5 benefícios do controle de ponto eletrônico para supermercados

O dia a dia dos gestores de um supermercado é muito atarefado, sendo que a preocupação com o cumprimento das leis trabalhistas ocupa uma boa parte dessa rotina. Um dos itens mais críticos dessas legislações é a capacidade de obter um controle rígido sobre o ponto dos funcionários, principalmente quando as suas equipes de colaboradores são grandes ou muito numerosas.

Entretanto, a tecnologia trouxe uma série de benefícios com a criação do controle de ponto eletrônico, tornando mais fácil o trabalho dos supervisores e trazendo mais segurança para as empresas.

Quer saber quais são as outras vantagens da implantação do ponto biométrico no seu supermercado? Então, não deixe de conferir o nosso artigo a seguir.

1. Mais facilidade para os supervisores

Ao adotar o registro eletrônico no seu supermercado, você automatiza o processo e facilita o controle sobre o ponto dos funcionários de sua equipe, tornando a sua rotina de supervisor mais ágil e dinâmica.

Assim, você gastará menos tempo com essa tarefa e ficará bem mais tranquilo para realizar as outras atividades da sua rotina diária, melhorando a qualidade do seu trabalho e os resultados obtidos por você.

2. Controle mais fiel e eficaz do ponto

O ponto eletrônico permite maior eficácia no controle da frequência dos funcionários de seu supermercado. Além disso, essa tecnologia possibilita um registro mais fidedigno sobre o cumprimento da jornada de trabalho, uma contagem mais precisa em relação ao banco de horas, aos atrasos e às faltas de cada um dos colaboradores da empresa.

3. Mais segurança para a empresa e para seus funcionários

Como as informações ficam registradas de forma mais clara e fiel, o controle de ponto eletrônico oferece mais segurança tanto para a sua empresa quanto para os seus funcionários.

Ao bater o ponto, os colaboradores do supermercado recebem um comprovante impresso com o registro da data e da hora de entrada ou de saída do estabelecimento. Assim, esse comprovante poderá ser guardado e utilizado futuramente pelo funcionário caso surja alguma dúvida ou haja uma solicitação pelo seu supervisor.

Por outro lado, o registro eletrônico resguarda a empresa em relação a ocorrência de fraudes, evitando atrasos e reduzindo as faltas. Assim, com o cumprimento regular do horário de trabalho e a assiduidade dos seus funcionários, há um aumento da qualidade do atendimento e, também, da satisfação dos seus clientes.

4. Adequação em relação às leis trabalhistas

Outra vantagem da adoção do ponto eletrônico é a adequação da empresa em relação às leis trabalhistas, visto que a tecnologia permite um melhor controle sobre o pagamento das férias, a realização de horas extras ou excedentes, além do cumprimento pelo funcionário do horário de repouso e de almoço.

5. Melhor custo-benefício

O controle de ponto eletrônico possui um excelente custo-benefício, pois eles são de fácil instalação, ocupam pouco espaço e dispensam a utilização de computadores, além de não precisarem de uma manutenção frequente.

Assim, você reduz os gastos do seu supermercado com equipamentos e infraestrutura, além de aumentar o espaço disponível para a circulação dos seus clientes.

Deu para perceber que o ponto eletrônico facilita — e muito! — a rotina dos funcionários do supermercado, não é mesmo? Agora, é a sua vez de compartilhar conosco as suas experiências com o ponto eletrônico! Deixe um comentário.

Intervalo intrajornada e interjornada: qual a diferença?

Na hora de elaborar a grade de horários de seus funcionários, muitos gestores ficam em dúvida de como contabilizar os intervalos. Afinal, qual é a diferença entre os intervalos interjornada e intrajornada?

Essa não é uma diferença trivial, pois o desrespeito às regras de intervalo pode gerar graves consequências na Justiça do Trabalho. Portanto, o que está em jogo não é somente a relação empregado-empregador, e sim se sua empresa cumpre as determinações trabalhistas.

Abaixo, buscaremos explicar como cada jornada é estabelecida da forma mais simples e transparente:

O que é intervalo intrajornada?

Rapidamente, é o intervalo que ocorre dentro de uma jornada de trabalho, para repouso e alimentação, que é de 15 minutos para jornadas em meio-expediente de 4 a 6 horas e de 1 a 2 horas em jornadas acima de 6 horas. Intervalos maiores podem ser estabelecidos em caso de acordos ou convenções coletivas de trabalho.

No caso de jornadas inferiores a 4 horas, o descanso não é nem mesmo obrigatório para o empregador. Enfim, o intervalo intrajornada não é computado como hora de trabalho, por maior que esse seja o desejo de muitos funcionários e, idealmente, deve ser registrado na folha de ponto pela empresa.

Quais são as modificações possíveis para o intervalo intrajornada?

