Gestão de água em condomínios: quais as melhores práticas?

A água é o recurso natural mais importante para a vida no planeta Terra. Seja para consumo próprio ou para gerar energia elétrica, ela tem papel fundamental em nossa sociedade. Devido à abundância de sua existência em nosso país, a maioria das pessoas não a utiliza como deveria. Porém, acontecimentos passados mostram que é preciso utilizá-la com sabedoria.

A conta de água é, em muitos casos, uma vilã na gestão administrativa de um condomínio, já que possui um alto e constante valor. O post de hoje aborda 5 importantes práticas para aprimorar sua gestão de água em condomínios. Vamos lá?

Implante a medição individualizada

Um condomínio possui diversos tipos de moradores. Alguns apartamentos possuem famílias com 5 ou 6 pessoas, enquanto outros são habitados por apenas um morador que fica a maior parte do tempo fora de casa. No caso dessa amostra, é notório que o consumo de água de um será completamente diferente do outro, pois enquanto a família de 5 pessoas consumirá um volume expressivo de água, a pessoa que mora sozinha provavelmente terá um consumo bastante inferior.

Quando não há um sistema de medição individualizada, ambos os moradores pagam um mesmo valor pela conta de água, o que não é justo. Utilizar hidrômetros que fazem a medição individualizada é a resposta para tal problema.

Esse sistema mede o consumo individual de uma unidade habitacional. Desta forma, cada um paga apenas o que consumir. Outro fator positivo é a diminuição do consumo: já que quem consumir mais pagará mais por isso, os moradores de maior consumo ficarão cientes disto e, com o objetivo de pagarem contas mais baratas, reduzirão o consumo.

Use novas tecnologias

Novas descobertas no mundo tecnológico ocorrem a todo momento em nossa sociedade, e as tecnologias relacionadas ao consumo de água não ficam de fora desse desenvolvimento. Esteja atento ao lançamento dessas novas ferramentas e equipe seu condomínio com o que há de mais moderno no mercado, já que estes aparelhos costumam reduzir o consumo de água e aumentar a eficiência do serviço prestado.

Aproveite a água da chuva

Infelizmente, a maioria dos condomínios descarta a água da chuva sem fazer uso de seus benefícios. Tal recurso pode ser usado para limpar garagens e outras áreas comuns, regar jardins e até mesmo lavar carros.

Procure por profissionais especializados no mercado de trabalho que possam assessorá-lo na execução de um projeto de instalações que atenda tal demanda. Essa medida pode ter um alto custo, porém, com o passar dos anos, a redução do consumo será compensatória!

Realize manutenções preventivas e aprimore sua gestão de água

O vazamento de água é uma situação corriqueira no dia a dia de um condomínio. Esse problema acaba gerando atritos entre vizinhos e pode ser evitado com uma medida bem simples: realizar inspeções periódicas nas instalações hidráulicas do condomínio. Desta maneira, é possível localizar e identificar os pontos que precisam de reparos, ajustes ou de troca de peças.

Outra forma de solucionar esse problema é fomentar nos condôminos a troca de torneiras e chuveiros à medida que esses produtos começarem a vazar.

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Aplicar uma gestão de água eficiente em um condomínio reduz gastos, diminui os conflitos entre moradores e mostra a importância do consumo consciente de água. Prossiga com a leitura desse outro texto e veja 5 dicas de economia para condomínios!

 

Conheça os principais termos na administração de condomínios

A administração de condomínios é função nada simples destinada aos síndicos, que são responsáveis pela organização e gerência do espaço comum aos condôminos. Gerir contas, investir em melhorias, estabelecer normas e promover reuniões para tratar de assuntos relevantes são algumas das tarefas mais importantes do síndico.

Mas, para executar o cargo de síndico, além da aptidão e habilidade para a boa administração, é necessário conhecer os termos técnicos recorrentes e fundamentais no cotidiano de um condomínio. Confira a seguir!

Regulamento interno

O regulamento interno é o conjunto de normas relativas ao uso e gozo do espaço comum e são estabelecidas normalmente com a participação dos condôminos, de acordo com as características particulares de cada condomínio. O regimento é a “Constituição”, ou seja, a lei maior vigente naquele determinado território e dever ser observada pelos proprietários comuns para garantir a ordem e mútuo respeito.

