Acompanhe as principais licenças previstas na CLT

Sabia que algumas faltas dos funcionários não só podem como devem ser abonadas? Existem algumas licenças previstas na CLT que fazem com que o empregador não possa descontar o valor do dia não trabalhado da remuneração do empregado. E você, como bom colaborador do setor de Departamento Pessoal precisa saber quais são elas.

Mas fique atento, pois nem todas as licenças são remuneradas. Normalmente, não são remuneradas àquelas que tem como objetivo atender a alguma necessidade do empregado e não da empresa. Esse tipo de licença só garante que o funcionário manterá o seu cargo na empresa, mas não a remuneração.

Para ajudá-lo a evitar problemas na justiça do trabalho e manter o seu conhecimento atualizado sobre o assunto, listamos abaixo quais são as principais licenças previstas na CLT!

Licença maternidade

Como próprio nome já diz, é o afastamento da gestante por um determinado período para que ela possa ficar com o filho dos primeiros meses após o parto.

O afastamento é de 120 dias com remuneração mensal e quem fica responsável por realizar o pagamento é o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A funcionária pode ainda pedir a licença 28 dias antes do parto.

Serviço militar obrigatório

A partir dos 18 anos, todos os homens precisam realizar o serviço militar obrigatório. Para os primeiros 90 dias de afastamento, o funcionário continuará recebendo a sua remuneração normalmente. Lembrando que o empregador não pode alterar ou interromper o contrato de trabalho.

Licença paternidade

Assim como as mães, os pais também têm direito à licença remunerada em virtude do nascimento dos filhos. Essa licença também permite que o pai vá fazer o registro civil do filho já que a mãe, em muitos casos, precisa de repouso.

São 5 dias de licença considerando dias corridos, ou seja, sábado e domingo entram na conta. Para as empresas que fazem parte do programa Empresa Cidadã, os pais têm direito a 20 dias de licença remunerada.

Casamento

Após o casamento, muitos casais partem para a tradicional Lua de Mel. Também chamada de licença gala, a licença casamento é garantida pela CLT. O artigo 473 da lei garante que os funcionários podem não comparecer ao trabalho em função de casamento por 3 dias consecutivos.

Sendo assim, caso você se case numa sexta, o sábado e o domingo entram na conta. Então, na segunda, o casal retorna ao trabalho normalmente. Lembrando que, se o sábado também for dia de expediente, este será abonado.

Óbito

Também chamada de Licença Nojo, a licença em caso de falecimento do cônjuge, filhos, pais, irmãos ou qualquer pessoa que viva sob a responsabilidade do funcionário como um sobrinho, ele tem direito a 2 dias consecutivos de licença sem prejuízo da remuneração.

Lembrando que, caso o falecimento ocorra na sexta, o sábado e o domingo contam como licença e o funcionário volta ao trabalho na segunda-feira.

Se manter atualizado sobre as licenças previstas na CLT é de fundamental importância para qualquer profissional que trabalhe no setor de DP. Como é ele quem faz esse tipo de controle, é preciso ficar atento para não cometer erros que podem trazer muitos danos para a empresa.

Modelo de advertência

Como resolver problemas com turnover

Você tem uma empresa na qual muitos funcionários são admitidos e demitidos rapidamente. A rotatividade de empregados é muito grande. Isso também é chamado de turnover e costuma trazer muitos prejuízos para a empresa.

É claro que, quanto o colaborador não é bem o que o seu negócio precisa, a saída dele abre vaga para alguém que esteja mais de acordo com as suas necessidades. Porém, perder um bom funcionário pode ser bem ruim.

Vamos ver agora o que é turnover de forma mais aprofundada e como resolver esse problema da melhor forma possível.

O que é turnover?

O turnover não é apenas admissão e demissão de funcionários. Falamos em turnover quando isso acontece de forma frequente, ou seja, há a contratação e o desligamento de empregados de maneira sucessiva.

Isso pode acontecer por diversos motivos. Os mais comuns são baixa remuneração, insatisfação no ambiente de trabalho, não há oportunidade de crescimento, clima organizacional ruim, entre outros. O problema também pode vir da base, ou seja, do momento da contratação. Pode ocorrer, por exemplo, um erro de comunicação com o RH e o recrutamento e seleção não utilizou os critérios mais adequados.