É possível que uma empresa reduza o repouso intrajornada de jornadas acima de 6 horas? Sim, no entanto, há as seguintes regras:

  • A empresa deverá ter autorização do Ministério do Trabalho;

  • Ela deverá ser dotada de refeitório;

  • O funcionário não poderá estar sendo submetido a uma jornada suplementar, ou seja, fazendo hora extra;

  • A lei proíbe taxativamente qualquer acordo ou convenção coletiva que suprima ou reduza, a ponto de inviabilizar o intervalo, pois é considerada uma medida de saúde, de higiene e de segurança do trabalho, bens jurídicos de ordem pública.

O que é intervalo interjornada?

É aquele entre o término de uma jornada diária e o início da próxima. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece que deve haver um intervalo mínimo de 11 horas consecutivas de descanso.

Qualquer redução nesse valor é computado como hora extra e está sujeito às mesmas regras, ou seja, não pode ser feita com frequência e não poderá ultrapassar 2 horas diárias. Portanto, caso você tenha tido um intervalo interjornada de apenas 9 horas, você terá direito a receber duas horas extras!

Qual é o regime jurídico do intervalo interjornada?

O repouso semanal são as 24 horas de descanso a cada semana. Ele não deve ser computado no cálculo da interjornada. Dessa forma, somando o descanso semanal com o interjornada, o funcionário deverá ficar 35 horas consecutivas sem executar quaisquer funções. Caso contrário, será computado como horas extraordinárias, com respectivos adicionais.

Como no caso do intervalo intrajornada, trata-se de uma questão de ordem pública para proteger a saúde, a higiene e a segurança do trabalho, não podendo, portanto, ser suprimida por acordos e convenções coletivas.

Seguindo essas disposições, dificilmente, você terá problemas na Justiça do Trabalho. Os empregadores sabem como são desgastantes os litígios trabalhistas, uma vez que há inversão do ônus probatório e presunção da verdade do depoimento do empregado.

Além de seguir à risca as regras, é importante manter um registro detalhado sobre a folha de ponto do funcionário para que seja utilizada como prova em eventuais processos.

Você visualizou algum problema em sua empresa ou tem alguma dúvida a respeito da contagem desses intervalos? Conta pra gente nos comentários.

Regime de sobreaviso: você sabe como funciona?

O regime de sobreaviso já é utilizado há algum tempo, porém ainda é assunto de discussão e de contradição. Esse procedimento é regulamentado pelo art. 244, § 2º da CLT e pela Súmula nº 428 do TST.

O sobreaviso informa que a pessoa deve estar à disposição da empresa fora do seu horário e local de trabalho, podendo ser convocado a qualquer momento. Nesse caso, não é possível realizar um descanso total, pois, a qualquer momento, o funcionário pode ser acionado e precisa atender as necessidades da empresa, precisando sempre estar em alerta.

Quer entender melhor como isso funciona?

O regime de sobreaviso se caracteriza pelo fato de o funcionário estar com um celular corporativo?

É preciso ter bem claro a diferença entre estar com equipamentos informatizados ou telemáticos e o sobreaviso. O fato de estar com um telefone corporativo no seu dia de descanso não caracteriza um sobreaviso, pois, nesse caso, não existe uma “obrigação de atender”.

Como saber quando se está em regime de sobreaviso?

O funcionário que estiver em regime de sobreaviso deve ser comunicado pela empresa para que fique de prontidão e isso pode ser feito em regime de escalas.

Ainda existe um pouco de controvérsia em relação a isso, pois uma parte defende que o funcionário não pode sair de casa, já outra afirma que, devido a tecnologia, não importa onde ele esteja, desde que fique alerta.

Existe algum documento que regulamente o sobreaviso do funcionário?

Sim, essa informação pode constar no acordo coletivo e, em alguns segmentos, isso é bastante comum. No entanto, quando não houver essa informação para todos os colaboradores, ela deve ser inserida no contrato individual de trabalho para que não gere dúvidas.

Qual a duração do sobreaviso?

Existe uma regulamentação que permite que o período de sobreaviso seja de, no máximo, 24 horas, porém, se houver a convocação para o trabalho, esse período é interrompido e se inicia uma jornada de trabalho.

Vale lembrar em que, nesses casos, deverão ser pagas as horas extras e adicionais noturnos, quando couber.

Como deve ser feito o pagamento do sobreaviso?

O valor pago pelo sobreaviso deve ser de um terço do salário-hora, multiplicado pelo número de horas em que se ficou à disposição da empresa.

Vamos supor que o valor do salário-hora seja de R$ 15,00 e o trabalhador ficou 12 horas de sobreaviso. Nesse caso, ele receberá 1/3 de R$ 15,00, ou seja, R$ 5,00 vezes 12, o que será R$ 60,00 por esse sobreaviso.