Para elaborar o regimento interno de um condomínio é recomendável o acompanhamento de um advogado imobiliário, a fim de evitar ambiguidade nas normas e conservar as formalidades do documento, não deixando passar detalhes essenciais. Afinal, proibições e limitações só serão válidas quando previstas no regimento.

Conselhos do condomínio 

Os conselhos de condomínio supervisionam e auxiliam a função do síndico. Em geral, existem dois tipos de conselho: fiscal e consultivo. Aos conselhos fiscais cabe analisar as contas e contratos do condomínio, fiscalizar a administração de recursos, monitorar a tomada de decisões, etc. Já os conselhos consultivos auxiliam o síndico, por exemplo, a definir prioridades, planejar ações e promover discussões sobre temas importantes.

A atuação dos conselhos é essencial para que o síndico não assuma um poder isolado, mas, principalmente, possa delegar alguma de suas inúmeras funções e atender com mais facilidade as necessidades do condomínio. Os conselhos normalmente são formados pelos próprios condôminos.

Assembleia geral 

A assembleia geral é a maneira mais democrática de discutir e tomar decisões relativas ao condomínio. As reuniões são promovidas para que os moradores possam participar da solução de temas relevantes, como segurança, por exemplo.

É o espaço para que todos possam ouvir e ser ouvidos, para que as medidas representem a vontade de todos e não sejam decididas exclusivamente pelo síndico.

Ata de reunião

A ata de reunião é a descrição escrita de tudo que foi discutido e decidido na reunião dos condôminos ou assembleia geral. É um documento, normalmente escrito a mão, mas que não deve ter rasuras e precisa ser assinado por todos que participaram da reunião para que tenha validade.

Quórum

Toda reunião ou assembleia tem um quórum necessário à sua realização, para que represente o todo. Isto é, para que a reunião aconteça e as decisões possam ser tomadas, é preciso que esteja presente um número mínimo de pessoas (membros/moradores) que representem o condomínio.

Podemos perceber que o conhecimento, aliado à responsabilidade e organização, é fundamental para o síndico exercer sua atividade com eficiência. Afinal, não há prática sem teoria. E também não há um bom profissional sem conhecimentos específicos.

Agora que você já conhece os principais termos técnicos referentes à administração de condomínios, que tal aprender um pouco mais? Acesse nosso post e veja como economizar na reforma do prédio. Boa leitura!

4 mandamentos de uma boa segurança para condomínios

Infelizmente, a violência ainda é crescente no Brasil, em especial nos grandes centros urbanos. Nesse cenário, os condomínios se transformaram em um dos alvos prediletos dos criminosos. Afinal, com uma simples invasão é possível multiplicar os resultados de um assalto.

Para evitar esse tipo de atividade violenta, a segurança em condomínios deixou de ser uma mera precaução para se tornar uma necessidade. A boa notícia é que a tecnologia vem promovendo significativas mudanças, trazendo uma segurança efetiva para muitos moradores.

Dispositivos digitais, contudo, não são o único investimento a ser feito. Confira alguns dos principais mandamentos que fazem a boa segurança para condomínios!

1. Tenha um bom controle de acessos

O controle de acessos serve não apenas para identificar quem entrou e saiu do prédio, mas também permite que somente pessoas autorizadas tenham acesso ao condomínio, sem que haja o risco de falhas humanas.

Muitos condomínios vêm adotando o sistema de crachás com a tecnologia RFID, que facilitam não somente o acesso automático por meio de cancelas, por exemplo, como armazenam dados que permitem o rastreamento e o monitoramento da entrada e saída.

Recentemente, o uso da biometria também se tornou uma tendência nos condomínios, já que a identificação e o acesso por meio das impressões digitais são intransferíveis e, portanto, muito mais seguro. Como os crachás podem cair em mãos erradas, a biometria vem-se demonstrando um investimento muito mais certo e com retorno efetivo para os condomínios.

A tecnologia de segurança para condomínios vem avançando tanto que já é possível até adquirir um sistema de portaria remota, com o controle de acessos feito de forma totalmente automatizada e a distância, sem que haja a necessidade de um porteiro 24 horas exclusivo.

