Quais os sistemas que se enquadram no SREP?

Sistema de Registro Eletrônico de Ponto, também conhecido como SREP, é regulamentado pela portaria do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nº 1.510/2009. Ela disciplina a anotação que deve ser feita no livro de ponto pelas empresas.

O controle de ponto deve ser realizado pelas empresas que possuem mais de 10 funcionários e podem escolher entre os seguintes sistemas: manual, eletrônico ou mecânico. Se necessário, é possível até utilizar mais de um desses sistemas dentro da mesma empresa. Por exemplo, você pode utilizar um sistema de ponto para cada setor.

Vamos agora falar um pouco sobre o SREP, como ele funciona e como pode ser utilizado na sua empresa da melhor forma possível.

Qual o objetivo do SREP?

A portaria tem como principal função impedir possíveis alterações nas marcações dos horários de entrada e saída dos funcionários da empresa, evitando assim possíveis fraudes. Assim, fica mais fácil confirmar se o empregado está realmente cumprindo a carga-horária estabelecida em contrato e também as horas extras.

Mas esse sistema não beneficia apenas o empregado, ele também pode ajudar e muito o empregador, evitando custos em processos trabalhistas. Por exemplo, algum funcionário pode questionar o pagamento de horas extras, afirmando que elas foram feitas. Com o sistema fica muito mais fácil comprovar que isso não aconteceu.

Como funciona o SREP?

Para estar em dias como esse novo sistema, a empresa precisará utilizar o Registrador de Ponto de Eletrônico (REP). É um equipamento que as empresas devem utilizar para registrar os horários dos funcionários. Também deve ser capaz de emitir documentos que auxiliem o órgão de fiscalização para controle das saídas e entradas dos colaboradores.

É preciso ter a certeza de que o equipamento escolhido segue as normas que são estabelecidas. Por exemplo, ele deve possuir capacidade para funcionar de forma ininterrupta pelo tempo mínimo de 1.440 horas ainda que haja problemas de fornecimento de energia elétrica na empresa.

Deve também ter um local para o armazenamento de todos os dados registrados dos horários e também capacidade de memória para esses dados, também chamado de Memória de Registro de Ponto. O equipamento deve possuir uma porta USB para que o profissional fiscal do Ministério do Trabalho possa coletar diretamente as informações.

Além de todas essas exigências, a portaria nº 373 de 2011, lançada apenas 2 anos depois da portaria do SREP, informa também o que não pode ser feito por meio do sistema de ponto:

• Marcação automática de ponto, ou seja, o próprio sistema marcar o ponto do funcionário sem que ele esteja presente; • Restringir de qualquer forma a marcação de ponto por parte do empregado; • Necessitar de autorização prévia para que ocorra a marcação relacionada à sobrejornada; • Alterar ou apagar de qualquer forma informações que tenham sido registradas.

Assim, é muito importante que a empresa fornecedora do REP seja confiável para oferecer um equipamento de esteja dentro das normas estabelecidas pela portaria.

Como encontrar um bom REP?

O fabricante do equipamento deve oferecer atestado técnico do produto e também um termo de responsabilidade. Tenha a certeza também de que o relógio de ponto foi devidamente autorizado pelo INMETRO, já que essa é uma das exigências.

Além do do REP, também há outras opções de registro como o Relógio de Ponto Cartográfico. Ele é feito por meio de uma marcação mecânica em um cartão específico que fica ao lado da máquina e cada trabalhador deve ter o seu.

Aliado ao REP você também pode ter um software que o ajude a ter maior controle sobre os horários, realizar cadastros de funcionários e um relatório completo do banco de horas além de outras informações essenciais.

Agora que você já sabe como o SREP funciona, conheça um pouco mais sobre os nossos serviços e saiba como podemos ajudá-lo!

Consultoria de Ponto: veja os benefícios

A sua empresa está em constante crescimento e você precisa, a cada dia, organizar melhor os dados dos seus funcionários, controlar quem entra e quem sai e os horários em que esses movimentos acontecem. Afinal de contas, muitas custas trabalhistas já são pagas todos os meses e adicionar a isso o pagamento de hora extra sem comprovação é mais uma despesa.

Se você está enfrentando esse tipo de problema com os seus colaboradores, então a consultoria de ponto pode ser necessária.

A importância de acompanhar a folha de ponto

A folha ou livro de ponto é o documento pelo qual você consegue acompanhar as entradas e saídas de todas as pessoas dentro da sua empresa. Além de ser uma ótima forma de aumentar a segurança do ambiente, também evita diversos problemas trabalhistas em um momento futuro.

