Aviso previo

Principais regras para a concessão de aviso prévio

Ser demitido ou fazer um pedido de demissão é algo bastante comum no dia a dia das empresas. E, quando qualquer dessas situações acontecem, é preciso cumprir o chamado aviso prévio. Esse direito é garantido tanto para a empresa quanto para o funcionário.

Por exemplo, quando a empresa demite o empregado, ele precisa ter tempo para procurar um novo emprego e quando o funcionário pede demissão, a empresa precisa ter tempo para contratar um novo empregado. É basicamente para isso que serve o aviso prévio. É um tipo de comunicação antecipada que tanto o funcionário quanto a empresa deve fazer.

Mas quando dar aviso prévio? Quais são as condições? Em quais situações a empresa pode informar o aviso prévio? Descubra agora a resposta para essas e outras dúvidas sobre o assunto!

7 regras para conceder o aviso prévio

1. Comunicado

A quantidade mínima de dias para comunicar ao funcionário o aviso prévio sem justa causa depende da frequência com a qual é feita o pagamento. Se a empresa paga o funcionário por semana ou em menos tempo, então o comunicado deve ser feito com antecedência mínima de 8 dias. Mas, se o pagamento for feito a cada 15 dias ou mensalmente, o aviso deve ser feito com, pelo menos, 30 dias de antecedência.

Aqui, a empresa deve oferecer ao empregado, pelo menos, 2 horas por dia a menos de trabalho. Por exemplo, se ele trabalha 8 horas diárias, passará a trabalhar 6 sem prejuízo no salário. O empregado por optar por 2 horas por dia ou 7 dias corridos. Esse tempo é oferecido tendo a ideia de que será necessário para o funcionário procurar outro emprego.

2. Modalidades

O funcionário e a empresa podem escolher o aviso prévio trabalho ou não. Se for escolhido que não será trabalhado, o valor do aviso será pago juntamente com as outras verbas rescisórias presentes no contrato de trabalho e as asseguradas por lei. Já na modalidade de aviso trabalhado, o valor do aviso virá como saldo do salário.

Algumas empresas podem ter dificuldade em calcular o valor do aviso prévio para aqueles funcionários que recebem de forma variada. Nesse caso, a empresa deverá fazer um cálculo em cima da média paga ao empregado dentro de um período de 12 meses. Lembrando que o valor das horas extras devem integrar esse cálculo.

3. Início da contagem

O prazo do aviso prévio deve ser contado a partir do dia seguinte em que houve a comunicação. Por exemplo, você comunicou ao funcionário no dia 15/10, então a contagem do prazo começa no dia 16/10.

4. Proporcionalidade

Além de seguir a regra sobre a forma de pagamento, é preciso seguir também o tempo de trabalho que o funcionário tem na empresa. Por exemplo, se ele tem 5 anos de serviço, então o aviso deve ser dado com 45 dias de antecedência.

5. Reconsideração

Tanto a empresa quanto o empregado podem se arrepender de dar o aviso prévio. Bom, se a reconsideração por aceita por ambos, os serviços podem continuar normalmente, como se o aviso não tivesse acontecido.

6. Gravidez no curso do aviso prévio

E se a mulher engravidar enquanto estiver de aviso prévio? Não importa se o aviso foi indenizado ou trabalhado, a lei garante à empregada gestante a estabilidade provisória prevista no artigo 10 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Essa mesma regra se aplica ao adotante e também à pessoa que tenha recebido guarda provisória de um menor.

7. Rescisão por motivo de acordo

Tanto o empregado quanto o empregador podem entrar em comum acordo quanto à rescisão do contrato. Nesse caso, de acordo com a reforma trabalhista, o aviso prévio indenizado será pago em 50%, ou seja, pela metade do valor total.

Há também outras regras presentes na CLT como prazo para quitação das verbas rescisórias, sobre o cumprimento parcial e anotação da data de saída na CTPS. Por isso é bom ficar bem atento a todas elas antes de fazer o comunicado.

Algo que pode ajudar consideravelmente a sua empresa, especialmente se possui muitos funcionários, é o nosso Sistema IKPonto, no qual você pode colocar uma notificação nos casos de aviso prévio e se organizar melhor.

Entre em contato conosco e descubra como ele pode ajudar a sua empresa de diversas formas!

Contabilidade para restaurantes

3 dicas de contabilidade para restaurantes

Fazer a contabilidade para restaurantes parece complicado para você? Pois saiba que há muitos pontos positivos em aprender, ao menos um pouco, sobre esse assunto. Com esse conhecimento, você conseguirá fazer uma gestão financeira melhor do seu empreendimento, controlando melhor os gastos e investimentos, por exemplo.

Uma forma de melhorar essa resistência aos números e siglas da contabilidade é encarando esse conhecimento como fundamental para ter mais lucros e fazer o seu restaurante ser um verdadeiro sucesso. Além disso, saber mais sobre o assunto pode significar pagar uma menor carga tributária.

Agora que você já sabe das vantagens em fazer a contabilidade para o seu empreendimento, que tal aprender conosco algumas dicas e começar a botar a mão na massa? Confira o post!

Contabilidade para restaurantes: como fazer?

1. Calcule os custos de alimento e mão de obra

A forma de fazer esse cálculo vai depender do seu tipo de restaurante. Por exemplo, o tipo à la carte costuma gastar mais com comida do que um local com pratos prontos no cardápio ou a quilo. Anote tudo o que comprar dos fornecedores, tudo o que vende e quanto há de desperdício.

Quanto à mão de obra, também vai depender do regime de contratação. Há restaurantes que pagam por hora, outros que pagam por dia de trabalho, dentre outras formas. Você só saberá quanto gasta com a folha de pagamento se tiver tudo isso documentado. Normalmente, o custo com funcionários e outros encargos representa 25% de todo o gasto semanal com essa área.

2. Fique atento aos custos básicos

Você quer que o seu restaurante cresça e dê muitos lucros, não é? Então, o ideal é que o custo com mão de obra e alimento fique em torno de 60 a 65%. Os gastos com esses dois itens é uma linha bastante tênue, e por isso precisa de muito controle para mantê-los dentro dessa margem.

O custo com comida e mão de obra deve estar sempre em equilíbrio: se um estiver muito elevado, o outro precisa estar num percentual mais baixo.

3. Tenha um livro caixa

Anote tudo! Esse é o grande segredo de uma contabilidade exemplar e boa gestão financeira. Ter um livro-caixa é essencial para qualquer estabelecimento. Afinal de contas, é nele que você colocará todas as entradas e saídas do seu negócio.

Tenha todo o gasto com fornecedores, serviços de entrega, pagamentos de contas e todas as outras entradas diárias devidamente registrado. Monitore o livro semana e mensalmente para observar se os percentuais estão dentro do desejado. Não despreze nenhum tipo de gasto, nem mesmo os menores, que parecem sem importância.

Devo contratar um escritório de contabilidade?

Se você pode pagar por um profissional, então essa é a melhor opção. Assim, você pode direcionar tempo e esforço em tarefas mais empreendedoras e focar, integralmente, no crescimento do seu negócio. Mas como escolher?

Busque por referências! Perguntar a amigos que já contratam esses serviços é a melhor opção. É importante também que seja alguém da m cidade já que os tributos e legislações mudam de um lugar para o outro.

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