Tipos de Escalas de Trabalho Permitida pela CLT

A Consolidação das Leis do Trabalho, mais conhecida como CLT, preconiza que, a carga horária máxima de trabalho, por semana, é de até 44 horas e, por mês, até 220 horas. E, dentro desse limite, é possível utilizar diferentes tipos de escalas de trabalho. Por exemplo, o sistema de plantão, utilizado em muitos hospitais possui uma escala de 12 x 36.

Aprenda mais sobre elas e como cada tipo pode se adequar melhor ao tipo de produto ou serviço que oferece. Inclusive, uma parte dos funcionários pode trabalhar em uma escala diferente dos outros. Portanto, é possível se adaptar com facilidade. Confira!

Quais as escalas de trabalho autorizadas pela CLT?

Escala de 12×36

Aqui, o funcionário trabalha por 12 horas ininterruptas e tem 36 horas de descanso, ou seja, trabalha um dia e folga 3. Além de hospitais e delegacias, que são serviços essenciais e que não podem parar, existem outros tipos de empresas que precisam trabalhar nesse sistema. 

Por exemplo, um frigorífico precisa manter os alimentos congelados todo o tempo. Do contrário, eles podem estragar e causar um grande prejuízo. Portanto, é necessário ter pessoas trabalhando sempre, pois caso ocorra algum problema, deve ter alguém presente para resolvê-lo.

Escala de 6×1

É o que a maioria do varejo segue. Os funcionários trabalham de segunda a sábado e folgam no domingo, ou seja, 6 dias de trabalho para 1 de descanso. Lembrando que a folga não precisa ser obrigatoriamente no domingo. Por exemplo, os restaurantes preferem a folga na segunda, dia em que o movimento não é muito grande.

Escala de 4×2

Aqui é o caso, por exemplo do vigilante. Quem trabalha nessa escala, trabalha por 4 dias consecutivos, em turnos de 11 horas e deve ter, obrigatoriamente, 2 dias de folga. Dessa forma, dentro de 1 mês, ele trabalha por 20 dias completando o máximo de 220 horas por mês. Dentro dessas 220 horas, 30 são extras e, portanto, deve ser paga como tal.

Escala de 5×2

Nesse caso, o funcionário trabalha, por dia 8 horas e 48 minutos durante 5 dias e folga 2 dias (que podem ser consecutivos ou intercalados). Lembrando que qualquer trabalho realizado no domingo ou em feriados, a hora trabalhada deve ser paga em dobro.

Escala de 5×1

Na escala de 5×1, assim como nas outras, para cada 5 dias trabalhados, o funcionário deve ter 1 dia de folga. Porém, diferente do que vemos na escala de 5×2, os funcionários aqui não podem trabalhar mais do que 8 horas por dia.

Nesse caso, os dias de folga podem cair em qualquer dia da semana sendo que não precisa ser necessariamente aos domingos. Por exemplo, o funcionário trabalha segunda, terça, quarta, quinta e sexta e folga no sábado. Domingo ele começa de novo a jornada de 5 dias de trabalho.

Como controlar as horas trabalhadas nesses casos?

Uma das grandes dificuldades que as empresas têm é a de controlar os horários de entrada e de saída dos funcionários quando trabalham em escalas diferentes. Porém, existem alguns tipos de sistema que podem ajudá-lo como o IKPonto REP. Ele é totalmente personalizável e automatizado. Além de conseguir se adequar a diferentes tipos de escalas de trabalho, ele também emite relatórios de banco de horas, uma tela com os abonos individuais e coletivos, entre outras facilidades.

Aprenda mais sobre o IKPonto REP no nosso site e descubra todos os benefícios que ele pode oferecer para sua empresa!

Trabalho aos domingos: Como fazer?

Você tem funcionários que trabalham aos domingos? Você sabe tudo sobre a legislação nesse caso? É muito importante ter todas as pontas muito bem amarradas porque, algo que seja feito de maneira errada pode render processos na justiça e dor de cabeça. Para evitar esse tipo de situação, é necessário entender o que diz a lei sobre o trabalho aos domingos.

E com a Reforma Trabalhista, certamente há alguns pontos que foram modificados. Veja abaixo tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

A folga deve ser aos domingos?

De acordo com a CLT, os descansos devem ser aos domingos, salvo nos casos de conveniência pública ou necessidade imperiosa de serviço. Assim, ter funcionários trabalhando aos domingos não é ilegal, mas a empresa deve ter uma autorização prévia do Ministério do Trabalho.