O grande problema gerado pelo turnover e o aumento de custos que isso tem para a empresa. Contratar uma pessoa que não se encaixa no perfil da vaga pode atrasar o trabalho de uma equipe inteira, gerando prejuízos. Além disso, você terá mais custos com processos de treinamento de funcionários, recrutamento e seleção.

Como saber se o turnover da minha empresa está alto?

Existe um parâmetro que as empresas devem seguir para saber se estão com o problema de turnover ou não. Saber esse valor é essencial para entender um pouco mais sobre o desempenho do negócio. O cálculo é realizado da seguinte maneira:

Turnover em % = funcionários que saíram da empresa/total de funcionários no mesmo período x 100

Vamos para a parte prática e mostrar um exemplo. Digamos que em um determinado ano, uma empresa contava com 200 funcionários e houveram 30 desligamentos. Aplicando a fórmula teremos o índice de turnover em 15%. O ideal é que o percentual não ultrapasse 5%, porém, essa taxa pode variar de um nicho para outro.

Como resolver o problema de turnover?

Comece pelo RH

Antes de iniciar um recrutamento e seleção de novos funcionários, verifique se o RH ou a terceirizada responsável recebeu as informações corretas. Um erro nesse processo pode colocar tudo a perder e aumentar as taxas de turnover.

Ofereça jornada de trabalho flexível

É cada vez mais comum ver empresas que não “prendem” o funcionário 40 horas por semana dentro de um escritório. Ele recebe uma meta e tem total liberdade para cumpri-la dentro do tempo estipulado. Muitas vezes, eles cumprem antes do combinado para ter dias livres depois. Esse tipo de trabalho também consegue chamar a atenção de grandes talentos.

Crie uma política de benefícios

Oferecer uma remuneração adequada para os colaboradores é um dos passos para reduzir o turnover. Além disso, eles precisam se sentir valorizados e motivados constantemente. Ofereça benefícios inovadores e pense que muitos deles podem ser excelentes para a sua empresa.

Por exemplo, firmar uma parceria com uma boa academia e oferecer descontos para os funcionários é uma forma de investir na saúde deles e evitar faltas por motivo de doença. Então, os benefícios não são apenas para eles, mas também para o seu negócio.

 

 

Tolerância de atraso no trabalho, como fazer?

Vez ou outra, o funcionário pode chegar atrasado na empresa por diversos motivos: acidentes de trânsito que deixa o tráfego mais lento, carro quebrado, problemas de saúde, levar os filhos na escola, enfim, muitos podem ser os motivos. A questão é: o empregador pode aplicar uma penalidade por atraso no trabalho em qualquer caso?

É muito importante que os empregadores tenham pleno conhecimento sobre esse assunto. Afinal de contas, uma penalidade excessiva como a demissão pode levar a um processo judicial. Para evitar esse tipo de problema, vamos agora explicar um pouco mais sobre esse assunto.

Há tolerância de atraso no trabalho?

Sim, afinal de contas, imprevistos podem acontecer com qualquer pessoa e, portanto, a legislação assegurou que todos os trabalhadores tenham um limite de atraso no trabalho.

De acordo com o artigo 58 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), § 1º, há um limite de 5 minutos para mais ou para menos e de 10 minutos diários. Vamos explicar melhor.

Digamos que o horário para o funcionário chegar seja às 08:00, mas ele atrasou e chegou às 08:07. Caso não haja mais atrasos durante o dia, ele não poderá ser penalizado ou ter qualquer valor descontado na remuneração. Por mais que ele tenha ultrapassado os 5 minutos do horário da chegada, não ultrapassou os 10 minutos diários de tolerância. Esses limites que a lei estabelece não podem ser usados nem como jornada extraordinária nem para descontos na folha. Lembrando que é importante que ocorra a marcação de ponto, pois o registro servirá como prova para a empresa caso o funcionário alegar que fez hora extra e não recebeu.

O limite de 10 minutos por dia podem ocorrer diariamente?

Infelizmente sim. Não há embasamento legal que impeça o funcionário de agir dessa forma, porém, um dos requisitos que a empresa podem impor é a pontualidade.