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2. Invista em um sistema de monitoramento

Além do controle de acessos, é fundamental monitorar o sistema. O uso de câmeras de vigilância é uma das formas mais efetivas de realizar essa atividade, já que a vigilância é feita 24 horas por uma central de controle.

As câmeras devem sempre estar instaladas em áreas consideradas vulneráveis, como muros, portões de entrada e regiões afastadas e com pouca circulação de pessoas.

Hoje, com a tecnologia, os sistemas de câmera podem ser acessados de qualquer lugar por meio até do celular. Isso significa, por exemplo, que pessoas responsáveis, como o síndico, podem ter acesso a esse monitoramento e auxiliar na identificação de problemas e falhas.

3. Conte com barreiras físicas

As barreiras físicas são outro aspecto fundamental da segurança. Afinal, elas servem para coibir as invasões e atos violentos propriamente ditos. As cercas elétricas, mesmo nos dias de hoje, ainda são uma ótima solução para evitar que o condomínio seja invadido por criminosos. Outra medida importante é a blindagem da guarita, evitando que funcionários coloquem em risco suas vidas pelo condomínio em uma ação criminosa.

4. Aposte nas boas práticas

Por fim, é sempre bom contar com o treinamento dos funcionários do condomínio, para evitar invasões e pânico em situações de violência. O elemento humano costuma ser o mais falho e vulnerável. Por isso, é fundamental que porteiros, síndicos e até os próprios moradores saibam o que fazer em situações de insegurança.

Além disso, é importante que se conscientizem de que são parte da segurança comum. Logo, aceitar determinadas práticas que fazem parte do bem de todos é fundamental!

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Agora que você já sabe sobre como ter uma boa segurança em condomínios, que tal aprender mais sobre controle de acesso e tecnologias que podem fazer a diferença? Acesse o link e boa leitura!

Hidrômetros individuais trazem benefícios ao condomínio?

Controlar a conta de água sempre foi uma parte importante de qualquer economia doméstica. Evitar desperdício é bom para o meio ambiente, assim como para o orçamento familiar. Porém, quando se fala em condomínios, esse sempre foi um ponto delicado, pois o hidrômetro, aparelho que mede a quantidade de água consumida, considera todo o edifício como uma coisa só.  

Para evitar problemas decorrentes disso, muito locais passaram a adotar hidrômetros individuais para cada apartamento. Essa nova prática tem trazido muito benefícios para todos os condomínios.  

Para mostrar isso, trouxemos quatro exemplos de vantagens que essa instalação pode oferecer. Acompanhe:

1. Estar dentro da lei

Em julho de 2016, foi aprovada uma lei determinando que todos os condomínios novos devem possuir hidrômetros individuais para cada apartamento. A proposta fez uma alteração na Lei 11.445, de 2007, que fala sobre o saneamento básico.  

Com ela, todos os condomínios construídos a partir de então devem atender as novas leis de saneamento, incluindo a medição individual do consumo de água por residência. A regulamentação só se torna absoluta 5 anos após sua publicação e não afeta condomínios já construídos, já que nem sempre é possível instalar um novo sistema de medição.

2. Evitar conflitos entre os moradores

Um dos principais problemas resolvidos pela aplicação dos hidrômetros individuais é o conflito entre moradores. No modelo compartilhado, a conta de água do condomínio inteiro é dividida entre todos os condôminos, o que significa que, mesmo com um consumo baixo de água, ainda é possível obter uma conta muito alta se outro vizinho consome bastante.

De forma geral, é considerado mais justo que cada um pague apenas pelo que consome. Além disso, não haverá problemas envolvendo excessos na conta de água nem acusações durante as reuniões de moradores.

3. Redução do consumo de água

Como os hidrômetros individuais fazem com que a conta passe totalmente para quem consome, isso também é um estímulo para reduzir o custo. A maioria das pessoas que consome água a mais no condomínio não está agindo de má-fé. Apenas não se dá conta do tamanho do custo que está gerando para seus vizinhos.  

