao eSocial, um novo sistema implantado pelo Governo Federal para facilitar a fiscalização das empresas.

Se a sua empresa faz parte desse grupo, fique atento para a segunda fase do eSocial que começou desde o dia 10 de outubro de 2018 e vai até o dia 9 de janeiro de 2019. Isso quer dizer que: você deve enviar todos os dados da empresa relacionados ao vínculo empregatício dos trabalhadores.

Ficou com dúvida? Veja abaixo uma explicação mais detalhada sobre o assunto e saiba quando a sua empresa precisa enviar essas informações para não ter problemas com o fisco no futuro.

O que é o faseamento do eSocial?

O faseamento quer dizer as fases de implantação do eSocial para as diversas empresas. O nosso país possui milhares de empresas e só no primeiro semestre de 2018, foram abertas mais de 1 milhão. Assim, fica fácil entender que a quantidade de dados que essas empresas precisam oferecer para a fiscalização é enorme.

Por isso, o cadastro de informações das empresas no eSocial está sendo realizado por fases. Há uma divisão quanto a essa implantação e o cronograma vai até 2021. Por exemplo, as grandes empresas, ou seja, aquelas que faturaram mais de 78 milhões em 2016, começaram o cadastro no eSocial em janeiro de 2018.

Esse registro de dados vai até julho de 2019 com a inserção das informações sobre a segurança e saúde do trabalhador. As grandes empresas já passaram pela segunda, terceira e quarta fase e em fevereiro de 2019, iniciam a quinta fase.

A segunda fase, da qual falamos no início deste post está relacionada às empresas que faturaram até 78 milhões de reais em 2016. Até 09 de janeiro, elas precisam inserir na plataforma do eSocial os dados dos trabalhadores e seus vínculos com as empresas. Tanto os eventos periódicos como os não periódicos devem ser cadastrados.

Para o empregador pessoa física, optantes pelo simples, produtor rural PF e Entidades sem Fins Lucrativos, essa segunda fase começa no dia 10 de abril e para os órgãos públicos e organizações internacionais, haverá uma resolução específica quanto à data.

Como funciona a fiscalização pelo eSocial?

Como o eSocial ainda é um sistema relativamente novo para muitas empresas, elas ainda estão se adaptando a esse novo modelo. Por isso, muitas delas apresentam dúvidas sobre como funciona o processo de fiscalização e, principalmente, quanto aos prazos de inserção de dados e as possíveis punições caso isso não seja feito.

Os prazos se iniciaram em janeiro de 2018, mas apenas para as empresas que faturaram mais 78 milhões de reais em 2016. Se a sua empresa faturou até 78 milhões de reais em 2016, então o seu prazo começou a valer dia 10 de outubro e segue até o dia 9 de janeiro de 2019.

Isso significa que, você deve acessar o eSocial e fazer o cadastro de todos os eventos periódicos e não periódicos relacionados aos trabalhadores.

Caso a empresa não consiga seguir esse prazo, o que pode acontecer? Ela será punida? A resposta é não, pois os órgãos de fiscalização já foram orientados sobre o assunto. Até a terceira fase da implantação, as empresas não serão punidas caso comprovem que isso aconteceu por ainda estarem se preparando internamente com novos sistemas para essa finalidade.

Por exemplo, digamos que você esteja começando a inserir um relógio de ponto eletrônico. Assim, a empresa poderá, de forma mais fácil, saber a carga horária trabalhada pelo funcionário e também as horas extras para inserir no sistema. Ou então um software que te ajuda a ter maior controle sobre a entrada e saída de funcionários na empresa.

Conhece outros empreendedores que estão confusos quanto ao faseamento do eSocial? Então, compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude outras pessoas!

Modelo de advertência

Holerite: o que é e como funciona?

Você já ouviu a palavra holerite? Sabe o que ela significa? Estamos falando de um documento também chamado por muitos de contracheque e, acreditamos que, essa palavra você já ouviu. Pois bem, holerite e contracheque são a mesma coisa e ele é importante tanto para a empresa como para o funcionário.

Algumas empresas deixam a cargo do setor ou empresa de contabilidade fazer o contracheque dos funcionários. Porém, em alguns casos, esse documento é feito de maneira interna.

Vamos agora entender melhor do que se trata um holerite, a importância dele para a empresa e empregados e com fazer um!

O que é um holerite?

Também chamado de contracheque, holerite é um documento que comprova o pagamento mensal do funcionário. Apenas por esse motivo é possível compreender porque ele é essencial para todas as partes. Com o holerite em mãos, a empresa pode comprovar que realizou o pagamento do empregado de acordo com o que foi estabelecido em contrato.