Vale lembrar que esse valor deve constar no holerite e que precisa ser utilizado nos casos de cálculos de férias, 13º e rescisão.

Como posso ser acionado quando estou cumprindo sobreaviso?

A forma como cada colaborador será acionado vai depender da definição da empresa. Nesse caso, não existe uma regra. Isso pode acontecer por meio de celular, pager, mensagens instantâneas ou outros. Ele precisa ser definido pelo empregador e comunicado ao empregado, podendo ser fornecido o equipamento caso o funcionário não possua.

Tirou suas dúvidas sobre o regime de sobreaviso? Então, fique de olho em 4 dicas para sua empresa evitar problemas trabalhistas.

Com quantos empregados é responsabilidade da empresa provar a jornada de trabalho?

O horário de trabalho nem sempre é seguido conforme previsto em contrato e, nesses casos, quem deve provar a jornada de trabalho?

Essa atitude é algo que já rendeu vários processos trabalhistas porque muitos funcionários afirmam que não recebem de acordo com o trabalhado ou, então, que a jornada de trabalho não está sendo cumprida conforme a lei.

Nesses casos, é bastante comum que esse processo seja longo e acabe resultando em uma ação trabalhista. Mas a dúvida é exatamente sobre quem deve provar a jornada de trabalho: a empresa ou o profissional que está reclamando.

O que diz a lei?

Segundo o art. 74, § 2º, da CLT, a empresa é obrigada a registrar a jornada de trabalho de seus funcionários, podendo optar pela melhor maneira (manual, eletrônica ou mecânica), desde que estejam previstas em lei. Nos casos em que a função é realizada fora do local de trabalho, é preciso também que haja essa anotação a fim de evitar prejuízos.

Como cabe à empresa adotar métodos de anotação para conferência do horário trabalhado e também para pagamento e descontos no salário, fica ela responsável por provar a jornada de trabalho em casos de possuir mais de 10 funcionários. Quando houver ação trabalhista, a empresa deverá comprovar e confrontar as informações apresentadas pelo funcionário, sendo ela eximida ou não da acusação.

Como cabe ao trabalhador fazer o registro correto do cartão de ponto, contendo o horário de entrada e de saída, caso estes horários estejam todos uniformes, tais anotações serão consideradas inválidas. Nesse caso, haverá inversão do ônus da prova.

Como provar a jornada de trabalho para estabelecimentos com menos de 10 trabalhadores?

Para empresas que possuem menos de 10 trabalhadores, não há nenhuma obrigatoriedade de realizar anotações da jornada de trabalho e, por isso, nem sempre se tem o registro dos funcionários. Porém, caso a empresa deseje fazer o registro do horário de entrada e de saída de seus funcionários, não há nada que a impeça.

Nessas situações, cabe ao empregado comprovar esses horários por meio de documentos legais que possam indicar que ele estava realizando atividades relacionadas ao trabalho nas horas informadas. A empresa fica isenta nessas situações, no entanto, não pode se negar a apresentar documentos, caso eles sejam solicitados judicialmente.

O que deve ser feito para provar a jornada de trabalho?

Fique atento aos horários e ao controle da jornada. Durante muito tempo, esse foi um assunto que gerou muita discussão sobre quem deveria comprovar as horas de trabalho. Enquanto alguns diziam que era o ex-funcionário, outros falavam que eram as empresas que detinham esse registro. Como forma de resolver essa situação, a súmula 338/TST foi editada para elucidar o assunto e inverter a situação.

Para que não haja necessidade, tanto por parte do empregado quanto da empresa enfrentar esse desgaste judicial, o melhor mesmo é sempre tentar resolver isso de forma amigável. Para não precisar provar a jornada de trabalho, é preciso que se tenha um contrato de trabalho claro, que especifique horários, e que as anotações de entrada e de saída sejam realizadas corretamente e que sejam acompanhadas.

E você, costuma controlar os horários para provar a jornada de trabalho e evitar futuros problemas? Deixe seu comentário se tiver alguma dúvida sobre o assunto!

7 dúvidas comuns sobre a jornada por turnos de revezamento

A legislação trabalhista ampara empregados quanto ao período de tempo em que devem prestar os serviços ou permanecer à disposição do empregador. Embora a jornada de trabalho legal seja comumente realizada em, no máximo, oito horas diárias ou 44 horas semanais, há situações em que o limite de horas pode ser diferenciado e que, na sua grande maioria, geram muitas dúvidas.

Esse é o caso das jornadas de trabalho por turno ininterrupto de revezamento, cujo período de trabalho abrange o dia e a noite, devido à escala de serviço, que ora é realizada na parte da manhã, outra na parte da tarde e outra no turno da noite.

No post de hoje, vamos esclarecer algumas dúvidas que surgem sobre esta jornada diferenciada dos turnos de revezamento. Preparado? Vamos lá!

