7 razões para fazer treinamentos em restaurantes sempre!

Os treinamentos em restaurantes é uma excelente oportunidade para melhorar e ajustar as “pontas soltas” dentro do seu estabelecimento.

O negócio só tende a crescer, ter uma boa reputação e ser recomendado pelos clientes. O colaborador também se sente mais valorizado quando possui um maior domínio sobre a melhor maneira possível de fazer seu o trabalho.

Além desses benefícios, listamos 7 bons motivos para que a capacitação da equipe deixe de ser vista como gasto e se torne um dos seus melhores investimentos. Acompanhe!

Por que promover o treinamento em restaurantes?

1. Aumenta a capacidade de resolver problemas

É muito comum, quando acontece algum problema dentro do restaurante, que o gerente (ou alguém responsável por esse departamento) logo seja acionado. Mesmo as questões mais simples precisam de outra pessoa para serem solucionadas.

Isso aumenta o tempo de resolução, além de reforçar a hierarquia e gerar uma menor independência dos funcionários, entre outras consequências ruins para o negócio.

Portanto, é muito importante que todos que trabalham na cozinha sejam capazes de resolver desde problemas mais simples até os complexos, mas, principalmente, aqueles que são urgentes. O responsável pode não estar presente no momento e a equipe precisa aprender a tomar as decisões corretas.

Um problema bem corriqueiro é o cliente se queixar da comida. O funcionário precisa saber lidar com esse feedback negativo da melhor forma possível, para que o público volte outras vezes e tenha uma boa impressão do estabelecimento.

2. Reduz o desperdício

Sim, treinamentos em restaurantes é capaz de reduzir o desperdício de comida dentro dos estabelecimentos, aumentar os lucros e diminuir os custos. E isso não significa diminuir o padrão de qualidade ou a eficiência da equipe: pelo contrário! As capacitações ajudam a melhorar a rotina de trabalho, tornando-a ainda mais eficiente e eficaz.

Esse tipo de conhecimento é importante principalmente nos períodos de alta estação, quando os restaurantes ficam lotados. A cozinha costuma preparar uma grande quantidade de alimentos e acaba pedindo muito mais matéria-prima do que o necessário.

3. Melhora o atendimento ao cliente

Há diversos tipos de público e o funcionário deve estar preparado para todos eles. Não faça a suposição de que o colaborador saberá lidar com outras pessoas — e nem sempre a célebre frase “o cliente sempre tem razão” está correta. É preciso identificar quando isso é (ou não) verdade.

Saber lidar com cada padrão de personalidade e se comunicar bem, para oferecer o melhor serviço possível, é uma arte! Os clientes mais tímidos, por exemplo, costumam não falar muito e, por isso, podem acabar pedindo algo que não era exatamente o que queriam.

A equipe, por sua vez, tem a opção de fazer sugestões e criar um maior diálogo, sem invadir o espaço do próximo, mas deixando-o mais à vontade. Outro tipo de consumidor bastante comum é o deficiente visual, que tem a necessidade de um cardápio em braile e mais atenção dos funcionários.

Um dos pontos mais importantes do treinamento é fazer com que o cliente não seja tratado como uma criança por conta da deficiência.

4. Oferece noções básicas de marketing

Cozinhar é uma arte, mas, se o restaurante quer continuar com as portas abertas, é necessário saber vender também. Além do dom e do jogo de cintura, é preciso ter a teoria e o conhecimento de noções básicas sobre o assunto para conseguir alcançar um bom resultado.

O objetivo é estimular o público a consumir. Sabendo um pouco mais de vendas, o funcionário terá maior facilidade para identificar quais são as reais necessidades de quem está servindo e atrair o interesse dele.

5. Mantém a higiene do local

Limpeza e higiene são palavras-chave dentro de qualquer restaurante. Não importa o tamanho ou o número de funcionários: este é o tipo de estabelecimento que precisa estar impecavelmente limpo.

E, para que a equipe esteja sempre em dia com esse pensamento, um treinamento dará todas as coordenadas sobre o que deve ser feito a respeito. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) tem normas bem claras e específicas para um restaurante.

A preocupação com essa questão é grande, já que o consumo de alimentos contaminados pode representar um grande perigo para qualquer pessoa. Há alguns itens básicos que todo colaborador deve saber, como:

  • a comida, em hipótese alguma, pode ser servida se não estiver completamente cozida;
  • pratos quentes e frios devem sempre ser armazenados em locais separados;
  • o lixo precisa ser retirado com frequência e colocado em um local longe dos alimentos.

Essas são apenas algumas das regras imprescindíveis para o setor. Com um treinamento, você terá todas as informações de que precisa sobre esse assunto.

6. Oferece maior segurança aos funcionários

O uso dos Equipamentos de Proteção Individual, mais conhecidos como EPIs, ainda encontra certa resistência entre os funcionários. Por mais que os tenham em mãos e saibam que se trata de uma obrigatoriedade, os colaboradores não têm noção dos diversos riscos que estão correndo.