É no holerite que estará detalhado o pagamento que foi realizado ou funcionário. Ali estarão descritos os descontos na folha de pagamento, as porcentagens, as deduções e tudo mais.

Ele deve sempre ser anexado à folha de pagamento e deve conter, além dos dados do funcionário e dos valores recebidos, os dados da empresa.

Por que o holerite é um documento importante?

Para o funcionário, esse documento é esclarecedor. Por meio dele fica fácil saber qual o valor do desconto em folha, as porcentagens de participação da empresa, se for o caso, e todos os outros pontos importantes. Por exemplo, no contracheque pode vir detalhado um valor de desconto do plano de saúde da empresa caso você participe.

Além disso, o holerite é uma excelente forma de comprovar renda. Em diversas situações o trabalhador pode precisar disso. Por exemplo, ao pedir um empréstimo, qualquer instituição financeira pede um documento para comprovar a renda. Para a empresa esse documento é fundamental. O contracheque comprova que ela está cumprindo com o que está dentro do contrato de trabalho. Também ajuda consideravelmente o setor financeiro da empresa, pois consegue ajudar no controle das contas.

Como fazer um holerite?

Tanto as informações da empresa quanto do colaborador devem estar no documento. No caso do funcionário, devem constar:

• Nome;
• Endereço;
• Número e série da carteira de trabalho;
• Natureza da função;
• Cargo.

Além dessas informações, no contracheque também devem estar presentes demais informações como desconto do IR (Imposto de Renda), a contribuição sindical, o valor pago ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), a porcentagem oferecida para o vale-alimentação e também do vale-transporte, o convênio médico, entre outras.

Após completar o documento com todas essas informações — normalmente a empresa tem um programa para gerar o holerite — ele deve ser impresso em duas vias: uma fica com a empresa e a outra é entregue ao funcionário. Essa entrega pode ser pessoalmente, dentro da empresa, ou então via correio.

Há também a opção do holerite online. Dependendo da quantidade de funcionários na empresa, essa pode ser uma excelente opção.

Compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude outras pessoas que também estão precisando dessa informação tão importante!

Projeto para controle de ponto

5 dicas para analisar um currículo do jeito certo

Escolher as pessoas que farão parte da empresa é uma grande responsabilidade. Colocar alguém em um setor pode tanto aumentar o desempenho de todos, quanto atrasar o trabalho dos colegas e isso tem impacto direto nos números da empresa. Portanto, é muito importante analisar um currículo da maneira certa.

E como seria isso? Bom, existem algumas técnicas que podem ser utilizadas na hora de fazer a análise de um currículo.

Vamos agora listar as principais dicas que o ajudarão a analisar um currículo da melhor maneira possível.

1. Determine quais são as prioridades

Quais são os pontos fundamentais sobre o perfil do novo contratado que atenderão às prioridades da empresa?

Se a contratação é para colocar um funcionário no lugar de outro, pense porque aquele que estava antes foi demitido ou porque ele pediu demissão. É importante identificar esses pontos antes de contratar alguém.

Dentre as características do novo colaborador, quais não podem deixar de existir? Ele precisa ser muito organizado? Ter espírito de trabalho em equipe? Saber falar inglês de maneira fluente? Isso o ajudará a fazer uma boa triagem dos currículos e assim, reduzir o trabalho.

2. Saiba de forma clara o perfil da vaga

De nada adianta procurar se você não sabe o que certo o que deseja encontrar. Portanto, antes de parar para analisar os currículos, saiba exatamente o que deseja para alguém que ocupará a vaga em questão.

Além dos requisitos básicos, pense em pontos mais específicos. Por exemplo, digamos que você esteja contratando um porteiro para o seu condomínio. Pode ser que você deseje alguém que tenha, pelo menos, 3 anos de experiência no cargo, que tenha feito um curso determinado e assim por diante.

3. Não seja precipitado

Faça uma análise cuidadosa antes de escolher, definitivamente, os currículos para a entrevista. Ainda que o candidato tenha as qualificações técnicas e teóricas, uma pesquisa mais criteriosa pode mostrar falhas importantes. Por exemplo, alguém que muda constantemente de emprego ou função dentro da empresa pode apresentar algum problema de comportamento ou mesmo dificuldade em trabalhar com a equipe. Erros de português também contam, isso pode demonstrar que a pessoa não teve tanto cuidado ao enviar o currículo. Esse tipo de situação pode se repetir dentro do trabalho.