Esse tipo de lei foi feita para preservar a saúde mental dos trabalhadores e a física também. Trabalhar sem, ao menos um dia para o descanso e lazer, é uma situação abusiva e ilegal. Para isso, a empresa precisa fazer um acordo com os funcionários que pode ser um acordo de compensação ou o uso do banco de horas.

O trabalho aos domingos é necessário em diversas áreas. Um bom exemplo, são as farmácias. Já pensou se todas elas fossem fechadas aos domingos?

Como funciona a folga?

Todos nós precisamos de descanso e momentos de lazer não é mesmo? Pois bem, o funcionário também precisa. Se ele não for feito ao domingo, esse dia de trabalho pode ser compensado com uma folga durante a semana. É uma maneira de manter a saúde mental e física do trabalhador de acordo com o que a lei diz.

Caso essa compensação não ocorra ou não seja possível de alguma forma, o empregador deve realizar o pagamento da hora em dobro, compatível com o trabalho aos domingos. O valor relacionado ao repouso semanal também deve ser pago.

Como funciona o trabalho aos domingos?

Se a sua empresa possui funcionários que trabalham aos domingos saiba que, a cada 7 semanas, deve ser concedida uma folga aos domingos. Por isso, é necessário trabalhar em sistema de revezamento, montando uma escala que fique adequada a essa regra.

No caso de quem tem um comércio e precisa abrir aos domingos, os funcionários devem ter folga no domingo a cada 3 semanas.

O que acontece se o empregador não conceder a folga semanal?

Uma das formas que a legislação tem para coibir o trabalho aos domingos de forma desnecessária, é o pagamento da hora em dobro caso não haja compensação, ou seja, o funcionário não tenha um dia de folga durante a semana. E, caso isso não aconteça, ou seja, nem o pagamento, nem a compensação, o empregado pode entrar na justiça contra a empresa.

Para não vacilar e saber quanto deve ser pago ao funcionário, quantas folgas ele tem direito ou utilizar o banco de horas, ideal é ter um sistema de controle de ponto.

Confira o nosso sistema para controle de ponto personalizável, o IKPonto REP, clique e veja o que ele pode fazer pela sua empresa.

Consequências de não ter um relógio de ponto em sua empresa

O livro de ponto ou relógio de ponto é o meio pelo qual as empresas conseguem saber os horários de entrada e saída de seus funcionários. Não ter esse controle pode afetar todo o desempenho da empresa, pois se aumenta os custos com horas trabalhadas, perde-se a produtividade pelos atrasos dos funcionários e assim por diante.

Fazer a gestão de uma empresa já é algo bastante complexo e sem um relógio de ponto esse trabalho fica ainda mais complicado. Listamos abaixo quais são os principais problemas que a sua empresa pode enfrentar simplesmente por não ter um controle de ponto. Veja abaixo quais são eles!

Atrasos dos funcionários

Infelizmente, o fato de não ter um controle das horas trabalhadas faz com que os funcionários sintam-se à vontade para atrasar sempre que quiserem. Se não tem nada que controle esses horários, então não há provas de que esse atraso ocorreu de fato. Assim, a empresa perde muito porque não consegue mais confiar na equipe. Com isso, regras mais rigorosas são criadas, o que pode prejudicar aqueles que cumprem os horários.

Além disso, a desconfiança constante pode provocar a desmotivação da equipe, principalmente de quem segue as regras. Um equipamento eletrônico para o controle de ponto resolveria todos esses transtornos.

Não saber o dia que o colaborador terá folga

Algumas empresas trabalham com o chamado banco de horas. Nesse caso, as horas trabalhadas precisam ser contabilizadas para que, quando o funcionário quiser usar as horas extras para ter uma folga isso seja possível. Sem um sistema de ponto fica impossível de saber quanto tempo o funcionário tem para compensar. Isso gera uma grande dor de cabeça e desentendimentos entre as partes, algo que pode, no futuro, parar na justiça.

Riscos de fiscalizações

Em empresas com mais de 10 funcionários é obrigatório o uso de controle de ponto, sela ele manual ou eletrônico. Se o seu estabelecimento não possui um, o risco de levar uma multa é grande, pois muitas empresas estão receber fiscalizações. E, não basta ter um relógio de ponto, ele deve estar de acordo com as normas. Por exemplo, ele deve ser certificado pelo Inmetro. Infelizmente, alguns empresários adulteram o relógio de ponto eletrônico e sendo avaliado pelo Inmetro é uma garantia a mais de que isso não vai acontecer.