Essa falta de segurança e conhecimento sobre o assunto pode ser sanada com os treinamentos. Além disso, a equipe deve estar preparada para agir rapidamente em situações mais graves, como, por exemplo, incêndios (algo que pode ocorrer facilmente em uma cozinha).  

7. Melhora a imagem do estabelecimento

A primeira impressão é a que fica. E não estamos falando apenas da aparência do restaurante e dos pratos que são servidos — a forma como o funcionário se veste é analisada pelos clientes e, dessa forma, a imagem passada também é a do estabelecimento. Portanto, ele deve estar impecável no ambiente de trabalho.

Os treinamentos em restaurantes mostrará para os colaboradores do local a importância de uma boa apresentação e como ela oferece um ar mais profissional. O indicado é que a roupa esteja alinhada, sem manchas, amassados ou fios soltos.

Não é preciso algo tradicional, com terno e gravata, se o estilo do estabelecimento não pedir. Mas a equipe deve estar bem apresentável.

Viu só como o treinamento em restaurantes pode fazer toda a diferença? Quer aumentar ainda mais a produtividade do seu empreendimento? Então baixe o nosso e-book agora mesmo!

 

Qual é a importância do sindicato patronal para o seu negócio?

Muitas vezes, o sindicato patronal só é lembrado quando o boleto de pagamento das contribuições é emitido ou no momento da renovação da Convenção Coletiva de Trabalho. Mas isso está longe do ideal.

Um dos principais motivos para aderir ao sindicato patronal é o poder que ele tem, pois serve como representante da categoria, discutindo as dificuldades dos profissionais, legislações, mudanças econômicas, entre outras ações.

Porém, as incumbências do sindicato patronal não se restringem a lutar pela categoria nas negociações coletivas de trabalho e dissídio coletivo. Ele também atua em outras frentes, como interpor ações judiciais que objetivem benefícios fiscais e tributários para todas as empresas da respectiva categoria econômica.

Acompanhe os tópicos seguintes e entenda a importância do sindicato patronal!

A diferença entre sindicato patronal e sindicato do empregado

É comum que haja confusão sobre as modalidades de sindicato. Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, a entidade sindical não existe apenas para servir como representante do interesse coletivo dos trabalhadores.

Na verdade, os sindicatos destinados a essa finalidade correspondem apenas a uma das espécies existentes no universo jurídico.

Assim, podem existir também os sindicatos que defendem categorias econômicas, como prevê a legislação do trabalho. Essas instituições são também conhecidas como defensores da categoria dos empregadores, ou apenas sindicato patronal.

A Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares

Um bom exemplo de sindicato patronal é a Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS). Por meio dos esforços dessa instituição, as novas regras para a divisão da gorjeta já foram legitimadas pelo Presidente da República.

Desse modo, haverá uma expressiva desoneração de bares e restaurantes, que tende a evitar, inclusive, o fechamento de empresas graças à minimização da carga tributárias dos estabelecimentos.

Com isso, a gorjeta não deve ser mais considerada como parte do faturamento. Ou seja, as empresas não mais deverão pagar encargos e tributos sobre os valores distribuídos aos empregados.

O sindicato patronal percebia que a ausência da regulamentação mascarava o faturamento real dos estabelecimentos do setor, acarretando em prejuízos financeiros.

Por exemplo, no caso das empresas que optavam pelo Simples, que correspondem a mais de 90% dos estabelecimentos no Brasil, o falso faturamento causava alteração nas faixas de pagamento de impostos e, em algumas situações, a exclusão do regime simplificado de impostos.

Vale dizer que o setor de restaurantes, hotéis, bares e similares corresponde a 3% do Produto Interno Bruto nacional. Ou seja, uma legislação falha nesse sentido prejudicava um volume grande de tributos.

A importância do sindicato patronal

Não deve haver dúvida de que a criação e existência de sindicatos é muito saudável para a economia de um país. Afinal, confere força à categoria representada para reivindicar e fazer jus aos seus direitos, o que não ocorreria se cada indivíduo lutasse por si só.

Em suma, o sindicato patronal levanta os principais ofensores e atua em favor da categoria patronal, emitindo propostas de projetos ao legislativo e protegendo os estabelecimentos de situações que prejudicam o segmento, apresentando a todos alternativas de soluções.

E agora? Compreende a importância do sindicato patronal? Não se preocupe se tiver ficado alguma dúvida, basta deixar um comentário!

Entenda o que a lei determina sobre jornada de trabalho no feriado

Donos de bares e restaurantes veem nos feriados uma ótima oportunidade de lucro. No entanto, junto com a expectativa de casa cheia e muito trabalho no feriado, surgem diversas questões relacionadas à legislação trabalhista, especialmente com relação à jornada de trabalho dos seus funcionários.

