Como estruturar um plano de carreira eficiente em sua empresa?

Para conseguir atrair os melhores profissionais do mercado, muitas empresas investem em atrativos. O plano de carreira é um desses benefícios que, além de dar visibilidade para o negócio, ajuda a manter a motivação da equipe.

Entretanto, não basta somente colocar objetivos para cada funcionário. É preciso ir muito além. Para te ajudar a desenvolver o plano ideal para sua equipe, trouxemos alguns pontos muito importantes. Confira!

Objetivos da empresa X objetivos dos funcionários

Claro que, como gestor, é fundamental levar em consideração as metas da organização. Todavia, deixar as ambições do colaborador de lado vai causar desmotivação no grupo, além de perder uma ótima oportunidade de elevar a produtividade.

Sendo assim, o ideal é encontrar um equilíbrio entre os dois. A empresa sai ganhando quando consegue desenvolver pessoas internamente, em vez de realizar um processo seletivo, e o funcionário consegue se realizar profissionalmente.

Tenha em mente que, juntamente com o desenvolvimento profissional de um funcionário, seu negócio também se beneficiará com pessoas mais capacitadas para as funções.

Faça um planejamento dos treinamentos

De nada adianta você colocar como meta X treinamentos por ano para o funcionário, se não oferecer os recursos para isso. A empresa tem como obrigação disponibilizar capacitações se quiser ver sua equipe ampliando os conhecimentos.

Mas essa não é uma tarefa fácil, pois é preciso muita disciplina da organização para atender as necessidades de todos e, principalmente, desenvolver as habilidades essenciais para o crescimento da companhia.

O correto, nesse caso, é fazer uma programação, levando em consideração a demanda, o assunto, a projeção de vendas, férias e disponibilidade do espaço físico para possibilitar que o plano de carreira dê resultados sem atrapalhar o funcionamento da empresa.

Dê feedbacks

Além de se sentar com o colaborador inicialmente para definir um plano de carreira, o gestor também tem a responsabilidade de acompanhar o progresso individual e reestruturar o planejamento quando necessário.

Isso porque as ambições podem mudar, bem como as competências importantes para determinados cargos — ou pode até mesmo aparecer uma nova função na equipe. Esse acompanhamento permite que o grupo fique constantemente motivado.

Outro fator a ser ressaltado é a descoberta de novas habilidades que tornam o profissional mais competente para um cargo do que para o projetado inicialmente, obrigando, assim, o gestor a mudar o planejamento.

Estabeleça um tempo para o alcance dos objetivos

Definir um prazo contribui para a mensuração do desempenho do funcionário, para programar os treinamentos e para uma avaliação do trabalho do gestor, que deve analisar se o planejamento feito está sendo efetivo.

É necessário ressaltar que esse tempo estabelecido deve ser condizente com a realidade do colaborador, com a carga de trabalho de cada função e com os objetivos da empresa. Procure equilibrar as metas de curto e longo prazo.

Essa é também a melhor maneira de organizar a agenda, de forma a atender toda equipe e programar os feedbacks periódicos.

O que achou das nossas dicas de como montar um plano de carreira para seus colaboradores? Quer ficar por dentro de mais conteúdo como esse? Então siga nossa página no Facebook agora mesmo!

Tudo o que você precisa saber sobre o acordo de compensação de horas

A nossa legislação estabelece que a jornada diária de trabalho é de 8 horas. Apesar desse número não poder ser alterado, é possível ajustá-lo de acordo com as necessidades da empresa.

Por exemplo, trabalhar menos em um dia e compensar em outro, ficando mais de 8 horas no serviço. Para isso, a empresa e os empregados precisam estabelecer um acordo de compensação de horas.

Vamos ver agora como isso funciona na prática e quais os cuidados a empresa deve tomar para que esse tipo de jornada funcione bem para os 2 lados.

Em quais situações instituir o acordo de compensação de horas?

A compensação de horas pode ser utilizada por, praticamente, qualquer empresa, desde que se encaixe na situação. Há alguns casos em que esse tipo de contrato é proibido por lei como:

  • telefonista;

  • ascensorista;

  • menor aprendiz;

  • pessoas que trabalham em regime de tempo parcial;

  • gerentes — pessoas que exerçam cargo de gestão;

  • quem exerce atividade externa incompatível com os horários.

Para quem exerce atividades insalubres, o acordo de compensação de horas deve ser previamente liberado pelas autoridades competentes.

O que fazer no caso de faltas ou atrasos?

Aqui não muda muita coisa em relação à jornada de trabalho convencional de 8 horas. Se o funcionário tiver uma falta injustificada ou chegar atrasado sem nenhum motivo, esse tempo poderá ser descontado do seu pagamento. Vamos ver como isso ocorre na prática.