É claro que muitos funcionários podem se aproveitar desse limite para atrasar 10 minutos todos os dias. Se pensarmos em uma empresa com 10 funcionários atrasando de segunda a sexta 10 minutos por dia, ao final de um mês seriam 200 minutos e em 1 ano seriam 2.400 ou 40 horas sem a empresa gerando uma produtividade máxima. É o mesmo que passar uma semana inteira sem funcionar.

Porém, a empresa pode deixar claro, desde o momento da contratação, que esse tipo de comportamento não é tolerável e que é importante seguir os horários corretamente.

Uma outra solução, seria utilizar os relatórios que um sistema de ponto possa gerar, desta forma irá conseguir visualizar todas as irregularidades.

O empregado pode ser mandado de volta para a residência em caso de atraso?

Em algumas situações, o empregador pode querer aplicar uma punição ao funcionário que se atrase por 15 minutos ou mais para retornar ao trabalho. Nesse caso, muitos o mandam de volta para casa e o funcionário acabaria tendo as horas não trabalhadas descontadas em folha. Porém, pela lei, isso não é permitido.

Em situações como essa, o trabalhador pode processar a empresa, que será obrigada a pagar as horas não trabalhadas e ainda danos morais.

Para evitar esse tipo de situação e ter todos os horários de entrada e saída dos empregados devidamente registrados e organizados a melhor opção é utilizar a tecnologia. A InfoKings possui um software de ponto, o IKPonto REP que é ideal para controlar este tipo de situação.

Quer saber um pouco mais sobre o nosso produto e como ele pode ajudar a sua empresa? Então, entre em contato conosco!

Projeto para controle de ponto

Principais obrigações e rotinas de departamento pessoal e RH

Muita gente acha que o Departamento de Pessoal e o RH são a mesma coisa, mas a verdade é que eles cumprem papéis diferentes dentro da empresa. Por exemplo, as responsabilidades do RH estão mais voltadas para as habilidades dos funcionários. Já o Departamento de Pessoal ou DP lida diretamente com as questões burocráticas, especialmente, com as leis trabalhistas.

Dessa forma, o DP é o responsável por garantir que todos os direitos trabalhistas dos funcionários sejam devidamente cumpridos. Sendo assim, são pessoas que precisam ter amplos conhecimentos sobre a legislação do trabalhador e devem se manter atualizadas a todo momento.

Vamos conhecer agora um pouco da rotina de cada um desses setores da empresa e as responsabilidades que eles devem cumprir.

Responsabilidades do RH

Recrutamento e seleção

Quando a empresa está precisando de novos membros, o RH é o responsável por conseguir esse novo capital humano. Ele deve montar o processo de recrutamento que pode ser feito de maneira interna ou por meio de uma terceirizada e, logo em seguida, selecionar a pessoa ou as pessoas que possuem as habilidades desejadas pela empresa.

O Rh também deve saber reconhecer as habilidades de cada uma das pessoas que trabalham na empresa. Por exemplo, ele deve saber identificar quando uma habilidade está sendo desperdiçada em um setor e que poderia ser melhor aproveitada em outro. Assim, esse setor está relacionado à produtividade dos trabalhadores e, consequentemente, da empresa.

Responsabilidades do DP

Controla as férias

É o DP que tem como tarefa controlar as férias dos funcionários. Isso requer um raciocínio logístico, pois é importante que as férias de muitos empregados não coincidam, prejudicando a produtividade da empresa. Assim, esse período de descanso, tão aguardado por todos os funcionários deve também estar de acordo com as necessidades da empresa.

Realiza as demissões

Se um funcionário deseja se desligar da empresa, ele deve procurar o DP para essa finalidade. O setor, por sua vez, dará uma lista ao funcionário dos documentos que são necessários para isso. Também pode ser necessário que o departamento pessoal entre em contato com o sindicato da categoria para requerer documentos e também sinalizar sobre a demissão.

Fazem o controle de horas

Essa pode ser uma das tarefas mais trabalhosas para o DP, especialmente se estamos falando de uma empresa com uma grande quantidade de funcionários.