Para ajudar você a compreender melhor as diretrizes da lei, bem como organizar sua grade de colaboradores sem precisar enfrentar problemas na Justiça, vale a pena conferir nosso post de hoje:

O que é a jornada de trabalho

A jornada de trabalho, segundo a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), é o período de tempo em que o trabalhador deve prestar serviços ou permanecer à disposição do empregador. Ela deve ter obrigatoriamente de 8 horas diárias ou 44 semanais, desde que não seja definido outro horário específico.

A lei estabelece também o repouso semanal remunerado, o famoso “dia de folga”, que deve obrigatoriamente ser concedido ao funcionário. Esse período, que geralmente acontece aos domingos, decorre do cumprimento de toda a jornada de trabalho semanal.

Como os restaurantes costumam funcionar em horários bem diferentes de uma jornada comum, as convenções de trabalho e acordos coletivos acabam flexibilizando a forma como a jornada deve ser realizada, especialmente nos casos de trabalho no feriado, sem desrespeitar, contudo, os limites diários e semanais.

Por fim, vale destacar que bares e restaurantes que abrem aos domingos precisam de uma autorização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), sendo que os funcionários devem cumprir um sistema de revezamento, ou seja,  alguns folgam em um dia, enquanto outros trabalham e vice-versa.

Trabalho no feriado

É comum que bares e restaurantes funcionem nos finais de semana e feriados. No entanto, pela legislação trabalhista (art. 8º da CLT) é direito do empregado não trabalhar nos feriados e receber seu salário normalmente.

Quando a atividade não puder ser paralisada durante o feriado, como é o caso dos restaurantes, a lei (art. 9º da CLT) determina que a remuneração seja paga em dobro, salvo se o empregador determinar outro dia de folga.

Portanto, a legislação determina duas soluções para o empregado que trabalha no feriado ser recompensado: a folga compensatória em outro dia ou a remuneração paga em dobro.

No mesmo sentido, a Súmula nº 146 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) declara: “o trabalho prestado em domingos e feriados, não compensado, deve ser pago em dobro, sem prejuízo da remuneração relativa ao repouso semanal”.

É importante destacar que a opção de pagar em dobro o dia trabalhado ou dar folga ao trabalhador é uma escolha exclusiva do empregador, que pode, inclusive, determinar o dia da folga, de acordo com o melhor interesse da empresa.

No caso de pagamento em dobro do dia de trabalho no feriado, esse deve ser pago junto com o salário do mês.

Outras questões envolvendo a jornada de trabalho

1. Hora extra

A remuneração será de no mínimo 50% a mais que a hora normal. Ocorrendo em dia de feriado ou descanso semanal o pagamento será de 100% a mais no valor da hora.

Além disso, o limite de horas trabalhadas não poderá ultrapassar 2 horas diárias.

2. Hora noturna

É comum que trabalhadores de bares e restaurante trabalhem em horário noturno, dada a natureza de seu serviço. Todavia, o fato de ser algo normal não isenta o restaurante de pagar pelo adicional noturno estabelecido na convenção da classe.

Trabalho noturno é aquele executado entre as 22 horas e as 5 horas, e durante este período, deve haver a remuneração adicional sobre a hora noturna, mesmo que o empregado trabalhe exclusivamente à noite.

3. Controle

É imprescindível ter total controle da jornada de trabalho de seus empregados, evitando assim qualquer infração das leis trabalhistas. Neste sentido, um software de controle de ponto pode ser uma boa solução para fazer a gestão do seu bar ou restaurante.

Lembrando que para os estabelecimentos com mais de dez trabalhadores é obrigatória a anotação da hora de entrada e de saída, bem como do período de repouso, em registro manual, mecânico ou eletrônico pré-assinalação do período de repouso.

Quer saber mais sobre controle da jornada de trabalho? Então, confira os “3 tipos de controle de ponto ideais para pequenas empresas”.

Demonstração Grátis

Quais as vantagens da logística reversa na gestão de restaurantes?

A logística reversa consiste em uma sistemática que visa possibilitar o retorno de resíduos sólidos para as empresas de origem, impedindo o descarte indevido e a poluição ou contaminação de rios, mares, solos e florestas.

Além dos benefícios ao meio ambiente, a implantação da logística reversa é também de grande importância para a economia, já que a reutilização de materiais na cadeia produtiva reduz de modo relevante o consumo de matérias-primas, logo, minimiza os gastos.

Ou seja, a ideia da logística reversa é colocar novamente os materiais no ciclo comercial e promover o descarte seguro e sustentável dos elementos produzidos. Acompanhe os tópicos seguintes e saiba quais as vantagens da logística reversa na gestão de restaurantes!

Planejamento da logística reversa

Para implementar a logística reversa, não bastam boas intenções. É importante que o gestor procure por informações referentes aos aspectos legais inerentes ao seu empreendimento.