1. O que é a jornada de trabalho por turno ininterrupto de revezamento?

O trabalho realizado por turnos significa um modo de organização da empresa que designa grupos ou equipes de trabalhadores no mesmo de serviço, estabelecendo o cumprimento de horários que permitam o funcionamento ininterrupto das atividades.

Via de regra, a configuração dos turnos ininterruptos de revezamento tem relação tanto com a forma de serviço da empresa — que deve ser ininterrupta — quanto com a jornada de serviço do empregado — que deve ser realizada tanto de dia quanto de noite.

2. O que é jornada de trabalho 12 x 36?

Trata-se de uma jornada especial de trabalho que consiste em um turno de 12 horas de trabalho seguido de 36 horas de descanso, contando com finais de semana e feriados. Serviços que requerem plantão contínuo, como vigilância e guarda, são especialmente aplicáveis a este tipo de jornada, bem como serviços hospitalares.

A jornada 12×36, popularmente conhecida como “trabalha-se um dia, folga-se no outro”, é aplicada a serviços cujos turnos precisam ser ininterruptos.

3. Turnos ininterruptos de revezamento têm direito a adicional noturno?

O adicional noturno é pago ao empregado que trabalhar durante o turno compreendido entre 22h e 5h. Tal aplicação também é válida ao empregado que trabalhou no plantão noturno e prorrogou a jornada além das 5h.

Na jornada 12×36 que compreende a totalidade no período noturno, o funcionário tem direito ao adicional noturno, caso as horas trabalhadas ultrapassem às 5h da manhã.

4. Jornada ininterrupta tem direito ao descanso semanal remunerado?

Neste caso, o trabalhador de jornada 12×36 não faz jus à remuneração em dobro pelas trabalhadas aos domingos, já que as 36 horas correspondem ao descanso, já sendo retiradas durante a semana.

5. Jornada de trabalho de 12×36 tem direto a intervalo?

O intervalo (para repouso ou para alimentação) é um direito concedido ao colaborador que exerça um trabalho contínuo, cuja duração ultrapasse 6 horas.

No caso de o empregador não conceder o intervalo para repouso ou para alimentação, ele ficará obrigado a remunerar o empregado pelo período correspondente com um acréscimo de, no mínimo, 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho.

6. E horas extras e dias de feriados?

As horas extras são devidas apenas no caso de o empregado ultrapassar as 12 horas, em jornadas de trabalho 12×36. O empregado não tem direito ao pagamento de adicional referente ao serviço prestado na décima primeira e décima segunda horas, já que o sistema de cargas horárias nesta escala já é autocompensatório.

Já os dias de feriado são remunerados em dobro, apesar de os domingos não o serem.

7. E a jornada deve ser registrada?

O empregado deve manter registrado, desde a hora que entra na empresa até a hora que sai, seu período de trabalho, independentemente da jornada que exerce. Este controle é a forma de a empresa se precaver de problemas trabalhistas e de o empregado ter controle das horas trabalhadas, como o caso de horas extras, adicional noturno, entre outros.

E aí? Respondemos as principais questões sobre a jornada por turnos de revezamento? É importante lembrar que todos os processos devem ser devidamente registrados, inclusive, os horários de entrada e de saída. Quer conhecer a melhor maneira de fazer isso? Então, confira nosso artigo sobre as 5 razões para adotar um sistema de controle de acesso.

Como registrar o intervalo de 15 minutos da jornada de 6 horas de trabalho

Registrar o intervalo da jornada do colaborador pode parecer uma tarefa simples, mas é importante que se tome o devido cuidado para repouso ou alimentação dos colaboradores segundo as determinações legais.

Até porque, as mudanças no Sistema de Ponto Eletrônico (Portaria 1.510/2009) podem ensejar ações de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego com o objetivo de assegurar o cumprimento de todas as suas diretrizes.

Contudo, não há razões para alarde: basta compreender que existem diferentes intervalos para as diferentes jornadas de trabalho e fazer o apontamento, conforme garante a lei.

Confira abaixo o que diz a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e veja como não há segredo para registrar o intervalo de 15 minutos da jornada de 6 horas.

O que diz a legislação?

O artigo 71 da CLT diz que, em qualquer trabalho contínuo com duração maior que 6 horas, é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou para alimentação, que deverá ser de, no mínimo, 1 hora e de, no máximo, 2 horas — exceto quando houver um acordo escrito ou um contrato coletivo.

Já quando a jornada for de 4 a 6 horas, o intervalo de 15 minutos deve ser obedecido e esse período não deverá ser computado na duração do trabalho.