Estamos falando de controlar os horários da entrada e saída, tanto para o trabalho quanto para o horário de almoço. Entra aqui também o controle das horas extras e do banco de horas. Se esses dados não estiverem muito bem organizados, fica muito fácil se perder e os problemas podem ser muitos, especialmente os judiciais.

Para ajudar o DP nessa tarefa tão importante, a empresa pode conseguir uma solução rápida e eficaz instalando o controle de ponto ou ainda o relógio de ponto. Além disso, em algumas empresas, o Ministério do Trabalho e Emprego obriga o uso do relógio de ponto e o mesmo deve também ser autorizado pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).

Saiba mais sobre o relógio de ponto e todas as facilidades que ele pode oferecer para o DP e toda a empresa!

Tecnologia LFD

Problemas comuns do relógio de ponto eletrônico

Todas as empresas que possuam mais de 10 funcionários devem fazer uso do relógio de ponto eletrônico. É isso que diz a nossa legislação. Essa é uma ótima maneira de aumentar a segurança do local e ter mais controle sobre os horários de trabalho dos funcionários, mas há também alguns desafios.

Não podemos ter o controle sobre tudo, especialmente quando surgem alguns imprevistos. E, como estamos falando de um equipamento que é controlado pelas mãos humanas, isso não seria diferente. O ponto eletrônico também pode apresentar problemas e você deve estar ciente de como corrigi-los.

Veja abaixo quais são os principais e o que fazer nesses momentos:

Falta de energia

A rede elétrica da sua cidade pode falhar em diversos momentos: uma forte chuva, raios, um cabo que se partiu, manutenção, entre outros motivos. Como o relógio de ponto eletrônico é movido à energia, ele não irá funcionar enquanto a energia não for restabelecida. Assim, ele ficará interrompido durante esse período.

E como evitar que alguém fique sem marcar o horário? É simples: o jeito é fazer à moda antiga, ou seja, manualmente ou usar um registro de ponto mecânico. Quando a energia retornar, essas informações podem ser passadas para o software.

Lembre-se: essas informações manuais devem ficar guardadas e, se possível, digitalizadas também para que a tinta não apague do papel com o passar do tempo.

Ajuste de horários

Fique sempre de olho quando for necessário fazer um ajuste nos horários do ponto eletrônico. Um momento do ano que muita gente costuma atrapalhar é durante o horário de verão. Um deslize nesse ponto e muitos problemas com a contagem de horas trabalhadas dos funcionários podem acontecer.

O ideal é optar por um relógio de ponto eletrônico que consiga fazer essa alteração de maneira automática, evitando maiores transtornos.

Falta de papel

O marcador de ponto eletrônico precisa emitir o comprovante para o funcionário. É esse papel que oferece a garantia para o trabalhador das horas laboradas, caso seja questionado ou perceba que a contagem foi feita de forma incorreta. Nesse comprovante, estão informações como os horários de entrada e saída, os intervalos e também as horas extras que foram feitas em um determinado período.

Com a falta de papel, esse ticket não é gerado para o funcionário. Caso isso aconteça, o pessoal responsável deve ser avisado para que ocorra a reposição do material o quanto antes. Durante a entrada e a saída dos funcionários, é interessante que esse responsável esteja por perto com o papel em mãos para fazer a substituição o mais rápido possível.

Lembre-se: não pode ser qualquer tipo de papel e sim um específico. De acordo com a legislação trabalhista, o empregado tem até 5 anos para recorrer sobre qualquer problema trabalhista. Portanto, esse papel e suas informações devem durar por, pelo menos, 5 anos.

Leitor biométrico

Esse é também um dos problemas que mais acontecem nos locais onde há um relógio de ponto eletrônico. Problemas no leitor biométrico podem atrasar a entrada de diversos funcionários na empresa, portanto esse tipo de situação deve ser evitado o máximo possível.

Para que isso não aconteça, mantenha o software sempre atualizado e faça manutenções no seu equipamento nas datas corretas.

Vale a pena para as pequenas empresas a utilização do sistema de controle de ponto? Descubra agora mesmo!