Digamos que o funcionário trabalha de segunda a quinta 9 horas por dia e 8 horas na sexta para não precisar trabalhar no sábado. Se ele faltar qualquer dia da semana, será descontado do seu pagamento 9 horas de trabalho.

Como controlar o ponto?

Mas como saber se o funcionário realmente chegou na hora correta? Como saber se ele não saiu antes do previsto no acordo? Simples, o mais indicado é que você instale na sua empresa um ponto eletrônico que tenha sido homologado pelo INMETRO.

O funcionário precisa ter um cartão com um código de barras, que será identificado no momento em que se aproximar do aparelho. Também pode ser usada a biometria ou mesmo uma senha a ser digitada no aparelho.

Muitos desses aparelhos registram os horários na memória e até imprimem, na hora, um comprovante com assinatura digital para o funcionário. Desta forma, ele não pode ser alterado. Outro ponto positivo é o fato de poder imprimir esses comprovantes que podem ser utilizados como documento de comprovação dos horários dos empregados.

Como garantir que o acordo seja respeitado?

A primeira coisa que é preciso ter em mente é que o acordo deve ser por escrito e assinado pelo sindicato da classe ou pelo empregado. Também é importante que os limites sejam estabelecidos, como jornada máxima de 10 horas diárias e 44 semanais.

Caso essas normatizações não sejam cumpridas, o acordo de compensação não fica descaracterizado, mas haverá uma penalidade na qual é devido o adicional das horas trabalhadas em 50%.

Outro ponto é que, caso a hora extra seja algo habitual, o regime de compensação fica descaracterizado fazendo com que as horas a mais sejam pagas como extraordinárias.

Para que os funcionários cumpram o contrato é importante que haja informação. Faça uma reunião e informe todos os direitos e obrigações da equipe. Assim, fica muito mais fácil de identificar o que deve e o que não deve ser feito.

Agora que você já sabe como funciona o acordo de compensação de horas, entenda melhor o que a lei determina a respeito de jornada de trabalho em feriado!

 

Como criar um banco de horas eficiente?

Apesar da nossa lei fixar uma jornada de trabalho de 8 horas diárias e de 44 semanais, esse número não precisa ser rígido. Essa carga horária deve ser respeitada, mas existem maneiras pelas quais o trabalhador pode trabalhar horas a mais por dia (desde que não ultrapassando o limite de 10 horas) ou a menos.

Uma dessas maneiras é o banco de horas. Quer saber mais sobre esse sistema e como ele pode funcionar na sua empresa? Então continue lendo:

O que é banco de horas?

Quando um funcionário trabalha a mais durante um dia, elas não são pagas da mesma maneira que sua carga horária normal. Em vez disso, vão parar no banco de horas. Cada funcionário tem o seu próprio banco e as horas já trabalhadas são utilizadas para folgar em outros dias.

O banco de horas só pode ser realizado se for feito um contrato por escrito de um Acordo Coletivo ou Convenção Coletiva; ou seja, é necessário entrar em contato com o sindicato da categoria. As horas devem ser compensadas dentro do mesmo ano em que houve a folga.

Como montar um bom banco de horas?

1. Entenda como funciona

Se você não compreender bem o conceito de banco de horas, não conseguirá torná-lo eficiente. Consultando a CLT você saberá quais são os seus direitos e deveres como empregador. Por exemplo, você pode instituir o banco e os seus funcionários simplesmente terão que aceitar o novo regime de trabalho.

Além disso, sabendo como ele funciona você pode criar boas estratégias para melhorar o rendimento da sua equipe e proporcionar mais lucros no final do mês. Por exemplo, você pode reduzir a jornada de trabalho no dia em que o movimento não estiver tão bom e aumentar quando houver uma grande demanda de clientes para atender.

2. Faça uma reunião

Antes de optar pelo sistema de banco de horas, é interessante se reunir com setores da empresa que serão diretamente afetados com essa mudança. Chegar a um acordo e identificar quais são os benefícios desse novo método para todos é uma forma de evitar conflitos após o contrato ser celebrado.

Feito isso, é hora de ajustar o contrato com o sindicato. Nesse momento devem ser estabelecidos pontos-chave, como o valor da hora trabalhada, a forma de compensação, o período em que essa compensação será realizada, entre outros.

3. Mostre que os benefícios serão para todos

O funcionário precisa ter total conhecimento do que se trata o banco de horas. Sem as informações corretas, ele pode entender errado o assunto e achar que será prejudicado na relação. Mostre para ele que esse sistema trará benefícios para os dois lados. Por exemplo, ele pode trabalhar mais em alguns dias e usar as horas extras para viajar quando chegar um feriado ou final de semana.

4. Tenha uma forma de controle

Para que o banco de horas funcione da forma adequada, é essencial ter o controle das horas trabalhadas pelos empregados. Afinal de contas, como saber quanto tempo a mais ou a menos ele trabalhou em um dia? A resposta é simples: use o ponto eletrônico.