Por exemplo, um funcionário pode exigir um pagamento por conta de horas extras feitas, mas você tem como comprovar se isso aconteceu de fato ou não analisando a folha de ponto.

Assim, fica claro que que a folha de ponto é um documento essencial para resolver questões burocráticas e também reduzir problemas de inadimplência e faltas injustificadas dentro da empresa.

A falta de consultoria de ponto pode gerar problemas

Vamos pensar na seguinte situação. Você tem muitos empregados e eles se alternam em turnos. Uns começam a jornada às 08 da manhã e encerram às 16 horas e outros entram às 16 e saem às 22 horas. Ainda há também aquele segurança que fica na entrada e que trabalha das 22 às 06 da manhã.

Com tantos horários diferentes para tantos funcionários, é impensável não ter uma gestão ou um setor na empresa que tenha o controle sobre esses dados.

Há muitos problemas que a falta ou erros na consultoria de ponto podem trazer não só para o dono da empresa, mas também para os empregados:

Cumprimento de jornada diária

Como você poderá ter a certeza de que os funcionários estão cumprindo a carga horária estabelecida em contrato? Jornadas que excedam em 5 minutos por turno ou 10 minutos por dia já pode ser considerada hora extra.

Assim, se não ouvir uma boa gestão desses números, tanto a empresa quanto o funcionário podem sair prejudicados.

Intervalo entre jornadas

Em algumas situações, as empresas precisam acelerar a produção e, para isso, pagam horas extras para que os funcionários trabalhem por mais tempo. Mas é preciso ficar atento, pois entre duas jornadas de trabalho é exigido um período mínimo de descanso de 11 horas.

Cálculo de horas extras

Quando se tem poucos funcionários, é possível fazer o cálculo da hora extra sem grandes problemas, mas para aqueles que possuem um grande contingente na folha de pagamento, fica inviável fazê-lo por conta própria. É preciso calcular 50% a mais da hora extra e se o trabalho for realizado em feriados ou finais de semana, o valor da hora é 100% a mais.

Por que contratar uma consultoria de ponto

Todos esses cálculos que listamos acima precisam ser realizados com o máximo de cuidado. Assim, a melhor opção é ter um setor que cuide disso ou então, algo que pode custar menos para os bolsos da empresa é contratar um serviço terceirizado.

A vantagem é que, caso você precise de um outro serviço na área, eles poderão oferecer e por um preço menor. Além disso, é muito melhor saber que um trabalho como esse, que exige o máximo de atenção, está sendo feito por mais de uma pessoa.

A sua empresa está precisando de uma consultoria de ponto? Então, entre em contato com a gente e tire as suas dúvidas!


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Registro CAREP: Obrigatório ou não?

O departamento pessoal da empresa costuma ter muita dúvida sobre o Registro CAREP (Cadastro do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto) e isso é perfeitamente comum. Algumas vezes pode ser difícil determinar a necessidade ou não de realizar o registro e em que situação ele é obrigatório ou não.

Para esclarecer essas e outras dúvidas sobre o assunto, respondemos abaixo os principais questionamentos sobre o Registro CAREP!

Devo fazer o Registro CAREP ou não?

A resposta para essa pergunta é a seguinte: se você usa algum tipo de controle de ponto eletrônico seja para identificar, enviar informações sobre o empregado ou qualquer outra atividade similar, sim, você precisa fazer o registro CAREP. É isso que estabelece a portaria nº 1.510 de 21 de agosto de 2009 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Assim, se você utiliza o REP (Registrador Eletrônico de Ponto) dentro da sua empresa, o equipamento e o software precisam ser registrados no CAREP de acordo com o que recomenda a portaria acima citada. Os números de séries dos pontos eletrônicos espalhados em qualquer local da empresa também fazem parte desse registro.

Como fazer o Registro CAREP?

Essa parte, apesar de parecer complicada, é bem simples. Basta acessar a página de cadastramento no site do Ministério do Trabalho e realizá-lo. Lá também você encontrar instruções completas de como fazê-lo sem erros. O site é bastante intuitivo, portanto não haverá grandes problemas.

Se for a primeira vez que realiza o cadastro, você deve ir em “Primeiro Acesso” e preencher os dados solicitados. Esse é um passo para que a sua senha seja criada e enviada, e assim, possa ter acesso à página de cadastramento.

Com a senha em mãos, basta acessar o portal normalmente. E começar a preencher os dados e informações relevantes. Aqui deve ser feito o cadastro do usuário — o responsável por realizar o cadastramento do REP — empresa, fabricante, órgão técnico, certificado relógio de ponto eletrônico e atualizar o e-mail.