4. Confira o salário pretendido

Algumas empresas pedem que, no currículo, o candidato mande a sua pretensão salarial. Essa é uma boa forma de selecionar aqueles candidatos que costumam entregar currículos apenas pela remuneração.

Por exemplo, se a sua empresa está oferecendo um salário acima da média, é bem provável que apareçam diversos currículos e muitos sem a qualificação necessária. E, quando a empresa pede a pretensão salarial é uma maneira de descartar aqueles candidatos que esperam muito mais do que vocês podem pagar.

5. Analise o nível do idioma

Sabemos que, cada vez mais, saber um outro idioma é fundamental, especialmente em alguns casos.

Por exemplo, se a sua empresa já faz negócios com o exterior ou pretende fazer, colocar como pré-requisito saber inglês, ao menos em um nível intermediário é fundamental. Nesse caso, ao analisar um currículo, um diferencial pode ser aquele candidato que fez o curso de idiomas voltado para o ambiente empresarial.

Quer receber outras dicas como essas que podem ajudá-lo no seu dia a dia? Então, assine a nossa newsletter!

Conheça o CAGED e qual a função dele

Você já ouviu falar em uma sigla chamada CAGED? A sigla significa Cadastro Geral de Empregados e Desempregados e foi instituído pela LEI 4.923 de 1965. Para sermos ainda mais claros, esse cadastro está relacionado ao fluxo de pessoas que são demitidas e admitidas no mercado e trabalho.

É uma forma que o governo tem para avaliar não só a taxa de desemprego no país, mas também a economia. Afinal de contas, quanto maior o índice de desemprego, menos dinheiro estará circulando no mercado, o que, por sua vez, encarece os produtos.

Mas como o CAGED impacta a sua empresa? Como ele funciona? De que forma a minha empresa pode ajudar a manter os dados atualizados? Responderemos agora a essas e a outras perguntas relacionadas!

O que é o CAGED?

O CAGED é um registro realizado pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social. Como já foi dito, ele ajuda a medir a quantidade de contratações e demissões no CLT dentro de um período.

Dentro dessa base de dados, é necessário que se tenha o nome não só dos empregados como também o da empresa. As informações de admissão e demissão também precisam estar incluídas. Todas as empresas que possuem funcionários regidos pelo regime da CLT são obrigadas a cadastrar os dados dessa movimentação no CAGED.

Quais os tipos de registro?

Para realizar o registro desses dados, você deve fazer isso por meio do CAGED diário ou mensal.

No diário, você deve registrar as datas em que foram realizadas a demissão e a admissão dos funcionários. Qualquer alteração no quadro deve ser informada até o sétimo dia do mês contados a partir da ocorrência. No momento da admissão, o empregador deve analisar se o indivíduo está recebendo ou não o seguro desemprego.

Já o CAGED mensal reúne todas as movimentações realizadas dentro de um mês no quadro de funcionários.

Todas essas informações devem ser transmitidas de forma eletrônica por meio do site ou do aplicativo da instituição.

Quais colaboradores precisam ser declarados?

Na hora de enviar os dados ao CAGED, é preciso declarar não só as pessoas físicas contratadas em regime celetista, mas também as pessoas jurídicas. Não importa se a contratação foi feita por prazo determinado ou não, a declaração precisa ser feita. Trabalhadores rurais e jovens aprendizes também entram nessa lista.

Muitos são os trabalhadores que não precisam ser declarados, por exemplo, servidor público, empregado doméstico, estagiários, trabalhador autônomo, pessoas contratadas por período determinado em caráter excepcional, entre outras.

Quais são os prazos para a entrega do CAGED?

O prazo de entrega depende muito da situação do empregado. Por exemplo, se ele ainda está recebendo seguro desemprego ou já tenha feito o requerimento, o CAGED deve ser enviado no momento da admissão (esse é o CAGED Diário).

Caso o empregado não tenha dado a entrada no seguro desemprego ou não esteja recebendo, o prazo é de até 7 dias do mês subsequente após a movimentação.

Caso a empresa não faça o CAGED, o que acontece?

Como informado aqui, o envio do CAGED é obrigatório e, portanto, quando não é realizado, gera multa para a empresa. O valor é de ? do salário mínimo da cidade, mas o valor total também varia de acordo com o tempo de atraso e a quantidade de dados que não foram informados.

Agora que você já sabe o que é o CAGED e a importância que ele tem, não deixe para enviar as informações de última hora. Evite custos desnecessários para sua empresa.

Projeto para controle de ponto

Veja também o que fazer quando um funcionário chegar atrasado ao ambiente de trabalho e como evitar maiores problemas nesse caso!