Em outras palavras, elas passarão a notar o que realmente consomem e vão se policiar para que o gasto de água não seja tão alto. Isso reduz o consumo total de forma geral da mesma forma que reduz o custo financeiro.

4. Problemas nos hidrômetros individuais não se espalham

Uma questão importante é que um hidrômetro com problema em um condomínio significa estresse para todos os moradores. Ele pode medir um volume muito acima do real, aumentando o custo, assim como pode estar adulterado, levando a uma multa para todos os condôminos.  

Com apenas um hidrômetro por moradia, não haverá uma suspeita generalizada e a medição irregular pode ser mais facilmente detectada.  

Agora que você entende os benefícios dos hidrômetros individuais, além de sua obrigatoriedade, é uma boa hora para pensar em instalá-los em seu condomínio. Se quer saber como evitar muitos gastos nesse processo, veja nosso outro artigo sobre como economizar na sua reforma.

 

Saiba como reduzir gastos do seu condomínio!

Luzes acesas sem necessidade, vazamentos, excesso de funcionários, consumo exagerado de água e má administração das áreas comuns. Estes são apenas alguns dos fatores que acabam encarecendo o condomínio e pesam bastante no bolso dos moradores.

Para reduzir gastos do condomínio e também o desperdício é preciso da colaboração de todos, incluindo moradores, síndico e a administradora do condomínio. Para implementar um programa de redução de gastos são necessárias ações simples, porém que exigem o trabalho em equipe e a união.

Revisões constantes, manutenção de equipamentos e escolha de determinados dispositivos podem ajudar na economia como um todo. A seguir, confira as nossas dicas para reduzir gastos do condomínio!

Identifique os gastos

Antes de montar um plano de ação visando economizar, é importante ter um orçamento e identificar quais são os principais gastos do condomínio. Para não sair fazendo cortes e criando desavenças entre os condôminos, o ideal é ir agindo por partes, cuidando primeiramente dos gastos mais significativos.

Assim, se o gasto mais alto é a conta de luz, por exemplo, será necessário investir em sensores de presença visando minimizar esse gasto. Já se as despesas mais altas decorrem dos colaboradores, é preciso avaliar a eficiência e a quantidade de colaboradores necessária para que o condomínio funcione.

Verifique se há vazamentos

Altos gastos com água podem refletir em vazamentos. Caso esse seja um gasto excessivo do condomínio, o ideal é checar toda a encanação para verificar qualquer tipo de problema.

Aposte na iluminação inteligente

Os gastos desnecessários com energia elétrica podem consumir boa parte do orçamento. Por isso, algumas medidas devem ser realizadas visando a economia. Instalar sensores de presença em garagens e áreas comuns pode evitar que luzes acesas sejam esquecidas.

Optar por modelos mais econômicos de lâmpadas também é uma ação que traz resultados para as contas do condomínio. Além disso, é importante conscientizar os moradores para que eles não deixem luzes acesas ou aparelhos ligados sem que haja necessidade.

Otimize as funções dos colaboradores

A folha de pagamento dos funcionários representa um dos maiores gastos do condomínio, consumindo cerca de 65% do orçamento. Por isso, é necessário otimizar as funções dos colaboradores, evitando ao máximo o pagamento de horas extras e nomeando um responsável para fiscalizar e zelar pela eficiência dos funcionários.

Faça a correta manutenção de equipamentos

Elevadores, portões eletrônicos, câmeras de segurança, interfones. Esses são apenas alguns dos equipamentos que necessitam de manutenção constante, caso contrário, podem trazer gastos excessivos. Para manter o controle em dia, o ideal é que o síndico conte com uma planilha registrando a data da manutenção e um cadastro de todas as empresas responsáveis pelos equipamentos.

Economize em insumos

Materiais de limpeza, lâmpadas, itens de jardinagem, tintas e outros insumos também podem consumir uma parcela do orçamento ou gerar gastos que podem ser reduzidos. Comprar itens de limpeza por atacado, por exemplo, pode ser uma medida de economia. Evitar comprar mais insumos do que o necessário também pode aliviar as contas. Tenha uma lista de todos os materiais que devem ser comprados todo mês. Isso evita que se compre em excesso.