No entanto, o limite mínimo de 1 hora para repouso ou para refeição poderá ser reduzido pelo Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio, quando ouvido o Serviço de Alimentação de Previdência Social, se verificar que o estabelecimento atende integralmente às exigências concernentes à organização dos refeitórios e quando os respectivos empregados não estiverem sob regime de trabalho prorrogado a horas suplementares.

Assim, se o intervalo para repouso e alimentação não for concedido pelo empregador, ele deverá remunerar o período correspondente com um acréscimo de no mínimo 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho. (Incluído pela Lei nº 8.923, de 27/07/1994)

O que isso tudo quer dizer?

Resumindo, todos os funcionários que desenvolverem um trabalho contínuo e acima de 4 horas diárias têm o direito à pausa para descanso ou para alimentação. Este intervalo será de, no mínimo, 15 minutos e não pode exceder 2 horas.

Para uma melhor compreensão, veja abaixo um modelo simples para consulta:

  • Carga horária diária de até 4 horas: sem intervalo;

  • Carga horária diária de 4 a 6 horas: intervalo de 15 minutos;

  • Carga horária diária acima de 6 horas: de 1 a 2 horas.

Contudo, é possível inferir que intervalos que sejam maiores que 2 horas poderão ocorrer mediante um acordo coletivo, como, por exemplo, nos Sindicatos de Restaurantes e Hotéis.

A penalidade para quem restringir o intervalo, ou parte dele, implicará na obrigação de remunerar o período correspondente com adicional de, no mínimo, 50% acima do valor da remuneração da hora normal de trabalho.

E a pausa para o café?

É também comum que haja dúvida sobre a concessão da pausa para o café. É bom que seja dito que esse intervalo não está previsto em lei.

Por essa razão, o empregador que ceder esse período não poderá reivindicar desconto, ou seja, esse intervalo será considerado como jornada de trabalho.

Da mesma forma, a empresa não poderá cobrar a compensação do intervalo do café, abatendo da pausa para descanso ou refeição. Quer dizer, conceder o intervalo de 15 minutos para o café e 45 minutos para o repouso ou alimentação seria uma irregularidade.

Jornadas de trabalho noturnas

Ainda que o dimensionamento dos valores a serem pagos nas jornadas noturnas – período que compreende o horário das 22h e 5h – seja realizado de modo diferente, a regra a ser obedecida para o descanso é idêntica àquela de quem exerce a jornada diurna.

Se a jornada for superior a 6 horas, o trabalhador tem direito a 1 ou 2 horas de descanso, conforme o contrato de trabalho. Todavia, o que acontece, muitas vezes, é o profissional que exerce suas atividades no período noturno não estar totalmente esclarecido sobre os seus direitos nesse sentido.

Ou seja, é comum que se pense que quem trabalha à noite não tem direito ao intervalo de descanso, mas isso não corresponde à realidade. Afinal, o direito é o mesmo, seja para quem trabalha no período diurno ou noturno.

Horas extraordinárias

A lei estabelece que os empregados podem ter sua jornada de trabalho estendida em até 2 horas diárias, isto é, podem exercer duas horas a mais de atividade por dia.

Contudo, isso não deve influenciar na duração do intervalo. Ainda que o trabalhador tenha realizado horas extras naquele dia, continua tendo direito a usufruir de uma hora de intervalo (ou duas, a depender de seu contrato de trabalho).

Intervalo de trabalho para mulheres

Quando se trata de um profissional do sexo feminino, esse contexto muda: entre o término da jornada normal de trabalho e o início das horas extraordinárias, a mulher tem direito a 15 minutos de intervalo.

Inclusive, tendo em vista que se trata de uma regra antiga, muitas pessoas acreditavam que deixaria de vigorar depois da Constituição de 1988, que tornou igual os direitos de homens e mulheres. Entretanto, o Ministério do Trabalho não se opôs e a regra permanece.

Vale dizer também que se a mulher estiver amamentando, com bebê de até 6 meses de idade, a mãe tem direito a dois descansos especiais de meia hora cada um durante a jornada de trabalho.

Categorias especiais

Determinadas categorias apresentam características diferenciadas com relação aos intervalos das jornadas de trabalho. Por exemplo, os profissionais de empresas de telefonia, dos setores de telegrafia submarina e fluvial, radiotelegrafia e radiotelefonia possuem o direito a uma pausa de 20 minutos por cada período de três horas trabalhado.

Para aqueles que trabalham em call center, a legislação prevê que só podem trabalhar até 6 horas diárias, ainda que em seu contrato de trabalho estejam previstas 8 horas.

Para essas categorias especiais, os intervalos devem ser usufruídos duas vezes ao dia, tendo cada um 10 minutos de duração, sendo que o primeiro deve ser gozado após os primeiros 60 minutos de trabalho e o segundo anterior aos últimos 60 minutos de trabalho.