Caso você seja responsável por mais de uma empresa, é possível criar um cadastro para cada uma delas no seu CPF e, ao logar, escolher qual delas quer utilizar naquele momento.

O que acontece caso a empresa não faça o registro CAREP?

Caso o cadastramento do REP não esteja adequado à portaria, as informações ali contidas não servirão para comprovar os horários cumpridos pelo empregado. Isso pode gerar uma série de problemas judiciais para a empresa. No caso de um funcionário abrir um processo contra a empresa, ela é a responsável por comprovar os horários trabalhados pelo empregado.

Caso isso não seja possível, a palavra dele é a que valerá e a empresa poderá sofrer pesadas multas por isso. Sendo assim, é essencial que, caso você utilize algum tipo de ponto eletrônico, o registro CAREP seja realizado dentro do que a nossa legislação determina. Estar de acordo com a lei é a melhor forma de evitar conflitos no futuro e evitar gastos desnecessários, além de ter o nome da empresa prejudicado.

Quer estar sempre de acordo com a regulamentação do registro CAREP? Então veja as atualizações que ocorreram na portaria 1.510 de 2009!

Advertência por falta ou atraso ao trabalho: Quando fazer?

Muitos colaboradores que atuam no Departamento Pessoal têm dúvidas de quando dar a advertência por falta ou mesmo quando atrasar ao trabalho. Essa questão é muito importante, especialmente se você atua em uma empresa com uma grande quantidade de funcionários. Se a organização não utiliza um sistema de ponto, fica bem difícil fazer esse controle.

Como lidar com essa situação? Quais são os reais deveres e obrigações do funcionário e da empresa? Vamos agora responder a essas perguntas, esclarecendo pontos importantes que ajudarão no seu trabalho!

O que é uma advertência?

Uma das maiores causas de advertência no ambiente de trabalho é por causa de atrasos ou falta do trabalhador na sua função. A advertência tem como papel fundamental oficializar a insatisfação da empresa com esse comportamento do colaborador. É uma maneira também de manter o histórico do funcionário para necessidades futuras.

Por exemplo, digamos que o empreendimento cresceu e agora é necessário ter 2 gestores na linha de frente e não apenas 1. Nada mais justo e coerente com os interesses da empresa que encontrar alguém que já saiba como tudo funciona, ou seja, alguém de dentro. Logicamente, funcionários que faltaram ou chegaram atrasados sem nenhuma justificativa não serão incluídos na lista como uma possibilidade.

Quais as consequências dessas advertências?

A nossa legislação consegue prever algumas situações nas quais a falta ou atraso, quando justificados, são normalmente remunerados, ou seja, sem nenhum tipo de desconto. Atestados médicos, atestados de comparecimento a alguma prova, atestado de acompanhante hospitalizado, casamento, falecimento de cônjuge ou parente próximo, entre outros, são aceitos pela lei como uma justificativa para faltas e atrasos no trabalho.

Quando o funcionário não justifica a falta, esse comportamento pode ser visto como de má fé e prejudicá-lo. Pior ainda, quando ele usa de algum documento falso para justificar, situação muito comum, por exemplo, quando alguém falsifica a assinatura de um médico. Nesses e em outros casos, a empresa tem plenos poderes para aplicar uma advertência ou até mesmo demissão por justa causa.

Mas, para não chegar ao extremo de demitir um funcionário por conta de um erro, é possível dar uma advertência oral para essa primeira falha. O funcionário, por sua vez, deverá assinar um documento confirmando que a advertência ocorreu e os motivos que a gerou.

O Departamento Pessoal deve fazer um documento no qual colocará a infração por escrito, todos os dados do empregado e também o motivo daquela infração e sua justificativa. Também é preciso alertar que novas ocorrências podem prejudicar a atuação do empregado dentro da empresa. Tanto o empregador quanto o empregado devem assinar e cada um ficará com uma via.

Ainda há a possibilidade da suspensão, que pode ser aplicada numa terceira falha do empregado nesse aspecto. Lembrando que essa medida não tem caráter punitivo, mas sim educativo e pode ser de 1 a 30 dias, obviamente suspensão não remunerada.

Advertência

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Livro de Ponto, como preencher?

Também chamado de Folha de Ponto, o Livro de Ponto é utilizado em diversas empresas para registrar os horários de entrada e saída do empregado. Não apenas o horário do início da manhã e o da noite, mas também os intervalos como o almoço ou mesmo quando sair em horário diverso e inesperado.