Essas dicas foram úteis para você? Quais as medidas tomadas para economizar no seu condomínio? Deixe o seu comentário!

 

Saiba como evitar a briga de vizinhos e acabar com conflitos!

Brigas são conflitos que comprometem o bem-estar de todos, principalmente quando ocorrem entre vizinhos. Viver em conjunto continua sendo um grande desafio, no entanto, contornar briga de vizinhos no condomínio, adotando novos hábitos para conviver em harmonia se tornou uma questão de qualidade de vida.

Existem muitos fatores que são responsáveis por iniciar uma briga, desde coisas que parecem pequenas, como uma porta esquecida aberta até algumas mais graves, como o som alto de uma festa de madrugada. Por isso, não é aconselhável colocar mais lenha na fogueira participando dessas intrigas. Nessas horas, apagar o incêndio com a ajuda de boas práticas é a melhor solução para evitar estes conflitos.

Se você cansou de presenciar briga de vizinhos, confira 6 dicas que podem tornar a convivência mais fácil:

1. Na garagem

A garagem costuma ser um pesadelo para quem mora e precisa dividir o espaço com seus vizinhos. A maioria dos conflitos no local são causados por pessoas que não respeitam a vaga de outros condôminos, estacionam de maneira inadequada ou de forma imprudente e, por isso, a garagem é vista como um lugar favorável para confusões.

No entanto, existem algumas maneiras que podem contornar o problema com praticidade e tranquilidade. Uma delas é conversar com o causador desta situação e falar sobre a possibilidade de trocar a vaga. Se isso não der certo, proponha uma regra mais rígida durante um reunião de condomínio.

2. Nos ambientes barulhentos

Quem nunca foi acordado por uma festa à noite? Essa situação é comum, mas todos precisam saber que dentro dos condomínios existem regras, como a Lei do Silêncio, por exemplo, que determina que os decibéis emitidos por qualquer ruído estejam em uma frequência que não incomode os demais moradores e, ainda, prevê a punição do descumprimento em forma de multa.

Porém, sempre existem aquelas pessoas que acabam perdendo o bom senso e exagerando. Nestes casos, antes de iniciar uma briga ou outras provocações, recomenda-se inicialmente entrar em contato com o causador das perturbações. Caso o barulho persista, é necessário contactar o síndico, que é a pessoa indicada para propor as medidas cabíveis nessa situação.

3. Nos espaços comuns e lixeiras coletivas

Por uma questão de saúde e higiene, o lixo precisa ser armazenado de forma adequada. Morar em um local sujo, impróprio pelas condições sanitárias e proliferador de doenças que podem comprometer o bem-estar não agrada ninguém.

Para evitar que esse tipo de situação ocorra, deve-se aumentar o monitoramento do condomínio, fazer reuniões e conscientizar os moradores sobre a necessidade de separar o lixo, manter o local limpo e cumprir os horários de coleta.

4. Na área de lazer

Apesar de ser um espaço para entretenimento, a área de lazer pode se transformar em um verdadeiro ringue de luta se for utilizado de maneira desrespeitosa ou inapropriada. A melhor maneira de criar um ambiente descontraído e livre de conflitos é deixar as regras de utilização visíveis para que todos tenham conhecimento do horário permitido para o aproveitamento do espaço, qual o limite do som e de pessoas, entre outras possibilidades.

Além disso, as melhores formas de todos aproveitarem o local de forma respeitosa podem ser discutidas nas assembleias para que, assim, todos possam desfrutar da área de lazer sem causar incômodos ou serem incomodados.

5. No do elevador

O elevador é um meio necessário para facilitar o deslocamento de todos. Por isso, ele deve ser usado com responsabilidade. 

Para manter o funcionamento adequado deste bem comum é imprescindível respeitar o limite máximo de pessoas, não sobrecarregar o equipamento com objetos pesados sem a proteção adequada etc. Estas ações fazem toda diferença para a vida útil do equipamento e para a convivência em harmonia de quem vive em conjunto.

6. Na segurança do condomínio

Todos desejam viver em segurança, mas nem sempre é possível contar com a colaboração de todos. Deixar o portão aberto por alguns segundos é um ato inconsequente que pode acarretar sérios problemas para a comunidade. Por isso é necessário conversar pessoalmente com os moradores e solicitar que o responsável pela guarita esteja sempre atento.