Os responsáveis pelos restaurantes devem entender bem os conceitos de todo o processo, tanto no que concerne ao meio ambiente, quanto no que diz respeito à cadeia logística de seus produtos. Para tanto, o ideal é buscar a consultoria de profissionais qualificados, capazes de desenvolver um plano de ação.

Utilização de embalagens retornáveis

Tratando-se da gestão de restaurantes, processos de acondicionamento, manutenção, operação e transporte de retorno de materiais, embalagens e resíduos para o ponto de origem adequado devem ser definidos durante o planejamento.

E uma das estratégias que podem ser aplicadas é a utilização de embalagens retornáveis. Por exemplo, ao comercializar uma marmita, ao invés de usar um recipiente descartável, uma embalagem mais resistente e retornável pode ser adotada.

O mesmo vale para os copos descartáveis que costumam ser usados em fornecimento de alimentos para viagem. Ao utilizar um copo retornável, o descarte indevido é evitado e, ao mesmo tempo, o restaurante poupa gastos com embalagens descartáveis.

Vantagens da logística reversa

Várias são as vantagens observadas na adoção da logística reversa no seu negócio, entre elas:

  • Conscientização dos colaboradores, fornecedores e fregueses sobre a importância da iniciativa para o negócio e também para o meio ambiente;

  • Levantamento das restrições legais envolvidas no descarte dos materiais usados;

  • Identificação dos materiais que podem ser devolvidos ao fornecedor como forma de minimizar os custos e, consequentemente, o preço de comercialização;

  • Levantamento de materiais que, após o consumo, podem ser comercializados (caixas de papelão, latas de alumínio, garrafas, por exemplo);

Vale dizer que é importante manter um espaço adequado para o correto acondicionamento dos materiais que seguirão para a origem ou descarte. E, mais do que observar as mudanças proporcionadas pela logística reversa, é importante medir os resultados e divulgá-los para os clientes, profissionais, fornecedores e investidores.

Logística reversa como ferramenta de marketing

É comum que os restaurantes, lanchonetes e demais estabelecimentos do ramo enfrentem problemas relacionados à coleta de resíduos sólidos com potencial de reaproveitamento.

Todavia, a contratação de empresas especializadas para a coleta seletiva deve resolver o problema. Desse modo, além de contribuir com o meio ambiente, o estabelecimento pode se beneficiar de uma imagem positiva perante seus clientes, dado o investimento em sustentabilidade.

E agora? Pronto para implementar a logística reversa em seu restaurante? Se você tiver alguma dúvida, basta deixar um comentário abaixo que iremos te ajudar!

 

Marketing para restaurantes: 6 ações para colocar em prática já!

Administrar um restaurante não é uma tarefa das mais simples. Lidar com a logística dos fornecedores, manter a motivação da equipe, evitar o desperdício de alimentos e fidelizar clientes são apenas alguns dos desafios diários de quem atua nesse ramo.

Para quem quer manter seu estabelecimento sempre cheio, conquistando mais e mais clientes, é fundamental investir em algumas ações de marketing para restaurantes.

Se você anda meio desligado das ações de marketing para restaurantes, é hora de arregaçar as mangas e começar! Para saber mais, confira algumas ações que você já pode começar a colocar em prática já!

1. Conheça o seu diferencial

Por acaso você já parou para investigar por que seus clientes vão até o seu restaurante? O que torna o seu estabelecimento atrativo para o público? Qual o seu diferencial?

Antes de montar qualquer estratégia de marketing ou mesmo rascunhar um plano de ação, é fundamental que você conheça qual o seu diferencial. E não vale responder coisas genéricas do tipo “qualidade dos pratos” ou ainda “bom atendimento”.

Se você ainda não está certo de quais são seus pontos fortes como negócio e qual o seu diferencial, pergunte aos seus clientes. Você precisa saber aquilo que tem de melhor para trabalhar em sua estratégia e fazer com que seu público identifique sua marca.

2. Invista em um bom atendimento

Ninguém gosta de ir a um restaurante e ser mal atendido, não é mesmo? O atendimento é uma das principais questões a serem trabalhadas pelos gestores, afinal, mesmo que os pratos sejam bons, se o atendimento é ruim, dificilmente os clientes voltam.

Tanto os funcionários da cozinha, quanto os garçons, equipe de segurança, manobristas e equipe de limpeza são o cartão de visitas do seu estabelecimento. É fundamental realizar treinamentos periódicos e agir como um líder, supervisionando, motivando e ensinando para que o contato com o cliente seja sempre impecável.

Se você, como dono, não se sente pronto para promover treinamentos ou fazer a supervisão da equipe, considere a contratação de uma consultoria.

3. Tenha um prato para atrair clientes

Essa é uma ótima estratégia que poucos donos apostam. Especialmente quando olham somente para o lucro.