A fiscalização avaliará se o seu equipamento e sistema está de acordo com o recomendado e se os limites de horas trabalhadas cumpre a legislação trabalhista.

Horas extras excessivas

Aqui temos dois grandes problemas. O primeiro deles é: como você pode comprovar que o funcionário tem as horas extras que diz ter? Vai ser a sua palavra contra a dele e, se isso for para a justiça, a responsabilidade de provar quem está certo é da empresa. Se não conseguir, o funcionário não precisa provar que trabalho aquelas horas de fato. Resumindo, a empresa acaba em grande prejuízo.

Outro problema de não ter esse controle é se o funcionário fizer, por dia ou por semana, mais horas extras que o permitido pela lei. Essa é outra situação que gera um processo trabalhista com multas altas para a sua empresa.

Como você pode ver, ter um relógio de ponto facilita e muito não só o andamento da empresa como também o trabalho de todos os colaboradores. Por isso, o melhor para resolver esse entrave o quanto antes é adquirindo o seu controle de ponto.

A Info Kings oferece uma solução completa para esta situação! Entre em contato com a gente por meio do telefone: (21) 2221-4155 ou clique na imagem abaixo:

Projeto para controle de ponto

Tratamento de Ponto Semanal: Veja os benefícios

Fazer o tratamento de ponto, controle de jornada ou gestão de ponto é uma das coisas mais trabalhosas que uma empresa precisa fazer, especialmente aquelas que possuem muitos funcionários. O pior de tudo é quando a equipe responsável deixa para fazer essa gestão no último dia do mês, no dia em que é preciso fechar um monte de relatórios entre outras demandas como pagamentos dos funcionários e outras próprias desse período do mês.

Por isso, realizar o tratamento de ponto no momento certo e da maneira certa é fundamental. Não só aumenta a produtividade da equipe como também reduz as chances de uma série de erros que podem acontecer se tudo for feito no último minuto. Saiba mais sobre o assunto!

O que é controle de jornada?

Para entender a importância de se fazer o tratamento de ponto com maior frequência, é preciso entender também o que é controle de jornada.

Esse termo se refere ao controle que a empresa precisa fazer sobre a jornada dos funcionários. Para garantir que tudo esteja de acordo com a lei (máximo de 44 horas semanais e 220 horas mensais) e assim, evitar problemas com a justiça, pagando multas e horas extras desnecessárias. Para evitar esse tipo de situação, o tratamento de ponto semanal é fundamental.

Como fazer o tratamento de ponto semanal?

Bom, o tratamento de ponto é toda análise feita na vida laboral do funcionário: faltas, férias, atrasos, horas extras e outros. Tudo precisa ser analisado. Agora imagine o tempo e a atenção necessária para fazer isso com cada um dos funcionários da sua empresa? Por isso que recomendamos que o tratamento de ponto seja feito por semana, assim, quando o relatório mensal precisar ser concluído, as informações já estarão prontas.

Vamos ver como fazer esse tratamento de ponto? Podemos começar pelo uso de um sistema automatizado que registre todas essas informações do funcionário.

Ter um sistema de ponto digital é um ganho de produtividade imenso para a equipe de contabilidade e RH. Com o sistema de ponto da InfoKings, o IKPonto, é possível ter a ficha completa do funcionário, horas trabalhadas, o cálculo delas, quantas faltas, quantos atrasos, se está no momento ou não de oferecer as férias e assim por diante. Fica muito mais fácil fazer o tratamento de ponto quando a empresa possui um equipamento como esse.

Além disso, esse tipo de tecnologia consegue gerar relatórios com diversas informações pertinentes para facilitar o dia a dia da equipe. Usar um livro de ponto ou qualquer outro recurso manual só gera atrasos e complicações.

Muitas empresas que usam o livro de ponto acabam aplicando o chamado Horário Britânico. Isso quer dizer que não se levava em consideração os minutos que os funcionários chegavam adiantados ou atrasados. O problema é que eles precisam entrar na contagem e um livro de ponto assim pode gerar multas para a empresa. Clique aqui e entenda melhor os problemas do horário britânico.