Agora está mais fácil administrar as brigas de vizinhos? Acompanhe conteúdos importantes como este nas nossas redes sociais e fique por dentro dos melhores assuntos!

Como lidar com a inadimplência no condomínio

A estrutura de um condomínio pode ser facilmente comparada à de uma empresa, afinal, sua saúde financeira depende da boa postura de um conjunto de condôminos. Infelizmente, é comum que algumas pessoas não possam ou simplesmente não queiram pagar as contas dentro do prazo. Para o síndico e os demais contribuintes, essa é uma condição prejudicial e que afeta toda a gestão e previsão orçamentária.

Se esta é sua realidade, confira abaixo práticas que podem solucionar a inadimplência no condomínio!

1. Acompanhe a evolução da inadimplência no condomínio

Quem é síndico sabe o quanto é difícil manter as contas em dia na presença de condôminos inadimplentes. Em tempos de crise, essa situação pode até se agravar com a quantidade de famílias em situação financeira difícil.

Nesse caso, é preciso acompanhar a recorrência do problema individualmente para pensar em soluções que não prejudiquem os envolvidos. Para começar, contar com uma contabilidade eficiente e organização diária é essencial na identificação de gargalos presentes na gestão e comunicação interna.

2. Incentive o adiantamento dos pagamentos

Oferecer descontos para condôminos que pagam suas contas com antecedência pode ser uma forma interessante de prevenir a inadimplência. Além de incentivar que as pessoas quitem suas obrigações dentro do prazo, o benefício oferece segurança ao síndico na gestão do orçamento.

Com recursos das contas que foram adiantadas, é possível prever novos gastos do condomínio e cobrir as despesas imediatas. Sem se preocupar com o atraso de contas urgentes, o gestor ainda ganha tempo para dialogar e chegar a um acordo com possíveis devedores.

3. Negocie antes de tomar qualquer medida

Em situações de inadimplência, o diálogo para identificação dos motivos que levaram ao atraso é sempre a melhor escolha. Ao contatar o devedor, o síndico consegue saber por que este deixou de pagar suas contas. Muitas vezes, a pessoa perde o emprego ou lida com a morte de um ente querido e, portanto, não age de má fé.

Em casos como esse, o ideal é informar os demais condôminos da situação e negociar o parcelamento das contas até que tudo se normalize. Já o sujeito que, mesmo diante de uma cobrança extrajudicial não tenha feito o pagamento deve, sim, ser acionado na justiça. Outras penalidades legais que podem ser aplicadas são:

  • Cobrança de multa e juros;

  • Proibição de voto ao inadimplente;

  • Corte de gás e água, quando medidos separadamente;

  • Proibir o uso das áreas de lazer do condomínio;

4. Não permita acordos com descontos

Seja justo na negociação para não desvalorizar os condôminos que pagam suas contas em dia. Quando os acordos são muito flexíveis ou facilitam a situação do devedor, a tendência é de que este volte a se tornar inadimplente.

Para desestimular atrasos, nunca ofereça benefícios como descontos ou abatimentos na cobrança de taxas e multas. Considere que você já estará recebendo pagamentos com atraso e, por isso, qualquer diminuição nesses valores será prejudicial à saúde financeira do condomínio.

5. Otimize a comunicação com tecnologia

A comunicação é a chave para o funcionamento de qualquer condomínio. Quando se torna deficiente, abre espaço para conflitos e desentendimentos que muitas vezes se refletem no atraso e descumprimento dos pagamentos.

Para um único síndico, lidar com pessoas e acompanhar as obrigações financeiras de cada uma é uma tarefa que exige esforço contínuo. Felizmente, o contato para envio de lembretes e cobranças pode ser facilitado com o uso da tecnologia. A Info Kings fornece softwares voltados para a gestão de condomínios que permitem ao gestor economizar tempo e recursos com negociações individuais.

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O resultado se reflete em comunicação de maior qualidade para que os pagamentos sejam feitos dentro do prazo e previnam os casos de inadimplência no condomínio.