Manutenção Preventiva

Saiba como apresentar um sistema de DP ao seu gestor

Para uma empresa crescer e se expandir no mercado, ela precisa passar por constantes melhorias. Isso significa que mudanças devem ser feitas e nem todo mundo se sente confortável com isso. Esse é o sentimento que, muitas vezes, o gestor da empresa na qual você trabalha pode ter. Ao apresentar um sistema de DP que oferece diversas melhorias, é preciso convencê-lo de que aquele investimento realmente dará o retorno esperado ou até melhor que isso.

É preciso, em primeiro lugar, mostrar que o setor de DP da empresa realiza muitos processos e é essencial para o bom funcionamento desta. Em segundo lugar, deve-se mostrar como esse software conseguirá aperfeiçoar o trabalho no setor e que, em consequência, toda a empresa será beneficiada, especialmente de forma financeira.

Para convencê-lo, você precisa usar argumentos confiáveis e para ajudá-lo nisso, listamos abaixo alguns que poderão ser usados por você e sua equipe!

Levante dados financeiros

Já que uma das maiores preocupações do gestor é com a despesa que o novo sistema de DP pode trazer, o primeiro passo é avaliar qual é o real impacto disso para as finanças do negócio. Então, você deve ir ao setor financeiro buscar alguns dados.

Se você não souber como fazer a análise, é possível pedir para o próprio responsável pelo setor fazer isso e dizer se a contratação da ferramenta é ou não viável. Com essa informação nas mãos, você pode vencer as objeções do gestor quanto ao capital de investimento.

Saiba sobre o produto

Nesse momento você está tentando fechar uma venda. Por mais que não seja exatamente dessa forma, será necessário usar seu poder de convencimento. Então, você deve saber tudo sobre o software e encontrar essas informações é bem fácil.

No próprio site da empresa que fornece a ferramenta é possível encontrar uma série de informações. Pode também entrar em contato com a empresa por meio de um telefone ou mesmo redes sociais para sanar as maiores dúvidas. Assim, você terá todas as respostas para as perguntas do seu gestor.

Detalhe os benefícios

O benefício é um dos argumentos de maior destaque e que, por isso, precisa ser bem detalhado. Afinal de contas, se compramos uma roupa é porque vemos o benefício da qualidade, do atendimento e de que formas aquela peça nos servirá em determinados momentos.

Portanto, mostre que um sistema de DP ajudará a reduzir os erros com os cálculos de custos das horas extras dos funcionários, será mais fácil fazer atualização de cadastro de funcionários por meio de um sistema único e assim, estar em dias com a fiscalização trabalhista. Além desses bons motivos, fale de outros como uma gestão de pessoas mais eficiente.

Pesquise a melhor opção para a empresa

O sistema de DP deve ser compatível com as necessidades da empresa na qual você trabalha. Ele pode ter mil e uma funções, mas se elas não foram adequadas para o negócio, certamente o gestor negará o seu pedido, pois não verá valor nesse investimento.

Portanto, indicamos o software IKPonto REP que é capaz de se adaptar às demandas do negócio no qual atua. Entre em contato e mostre ao seu gestor como cada benefício da ferramenta pode, de fato, aumentar a produtividade, reduzir os custos e aumentar os lucros.

Software de ponto

Impactos do eSocial para o controle dos funcionários

Os impactos do eSocial na sua empresa são vários. Ele começou a ser utilizado pelo governo e pelas empresas em 2018 e, ao que parece, veio para ficar. Portanto, a melhor forma de não prejudicar o seu negócio é se adaptando o mais rápido possível. Mas, ao contrário do que muitos podem pensar, o eSocial oferece muitos pontos positivos.

Esse sistema veio com o objetivo de facilitar a vida de diversos empresários e também da fiscalização do governo. Os empregadores devem enviar os dados dos seus funcionários por meio do eSocial. Com isso, os impactos na folha de pagamento podem ser grandes. Tudo o que estiver relacionado ao seu empregado, desde o momento da admissão até o dia da demissão, deve ficar registrado nesse sistema.

Vamos agora esclarecer alguns pontos importantes sobre esse assunto e listar informações essenciais para qualquer empresário.

O que é eSocial?