O objetivo aqui é atrair clientes e os estimular a consumirem outras coisas dentro do restaurante.

Eleja uma entrada ou um drink que faça do seu estabelecimento um local conhecido. Os preços, igualmente, devem ser bastante atraentes para que o público chegue e não apenas consuma a entradinha, como também siga para o prato principal.

Mesmo que os valores praticados tenham baixa margem de lucro, essa é uma excelente forma de aumentar o ticket médio de consumo e melhorar o faturamento como um todo.

4. Participe de eventos e festivais

Um dos maiores erros dos restaurantes é apostar unicamente no ponto onde estão localizados. Investir em eventos e festivais é uma excelente oportunidade para apresentar seus pratos a um público novo e até conquistar novos clientes.

Por mais que os eventos requeiram uma logística extra e possam demandar a contratação de funcionários e estrutura, muitas vezes esse tipo de investimento vale a pena.

5. Aposte em uma boa comunicação interna

Mais do que uma bela fachada, também é fundamental cuidar de outros elementos que, da mesma forma, transmitem os valores da sua marca. Cardápio, guardanapos, embalagens e até carros da frota podem ser um veículo de comunicação com o seu público. Por isso, vale apostar em uma bela identidade visual e aplicar em elementos que possam servir também como publicidade.

6. Construa sua presença digital

A maioria das pessoas vai direto para a internet quando pensa em consumir algo. Com os restaurantes, isso não é diferente. Por isso, não deixe de ter um bom site, aposte nas redes sociais e invista em marketing digital. Uma boa ideia é conversar com influenciadores digitais que possam trazer público ao seu estabelecimento.

No ramo de restaurantes, as fotos são sempre o maior atrativo. Então, não deixe de usar desse recurso na hora de divulgar seu estabelecimento na web e fique sempre atento aos feedbacks dos consumidores!

Gostou dessas dicas? Então, não deixe de compartilhar nas redes sociais!

O que é benchmarking? Entenda e aprenda com a concorrência!

O benchmarking é a análise completa e aprofundada das melhores práticas utilizadas pela concorrência a fim de aperfeiçoar seus próprios métodos. Isso pode ser feito a partir de análise do mercado, interpretação de dados e estabelecimento de estratégias.

De forma geral, cada empresa identifica os próprios fatores de impacto em sua performance e estabelece critérios e indicadores para cada fator a partir da pesquisa de mercado realizada. Esses critérios, então, serviriam de benchmark ou referência a ser utilizada pela equipe durante o desenvolvimento de iniciativas.

Quais são os tipos de benchmarking que existem?

  • Benchmarking interno: é aquele que visa as melhores práticas para serem adotadas dentro da própria empresa; entre filiais ou departamentos, por exemplo;

  • Benchmarking competitivo: busca fazer uma análise detalhada das práticas de seus concorrentes a fim de superá-las. O grande desafio aqui é que, normalmente, as empresas não costumam divulgar seus segredos de sucesso;

  • Benchmarking funcional: o foco, neste caso, é o processo de trabalho entre as diferentes empresas, mesmo que sejam organizações de setores diferentes;

  • Benchmarking de cooperação: ocorre quando duas empresas formam uma parceria e compartilham seus segredos de processo uma com a outra. Outro caso é quando uma empresa “modelo” compartilha suas informações de processo para o aprendizado de outra.

Quais as vantagens e as desvantagens?

Dentre as principais vantagens deste processo encontra-se a melhora no conhecimento que a empresa tem de si mesma, o desenvolvimento de técnicas e procedimentos para alcançar reconhecimento no mercado, a motivação da equipe e a redução de custos de processo e o aumento da produtividade e do lucro.

Deve-se apenas ficar atento ao fato de que cada empresa possui um fluxo próprio de funcionamento e, portanto, o benchmarking deve ser estudado minuciosamente e adequado a cada uma. Simplesmente copiar as estratégias de outra organização, neste ponto, trará resultados negativos para o seu negócio.

Além disso, o foco exagerado na concorrência pode fazer com que a sua empresa perca a identidade. É necessário fazer a análise do mercado e atualizar as técnicas, mas sem deixar de lado os fatores marcantes do seu negócio.

Como implantar o benchmarking?

  • Faça uma análise e avalie minuciosamente os processos e práticas internas da empresa. Pratique o lema “entender o que somos para que possamos melhorar”;

  • Identifique as grandes empresas que fazem parte do mesmo setor;

  • Estabeleça estratégias de coleta de dados para definir como os segredos das grandes organizações podem funcionar para sua empresa;

  • Analise o mercado para conhecer as melhores práticas das empresas concorrentes e veja o que pode ser melhorado;

  • Elabore a projeção futura do desempenho após as melhorias estabelecidas;

  • Implemente as ações específicas para a adaptação.