Esse livro é uma forma da empresa ter um certo controle sobre os horários do empregado. Não apenas para saber se ele está cumprindo o que foi determinado, mas também para poder calcular horas extras no momento do pagamento e demais direitos trabalhista que houver. Portanto, o Livro de Ponto protege tanto o funcionário como o empresário.

Lembrando que o Livro de Ponto não tem que ser necessariamente um livro, esse é apenas um nome que se fixou com o passar dos anos. É possível fazer esse registro por meio digital, usando softwares aliados à leitura de biometria ou uso de leitores de cartões ou senhas.

Como o Livro de Ponto deve ser preenchido?

O Livro de Ponto, apesar de ser algo bastante popular, ainda gera muitas dúvidas quanto ao seu preenchimento. O primeiro fator a ser considerado é que ele deve ser preenchido pelo funcionário e ele deve ser bem orientado pelo responsável do setor quanto a isso. Além desse fator, qualquer empresa que tenha mais de 10 colaboradores contratados tem a obrigatoriedade de manter esse tipo de controle.

Além dessas informações, há outras que são relevantes e essenciais para que os responsáveis do setor tenham total conhecimento. Vejamos abaixo as principais regras sobre o preenchimento da Folha de Ponto:

Trabalhadores externos

Os funcionários que trabalham fora da empresa como aqueles que trabalham em bancos e que têm como função visitar clientes, não precisam preencher o Livro de Ponto. Mas isso também depende de contrato, pois pode estar determinado que seja realizado o registro no início e ao final da jornada.

Afixação de horário em local visível

Além de, no momento da contratação informar o horário de chegada e saída do funcionário, a empresa deve ter afixado, em local visível, o horário de trabalho geral. Também deve conter esse documento os horários de funcionários que cumpram suas funções em outros que não aqueles contidos ali.

Assinatura do documento de espelhamento

Nesse documento estará contido todo o registro do funcionário durante aquele mês. Todas as suas entradas e saídas deverão ser conferidas pelo mesmo e assinadas se tudo estiver correto. Todos os meses, a empresa deve entregar esse documento para o empregado, pois ele só é validado pelo Ministério do Trabalho se estiver assinado pelo funcionário.

Hora extra

O que é considerado como hora extra na hora de preencher o Livro de Ponto? Variações de 5 minutos para mais ou para menos não entram na conta. Por exemplo, o horário de chegada do funcionário é às 8 horas da manhã e ele chegou às 7:57. Esses 3 minutos adiantados não entram para a contagem das horas extras.

Mas se esse mesmo funcionário sair às 18:08, sendo que deveria sair às 18:00, os 3 minutos entram na conta, assim como os 8 minutos que passaram após o horário. Isso porque, somados em 1 dia, temos aqui mais de 10 minutos. Nesse caso, 11 minutos que já podem ser somados para os cálculos dessas horas.

Livro de Ponto manual ou eletrônico?

Para uma empresa pequena, contratar um serviço de ponto eletrônico pode ter um custo um pouco alto, mas se ela começa a crescer, esse recurso será essencial para cortar despesas. Fazer o livro de ponto de forma manual pode fazer o trabalho de um de seus funcionários (que pode ser alocado em departamentos com maior necessidade) e evita problemas na hora de realizar o registro do funcionário.

Assim, utilizar recursos como biometria pode deixar o ambiente de trabalho muito mais organizado e evitar problemas judiciais no futuro.

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Os estagiários de sua empresa devem usar o relógio de ponto?

Diversas empresas possuem estagiários em sua equipe. Por conta disso, muitos profissionais que trabalham no setor de RH têm dúvidas se o estagiário também precisa usar o relógio de ponto como os outros funcionários. Como não seguem exatamente as mesmas regras, esse tipo de colaborador precisa usar o relógio de ponto? Como controlar a entrada e saída desses colaboradores? Tire suas dúvidas agora mesmo.

Quais são os direitos e deveres dos estagiários?

O estagiário não segue a CLT como os outros empregados, mas sim, uma lei específica: a lei nº 11.788. De acordo com essa lei, não há de fato um vínculo empregatício entre empresa e estagiário e também não são devidos encargos sociais, taxas trabalhistas e previdenciárias. Isso porque, a legislação entende que o estágio é educativo e está preparando o jovem para ingressar no mercado de trabalho.

Como estamos falando de um “regime de trabalho” diferenciado, aqui, a carga horária deve ser de, no máximo, 30 horas semanais e 6 diárias. O estagiário também não pode fazer hora extra.