Sem dúvida alguma fazer o tratamento de ponto semanal é a melhor opção para qualquer empresa. É o que se pode chamar de “dividir para conquistar”. Você e sua equipe “quebra” o trabalho em intervalos de tempo e assim, no final do mês, basta juntar os dados que foram analisados durante as semanas e que já estão resumidos.

Terceirizar o controle de ponto também pode ser uma boa opção. É o papel da Consultoria de Ponto: Os técnicos da InfoKings se responsabiliza por todo o processo, desta forma, o profissional de Departamento Pessoal ganha tempo para se preocupar em outras atividades.

Entre em contato pelo WhatsApp e entenda melhor como funciona: (21) 96418-8881

Livro de Ponto com horário padrão: Correto ou não?

Muitas empresas, para facilitar o cálculo de horas trabalhadas dos funcionários acabam criando um Livro de Ponto com horário padrão. Estamos falando daquele livro de ponto em que os horários de entrada e saída dos funcionários são sempre os mesmos, por exemplo, entrada às 08:00 da manhã e saída às 18:00. Porém, esse tipo de marcação no Livro está errado e pode trazer sérios problemas judiciais.

Quer saber mais sobre o assunto e evitar problemas com a Justiça do Trabalho? Então, continue com a leitura e saiba como!

Qual a importância do Livro de Ponto?

Empresas com mais de 10 funcionários são obrigadas a registrar os horários de saída e de entrada e isso é feito por meio do Livro de Ponto. É esse documento que a fiscalização irá verificar quando chegar ao seu estabelecimento. Então, ele é de extrema importância para evitar problemas judiciais e multas pesadas para a sua empresa.

É também, por meio do Livro de Ponto, que o setor contábil da empresa calcula, por exemplo, as horas extras dos funcionários ou tem como comprovar e que o empregado não tem direito a elas. Portanto, esse é um documento de extrema importância.

E por que não usar um Livro de Ponto com horário padrão?

Todos os dias você chega ao trabalho pontualmente às 08 da manhã? Ou chega um dia às 08:03, no outro, às 08:07, em outro às 08:04 e assim por diante? Afinal de contas, existem diversas situações no trânsito que você não tem como controlar, especialmente se você vai de condução. Por isso, um Livro de Ponto que possui os horários iguais todos os dias, ainda que seja de um único funcionário é considerado inválido e não pode ser utilizado em um processo judicial.

Essa é uma decisão que pode ser vista por meio da Súmula 338 do Tribunal Superior do Trabalho. Por isso, para comprovar que o funcionário não tem direito a horas extras, a sua empresa terá que mostrar outro tipo de documento.

É até fácil entender o motivo. Essa foi uma forma que a justiça encontrou de resguardar os direitos dos trabalhadores. Muitas empresas acabam usando o horário padrão para evitar pagar horas extras aos funcionários. Pode ser que esse não seja o seu caso e que você só queira realmente facilitar o dia a dia da sua equipe, mas ainda assim, é proibido.

E como preencher o Livro?

Quem deve preencher o Livro de Ponto é o próprio funcionário e deve receber orientação da empresa para isso. Portanto, se o seu Livro é preenchido de forma manual, informe ao empregado para que anote a hora exata de entrada e de saída, assim como os atrasos. Caso o seu documento seja preenchido de maneira digital, isso não será necessário já que a hora exata será registrada assim que o funcionário usar o cartão, a senha ou a digital.

Para quem trabalha de maneira externa, por exemplo, funcionários de bancos que precisam fazer visitas aos clientes, não é necessário preencher. Mas isso depende do contrato de cada um. Em alguns casos, pode ser necessário registrar o horário de entrada e de saída no final do dia.

Gostaria de evitar os problemas que o Livro de ponto pode trazer? Conheça o Relógio de Ponto Eletrônico! Com ele você irá utilizar a digital do funcionário pra identificá-lo, impedindo que um colaborador bata o ponto por outro, por exemplo. Isso permite que a empresa controle de forma automática e eficiente as horas trabalhadas.

Quer mais informações sobre este equipamento? Entre em contato com os nossos especialistas pelo número (21) 2221-4155!

Trabalho Temporário: Como contratar?

Por conta dos elevados custos de ter um funcionário, muitas empresas estão sempre buscando formas de driblar a legislação e trabalhar com empregado sem registro. Porém, esse risco é muito grande, e que além de acarretar em pesadas multas, mancha a reputação da empresa frente aos clientes e fornecedores.