É bem possível que você já tenha ouvido falar sobre o assunto, mas sabe realmente do que se trata? Esse projeto do Governo Federal faz parte de um sistema chamado SPED. Por meio dele, o empregador deve passar todas as informações de pagamento e previdência dos funcionários. Foi uma forma que o governo encontrou de integrar, em um só lugar, todas as informações sobre os empregados.

Quais mudanças o eSocial gera na empresa?

As mudanças são muitas e é preciso ficar atento a elas. Por exemplo, agora a fiscalização dessas informações será feita de forma eletrônica, assim como as documentações. Por meio do eSocial, diversas obrigações serão substituídas:

• DIRF;

• PPP, CAT, MANAD;

• GFIP;

• RAIS;

• CAGED e outras.

As grandes empresas já começaram a enviar os dados para o eSocial desde janeiro 2018. Outras empresas começaram a ter essa obrigatoriedade em junho de 2018 e, provavelmente, estão com muitas dúvidas.

Veja agora como esse sistema afetará a sua empresa:

Aumenta a quantidade de informações que precisam ser controladas

Agora, as empresas deverão enviar uma quantidade muito maior de informações. Isso significa que o controle, a manutenção e a atualização dos dados dos funcionários serão maiores. Quer exemplos? Informações de Segurança e Medicina do Trabalho, os exames médicos dos funcionários e também os processos judiciais envolvendo a vara do trabalho devem ser enviados.

Maior necessidade de comunicação entre os departamentos

Todas as informações sobre os trabalhadores devem ser transmitidas pelo eSocial. Além daquelas inseridas no final de mês, com a folha de pagamento, outras também devem ser cadastradas como no caso dos acidentes de trabalho. No momento de contratar um funcionário, essa comunicação também deve ser passada.

Assim, ao iniciar o trabalho, já no primeiro dia, o setor de gestão de pessoas deverá repassar todos os dados para outros setores ou ainda receber. A comunicação do departamento pessoal com o financeiro e contábil será cada vez mais frequente.

Assinatura de certificado digital

Para que o eSocial possa funcionar corretamente na sua empresa, será necessário assinar e validar uma certificação digital. Assim, se por acaso você for MEI e tem um empregado, precisa providenciar o quanto antes esse documento para conseguir acesso ao sistema e ficar em dia com a fiscalização do trabalho.

É essencial se preparar para os impactos do eSocial na sua empresa. Isso pode ser feito por meio de treinamentos para a equipe, leitura constante de materiais de sites confiáveis, revisão e alinhamento de processos, configurações dos sistemas de computação, entre outros.

O mais indicado é solicitar auxílio de empresas especializadas. Nós da InfoKings oferecemos um serviço de consultoria na área para as empresas de diversos tamanhos. Entre em contato agora mesmo!

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Diferenças entre Ponto Cartográfico e Ponto Eletrônico

Ter um controle de ponto na sua empresa é essencial para organizar a folha de pagamentos, aumentar a segurança, facilitar o trabalho do RH, entre outros motivos. Não importa se você tem mais ou menos de 10 funcionários, usar algum tipo de controle é importante. Mas, qual tipo de controle de ponto escolher? Existem dois principais: o ponto cartográfico e o ponto eletrônico.

Você, logicamente, quer fazer uma escolha que possa se adaptar melhor às necessidades da sua empresa. E, para que assim seja, primeiro é necessário conhecer bem as opções que existem no mercado.

Para ajudá-lo a tomar a melhor decisão, explicamos abaixo como funcionam os pontos citados acima.

O que é o ponto eletrônico e como ele funciona?

O relógio de ponto eletrônico é uma forma muito mais prática de arquivar e guardar de maneira segura todos os horários de entrada e saída dos seus funcionários. Você pode cadastrar cada um deles no sistema e assim, apenas com uso de um leitor biométrico, a passagem fica liberada. Além da digital, também é possível utilizar um cartão magnético.

Todos os dados, dentro de um determinado período, são armazenados em um software. Esse programa passará todas as informações necessárias não só ao RH, mas também ao fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego.

O que é o ponto cartográfico e como ele funciona?

O relógio de ponto cartográfico é um tipo mais manual, no qual é necessário ter um funcionário para receber e separar os cartões dos funcionários. No ponto cartográfico isso é necessário para evitar que um empregado use o cartão do outro e crie uma grande confusão com questões de hora extra e problemas com inadimplência.