A lei não cita nada em relação a como fazer o controle dessas horas trabalhadas e, portanto, essa decisão fica a cargo da empresa. Ela é quem vai decidir como contabilizar as horas do estagiário.

Nesse caso o relógio de ponto pode ser o que a sua empresa precisa para esse objetivo.

Por que controlar a carga horária do estagiário?

Como já dissemos, o estagiário não é um empregado vinculado à empresa e também não é celetista, ou seja, não segue as regras da CLT. Ele não pode fazer hora extra ou trabalhar mais de 30 horas por semana. Caso isso aconteça, o vínculo empregatício estará configurado e assim, a empresa pode ter problemas com a justiça do trabalho e maiores custos.

Portanto, o relógio de ponto ajuda a ter esse controle e a evitar diversos problemas. Caso você não queira misturar os dados do estagiário com os dos empregados celetistas, pode optar por ter um software para gestão de ponto. Ele pode te ajudar a ter o controle sobre os funcionários e colaboradores dentro da empresa.

Por que ter um software?

O software pode se adequar facilmente às necessidades da sua empresa. Por exemplo, digamos que você tenha dois tipos de estagiário: um estudante de educação especial e um de ensino superior.

Segundo a lei do estágio, a carga horária limite deste é de 6 horas diárias e, daquele, 4 horas diárias. O software consegue oferecer maior flexibilidade nesses casos, algo que outros recursos podem não fornecer.

Você ainda precisa ter o controle do horário para os dias de prova que, segundo a lei, as horas trabalhadas devem ser pela metade. Por exemplo, se ele trabalha, normalmente, 6 horas por dia, em dia de prova, trabalhará 3 horas. As horas não trabalhadas podem ser reduzidas da bolsa estágio.

Para aqueles que possuem um ou dois estagiários na empresa, esse valor pode não fazer diferença. Mas em um estabelecimento com muitos estagiários, essas horas não trabalhadas, no final do mês, podem ser significativas para o orçamento.

Está precisando instalar um software de ponto na sua empresa para controlar os horários dos estagiários? Entre em contato com a gente!

O que fazer quando um colaborador esquece de bater o ponto?

Chegar ao trabalho e bater o ponto faz parte da rotina de muitos colaboradores dentro das empresas. No entanto, essa tarefa que parece tão simples costuma gerar uma série de dúvidas tanto para empregados, quanto para empregadores.

Marcações irregulares ou mesmo a falta de marcações podem gerar questionamentos e até eventuais problemas na Justiça. Para evitar uma série de impasses elaboramos o post de hoje que serve para orientar o empregador quando o colaborador deixar de bater o ponto, entre outras situações. Quer saber mais como evitar problemas decorrentes do esquecimento na hora de bater o ponto? Então, não deixe de conferir!

Marcação do ponto

Já tratamos aqui sobre os diferentes tipos de marcação de ponto e como eles podem ser menos ou mais favoráveis para vários tipos de empresa. Porém, quando falamos sobre as situações onde o colaborador esquece de bater o ponto, os relógios de ponto eletrônico (REP) e também mecânico são os que costumam gerar mais dúvidas.

Quando um funcionário deixa de marcar seu ponto em um REP, é necessário que o empregador faça essa marcação. O próprio Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) orienta como deve ser feita essa marcação, não apenas para os casos em que o empregado esqueceu de bater o ponto, mas também em situações em que deve ocorrer a alteração ou ainda desconsiderar a marcação.

Como o ponto eletrônico não permite qualquer alteração na marcação, o ideal é que a empresa conte com um documento de ocorrência interno, onde o empregado comunica o seu esquecimento, a fim de justificar ou não o desconto do dia. Esse documento, além de formalizar o ocorrido, deve contar com a assinatura do funcionário para evitar qualquer questionamento em relação à veracidade.

Advertências

A legislação não trata sobre o tema das advertências caso haja o descumprimento das obrigações previstas no contrato de trabalho, entre elas, a marcação do ponto. No entanto, o próprio empregador ao elaborar o contrato de trabalho pode estabelecer regras para o descumprimento das obrigações, inclusive para deixar claros os critérios que levam à demissão por justa causa.

Primazia da realidade

Além de ter procedimentos próprios para a falta da marcação do ponto, a empresa deve ser orientada a agir de acordo com o princípio da primazia da realidade, que rege as leis trabalhistas.

Isso significa que relógios de ponto que têm sempre os mesmos horários marcados, ou ainda, forçar o empregado a marcar determinado horário no ponto podem acarretar a nulidade da marcação e, consequentemente, aplicação de penalidades seja pelos órgãos de fiscalização do trabalho ou através de ações trabalhistas.