Não registrar o empregado pode gerar sérias dores de cabeça para a instituição. Antes da reforma trabalhista que ocorreu em 2017, a multa para quem não fizesse o registro do contrato de trabalho era de 1 salário mínimo por funcionário. Agora, a multa passou a ser de R$ 3 mil por empregado e, para micro e pequenas empresas, o valor é de R$ 800 por empregado não registrado.

As multas são realmente pesadas e, justamente por isso, é interessante que você conheça um pouco mais sobre as consequências de manter um empregado sem registro. Continue com a leitura deste conteúdo!

O que muda com a reforma trabalhista?

Além dos novos valores das multas, há também outros riscos para as empresas que não estão diretamente relacionadas aos funcionários sem registro, mas a demais problemas que são inerentes à relação empregado e empregador. Não cumprir a legislação oferece sérias consequências.

Jornada

Houve também mudanças quanto à jornada de trabalho que ainda é de, no máximo, 220 horas mensais. Porém, hoje é possível que o funcionário tenha uma carga-horária diária de até 12 horas (com as 2 horas extras já incluídas), mas é preciso continuar respeitando o limite semanal de 44 horas.

Descanso

Esse foi outro ponto que mudou na reforma. Agora, o tempo de descanso, especialmente o intervalo para o almoço, pode ser negociado. Antes, o tempo mínimo era de 1 hora, agora, esse tempo mínimo passou para 30 minutos. Ao não conceder um intervalo mínimo para o almoço, será devido uma indenização de 50% a mais da hora de trabalho.

Quais outros problemas além da multa?

Agora que já vemos alguns pontos importantes para controle de ponto do colaborador quanto ao que pode e não pode, falemos sobre as consequências de manter um empregado sem registro além da multa.

Digamos que você além de não manter o registro do funcionário, também não possui documentos que comprovem os pagamentos que foram feitos e outros importantes como o 13º salário, férias e horas extras. E, quando o funcionário entra na justiça requerendo o reconhecimento do seu tempo de trabalho, a empresa acaba tendo que pagar duas vezes.

O funcionário sente-se livre para pedir não só os valores que não foram pagos como também os que já foram. E já que a empresa não tem como comprovar, acaba pagando de novo.

A empresa também pode ser obrigada a pagar o seguro-desemprego já que o funcionário teria direito a esse valor caso tivesse registro na carteira de trabalho. Outro pagamento é quanto à contribuição previdenciária. Essas pessoas não têm como pedir o benefício no INSS já que não possuem registro na carteira de trabalho. Assim, a empresa também ficará responsável por pagar esses valores.

Além de todos esses problemas, ainda há aqueles que poderão ser acordados em convenção coletiva. Por não cumprir o que está no acordo, como o aumento de acordo com a categoria e tentar se eximir das responsabilidades por não ter funcionário registrado, a empresa também será penalizada.

Evite agora mesmo riscos trabalhistas, mantenha o registro dos seus funcionários e tenha todos os outros registros documentados:

O Software IKPonto REP aliado ao Relógio de Ponto Inner REP Plus, irá lhe ajudar nestas atividades. Entre em contato com a Info Kings e entenda melhor como funciona um controle de ponto automatizado evitando futuros problemas com a justiça do trabalho.

Conheça os maiores pontos de Fiscalização Ministério do Trabalho

A Fiscalização do Ministério do Trabalho é o órgão responsável por regularizar a relação de trabalho. Entre os pontos analisados pelos seus fiscais está a quantidade de horas trabalhadas pelos funcionários. Controlar as fraudes que muitas empresas tentam aplicar é um dos principais problemas enfrentados e as consequências disso são bem graves, com valores de multa altíssimos.

Mesmo com as recentes mudanças nas leis trabalhistas, a exigência de cumprir, rigorosamente, as horas trabalhadas não mudou. Toda empresa que possui mais de 10 funcionários é obrigada a manter os registros dos funcionários devidamente atualizados.

Para ter uma noção melhor dos sérios problemas em que a sua empresa pode se envolver caso não cumpra as horas acordadas com o funcionário, listamos abaixo as principais penalidades. Continue lendo!