Nesse aparelho ficarão registrados cada minuto de trabalho dos seus funcionários. Registrar a hora de entrada, a hora de saída e o intervalo das refeições é essencial para ter o controle do banco de horas. É também uma forma de evitar que os funcionários cometam abusos, já que o ponto emite um papel com assinatura digital que serve como um comprovante das horas trabalhadas.

Viu como o ponto eletrônico é uma ferramenta importante para o controle do banco de horas? Então saiba também como ele pode reduzir os custos para a sua empresa!

Como o sistema de ponto pode otimizar a vida do time de RH?

A legislação trabalhista determina que toda empresa deve controlar a jornada de trabalho de seus funcionários e observar os limites legais de 44 horas semanais. Para empresas com mais de dez colaboradores, a lei também prevê que é necessário adotar um sistema de ponto que pode ser tanto manual quanto mecânico ou, até mesmo, eletrônico.

Um sistema de ponto eletrônico, quando comparado aos demais, garante mais agilidade tanto para os funcionários na hora de registrar a entrada e a saída, quanto para o RH, que precisa contabilizar as horas de cada colaborador, além de fazer o controle da jornada como um todo.

Há tempos o RH deixou de exercer apenas uma função de suporte para desempenhar um papel estratégico no dia a dia das empresas. Como todo gestor reconhece o custo que uma alta taxa de rotatividade pode trazer para a empresa, sem contar nos impactos negativos que a troca constante de funcionários traz para a produtividade, o RH passou a assumir uma atribuição importante no dia a dia corporativo.

Atualmente, um bom trabalho deste setor reflete diretamente na capacidade que uma empresa tem de reter bons talentos, além de diminuir o número de demandas trabalhistas e melhorar de forma global o ambiente da companhia.

Para ter um RH eficiente, no entanto, é preciso oferecer as condições e as ferramentas certas para que o setor trabalhe em alta performance. Quer saber como um sistema de relógio de ponto pode otimizar as tarefas diárias do seu RH? Então, não deixe de conferir o post de hoje!

O que é ponto eletrônico

O sistema de ponto eletrônico nada mais é do que uma tecnologia que registra de forma automática as horas trabalhadas de cada funcionário. Por meio desse sistema, são contabilizadas tanto as horas estipuladas no contrato de trabalho, como também as folgas, faltas e até as horas extras.

O controle da jornada de trabalho, seja por meio do ponto eletrônico ou outros tipos de ponto, é algo essencial para toda empresa. Isso porque, é por meio do ponto que a empresa pode contabilizar pagamentos, descontos e demais ônus trabalhistas previstos na legislação.

Fazer o controle da jornada é importante para qualquer tipo de empresa, independentemente do porte ou do nicho em que atua, já que a legislação trabalhista e os direitos aplicáveis são os mesmos para qualquer trabalhador. No entanto, a adoção de um ponto eletrônico representa uma série de benefícios para empresas de diversos tamanhos e portes.

Sistema de ponto e controle de horas

Segundo dispõe o artigo 74, § 2º da CLT, as empresas que contam com mais de dez funcionários são obrigadas a contar com um sistema de ponto, que pode ser manual, mecânico ou eletrônico. O ponto eletrônico não é obrigatório, no entanto, ele apresenta uma série de vantagens quando comparado aos demais sistemas.

A maioria dos empreendedores que opta pelo sistema de ponto não eletrônico visa quase sempre a economia no orçamento.

Porém, esse tipo de redução de custos pode sair caro no futuro, já que um erro no controle da jornada pode ensejar a propositura de uma ação trabalhista, isso sem contar na eventual aplicação de penalidades pelos órgãos de fiscalização. A longo prazo, um sistema de ponto eletrônico pode ser bem mais econômico.

Os outros sistemas, como o livro de ponto ou o relógio manual, além de serem mais suscetíveis a erros, ocupam mais espaço, já que são necessários arquivos para se guardar as folhas de ponto e toda documentação de controle de jornada.

Integração e praticidade

O sistema de ponto eletrônico, por sua vez, tem um manuseio bem mais prático. Isso sem contar na facilidade de fazer o cálculo das horas trabalhadas, horas extras, banco de horas, entre outros. Esse sistema, sem dúvida, é uma das soluções mais práticas em termos de controle de jornada e contabilização dos encargos trabalhistas decorrentes dela.

Para empresas grandes, nas quais o RH e o financeiro são separados, o sistema de ponto eletrônico facilita a interação entre os setores, diminuindo também o número de falhas. Da mesma maneira, hoje não existe outra forma mais prática de se calcular o banco de horas.

Quem já passou pela experiência de calcular um banco de horas manualmente sabe que esse tipo de tarefa pode ser um tanto complicada, acarretando erros e problemas no futuro.