O relógio de ponto não deve refletir uma jornada formal de trabalho, ou seja, aquela estipulada no contrato. Ele deve justamente servir como registro das horas efetivamente trabalhadas, para que o empregador receba devidamente as verbas trabalhistas e o empregado monitore de forma adequada a jornada.

Tomar esse tipo de cuidado é uma das formas mais eficientes de evitar problemas, além de, claro, contar com um bom equipamento de marcação de ponto.

Já conhecia essas regras sobre a marcação de ponto? Quer saber mais sobre estas e outras questões que impactam diretamente sua empresa? Então, curta nossa Fan Page!

 

Tecnologia LFD: como ela está revolucionando o mercado biométrico?

A tecnologia evoluiu muito nas últimas décadas e trouxe consigo várias inovações que foram, aos poucos, se tornando cada vez mais presentes no nosso dia a dia. Um exemplo disso é a biometria.

Se há algumas décadas ela estava presente apenas nos filmes de ficção, hoje está presente na portaria de condomínios e empresas, nos caixas eletrônicos dos bancos, na tela de smartphones, no controle de ponto digital e em vários outros lugares e situações em que é preciso comprovar nossa identidade.

Entretanto, uma situação muito comum nos filmes de ficção científica começou a mexer com a cabeça dos profissionais que trabalhavam em empresas de segurança: a clássica cena em que uma pessoa que não tem acesso a determinado local decide utilizar um dedo avulso para abrir as portas.

Essa ideia de que a segurança da biometria pode ser burlada pareceu tão séria que as empresas que trabalham na área buscaram uma forma de remediar o problema — e conseguiram!

Essa solução criada se chama tecnologia LFD (ou Live Finger Detection) e representa mais uma grande inovação no mercado biométrico. Você já ouviu falar nessa tecnologia? Não? Então continue a leitura para saber o que ela é e como ela vem revolucionando o mercado da biometria!

O que é a tecnologia LFD?

A tecnologia LFD surgiu como uma solução para tornar a biometria muito mais segura. Sua invenção é creditada à empresa alemã Dermalog Identification Systems, que criou um método para que os leitores biométricos fossem capazes de diferenciar o tecido vivo do tecido morto.

Isso impede que aquela situação vista nos filmes de ficção científica um dia ocorra na vida real. O método desenvolvido é capaz de detectar as mudanças na forma como a luz é absorvida quando o dedo é pressionado contra o leitor de impressão digital.

Com a criação do sistema de segurança com tecnologia LFD, é possível proteger-se não apenas contra criminosos que “roubam” dedos para burlar a biometria, mas também impedir que sejam usadas outras alternativas — como moldes de dedos ou cópias de silicone.

Para algumas pessoas tudo isso pode até parecer um pouco exagerado ou até mesmo fruto de uma mente um tanto quanto neurótica. No entanto, acredite: já foram registrados casos de roubos de veículos, no ano de 2005, nos quais os criminosos utilizaram o dedo decepado da vítima para conseguir o acesso ao carro.

Mais um caso onde o sistema biométrico foi burlado com dedos falsos ocorreu também aqui no Brasil, na cidade de Ferraz de Vasconcelos, em São Paulo. Em 2013, uma médica do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi detida portando dedos de silicone que eram utilizados para bater o ponto de colegas de trabalho. Veja a matéria completa aqui.

O esquema envolvia mais de 30 profissionais entre médicos e enfermeiros. Isso ajuda a desmistificar a ideia de que a biometria é absolutamente segura sem o auxílio da tecnologia LFD, certo?

Qual é o diferencial da tecnologia LFD?

O grande diferencial dessa tecnologia para a biometria é que os scanners de impressão digital equipados com o Live Finger Detection podem detectar impressões digitais vivas e evitar qualquer fraude relacionada às impressões falsas feitas de materiais de silicone ou de borracha.

A tecnologia LFD utiliza-se de informações como pressão arterial, temperatura, pulso, resistência elétrica e outras para saber se a impressão digital escaneada pertence a um corpo vivo.

A tecnologia padrão de detecção de impressão digital que utilizamos atualmente verifica apenas fatores como a deformação da digital, a distribuição dos poros e a nitidez do cume.

A única pequena desvantagem que a tecnologia Live Finger Detection apresenta é que seu uso pode exigir um pouco mais de atenção — é preciso que o usuário posicione seu dedo no leitor com o máximo de precisão que conseguir para que o scanner funcione corretamente.

Se o dedo não for colocado no leitor com precisão, ele pode ser rejeitado por não ser reconhecido como um dedo humano vivo. Quando isso acontece, basta tirar o dedo e colocá-lo novamente. Após vários testes, é fácil se acostumar com isso.