Por que o benchmarking é tão importante para empresas?

Agora que sabemos o que é benchmarking, quais os tipos e como fazer a sua implantação, fica fácil entender por que ele é tão importante para as mais diversas organizações.

A comparação entre duas situações é algo natural para os seres humanos, além de ser um fator crucial no momento de estimular a busca por melhorias. Dentro do ambiente empresarial, essas melhorias trazem bons resultados e maior reconhecimento no mercado.

Gostou do texto? Você tem alguma dúvida sobre o benchmarking ou gostaria de compartilhar sua experiência nessa área? Então deixe um comentário no post!

Como fazer uma negociação ganha-ganha com seus fornecedores?

Quem possui restaurante e tem por hábito estar a frente de todas as decisões, sabe que não é exatamente simples conseguir estabelecer relações de confiança, especialmente com os fornecedores. Apesar de buscar uma negociação ganha-ganha, às vezes, as condições de satisfação dos envolvidos fogem do controle.

Se você reconhece que essa é uma situação bastante frequente no seu negócio, saiba que esse conteúdo foi elaborado especialmente ajudá-lo a realizar uma negociação na qual você e seus fornecedores saiam ganhando.

Mas antes de qualquer coisa, é preciso entender o que é uma negociação ganha-ganha. Vamos lá?

Negociação ganha-ganha

A negociação ganha-ganha é o tipo de acordo comercial em que tanto você quanto seus fornecedores saem ganhando. Difícil de imaginar?

Suponha que você precisa fazer um pedido de mercadoria que vai suprir as suas demandas da semana. No entanto, você só precisa de um prazo estendido para pagar o fornecedor, ou seja, precisa de tempo para receber dos seus clientes e poder quitar as suas despesas.

Nesse caso, o seu fornecedor não acha que isso faria com que ele saísse ganhando da negociação, afinal, você só conseguirá pagá-lo ao final do mês. No entanto, você ainda terá que comprar mercadorias para as semanas seguintes e, assim, propõe que ele lhe ofereça o prazo necessitado em troca da sua fidelidade pelas próximas semanas.

O fornecedor ganha por conseguir vender um volume maior de suprimentos para você e você ganha por conseguir o prazo que necessita para pagá-lo.

Como a negociação deve ser estabelecida

Para que uma relação ganha-ganha seja estabelecida com seus fornecedores, é preciso estar atento a alguns pontos no momento da negociação:

  • Você é responsável por expor as suas necessidades e deixar claro como os fornecedores poderão satisfazê-las;

  • Planeje a negociação, conheça os aspectos essenciais, tanto para você quanto para os fornecedores, e não fuja do foco;

  • Defina uma equipe influente para estabelecer uma relação ganha-ganha com seus fornecedores;

  • Determine regras para realizar a escolha dos fornecedores, elabore um checklist com os critérios básicos que devem ser atendidos;

  • Respeite as condições de negociação dos seus fornecedores e lembre-se de que você também pode (e deve) fazer concessões.

Qual a sua importância

Se você entende a negociação ganha-ganha como uma visão muito romântica a respeito da relação com os seus fornecedores, saiba que vai muito além disso. Os benefícios são reais, palpáveis e muito relevantes para a empresa.

A menos que você consiga assumir toda a cadeia produtiva pela qual o seu negócio está cercado, os fornecedores são indispensáveis para que a empresa continue atuando.

Apesar de existirem inúmeros fornecedores, apenas parte deles estará adequada ao seu padrão de qualidade. É por isso que é tão importante preservar as relações a médio e longo prazo com aqueles fornecedores que conseguem atender às suas expectativas no que diz respeito à qualidade dos produtos.

Lembre-se de que a negociação ganha-ganha é a chave de entrada para uma relação de parceria com os seus fornecedores e o seu produto é uma extensão dos insumos que você está adquirindo. Por isso, certifique-se de negociar com os melhores fornecedores.

E então, gostou do conteúdo? Agora que você já sabe como fazer uma negociação ganha-ganha com seus fornecedores e conhece a importância que isso tem, que tal descobrir como continuar crescendo com seu negócio? Confira nossas 4 dicas para crescer na crise!

Evite esses 3 erros no cálculo de horas extras dos funcionários

De acordo com a legislação trabalhista, a jornada de trabalho deve contar com 8 horas diárias e 44 horas semanais. Embora a legislação também tenha exceções a essa regra, que são tratadas em acordos ou convenções coletivas; caso o empregado ultrapasse sua carga horária, o empregador fica obrigado a pagar as chamadas horas extras.

Em regra, o cálculo de horas extras é feito a partir do salário-hora acrescido de 50%. Isto é, o salário recebido mensalmente dividido pela quantidade de horas trabalhadas estipuladas no contrato de trabalho, mais 50% desse valor. Quando as horas extras são realizadas em domingos e feriados, esse percentual será de 100%.