É importante estar atento ao que reza a CLT, pois essa prevê o intervalo de 15 minutos aos profissionais com jornada de 6 horas. Contudo, os profissionais que trabalham como operadores de telemarketing têm direito de usufruir de até 20 minutos.

Já os profissionais que atuam em minas de subsolo devem gozar de uma pausa de 15 minutos para descanso a cada três horas seguidas de trabalhado. E, ao contrário das outras categorias, esse intervalo é contabilizado para efeito de remuneração.

E agora? Já sabe como gerenciar o intervalo de 15 minutos da jornada de 6 horas de trabalho? Não se preocupe, tendo alguma dificuldade, basta deixar um comentário!

 

5 tecnologias que facilitam a gestão escolar

Atualmente, escolas e tecnologia andam lado a lado. Não apenas na utilização de recursos de vídeo, informática e comunicação nas salas de aula, mas também na própria gestão escolar. Cada vez mais, surgem opções para diretores e gestores de escolas que precisam informatizar diversos processos, desde o controle de frequência e acesso até notificações e comunicados para os pais.

Por outro lado, quando falamos em inovação, as possibilidades são quase infinitas e pode ficar difícil definir quais serão utilizadas. Por isso, este post vai apresentar as tecnologias que já estão disponíveis, testadas e aprovadas para o uso na gestão escolar.

Confira.

1. Controle de acesso e de frequência escolar

O sistema de controle de acesso tem o objetivo de monitorar a entrada e a saída de pessoas, proporcionando maior segurança, proteção ao patrimônio e, inclusive, maior controle da frequência e presença dos alunos.

Afinal, é possível dizer quais alunos acessaram ou não a escola em uma determinada data. Atualmente, já existem sistemas desenvolvidos especificamente para este fim.

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2. Controle de ponto

Para instituições pequenas que não pretendem investir tão cedo em sistemas mais avançados de controle de acesso, os relógios de ponto homologados pelo Inmetro podem ser a solução. Eles garantem o monitoramento de entrada e saída dos colaboradores, fornecendo informações detalhadas para o controle de ponto.

Essas questões são fundamentais para garantir o cumprimento das leis trabalhistas, além de evitar cálculos errados nos pagamentos de salários, impostos e FGTS.

3. Portais de conteúdo e sistemas de gestão escolar

Os pais frequentemente se preocupam em ter acesso às atividades escolares dos filhos, acompanhando sua evolução e podendo auxiliar no que for necessário. Isso é facilitado através de portais de conteúdo automatizados, que podem ser acessados pela internet.

Alguns serviços que oferecem esse tipo de recurso também incluem funcionalidades que englobam toda a gestão escolar, como é o caso do Sophia. Outros exemplos são os sistemas Galileu, Sponte e F10.

4. Envio de SMS e notificações

Hoje, há aplicativos que informam à escola quando os pais ou responsáveis estão chegando para buscar o aluno. Isso aumenta ainda mais a segurança, já que não há necessidade de manter o acesso ao local aberto tempo todo, além de facilitar o controle de entrada e saída.

Os aplicativos também servem para informar aos pais sobre a localização dos filhos, funcionando como uma via de mão dupla.

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5. E-mail marketing e pesquisa

As ferramentas que automatizam o envio de e-mails, como Mailchimp, AWeber e GetResponse são excelentes para manter uma comunicação constante com os pais dos alunos e, consequentemente, diminuir a evasão de clientes. A escola pode informar sobre questões pedagógicas e buscar estreitar o relacionamento, fortalecendo a comunidade em torno da instituição.

Outra tática interessante é utilizar os e-mails para enviar pesquisas algumas vezes ao ano, através de ferramentas como Google Forms e Typeform. Conhecer a opinião dos pais, fornecedores e parceiros da escola é imprescindível para garantir a satisfação de todos em médio e longo prazo.

Sem dúvida, a tecnologia está levando a gestão escolar a um novo nível. Cada vez mais, a comunidade escolar percebe que as instituições de ensino são, antes de mais nada, empresas que devem ser gerenciadas de forma profissional e otimizada. Contar com o uso da tecnologia facilita essa evolução, contribuindo para o dia a dia dos alunos, pais, professores e demais colaboradores como um todo.

Sua instituição já utiliza algum tipo de tecnologia para gestão escolar? Conte para a gente nos comentários.

O que é um relógio de ponto homologado pelo Inmetro?

Muitas empresas utilizam equipamentos eletrônicos para registrar a jornada de trabalho dos funcionários. Visando uma maior segurança, em 2012 passou a ser obrigatório a adoção do ponto homologado e, a partir de outubro desse ano, todos os pontos eletrônicos devem ser aprovados pelo Inmetro, o que traz uma maior transparência dos dados para a empresa e para os funcionários. Tem vontade de utilizar pontos eletrônicos no seu negócio? Leia nosso texto e saiba as dicas mais importantes para a sua utilização!