Algumas pessoas podem considerar a função LFD um tanto quanto inconveniente no início. No entanto, logo é possível notar que o aumento na segurança compensa todos os esforços.

Em suma, portanto, a verdade é que a tecnologia LFD vem apresentando um grande diferencial para os sistemas de segurança, tornando-os muito mais eficazes, prevenindo as possibilidades de fraude e tornando o sistema muito mais seguro para o usuário.

Como a tecnologia LFD está revolucionando o mercado biométrico?

A tecnologia Live Finger Detection é uma realidade que, inclusive, já pode ser experimentada por muitas pessoas. O iPhone 5S, por exemplo, que conta com um sensor Touch ID na tela, é adepto da novidade — ela torna os aparelhos da Apple ainda mais seguros para os seus usuários.

A ideia de implementar essa tecnologia no iPhone 5S não foi apenas por uma questão de segurança, mas também para trazer mais facilidade para a vida de seus utilizadores. Afinal, quem nunca se complicou na hora de digitar a senha na tela para desbloqueio ou para fazer compras de aplicativos e bens de consumo pelo celular?

Com essa tecnologia, você não precisa mais se preocupar em memorizar senhas ou correr o risco de que descubram a sua chave de acesso. Somente você, com a sua digital, poderá desbloquear o aparelho e liberar as compras pelo celular. Simples, não?

O mesmo vale no seu banco, por exemplo. Você não se sente mais seguro sabendo que somente você é capaz de acessar sua conta e realizar transações por meio da biometria? Pois então! Essa é mais uma prova de que a tecnologia LFD chegou para aumentar a segurança e tornar todo o mercado biométrico muito mais eficiente!

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Evite esses 3 erros no cálculo de horas extras dos funcionários

De acordo com a legislação trabalhista, a jornada de trabalho deve contar com 8 horas diárias e 44 horas semanais. Embora a legislação também tenha exceções a essa regra, que são tratadas em acordos ou convenções coletivas; caso o empregado ultrapasse sua carga horária, o empregador fica obrigado a pagar as chamadas horas extras.

Em regra, o cálculo de horas extras é feito a partir do salário-hora acrescido de 50%. Isto é, o salário recebido mensalmente dividido pela quantidade de horas trabalhadas estipuladas no contrato de trabalho, mais 50% desse valor. Quando as horas extras são realizadas em domingos e feriados, esse percentual será de 100%.

Vale destacar que a prorrogação da jornada não pode ultrapassar 2 horas diárias.

Embora pareça um cálculo simples, existe uma série de erros que acabam sendo cometidos por empregadores e causam inúmeros problemas na justiça. Para evitar demandas judiciais para sua empresa, confira os erros mais comuns e saiba como evitá-los:

1. Não ter um método de apuração confiável

Segundo a legislação trabalhista, qualquer empresa que conte com mais de dez funcionários precisa realizar o controle da jornada. Esse controle pode ser feito de forma manual, mecânica ou digital, através do registro do ponto manual ou mesmo com o uso do relógio de ponto.

Hoje já existem diversas formas de controlar a jornada dos colaboradores de forma automática, minimizando a quantidade de erros no cálculo de horas extras. O controle de ponto digital, por exemplo, permite que o empregador diferencie as horas extras e, consequentemente, evite mais erros.

2. Não avaliar a porcentagem certa

Como explicamos, as horas extras podem contar com percentuais diferentes, especialmente considerando quando são trabalhadas. Em regra, quando a jornada é ultrapassada durante a semana, o funcionário receberá o valor da hora salário acrescida de 50%. Caso as horas extras sejam executadas em domingos e feriados, o funcionário deve receber o valor da hora salário acrescido de 100%. Por fim, em situações de emergência, onde a empresa necessita do funcionário presente além das 2 horas extras permitidas, é possível que o funcionário execute mais horas no sistema emergencial. Nesse caso, o cálculo de horas extras será a hora salário acrescidas de 25%.

Na hora de computar e repassar os valores ao funcionário é fundamental que a empresa tenha um bom controle das horas extras para que não haja erros no percentual e, consequentemente, problemas com o funcionário.

3. Apresentar cálculos imprecisos

Uma ótima maneira de evitar problemas com funcionários e com a Justiça Trabalhista é apresentar uma planilha identificando todas as horas extras do funcionário, bem como estabelecendo os percentuais adequados. Esse tipo de controle e também de transparência deve vir da empresa e ajuda a evitar uma série de problemas.