RH e sistema de ponto eletrônico

Como explicamos no início, o RH deixou de ter um papel apenas de suporte nas empresas para se tornar um setor estratégico. Para que o RH possa desempenhar suas funções e atividades em alta performance, no entanto, é necessário contar com os instrumentos certos.

No caso do controle de jornada, que é uma das tarefas que mais consome esforços do RH, contar com um ponto eletrônico pode fazer toda diferença. Isso porque com esse sistema, toda a contagem das horas trabalhas acontece de forma simultânea e o cálculo dos encargos trabalhistas é feito quase que de forma automática.

Com o uso do ponto eletrônico, o RH pode se focar em outras atividades mais relevantes como a retenção de talentos, ou mesmo, a melhoria do ambiente de trabalho, questões que costumam ser mais importantes para a empresa do que o burocrático controle de jornada.

Além disso, o ponto eletrônico aumenta a eficiência do RH diminuindo a margem de erro, especialmente no que se refere à contabilização dos ônus trabalhistas previstos na legislação. E menos erros significa menos problemas na Justiça, o que representa uma economia significativa para toda empresa, além de obviamente, menos dor de cabeça.

Além disso, o ponto eletrônico facilita a integração com outros setores que também dependem das atividades do RH, como é o caso do financeiro. Isso permite que todas as informações mais relevantes sejam centralizadas e possam ser consultadas a qualquer momento, trazendo mais agilidade para todos.

Embora o ponto eletrônico não seja obrigatório e sua implementação acabe saindo mais cara, trata-se de um investimento que traz resultados imediatos para empresa, melhorando o seu dia a dia e otimizando as tarefas de setores diversos.

Você já conhecia os diferentes sistemas de ponto e seus benefícios para o RH? Tem dúvidas sobre o ponto eletrônico? Então, entre em contato e saiba mais!

Projeto para controle de ponto

Entenda a importância da gestão de tributos e encargos em restaurantes!

Muitos empreendedores querem entrar para o ramo de restaurantes pois acreditam que o lucro é praticamente certo. Porém, gerenciar um negócio desse tipo não é uma atividade nada simples.

Além da logística com fornecedores, da administração de funcionários e da criatividade para atrair a clientela, quem possui um restaurante também deve contar com uma boa gestão de tributos.

Assim como a questão tributária afeta qualquer empresa, os restaurantes também devem ficar atentos na hora de recolher impostos para não prejudicar o faturamento.

Quer saber qual a melhor forma de fazer uma boa gestão de tributos e de encargos para o seu restaurante? Então, continue lendo este post:

Por que restaurantes devem apostar em planejamento tributário?

O Brasil conta com uma das cargas tributárias mais altas do mundo. A grande quantidade de tributos, somada às contradições da legislação tributária, gera um cenário fiscal bastante complexo e que desfavorece empresas dos mais variados setores.

Justamente por isso, uma boa gestão tributária deixou de ser algo estratégico para se tornar uma medida essencial para a sobrevivência de muitos restaurantes. Otimizar — e até reduzir a quantidade de tributos — é uma operação possível.

No entanto, é necessário contar com o auxílio de um profissional especializado na hora de fazer um planejamento tributário.

Como funciona o planejamento tributário?

Para quem não conhece, o planejamento tributário é um estudo que avalia as diferentes formas de incidência de tributos sobre uma determinada empresa. Por meio desse levantamento, é possível direcionar as atividades da empresa, fazendo com que ela recolha os impostos necessários na menor carga tributária possível.

Esse procedimento se chama elisão fiscal e não deve ser confundido com evasão fiscal.

  • Na elisão fiscal, o restaurante evita ou mesmo posterga a ocorrência do fato gerador (fato que determina o recolhimento de tributos);

  • já na evasão fiscal, ocorre a sonegação, ou seja, a empresa deixa de recolher os impostos necessários e comete um crime.

O que é enquadramento fiscal inteligente?

Além de estudar as formas de otimizar a carga tributária de um restaurante, o planejamento tributário também avalia o enquadramento fiscal da empresa. Dependendo do tipo societário escolhido para o restaurante, é possível determinar qual será o seu regime tributário.

Boa parte dos restaurantes, por serem micro e pequenas empresas, acabam optando pelo Simples Nacional. No entanto, dependendo da situação, o enquadramento pelo Lucro Presumido, por exemplo, pode ser mais interessante.

Para saber qual é a melhor estratégia, o ideal é buscar o auxílio de um profissional especializado na área jurídica ou de contabilidade.

Lembre-se que não existe uma receita para realizar um bom planejamento tributário. É preciso ver caso a caso e conhecer o modelo societário e tributário antes de otimizar a quantidade dos impostos que recaem sobre o restaurante.

Se recolho pelo Simples, já não tenho a menor carga tributária?

Alguns modelos tributários — como o Simples Nacional — visam aplicar uma carga menor às empresas. Por isso, é destinado aos pequenos negócios.