Vale destacar que a prorrogação da jornada não pode ultrapassar 2 horas diárias.

Embora pareça um cálculo simples, existe uma série de erros que acabam sendo cometidos por empregadores e causam inúmeros problemas na justiça. Para evitar demandas judiciais para sua empresa, confira os erros mais comuns e saiba como evitá-los:

1. Não ter um método de apuração confiável

Segundo a legislação trabalhista, qualquer empresa que conte com mais de dez funcionários precisa realizar o controle da jornada. Esse controle pode ser feito de forma manual, mecânica ou digital, através do registro do ponto manual ou mesmo com o uso do relógio de ponto.

Hoje já existem diversas formas de controlar a jornada dos colaboradores de forma automática, minimizando a quantidade de erros no cálculo de horas extras. O controle de ponto digital, por exemplo, permite que o empregador diferencie as horas extras e, consequentemente, evite mais erros.

2. Não avaliar a porcentagem certa

Como explicamos, as horas extras podem contar com percentuais diferentes, especialmente considerando quando são trabalhadas. Em regra, quando a jornada é ultrapassada durante a semana, o funcionário receberá o valor da hora salário acrescida de 50%. Caso as horas extras sejam executadas em domingos e feriados, o funcionário deve receber o valor da hora salário acrescido de 100%. Por fim, em situações de emergência, onde a empresa necessita do funcionário presente além das 2 horas extras permitidas, é possível que o funcionário execute mais horas no sistema emergencial. Nesse caso, o cálculo de horas extras será a hora salário acrescidas de 25%.

Na hora de computar e repassar os valores ao funcionário é fundamental que a empresa tenha um bom controle das horas extras para que não haja erros no percentual e, consequentemente, problemas com o funcionário.

3. Apresentar cálculos imprecisos

Uma ótima maneira de evitar problemas com funcionários e com a Justiça Trabalhista é apresentar uma planilha identificando todas as horas extras do funcionário, bem como estabelecendo os percentuais adequados. Esse tipo de controle e também de transparência deve vir da empresa e ajuda a evitar uma série de problemas.

Tenha um funcionário específico para fazer o controle de jornada ou então conte com um sistema eletrônico. Hoje, os sistemas de ponto eletrônico e os softwares conseguem oferecer relatórios detalhados com todas as informações que a empresa e os funcionários necessitam.

Pequenos detalhes no controle das horas extras podem fazer muita diferença para o futuro da empresa. Não deixe de investir em ferramentas que podem evitar muita dor de cabeça.

Gostou dessas dicas? Então, não conferir mais dicas para investir no relógio de ponto certo!

 

Hidrômetros individuais trazem benefícios ao condomínio?

Controlar a conta de água sempre foi uma parte importante de qualquer economia doméstica. Evitar desperdício é bom para o meio ambiente, assim como para o orçamento familiar. Porém, quando se fala em condomínios, esse sempre foi um ponto delicado, pois o hidrômetro, aparelho que mede a quantidade de água consumida, considera todo o edifício como uma coisa só.  

Para evitar problemas decorrentes disso, muito locais passaram a adotar hidrômetros individuais para cada apartamento. Essa nova prática tem trazido muito benefícios para todos os condomínios.  

Para mostrar isso, trouxemos quatro exemplos de vantagens que essa instalação pode oferecer. Acompanhe:

1. Estar dentro da lei

Em julho de 2016, foi aprovada uma lei determinando que todos os condomínios novos devem possuir hidrômetros individuais para cada apartamento. A proposta fez uma alteração na Lei 11.445, de 2007, que fala sobre o saneamento básico.  

Com ela, todos os condomínios construídos a partir de então devem atender as novas leis de saneamento, incluindo a medição individual do consumo de água por residência. A regulamentação só se torna absoluta 5 anos após sua publicação e não afeta condomínios já construídos, já que nem sempre é possível instalar um novo sistema de medição.

2. Evitar conflitos entre os moradores

Um dos principais problemas resolvidos pela aplicação dos hidrômetros individuais é o conflito entre moradores. No modelo compartilhado, a conta de água do condomínio inteiro é dividida entre todos os condôminos, o que significa que, mesmo com um consumo baixo de água, ainda é possível obter uma conta muito alta se outro vizinho consome bastante.

De forma geral, é considerado mais justo que cada um pague apenas pelo que consome. Além disso, não haverá problemas envolvendo excessos na conta de água nem acusações durante as reuniões de moradores.

3. Redução do consumo de água

Como os hidrômetros individuais fazem com que a conta passe totalmente para quem consome, isso também é um estímulo para reduzir o custo. A maioria das pessoas que consome água a mais no condomínio não está agindo de má-fé. Apenas não se dá conta do tamanho do custo que está gerando para seus vizinhos.  