Relógio de Ponto irregular

Não é qualquer tipo de relógio de ponto eletrônico que a empresa pode instalar. Ele deve ser aprovado pelo INMETRO e ter uma série de especificações. O relógio de ponto precisa estar disponível no ambiente de trabalho, não pode ser adulterável e deve haver a possibilidade de extrair de forma eletrônica, como uma espécie de extrato, os dados ali contidos. Se o seu relógio de ponto não segue essas especificações, a Fiscalização do Ministério do Trabalho pode penalizar a sua empresa.

Tempo de jornada em excesso

De acordo com a legislação trabalhista, a jornada máxima de trabalho é de 12 horas por dia (que é o caso das pessoas que trabalham em regime de plantão, dando 12 horas por dia de trabalho e descansando por 36), 44 semanais e 220 mensais. Também pode haver turnos ininterruptos de 6 horas.

Caso seja necessário fazer hora extra, o máximo permitido é de 2 horas por dia, além disso, está fora do que está na lei e a empresa pode sim ser penalizada. Essas 2 horas extras já estão dentro desse limite máximo de 12 horas.

Para cada hora extra trabalhada, a empresa deve pagar ao empregado 50% a mais do valor da hora normal. Caso ela trabalhe com base em um banco de horas, as folgas acumuladas devem ser aproveitadas dentro do período de 1 ano.

Não manter o registro de ponto

Não manter um registro de ponto na empresa com mais de 10 funcionários é uma infração muito grave. Nesse registro, devem estar os horários de entrada e saídas do colaborador, todos os intervalos como almoço, pausa para o lanche e também todas as horas extras trabalhadas.

Possui funcionários que trabalham em casa? Não tem problema, eles também podem ser monitorados por meio de um serviço de GPS, entre em contato conosco para entender melhor. Assim, você consegue saber quantas horas ele trabalhou em um determinado período.

Fraudes

A Fiscalização do Ministério do Trabalho é especialista em identificar fraudes. Tentar burlar um relógio de ponto é um erro grave. O fiscal emitirá o extrato do relógio de ponto para fazer a conferência das horas trabalhadas de cada funcionário. Se ele suspeitar de um funcionário que bateu o ponto no lugar do outro ou que as horas extras trabalhadas por cada funcionário não bate com o valor total, ele pode desconfiar de fraudes no registro de ponto.

O melhor a fazer é manter-se sempre dentro da lei. Temos casos de empresas que estavam irregulares e nem sabiam. Nesse momento o ideal é entrar em contato com especialistas no mercado de trabalho.

A Info Kings oferece o serviço de consultoria de ponto, onde realiza os apontamentos, cálculos e fechamentos das folhas de ponto dentro das normas e fiscalizações do MTE.

Se a sua empresa está localizada no Rio de Janeiro entre em contato conosco para mais informações: (21) 2221-4155

Tolerância de atraso no trabalho, como fazer?

Vez ou outra, o funcionário pode chegar atrasado na empresa por diversos motivos: acidentes de trânsito que deixa o tráfego mais lento, carro quebrado, problemas de saúde, levar os filhos na escola, enfim, muitos podem ser os motivos. A questão é: o empregador pode aplicar uma penalidade por atraso no trabalho em qualquer caso?

É muito importante que os empregadores tenham pleno conhecimento sobre esse assunto. Afinal de contas, uma penalidade excessiva como a demissão pode levar a um processo judicial. Para evitar esse tipo de problema, vamos agora explicar um pouco mais sobre esse assunto.

Há tolerância de atraso no trabalho?

Sim, afinal de contas, imprevistos podem acontecer com qualquer pessoa e, portanto, a legislação assegurou que todos os trabalhadores tenham um limite de atraso no trabalho.

De acordo com o artigo 58 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), § 1º, há um limite de 5 minutos para mais ou para menos e de 10 minutos diários. Vamos explicar melhor.

Digamos que o horário para o funcionário chegar seja às 08:00, mas ele atrasou e chegou às 08:07. Caso não haja mais atrasos durante o dia, ele não poderá ser penalizado ou ter qualquer valor descontado na remuneração. Por mais que ele tenha ultrapassado os 5 minutos do horário da chegada, não ultrapassou os 10 minutos diários de tolerância. Esses limites que a lei estabelece não podem ser usados nem como jornada extraordinária nem para descontos na folha. Lembrando que é importante que ocorra a marcação de ponto, pois o registro servirá como prova para a empresa caso o funcionário alegar que fez hora extra e não recebeu.