Porém, apenas recolher pelo Simples não significa que o seu restaurante tem a menor carga tributária possível. Em alguns casos, como mencionamos, o Lucro Presumido pode ser a melhor opção. Por isso, vale a pena investir em um bom profissional.

Menos tributos significa também menos encargos no orçamento — o que impacta diretamente no lucro.

Você gerencia um restaurante e gostou dessas dicas? Então, não deixe de compartilhar nas redes sociais e ajude outros empreendedores a saberem mais sobre a carga fiscal e como otimizar o pagamento de tributos em um restaurante!

Marcação de ponto no almoço: tire suas principais dúvidas

A Consolidação das Leis do Trabalho prevê, além da obrigatoriedade do registro de horário para as empresas com mais de dez funcionários, a opção de “pré-assinalação” ou não do período referente ao repouso.

A expressão “pré-assinalação”, utilizada na CLT, diz respeito à indicação no cartão ponto, manual ou eletrônico, do período condizente a refeição e repouso, não sendo, portanto, obrigatória a marcação diária pelo profissional.

Ou seja, a assinalação diária não é mandatória, desde que no cabeçalho do cartão ponto conste o horário destinado para refeição e descanso. Caso não haja essa marcação feita previamente, o profissional precisa anotar todos os dias o referido horário.

Acompanhe o texto e esclareça suas principais dúvidas sobre a marcação de ponto no almoço!

Peculiaridades sobre a marcação de ponto

Quando o período for indicado no cartão de ponto, manual ou automático, a pré-assinalação pelo próprio empregado é facultativa. Por outro lado, se o empregador optar pela pré-assinalação do intervalo, deverá ser capaz de provar que o empregado gozou, regularmente, de seu horário de descanso.

Sistema de Registro Eletrônico de Ponto

Caso o empregador implemente o SREP (Sistema de Registro Eletrônico de Ponto), deve obedecer ao artigo 2º da Portaria 1510/09 do Ministério do Trabalho e Emprego:

O SREP deve registrar fielmente as marcações efetuadas, não sendo permitida qualquer ação que desvirtue os fins legais a que se destina, tais como:

I – restrições de horário à marcação do ponto;

II – marcação automática do ponto, utilizando-se horários predeterminados ou o horário contratual;

III – exigência, por parte do sistema, de autorização prévia para marcação de sobrejornada; e

IV – existência de qualquer dispositivo que permita a alteração dos dados registrados pelo empregado.

Marcação de ponto no SREP

Quanto à pré-assinalação do intervalo no Sistema de Registro Eletrônico de Ponto Eletrônico, o Ministério do Trabalho e Emprego prevê que, ainda que seja admitida, não é obrigatório o registro do intervalo de repouso no equipamento.

No entanto, as convenções e acordos coletivos de trabalho poderão estabelecer essa obrigatoriedade da marcação nos intervalos. Sendo assim, o que deve vigorar são esses instrumentos sindicais.

Condições em que o empregador pode ser autuado

Havendo descumprimento das obrigações legais, o Ministério do Trabalho e Emprego pode autuar a empresa com base nas seguintes intransigências:

  1. O período correspondente à refeição e descanso não consta pré-assinalado na marcação de ponto e os funcionários não realizam a marcação diária do horário de intervalo;
  2. O período que compreende o intervalo para refeição e descanso está pré-definido no cartão ponto, mas os profissionais não gozam do respectivo intervalo.

Mas isso não é tudo: ainda que exista a marcação de ponto, se o empregado usufruir de intervalo inferior a uma hora, a empresa pode ser autuada pelo MTE, mesmo com o pagamento de hora extra. Isso porque o período intrajornada de duração mínima de uma hora é norma de ordem pública, ou seja, de concessão obrigatória.

Agora que já sabe como funciona a marcação de ponto a ser obedecida no horário de almoço, que tal nos curtir no Facebook? Assim, você se mantém a par do conteúdo que postamos regularmente!

3 dicas de contabilidade para restaurantes

Fazer a contabilidade para restaurantes parece complicado para você? Pois saiba que há muitos pontos positivos em aprender, ao menos um pouco, sobre esse assunto. Com esse conhecimento, você conseguirá fazer uma gestão financeira melhor do seu empreendimento, controlando melhor os gastos e investimentos, por exemplo.

Uma forma de melhorar essa resistência aos números e siglas da contabilidade é encarando esse conhecimento como fundamental para ter mais lucros e fazer o seu restaurante ser um verdadeiro sucesso. Além disso, saber mais sobre o assunto pode significar pagar uma menor carga tributária.

Agora que você já sabe das vantagens em fazer a contabilidade para o seu empreendimento, que tal aprender conosco algumas dicas e começar a botar a mão na massa? Confira o post!

Contabilidade para restaurantes: como fazer?