Nesse tipo de ponto, é o próprio funcionário que determina qual é o horário no qual está laborando naquele momento. Por exemplo, digamos que ele acabou de chegar às 8 da manhã para iniciar a jornada, então deve escolher o período da manhã para marcar o ponto. O período da tarde corresponde àquele após o almoço, normalmente das 14 às 18 horas. Também é possível determinar as horas extras, confirmando no ponto a entrada e a saída.

Um dos motivos pelos quais muitas empresas escolhem esse tipo de ponto em vez do ponto eletrônico é pela questão do preço, que costuma ser mais baixo. Porém, é preciso pensar no custo benefício, pois será necessário manter um outro funcionário apenas para organizar os cartões de ponto. Apesar de ser uma escolha excelente para uma empresa com poucos funcionários.

Qual é a melhor opção para o meu negócio?

A quantidade de funcionários que a sua empresa possui é o fator mais importante na hora de escolher entre o ponto cartográfico e o ponto eletrônico. Se você tem mais de 10 funcionários, o ponto eletrônico é o mais indicado, evitando problemas de cálculos de horas extras. No caso do ponto cartográfico, o gestor precisa contar as horas trabalhadas de cada cartão, ou seja, de cada funcionário, um por um.

Assim, não existe uma opção melhor do que a outra, mas sim, uma que se adapta melhor às necessidades da sua empresa. A Info Kings oferece as duas soluções e podemos ajudá-lo a escolher qual o mais indicado para o seu empreendimento.

Clique aqui e veja mais informações sobre o ponto eletrônico e cartográfico.

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O checklist definitivo de pequena empresa

Quem é dono de uma pequena empresa sabe que é necessário muito trabalho para fazer o negócio alcançar o sucesso desejado. Nesse primeiro momento, o trabalho é constante, não há muitos funcionários para dividir as tarefas e quase tudo fica concentrado nas mãos de uma única pessoa.

O dono acaba se tornando o contador, o administrador, o gestor, tudo em uma única pessoa. O problema é que, provavelmente, ele não tem todos esses conhecimentos no nível de profundidade desejado para uma empresa, ainda que ela seja pequena.

Para fazer a gestão do seu negócio, são necessárias algumas ferramentas e também seguir alguns caminhos que tornam o processo mais fácil nesse momento inicial. Veja abaixo a checklist que preparamos para isso!

1. Faça o seu planejamento financeiro

Esse deve ser o ponto principal da sua estratégia. Uma pequena empresa, normalmente, não consegue obter um grande lucro nos seus primeiros anos. A maioria do dinheiro vai para o pagamento do investimento necessário para erguer o negócio. Outra boa parte segue para o capital de giro, extremamente necessário para manter a empresa funcionando e se mantendo em um mercado tão competitivo.

2. Organize a documentação

Quanto antes você começar a se preocupar com essa questão, melhor. A organização documental da sua empresa é fundamental para uma boa organização contábil e ajuda a estar em dias com os tributos e também com os encargos trabalhistas. Além disso, com os papéis em mãos fica muito mais fácil mudar de categoria à medida que a sua empresa for crescendo.

3. Revise as contas

Esse é um hábito essencial para manter o equilíbrio financeiro da sua empresa. Estabeleça um período para fazer essas revisões. Você pode realizá-las por setores, por exemplo, em um determinado momento revisa as contas dos fornecedores, em outro, revisar o pagamento dos funcionários, em outro, revisar os tributos e assim por diante.

Isso ajuda a ter um controle maior sobre as finanças da sua empresa e também sobre os lucros que você tem agora e os que deseja alcançar.

4. Anote as datas de pagamento

Nós lidamos com muitas informações durante o dia. São muitos números e, por isso, lembrar de todas as datas de pagamento das contas da empresa é praticamente impossível. Portanto, tenha uma agenda ou mesmo um aplicativo para lembrá-lo dessas datas. Você pode utilizar o próprio alarme do celular.

Uma boa forma de não atrasar as contas é colocar a data de pagamento para um dia antes. Assim, você consegue se programar melhor caso o sistema esteja fora do ar no dia ou mesmo tenha um imprevisto. Evite ao máximo o pagamento de multas e juros.