O limite de 10 minutos por dia podem ocorrer diariamente?

Infelizmente sim. Não há embasamento legal que impeça o funcionário de agir dessa forma, porém, um dos requisitos que a empresa podem impor é a pontualidade.

É claro que muitos funcionários podem se aproveitar desse limite para atrasar 10 minutos todos os dias. Se pensarmos em uma empresa com 10 funcionários atrasando de segunda a sexta 10 minutos por dia, ao final de um mês seriam 200 minutos e em 1 ano seriam 2.400 ou 40 horas sem a empresa gerando uma produtividade máxima. É o mesmo que passar uma semana inteira sem funcionar.

Porém, a empresa pode deixar claro, desde o momento da contratação, que esse tipo de comportamento não é tolerável e que é importante seguir os horários corretamente.

Uma outra solução, seria utilizar os relatórios que um sistema de ponto possa gerar, desta forma irá conseguir visualizar todas as irregularidades.

O empregado pode ser mandado de volta para a residência em caso de atraso?

Em algumas situações, o empregador pode querer aplicar uma punição ao funcionário que se atrase por 15 minutos ou mais para retornar ao trabalho. Nesse caso, muitos o mandam de volta para casa e o funcionário acabaria tendo as horas não trabalhadas descontadas em folha. Porém, pela lei, isso não é permitido.

Em situações como essa, o trabalhador pode processar a empresa, que será obrigada a pagar as horas não trabalhadas e ainda danos morais.

Para evitar esse tipo de situação e ter todos os horários de entrada e saída dos empregados devidamente registrados e organizados a melhor opção é utilizar a tecnologia. A InfoKings possui um software de ponto, o IKPonto REP que é ideal para controlar este tipo de situação.

Quer saber um pouco mais sobre o nosso produto e como ele pode ajudar a sua empresa? Então, entre em contato conosco!

Projeto para controle de ponto

Impactos do eSocial para o controle dos funcionários

Os impactos do eSocial na sua empresa são vários. Ele começou a ser utilizado pelo governo e pelas empresas em 2018 e, ao que parece, veio para ficar. Portanto, a melhor forma de não prejudicar o seu negócio é se adaptando o mais rápido possível. Mas, ao contrário do que muitos podem pensar, o eSocial oferece muitos pontos positivos.

Esse sistema veio com o objetivo de facilitar a vida de diversos empresários e também da fiscalização do governo. Os empregadores devem enviar os dados dos seus funcionários por meio do eSocial. Com isso, os impactos na folha de pagamento podem ser grandes. Tudo o que estiver relacionado ao seu empregado, desde o momento da admissão até o dia da demissão, deve ficar registrado nesse sistema.

Vamos agora esclarecer alguns pontos importantes sobre esse assunto e listar informações essenciais para qualquer empresário.

O que é eSocial?

É bem possível que você já tenha ouvido falar sobre o assunto, mas sabe realmente do que se trata? Esse projeto do Governo Federal faz parte de um sistema chamado SPED. Por meio dele, o empregador deve passar todas as informações de pagamento e previdência dos funcionários. Foi uma forma que o governo encontrou de integrar, em um só lugar, todas as informações sobre os empregados.

Quais mudanças o eSocial gera na empresa?

As mudanças são muitas e é preciso ficar atento a elas. Por exemplo, agora a fiscalização dessas informações será feita de forma eletrônica, assim como as documentações. Por meio do eSocial, diversas obrigações serão substituídas:

• DIRF;

• PPP, CAT, MANAD;

• GFIP;

• RAIS;

• CAGED e outras.

As grandes empresas já começaram a enviar os dados para o eSocial desde janeiro 2018. Outras empresas começaram a ter essa obrigatoriedade em junho de 2018 e, provavelmente, estão com muitas dúvidas.

Veja agora como esse sistema afetará a sua empresa:

Aumenta a quantidade de informações que precisam ser controladas

Agora, as empresas deverão enviar uma quantidade muito maior de informações. Isso significa que o controle, a manutenção e a atualização dos dados dos funcionários serão maiores. Quer exemplos? Informações de Segurança e Medicina do Trabalho, os exames médicos dos funcionários e também os processos judiciais envolvendo a vara do trabalho devem ser enviados.

Maior necessidade de comunicação entre os departamentos

Todas as informações sobre os trabalhadores devem ser transmitidas pelo eSocial. Além daquelas inseridas no final de mês, com a folha de pagamento, outras também devem ser cadastradas como no caso dos acidentes de trabalho. No momento de contratar um funcionário, essa comunicação também deve ser passada.