1. Calcule os custos de alimento e mão de obra

A forma de fazer esse cálculo vai depender do seu tipo de restaurante. Por exemplo, o tipo à la carte costuma gastar mais com comida do que um local com pratos prontos no cardápio ou a quilo. Anote tudo o que comprar dos fornecedores, tudo o que vende e quanto há de desperdício.

Quanto à mão de obra, também vai depender do regime de contratação. Há restaurantes que pagam por hora, outros que pagam por dia de trabalho, dentre outras formas. Você só saberá quanto gasta com a folha de pagamento se tiver tudo isso documentado. Normalmente, o custo com funcionários e outros encargos representa 25% de todo o gasto semanal com essa área.

2. Fique atento aos custos básicos

Você quer que o seu restaurante cresça e dê muitos lucros, não é? Então, o ideal é que o custo com mão de obra e alimento fique em torno de 60 a 65%. Os gastos com esses dois itens é uma linha bastante tênue, e por isso precisa de muito controle para mantê-los dentro dessa margem.

O custo com comida e mão de obra deve estar sempre em equilíbrio: se um estiver muito elevado, o outro precisa estar num percentual mais baixo.

3. Tenha um livro caixa

Anote tudo! Esse é o grande segredo de uma contabilidade exemplar e boa gestão financeira. Ter um livro-caixa é essencial para qualquer estabelecimento. Afinal de contas, é nele que você colocará todas as entradas e saídas do seu negócio.

Tenha todo o gasto com fornecedores, serviços de entrega, pagamentos de contas e todas as outras entradas diárias devidamente registrado. Monitore o livro semana e mensalmente para observar se os percentuais estão dentro do desejado. Não despreze nenhum tipo de gasto, nem mesmo os menores, que parecem sem importância.

Devo contratar um escritório de contabilidade?

Se você pode pagar por um profissional, então essa é a melhor opção. Assim, você pode direcionar tempo e esforço em tarefas mais empreendedoras e focar, integralmente, no crescimento do seu negócio. Mas como escolher?

Busque por referências! Perguntar a amigos que já contratam esses serviços é a melhor opção. É importante também que seja alguém da m cidade já que os tributos e legislações mudam de um lugar para o outro.

Gostou dessas dicas sobre contabilidade para restaurantes? Então receba mais outras como essas seguindo nossa página no Facebook.

 

 

Você sabe a importância de ter controle de ponto digital?

A entrada do colaborador na empresa corresponde ao início de sua jornada de trabalho. A partir disso, por meio de suas iniciativas, de esforços e do desempenho em prol da conclusão de suas atividades é que o negócio, de fato, se desenvolve.

Não é à toa que é tão importante estabelecer o apontamento dos funcionários a partir do controle de ponto digital ou manual.  A preocupação deve ser em relação a manter uma sistemática padronizada, em conformidade com a lei.

O período de trabalho dos colaboradores é, geralmente, acordado durante a admissão. E a quantidade de horas prevista no contrato também é indicada na carteira de trabalho do profissional.

Ainda que a lei não exija a adoção de um controle de ponto digital ou manual em empresas de até 10 trabalhadores, o ideal é que se desenvolva um acompanhamento rigoroso para proteger toda a equipe, não importando o porte da companhia.

Por isso, neste post, serão esclarecidas as principais dúvidas sobre a marcação de ponto e seus diferentes tipos, tais como controle digital, manual e eletrônico. Continue a leitura e saiba mais!

Qual é a importância do controle de ponto?

De maneira simples, a empresa remunera o colaborador de acordo com a quantidade de tempo que ele emprega em benefício da empresa. Desse modo, é natural que a gestão sobre essa “troca” seja a mais rigorosa possível.

Ou seja: o correto apontamento é muito importante porque impede que discussões sobre horas extraordinárias, banco de horas e problemas judiciais trabalhistas venham à tona e causem transtornos para ambas as partes (funcionário e empregador).

Todavia, o ônus da prova é da empresa. Isso significa que a responsabilidade pela fiscalização, bem como o monitoramento de frequência e assiduidade do trabalhador é do empregador, desde que haja mais de 10 empregados, segundo reza o art. 74, § 2º, da CLT.

A forma de estabelecer esse controle, todavia, é de livre opção por parte da organização, sendo permitida mais de uma maneira de apontamento (controle manual, mecânico ou digital) dentro da mesma companhia.

Controle de ponto digital, manual ou mecânico?

O registro de ponto feito de forma manual, em um livro ou mesmo em uma folha de ponto, é simples e barato. Mas essa pode se mostrar uma sistemática de trabalho muito dispendiosa para um gestor.

Afinal, preencher inúmeras tabelas e analisar informações manuscritas de diferentes equipes e indivíduos requer tempo e dedicação. Quando se trata do apontamento mecânico, o profissional faz a inserção do seu cartão no relógio, que registra o horário de entrada ou saída.