A obrigatoriedade do ponto homologado pelo Inmetro

Muitas entidades requisitaram mudanças nas novas regras dos pontos eletrônicos, como a ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) e a Força Sindical.

E, depois de ser adiada três vezes, a adoção do ponto passou a ser obrigatória a partir de 2012. É necessário que a instalação desse sistema ocorra nas empresas que possuem mais de 10 empregados e que utilizam o equipamento eletrônico para registrarem as atividades de trabalho. Não é obrigatório que as empresas que fazem o controle manual ou mecânico do ponto atualizem seu sistema. Em outubro deste ano, também tornou-se obrigatório que os relógios de ponto sejam aprovados pelo Inmetro, de acordo com a portaria nº 595/2013.

Qual a importância do Inmetro?

A participação do Inmetro para a certificação dos pontos garante mais credibilidade para as empresas, porque ele vai desenvolver, planejar e implementar a técnica do REP de avaliação, junto com o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade. Além do mais, o Inmetro é responsável pela fiscalização da produção, comercialização dos equipamentos e sua importação. Para mais informações, acesse o site doInmetro.

Exigências legais

De acordo com as portarias nº 1510 e 595 do Ministério do Trabalho, que é responsável por regulamentar a comercialização e fabricação dos relógios de ponto, é necessário que os equipamentos sejam certificados pelos órgãos técnicos competentes, além de emitirem recibos e terem memória inviolável.

É obrigatório que os recibos sejam impressos em papel, e que tenham duração de pelo menos cinco anos, visto que neste período de tempo, o empregado consegue controlar todos seus dados relacionados ao trabalho. Outra questão importante é que se exige que os registros sejam realizados nos próprios relógios, não sendo permitido a sua realização em computadores.

Qual o objetivo deste ponto homologado?

Os pontos homologados pelo Inmetro buscam reduzir as fraudes e assegurar uma maior transparência dos dados. Além do mais, ele garante benefícios para a empresa e os funcionários, porque os excessos de jornada são evitados, juntamente com os cálculos errados dos salários no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), Imposto de Renda de Pessoa Física e na Previdência Social, visto que estará tudo registrado.

Utilizar um relógio de ponto homologado traz muitas vantagens para a empresa. Está precisando de um bom ponto homologado? Na Infoking, o modelo Rep Plus é testado e aprovado pelo Inmetro. Para ver os nossos relógios, clique aqui!

Como você utiliza um relógio de ponto homologado pelo Inmetro na sua empresa? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Conte para a gente, nos comentários, para que possamos ajudar!

O uso de folha de ponto é um retrocesso?

Não é comum vermos pessoas andando em carruagens no trânsito das grande cidades, e o motivo para isso não é a antipatia dos cavalos ou a incompetência dos cocheiros.

A razão para a extinção das carruagens é óbvia: carros são mais velozes, confortáveis, eficazes e bonitos.

Este é um bom exemplo para entender o processo pela qual as tradicionais folhas de ponto estão passando. Elas, assim como as carruagens, nos serviram por muito tempo, mas parecem incapazes de atender às demandas da modernidade.

Veja a seguir 3 fatores que tornam a folha de ponto a mais nova candidata ao museu:

Folha de ponto: simples, mas imprecisa

As clássicas folhas de ponto têm o atrativo da simplicidade (tudo que é mais fácil parece ser melhor, certo?), mas também possuem uma característica perigosa: a imprecisão.

Como garantir que os dados lá registrados não possuem nenhuma margem de erro? Como confiar plenamente em um sistema que depende inteiramente do esforço humano? Uma folha de ponto não pode ser interrogada, assim como não pode garantir com precisão os dados que ilustra.

Em uma empresa que se leva verdadeiramente a sério e pretende crescer, imprecisões podem custar muito caro. Qual preço você está disposto a pagar por uma delas? Quão confiável pode ser uma simples folha de ponto?

Folha de ponto: simpática, mas frágil

No mundo ideal, todos podem confiar plenamente nas informações colocadas por seus funcionários num pedaço de papel. Na Terra, porém, tal confiança cega pode acarretar perigos.

Ao contrário dos modernos sistemas eletrônicos de registro (que não podem ser manipulados), as simpáticas folhas de ponto estão suscetíveis a qualquer tipo de malícia ou idoneidade.

A folha de ponto não pode dizer com exatidão o horário no qual o funcionário foi almoçar e voltou, e tampouco pode se defender de adulterações das quais costuma ser vítima.

E, antes que você prefira simplesmente abrir mão deste perigo e abolir seus controles de ponto, saiba que a Justiça obriga empresas com ao menos 10 funcionários a possuir esta ferramenta.

Folha de ponto, fonte de susto

Ora, uma empresa que delega um papel importante a um instrumento comprovadamente impreciso e frágil está vulnerável a sustos e estes podem ser o produto final de uma aposta arriscada.