Tenha um funcionário específico para fazer o controle de jornada ou então conte com um sistema eletrônico. Hoje, os sistemas de ponto eletrônico e os softwares conseguem oferecer relatórios detalhados com todas as informações que a empresa e os funcionários necessitam.

Pequenos detalhes no controle das horas extras podem fazer muita diferença para o futuro da empresa. Não deixe de investir em ferramentas que podem evitar muita dor de cabeça.

Gostou dessas dicas? Então, não conferir mais dicas para investir no relógio de ponto certo!

 

O que a lei diz sobre o controle de ponto dos funcionários?

As companhias sempre precisaram melhorar seus processos a fim cumprir as leis vigentes e garantir os direitos de seus colaboradores. Mas, não é só a obrigatoriedade legal que faz uma empresa de sucesso seguir exigências: ao agir dessa forma, ela tem inúmeras vantagens. E um dos principais exemplos é estar em dia com o que a lei diz sobre o controle de ponto.

Hoje vamos trazer itens importantes para estar em conformidade com a lei sobre o controle de ponto e também apresentar benefícios dessa ação. Acompanhe!

Quais as vantagens em se ter marcação do cartão de ponto?

Uma boa gestão deve se atentar ao cumprimento do horário de expediente. Saber a entrada e a saída de seus colaboradores é uma informação que ajuda a medir a produtividade. Por isso, a marcação do cartão de ponto vem a ser uma ótima ferramenta para a gestão de pessoas.

Além disso, também é de responsabilidade tanto do empregador quanto dos empregados fazer a marcação de ponto quando o estabelecimento tem mais de dez funcionários. A partir dessa quantidade de colaboradores o controle de ponto é obrigatório por Lei, conforme consta no 2º parágrafo da CLT, em seu artigo 74.

A obrigação é para cada estabelecimento ou para toda a empresa?

Atenção: a obrigatoriedade é para o estabelecimento que tem mais de dez funcionários. É preciso entender que isso não significa a empresa inteira.

O que está descrito no referido artigo 74 é que essa contagem é para cada estabelecimento, isto é: se em sua matriz você tem oito funcionários e em sua filial você tem onze, apenas o segundo local será obrigado a manter o controle de ponto.

Todos os colaboradores são obrigados a fazer a marcação de ponto?

Nem todos. Segundo o Artigo 62, incisos I e II da CLT, não precisam participar do controle de ponto:

  • colaboradores exercendo atividade externa que não consiga ter horário fixo;
  • funcionários com cargo de gerência ou de confiança.

Fora essas exceções, seu estabelecimento deverá fazer o controle de ponto, obrigatoriamente se houver mais de dez em seu quadro de funcionários, ou de forma facultativa em número inferior a este.

O que deve ser registrado no controle de ponto segundo a lei?

Segundo a legislação, é preciso registrar:

  • horários de entrada e de saída;
  • informações dos intervalos de almoço;
  • anotações com as pausas feitas durante o período de trabalho.

Dessa forma, organizações de pequeno porte, quando registram com eficiência estes dados, garantem maior segurança e transparência para com seus colaboradores no momento de delimitar extras ou criar um banco de horas, por exemplo.

Quais são as consequências pela não marcação?

Legalmente, se a companhia não cumprir o determinado por lei será penalizada com multas e demais sanções. Além disso, em todo e qualquer processo trabalhista é a empresa que deve provar o cumprimento de horas trabalhadas, caso o ex-funcionário queira pedir direitos sobre horas extras, adicional noturno, questionar sobre os intervalos e outros itens relacionados aos dados do controle de ponto. Ou seja, se não houver o registro, a companhia geralmente terá de pagar sobre o que o ex-funcionário reivindicar.

Qual controle de ponto devo usar?

A lei informa que esse registro poderá ser feito por qualquer meio, seja ele escrito, mecânico ou eletrônico. As formas mais utilizadas atualmente são por meio eletrônico, muitas vezes usando o controle de ponto biométrico, uma vez que dessa forma há maior segurança para os dados e pode-se integrar outros sistemas de gestão, como softwares de folha de pagamento. Esse tipo de sistema fornece relatórios de forma rápida e fácil em caso de necessidade ou periodicamente para chefes de setores fazerem uma melhor gestão.

Com isso, o controle de ponto passa a ser uma ferramenta eficiente e toda empresa estará resguardada, uma vez que cumprirá suas obrigações junto às leis trabalhistas.

Sua empresa está em dia com as regras para o controle de ponto? Aproveite para saber mais e entender o que mudou no ponto eletrônico a partir da Portaria 373.