Ainda que seja mais prático, é preciso também mover esforços em um controle manual dos cartões, sendo necessária a realização de cálculos e o monitoramento de horas trabalhadas, horas extraordinárias, faltas etc.

Realizar marcações, estudar e organizar informações são atividades árduas e com alto risco de falhas, fraudes e retrabalhos. Inclusive, em processos trabalhistas, essas duas modalidades de registro (manual e mecânica) podem prejudicar a investigação ou serem rejeitadas como provas.

Mas é não só isso: quando se executa um controle de ponto ineficiente, há o risco da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) autuar a empresa, sem mencionar os impactos na contribuição com a previdência, imposto de renda e FGTS.

Portanto, um controle de ponto digital se mostra a solução ideal. Afinal, o modelo não apenas otimiza a gestão de dados e o controle das informações, mas também oferece maior segurança para a companhia e para o profissional.

Além da automação proporcionada ao apontamento de horas, o controle de ponto digital evita a possibilidade de fraude ou alteração de dados relacionados às marcações das jornadas de trabalho.

Levando em considerações essas características, convém listar algumas das diversas vantagens proporcionadas pela utilização de um ponto eletrônico. Acompanhe!

Quais são as vantagens do modelo digital?

Um controle digital, ou o também chamado registrador eletrônico de ponto (REP), conta com todos os recursos de um relógio de ponto tradicional, somados às possibilidades de integração com outros sistemas informatizados, aplicativos e dispositivos.

O sistema realiza a identificação do profissional — seja por biometria, cartão ou senha —, registrando o respectivo apontamento de horas e viabilizando a geração dos relatórios.

As empresas que desejam utilizar o ponto eletrônico devem fazer a aquisição de um dispositivo devidamente homologado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, assim como o previsto na portaria 1.510, emitida pelo MTE em agosto de 2009.

Controle da jornada de trabalho

É por meio do controle de ponto que se percebe se o colaborador está, de fato, sendo capaz de cumprir sua jornada normalmente, nem a mais do que deveria e nem deixando o serviço mais cedo.

Inclusive, alguns modelos fornecem recursos de extração de ausências, atrasos, horas extraordinárias, adicionais noturnos, saídas antes do horário convencional, excessos de intervalos etc.

Desse modo, é possível monitorar a performance dos funcionários, descobrir se há profissionais se atrasando bastante ou saber quem está trabalhando muito além do que deveria.

Menos ações judiciais

Quanto mais preciso e confiável é o controle de ponto, menores são as chances de existirem discussões judiciais. Isso porque a maior parte dos litígios trabalhistas ocorre quando o profissional afirma ter executado atividades além do horário.

O colaborador, então, faz o pleito das horas trabalhadas e alega jornadas de trabalho abusivas, registro de apontamento errado e assim por diante.

Com um sistema de registro de ponto que seja eficiente de fato — tal como se propõe o controle de ponto digital —, é possível oferecer ao colaborador e ao departamento de recursos humanos informações confiáveis, minimizando erros e, consequentemente, processos judiciais.

Direito dos profissionais assegurados

A limitação das horas de trabalho é um direito constitucional dos funcionários. Em tempos passados, quando não existiam muitas regras trabalhistas em vigor, era comum que os profissionais desempenhassem suas funções além do formalizado em contrato, sem que houvesse remuneração sobre isso.

Atualmente, porém, o controle de ponto garante que os empregados sejam devidamente remunerados conforme as horas trabalhadas.


Por que o relógio de ponto pode significar redução de custos?

O relógio de ponto é um aparelho utilizado para marcar as horas trabalhadas por um funcionário dentro de uma empresa. Certo? Sim! Mas não é só isso: o dispositivo também registra o número do cartão de cada trabalhador, a data e o horário em que foi lido, gerando relatórios sobre a jornada de trabalho dos mesmos.

Em tempos de crise econômica, sabemos que diminuir despesas é essencial para a sobrevivência de muitas instituições. Mas de que forma o ponto eletrônico pode auxiliar na redução de gastos? Confira neste post!

Reduzindo gastos com a Justiça

Recentemente, foram elaboradas as portarias nº1510 de 2009 e n°373 de 2011 do Ministério do Trabalho, que regulamentam a utilização do relógio de ponto.

Os principais benefícios trazidos por essas legislações referem-se à comprovação das horas trabalhadas pelos funcionários, permitindo que as empresas possam ter o controle das horas extras e de domingos trabalhados de cada colaborador. O limite é de até duas horas extras diárias para cada empregado e, no caso de domingos trabalhados, este limite é de dois por mês para mulheres e três para homens.

Caso os sindicatos estejam de acordo, há ainda a possibilidade de utilizar recursos alternativos para o controle da jornada de trabalho. Um dos meios que podem ser usados atualmente são os aplicativos, desde que eles estejam disponíveis no local de trabalho, permitam a identificação do funcionário e possibilitem a marcação do ponto com precisão.