Em outras palavras, elas passarão a notar o que realmente consomem e vão se policiar para que o gasto de água não seja tão alto. Isso reduz o consumo total de forma geral da mesma forma que reduz o custo financeiro.

4. Problemas nos hidrômetros individuais não se espalham

Uma questão importante é que um hidrômetro com problema em um condomínio significa estresse para todos os moradores. Ele pode medir um volume muito acima do real, aumentando o custo, assim como pode estar adulterado, levando a uma multa para todos os condôminos.  

Com apenas um hidrômetro por moradia, não haverá uma suspeita generalizada e a medição irregular pode ser mais facilmente detectada.  

Agora que você entende os benefícios dos hidrômetros individuais, além de sua obrigatoriedade, é uma boa hora para pensar em instalá-los em seu condomínio. Se quer saber como evitar muitos gastos nesse processo, veja nosso outro artigo sobre como economizar na sua reforma.

 

5 ações para aumentar a segurança escolar de uma vez por todas

Especialistas em segurança pública alertam que os índices de violência não param de subir em todo o país, especialmente nas capitais e grandes centros urbanos. A alta taxa de desemprego, as graves injustiças sociais, a recessão e a impunidade são a força motriz desse processo.

Assim, percebemos que encontrar uma solução definitiva para os problemas de segurança pública no Brasil não depende da implementação de mero reforço no policiamento, e tampouco virá no curto prazo. Mas não podemos ficar de braços cruzados enquanto isso, não é mesmo? O bem-estar de nossa família e de nossas instituições mais estimadas depende de nós!

Nesse aspecto, destaca-se a proteção de nossas crianças e adolescentes, grupos especialmente vulneráveis e que merecem toda a nossa atenção. Portanto, no post de hoje, apresentamos cinco soluções para aumentar a segurança escolar. Vamos lá?

1. Crie um fórum de segurança

O primeiro passo que o gestor deve tomar para reforçar a segurança escolar é criar um fórum para debater medidas educativas e transformações na infraestrutura, de modo a prevenir a ocorrência de crimes.

Quanto à composição do fórum, quanto mais plural, melhor! É possível abri-lo para pais, alunos, professores e membros da equipe de segurança. Também pode ser interessante enviar convites para ONGs e para o Batalhão de Polícia Militar Local.

2. Invista em sistemas de monitoramento

As câmeras de segurança são importantes por poderem orientar a atuação dos profissionais da segurança em tempo real, fazendo com que você ganhe preciosos segundos em uma situação de emergência. Por outro lado, caso não seja possível evitar a ocorrência do crime, as câmeras podem ser utilizadas como uma forma de colaborar com as autoridades na investigação do caso.

3. Contrate seguranças particulares

A presença ostensiva de seguranças nos principais acessos do prédio escolar cumpre com uma função muito importante na segurança: a de prevenir a ocorrência de crimes. Não é por outro motivo que eles usam uniformes chamativos, veículos com sirenes, etc. O objetivo é que sejam notados e que, dessa forma, o criminoso pense duas vezes antes de abordar um aluno perto da escola.

4. Invista na automação de controle do ponto e acesso

Uma das medidas mais importantes para evitar riscos dentro das escolas é controlar o acesso de pessoas às suas instalações. Com um bom sistema de controle de ponto e acesso, a direção da escola pode registrar alunos, professores, funcionários administrativos, prestadores de serviços, fornecedores e visitantes. Trata-se de uma forma elegante de fazer com que cada um só tenha acesso aos locais a que está autorizado, sem discussões, sem constrangimentos e sem jeitinhos.

Além disso, a função web permite que o sistema envio uma mensagem SMS aos responsáveis dos alunos, informando a hora exata em que eles entraram e saíram da escola. Isso permite que eles possam trabalhar com tranquilidade, pois terão a certeza de que o jovem chegou bem na escola.

Outra vantagem trazida pela instalação do equipamento é que, de quebra, essa também é uma maneira fácil e prática de controlar o ponto dos funcionários e a presença dos alunos.

5. Registre e acompanhe os delitos

Por fim, é importante esclarecer que a implementação dessas ações não significa dizer que a gestão conseguirá resolver, sozinha, o problema da segurança nas escolas. Muito pelo contrário! A segurança de nossos alunos depende de uma parceria entre os responsáveis, a escola e o governo, cada um atuando dentro dos limites de sua competência.

Assim, a escola não pode deixar de registrar na delegacia de proteção à criança e ao adolescente os eventuais atos infracionais cometidos por seus alunos no interior da instituição. Além disso, procure registrar os crimes ocorridos nas imediações da escola junto à delegacia de polícia local, colaborando assim com as investigações e, consequentemente, com a captura e punição dos culpados.

E então, pronto para colocar em prática nossas estratégias para aprimorar a segurança escolar? Agora, compartilhe este post nas suas redes sociais e espalhe essas dicas! A informação é a maior arma no combate à violência.