Em suma: quem planta comodismo, pode colher decepção.

Muitos empregadores têm sido surpreendidos por ações judiciais de ex-empregados que se baseiam em informações imprecisas existentes em folhas de ponto e se veem reféns deste instrumento clássico (como a carruagem), mas pouco sólido.

Sistemas de ponto eletrônicos são à prova de sustos, visto que funcionam de forma 100% digital, atuando como norte da bússola, e não se submetendo ao papel de “mapa do tesouro”.

No fim, você escolherá como encarará esta Era Digital. As opções são claras: nadar contra a maré ou fazer o vento soprar a seu favor.

E você? Já passou por algum apuro envolvendo folhas de ponto? Tem dúvidas acerca de sistemas de ponto eletrônicos? Compartilhe conosco sua experiência deixando um comentário logo abaixo deste artigo!

Projeto para controle de ponto

Conheça a importância do controle de ponto do colaborador

A limitação da jornada de trabalho é direito constitucional dos trabalhadores urbanos e rurais, também previsto na CLT — Consolidação das Leis do Trabalho. No entanto, a própria lei estabelece exceções, casos em que será devida remuneração pelas horas extras de trabalho prestadas pelo colaborador.

Diante desse cenário — e considerando que, em sede judicial, a dúvida reverterá em favor do trabalhador — é fundamental que o empregador estabeleça mecanismos capazes de controlar o tempo de jornada dos funcionários, a fim de evitar conflitos jurídicos futuros.

Daí a importância do controle de ponto do trabalhador. Afinal, interesses recíprocos estão em jogo: o direito do trabalhador e a segurança do empregador. Quer saber como implantar um sistema de controle de ponto eficiente? Continue lendo!

Normas legais e segurança jurídica

A lei exige o controle de ponto para as empresas que possuem mais de 10 colaboradores, seja ele manual, mecânico ou eletrônico. Contudo, cabe ao empregador, em qualquer situação, controlar e fiscalizar a jornada de trabalho de seus empregados para minimizar o risco de prejuízos.

Isso porque, de acordo com a lei, a jornada de trabalho não deve exceder 8 horas diárias e 44 horas semanais. A exceção permite até 2 horas suplementares de trabalho, desde que cada hora seja remunerada com pelo menos 50% a mais do valor da hora normal, em dias de semana, e com pelo menos 100% a mais em domingos e feriados. Além disso, é preciso que haja acordo escrito entre empregador e trabalhador ou contrato coletivo de trabalho.

Sendo assim, o controle oferece segurança jurídica para o empregador, uma vez que, caso seja acionado pela justiça em virtude de alguma reclamação trabalhista, poderá fazer prova da jornada de trabalho de seus funcionários, sob pena de ficar sujeito ao pagamento de horas extras, multas, honorários advocatícios etc.

Vale lembrar que os empregados domésticos também conquistaram o direito à remuneração pela hora extra trabalhada. Com isso, fica evidenciado que o controle de ponto, embora seja obrigatório apenas para empresas com mais de 10 empregados, mostra-se fundamental em qualquer relação de trabalho, inclusive doméstico.

A eficiência no controle de ponto do trabalhador

A lei estabelece que o controle de ponto pode ser manual, mecânico ou eletrônico. Porém, é fácil constatar a precariedade de um sistema de controle de ponto manual, não é verdade? Para garantir a segurança da relação de trabalho, o sistema de controle de ponto biométrico tem se mostrado como uma solução eficiente.

Nesse sentido, é importante destacar que o sistema eletrônico deve contar com relógio de ponto homologado pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), e a identificação biométrica oferece maior segurança e agilidade ao processo de controle e fiscalização. As informações são armazenadas por meio de um software.

A InfoKings possui um sistema de controle de ponto biométrico personalizável onde torna a relação de trabalho mais clara e automatiza a fiscalização da jornada de trabalho dos funcionários, trazendo benefícios recíprocos, uma vez que dispensa a supervisão de ponto do trabalhadores. Com isso, evitam-se conflitos jurídicos de cunho trabalhista e suas consequências.

Além, é claro, da redução de tempo e custo, já que esse tipo de sistema é capaz de integrar os eventos do ponto: faltas, atrasos, horas extras, adicional noturno, saídas antecipadas e excesso de intervalo de refeição. Tornando mais eficaz o fechamento do ponto, de maneira a evitar também erros de digitação. Você já imaginou uma empresa com 500 funcionários ter que digitar evento por evento para cada  funcionário? Pois é, um sistema de ponto integrado a uma folha de pagamento permite reduzir e muito esse tempo de digitação.

E você, tem dúvidas a respeito da implantação de um controle de ponto biométrico? Então deixe sua pergunta nos comentários!