E você, conhece outra medida para lidar com esse tipo de situação? Comente no post!

 

Veja 5 dicas de economia para condomínios

Em tempos de crise, o gasto com condomínio tem pesado bastante na vida dos moradores. Junto a tantos reajustes, além da inflação crescente que vem aumentando o preço de vários produtos, essa despesa vem se tornando cada vez mais pesada no orçamento de muitos brasileiros, que hoje vivem tentando cortar gastos.

Mas será que é possível economizar no condomínio? Claro! Existem algumas precauções e medidas que podem ser adotadas para facilitar a vida (e atenuar o bolso) dos moradores. Para quem deseja reduzir gastos do condomínio e não sabe como, aqui vão algumas dicas de economia simples de serem adotadas.

1 – Economize na conta de luz

O custo com a iluminação de um condomínio pode representar até 6% das despesas. Pense em medidas simples, mas que podem fazer grande diferença na conta mensal: instalar sensores que permitam que as luzes se acendam apenas quando houver movimento de pessoas no ambiente é uma ótima ideia.

Também é possível substituir as lâmpadas comuns por lâmpadas de LED, que são até 80% mais econômicas e muito mais duráveis.

Faça uma campanha no prédio incentivando o uso das escadas por quem mora nos andares mais baixos. Se o elevador for menos usado, o gasto com energia elétrica diminui.

2 – Poupe na conta de água

A cobrança de água pode ser feita de forma individualizada ou coletiva. Se o caso do condomínio em questão for o último, algumas medidas podem ajudar a reduzir esses gastos. Por exemplo, procure por  vazamentos em torneiras e descargas do prédio, além de solicitar que todos os moradores façam o mesmo em suas unidades. A instalação de descargas com menos vazão de água também faz grande diferença na conta.

Dê instruções ao funcionário para o correto uso da mangueira na área do condomínio. Procure alternativas ao uso da água: um pano úmido  para limpar as áreas comuns e varrer a calçada, em vez de usar a mangueira de água, são boas dicas de economia.

É importante, ainda, que o condomínio invista na individualização das contas de água e gás, já que, muitas vezes, a divisão do valor total de contas coletivas acaba sendo injusta para quem gasta menos. .

Outra forma de se economizar água é pela reutilização. A água da chuva, que iria para o esgoto, pode ser recolhida e usada na limpeza das áreas comuns do condomínio.

3 – Reveja os custos de limpeza

É preciso reexaminar as despesas com a faxina do condomínio. Pense se há mesmo necessidade de uma limpeza diária. Se a ideia é economizar, programe a limpeza para dias alternados na semana, em vez de contratar o serviço diariamente.

Dessa forma, o condomínio vai economizar com o salário do profissional que cuidará da higiene do local, além de reduzir as despesas com a conta de água e de materiais de limpeza.

4 – Analise gastos com funcionários

Preste atenção à folha de pagamento da equipe que trabalha no prédio. Por exemplo, evite que os profissionais façam horas extras, já que elas custam mais do que as regulares. Contrate folguistas, que geralmente custam menos ao condomínio do que funcionários fazendo hora extra.

Terceirizar serviços também é boa ideia para economizar nas despesas. Pense também em automatizar alguns procedimentos, como o controle de acesso ao prédio: evitando roubos, você livra os moradores de prejuízos e até de eventuais processos contra o condomínio por negligenciar a segurança.

5 – Peça dicas de economia aos moradores

Todos os que vivem no condomínio precisam estar a par da economia que está sendo feita, especialmente porque ela beneficiará a todos! Fazer uma lista de medidas que podem ajudar a reduzir os gastos na gestão do condomínio e levá-la para a reunião de condomínio é uma ótima iniciativa. Envolva todos os moradores na tarefa e peça sugestões e dicas de economia. Várias cabeças sempre pensam melhor do que uma só!

Ainda precisa de ajuda? Procure consultoria especializada em condomínios e descubra novas formas de reduzir custos!

Gostou das dicas acima para reduzir os gastos na gestão do seu condomínio? Compartilhe este texto em suas redes sociais. Seus amigos também vão gostar dessas dicas de economia para condomínios!