5. Estabeleça um controle de ponto

Por menor que seja a sua empresa, ter um controle de ponto é essencial. Os benefícios não são apenas para o negócio, mas também para os colaboradores. Com o sistema de ponto é possível também oferecer muito mais segurança para todos que estão no ambiente já que só são permitidas pessoas autorizadas.

Para isso, você pode pedir ajuda da tecnologia. A Info Kings oferece opções de ferramentas de controle de ponto como o eletrônico e o cartográfico. Por eles, você pode estabelecer as formas de acesso e saída da sua empresa aos seus funcionários: pode ser por meio da biometria ou mesmo utilizando um modelo mais tradicional como os cartões de ponto.

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O checklist definitivo de grandes empresas

Ser dono do seu próprio negócio é algo desejado por muitos, mas é preciso ter a consciência que cuidar dele é algo complexo. Requer conhecimento em áreas de administração, financeira, gestão, entre outras, especialmente quando se trata das grandes empresas. Quanto maior o número de funcionários, maior é a complexidade e maior deverá ser a atenção.

É preciso ter total controle e organização do que acontece dentro dela e também saber sobre os fatores externos que podem influenciar no seu desempenho. Portanto, há muitas variáveis em jogo para analisar.

Para ajudar na gestão de pequenas e grandes empresas, fizemos uma checklist para que você siga todas as orientações sem se perder no meio do processo.

1. Tenha um planejamento

Nenhum objetivo consegue ir adiante sem um bom planejamento. Além de saber o que você deseja para o seu negócio — possivelmente a expansão dele — é preciso determinar como percorrer o caminho. É para isso que serve o planejamento.
Dentro dele, será necessário estabelecer metas de curto, médio e longo prazo, estabelecer também quais são as suas prioridades mais e menos urgentes. Tudo isso precisa ser documentado e debatido com a equipe para que todos se envolvam no processo.

2. Faça uma boa gestão financeira

A saúde financeira da empresa é a base de tudo. Afinal de contas, se ela não tem dinheiro suficiente para pagar os funcionários, materiais e todos os outros custos como pretende se manter no mercado? Portanto, a gestão financeira é fundamental para todos os tipos de empresas, independentemente do tamanho que ela tenha.

Assim, você pode contratar um escritório de contabilidade para cuidar das contas e da parte burocrática da empresa. Também pode recorrer à tecnologia e providenciar uma ferramenta de gestão financeira. Há muitas opções no mercado.

3. Fique em dias com a parte jurídica

Muitos problemas jurídicos podem acometer uma empresa que não se organiza da maneira correta. Um dos mais conhecidos são os problemas com a justiça do trabalho, especialmente no pagamento de horas extras. Grandes empresas possuem um número significativo de colaboradores o que pode dificultar e muito o cálculo.

Por isso, muitos problemas com pagamentos de horas indevidas, causando custos desnecessários para o empreendimento, podem acontecer como também o não pagamento. A empresa pode ter o próprio departamento jurídico ou pode terceirizar o serviço.

4. Use o controle de ponto

Quer evitar problemas na justiça como os mencionados acima e ter mais segurança dentro da sua empresa? Ter ferramentas que o ajudem a fazer o controle de ponto é fundamental.

Uma empresa que tenha mais de 10 funcionários tem a obrigatoriedade de manter um registro de ponto. E para reduzir os problemas, optar por um relógio de ponto cartográfico ou um relógio de ponto eletrônico consegue deixar o trabalho de todos muito mais rápido de ser feito e também mantém o ambiente da sua empresa mais seguro, pois só pessoas cadastradas podem entrar.

O relógio cartográfico usar uma marcação mecânica em cartões que ficam ao lado da máquina. Cada cartão pertence a um funcionários e, portanto, pode ser necessário que alguém fique próximo para evitar que um use o cartão do outro.
Já o relógio de ponto eletrônico dispensa a supervisão de outra pessoa já que utiliza biometria. Os dados já são automaticamente jogados no sistema e fazer os cálculos das horas extras fica muito mais fácil.

O relógio de ponto é uma excelente solução para pequenas, médias e grandes empresas. Está interessado? Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas sobre essa solução!