Assim, ao iniciar o trabalho, já no primeiro dia, o setor de gestão de pessoas deverá repassar todos os dados para outros setores ou ainda receber. A comunicação do departamento pessoal com o financeiro e contábil será cada vez mais frequente.

Assinatura de certificado digital

Para que o eSocial possa funcionar corretamente na sua empresa, será necessário assinar e validar uma certificação digital. Assim, se por acaso você for MEI e tem um empregado, precisa providenciar o quanto antes esse documento para conseguir acesso ao sistema e ficar em dia com a fiscalização do trabalho.

É essencial se preparar para os impactos do eSocial na sua empresa. Isso pode ser feito por meio de treinamentos para a equipe, leitura constante de materiais de sites confiáveis, revisão e alinhamento de processos, configurações dos sistemas de computação, entre outros.

O mais indicado é solicitar auxílio de empresas especializadas. Nós da InfoKings oferecemos um serviço de consultoria que pode lhe auxiliar em todo este processo. Entre em contato agora mesmo!

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Diferenças entre Ponto Cartográfico e Ponto Eletrônico

Ter um controle de ponto na sua empresa é essencial para organizar a folha de pagamentos, aumentar a segurança, facilitar o trabalho do RH, entre outros motivos. Não importa se você tem mais ou menos de 10 funcionários, usar algum tipo de controle é importante. Mas, qual tipo de controle de ponto escolher? Existem dois principais: o ponto cartográfico e o ponto eletrônico.

Você, logicamente, quer fazer uma escolha que possa se adaptar melhor às necessidades da sua empresa. E, para que assim seja, primeiro é necessário conhecer bem as opções que existem no mercado.

Para ajudá-lo a tomar a melhor decisão, explicamos abaixo como funcionam os pontos citados acima.

O que é o ponto eletrônico e como ele funciona?

O relógio de ponto eletrônico é uma forma muito mais prática de arquivar e guardar de maneira segura todos os horários de entrada e saída dos seus funcionários. Você pode cadastrar cada um deles no sistema e assim, apenas com uso de um leitor biométrico, a passagem fica liberada. Além da digital, também é possível utilizar um cartão magnético.

Todos os dados, dentro de um determinado período, são armazenados em um software. Esse programa passará todas as informações necessárias não só ao RH, mas também ao fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego.

O que é o ponto cartográfico e como ele funciona?

O relógio de ponto cartográfico é um tipo mais manual, no qual é necessário ter um funcionário para receber e separar os cartões dos funcionários. No ponto cartográfico isso é necessário para evitar que um empregado use o cartão do outro e crie uma grande confusão com questões de hora extra e problemas com inadimplência.

Nesse tipo de ponto, é o próprio funcionário que determina qual é o horário no qual está laborando naquele momento. Por exemplo, digamos que ele acabou de chegar às 8 da manhã para iniciar a jornada, então deve escolher o período da manhã para marcar o ponto. O período da tarde corresponde àquele após o almoço, normalmente das 14 às 18 horas. Também é possível determinar as horas extras, confirmando no ponto a entrada e a saída.

Um dos motivos pelos quais muitas empresas escolhem esse tipo de ponto em vez do ponto eletrônico é pela questão do preço, que costuma ser mais baixo. Porém, é preciso pensar no custo benefício, pois será necessário manter um outro funcionário apenas para organizar os cartões de ponto. Apesar de ser uma escolha excelente para uma empresa com poucos funcionários.

Qual é a melhor opção para o meu negócio?

A quantidade de funcionários que a sua empresa possui é o fator mais importante na hora de escolher entre o ponto cartográfico e o ponto eletrônico. Se você tem mais de 10 funcionários, o ponto eletrônico é o mais indicado, evitando problemas de cálculos de horas extras. No caso do ponto cartográfico, o gestor precisa contar as horas trabalhadas de cada cartão, ou seja, de cada funcionário, um por um.

Assim, não existe uma opção melhor do que a outra, mas sim, uma que se adapta melhor às necessidades da sua empresa. A Info Kings oferece as duas soluções e podemos ajudá-lo a escolher qual o mais indicado para o seu empreendimento.

Clique aqui e veja mais informações sobre o ponto eletrônico e cartográfico.

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