Essas novas regulamentações auxiliam as empresas na redução de custos uma vez que evitam o gasto excessivo com horas extras, assim como a ocorrência de multas por processos envolvendo excesso de horas trabalhadas.

Aumentando o rendimento

O controle das horas de expediente possibilita que os funcionários administrem melhor o tempo de trabalho, e, assim, trabalhem com menor desgaste. O menor desgaste dos trabalhadores, por sua vez, melhora o rendimento da produção, gerando mais lucros para a empresa.

Ao registrar o horário de entrada e de saída dos empregados, é possível não só medir a produtividade, como identificar períodos ociosos e possíveis falhas, permitindo melhorias no fluxo de produção e na motivação da equipe.

Facilitando o serviço do RH

Além de auxiliar na contabilização das horas de trabalho, gerar melhorias no rendimento da produção e reduzir custos com multas e horas extras, o relógio de ponto também facilita o trabalho realizado pelo RH no momento de supervisionar a jornada de trabalho.

Estes dispositivos permitem que colaboradores do RH tenham mais tempo para realizar outras atividades na empresa, uma vez que não será preciso checar fichas manualmente. Além disso, os aparelhos também reduzem os erros de cálculos na contagem de horas extras.

Hoje em dia, existem várias tecnologias de relógio de ponto que auxiliam na fiscalização das empresas e são essenciais na redução de custos das mesmas, basta encontrar aquela que mais se adequa a realidade de cada uma.

É importante também verificar se o software disponível está de acordo com a legislação vigente para evitar problemas com a justiça e oferecer treinamentos aos funcionários para que eles entendam a importância deste procedimento.

Gostou do texto? Fale conosco para saber mais sobre os tipos de relógios de ponto existentes atualmente no mercado, estamos à sua disposição!


Banco de horas: saiba como implementar no seu restaurante

Você sabe o que é o banco de horas? É um sistema legal, que está dentro da legislação trabalhista, para compensar as horas extras — feitas pelos funcionários — com folgas. Isso pode ser conferido no artigo 59 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), depois que a Lei 9.601 foi homologada em 1998.

Na época, essa flexibilização foi de extrema importância já que o país estava passando por um regime de recessão econômica e, por isso, o banco de horas passou a ser uma alternativa para manter o trabalhador dentro da empresa sem ter a necessidade de demiti-lo.

Esse regime de compensação de horários se tornou tão bom que, mesmo depois que o cenário econômico melhorou, a lei continuou em vigor, e milhares de empresas hoje em dia trabalham com ele.

Se você quiser saber como implementá-lo no seu restaurante, continue por aqui que nós vamos te dar algumas dicas!

1. Verifique se esse regime é o ideal para seu restaurante

O banco de horas é muito bom, mas ele precisa se adequar às necessidades da empresa. Ele pode ser utilizado, por exemplo, em situações em que o fluxo produtivo está abaixo do normal e é possível dispensar o funcionário antes do horário. Assim, essas horas não trabalhadas podem ficar num banco de horas para quando a empresa estiver num período de alta produtividade.

2. Converse com o sindicato

O banco de horas é um sistema diferente da compensação simples, que pode ser feita de forma individual. Nesse caso, os responsáveis da empresa precisarão entrar em contato com o sindicato para realizar a negociação das normas que serão aplicadas: horários, períodos de compensação, valor da hora trabalhada e outros direitos.

Porém, é preciso ficar atento para alguns detalhes que existem na lei. Por exemplo, alguns tipos de trabalhadores não podem fazer parte do banco de horas.

Os que trabalham em atividades insalubres ou perigosas (a não ser que haja autorização da autoridade de segurança e higiene do Ministério do Trabalho) ou os trabalhadores que ainda têm menos de 18 anos de idade são alguns exemplos.

3. Fique de olho na lei

Além do fato de que alguns grupos estejam impossibilitados de trabalhar nessa modalidade de compensação, há outros requisitos que devem ser respeitados para que o contrato com o sindicato esteja devidamente de acordo com o que exige a lei. Sendo assim, você precisa seguir alguns requisitos:

  • a jornada de trabalho máxima é de até 10 horas, exceto para os trabalhadores que trabalham em regime de escala;

  • jornada semanal de no máximo 44 horas;

  • a compensação de horas deve ser realizada em até 12 meses;

  • o empregado tem o direito de acompanhar o seu saldo no banco de horas;

  • deve ter previsão em acordo coletivo ou convenção.

Caso a quantidade de horas não for compensada dentro do período de 1 ano, as que ainda restarem devem ser pagas em dinheiro aos funcionários.

Gostou de saber mais sobre o banco de horas? Comente este post e conte para a gente como você pretende implementar essa modalidade no seu restaurante!