Hidrômetros individuais trazem benefícios ao condomínio?

Controlar a conta de água sempre foi uma parte importante de qualquer economia doméstica. Evitar desperdício é bom para o meio ambiente, assim como para o orçamento familiar. Porém, quando se fala em condomínios, esse sempre foi um ponto delicado, pois o hidrômetro, aparelho que mede a quantidade de água consumida, considera todo o edifício como uma coisa só.  

Para evitar problemas decorrentes disso, muito locais passaram a adotar hidrômetros individuais para cada apartamento. Essa nova prática tem trazido muito benefícios para todos os condomínios.  

Para mostrar isso, trouxemos quatro exemplos de vantagens que essa instalação pode oferecer. Acompanhe:

1. Estar dentro da lei

Em julho de 2016, foi aprovada uma lei determinando que todos os condomínios novos devem possuir hidrômetros individuais para cada apartamento. A proposta fez uma alteração na Lei 11.445, de 2007, que fala sobre o saneamento básico.  

Com ela, todos os condomínios construídos a partir de então devem atender as novas leis de saneamento, incluindo a medição individual do consumo de água por residência. A regulamentação só se torna absoluta 5 anos após sua publicação e não afeta condomínios já construídos, já que nem sempre é possível instalar um novo sistema de medição.

2. Evitar conflitos entre os moradores

Um dos principais problemas resolvidos pela aplicação dos hidrômetros individuais é o conflito entre moradores. No modelo compartilhado, a conta de água do condomínio inteiro é dividida entre todos os condôminos, o que significa que, mesmo com um consumo baixo de água, ainda é possível obter uma conta muito alta se outro vizinho consome bastante.

De forma geral, é considerado mais justo que cada um pague apenas pelo que consome. Além disso, não haverá problemas envolvendo excessos na conta de água nem acusações durante as reuniões de moradores.

3. Redução do consumo de água

Como os hidrômetros individuais fazem com que a conta passe totalmente para quem consome, isso também é um estímulo para reduzir o custo. A maioria das pessoas que consome água a mais no condomínio não está agindo de má-fé. Apenas não se dá conta do tamanho do custo que está gerando para seus vizinhos.  

Em outras palavras, elas passarão a notar o que realmente consomem e vão se policiar para que o gasto de água não seja tão alto. Isso reduz o consumo total de forma geral da mesma forma que reduz o custo financeiro.

4. Problemas nos hidrômetros individuais não se espalham

Uma questão importante é que um hidrômetro com problema em um condomínio significa estresse para todos os moradores. Ele pode medir um volume muito acima do real, aumentando o custo, assim como pode estar adulterado, levando a uma multa para todos os condôminos.  

Com apenas um hidrômetro por moradia, não haverá uma suspeita generalizada e a medição irregular pode ser mais facilmente detectada.  

Agora que você entende os benefícios dos hidrômetros individuais, além de sua obrigatoriedade, é uma boa hora para pensar em instalá-los em seu condomínio. Se quer saber como evitar muitos gastos nesse processo, veja nosso outro artigo sobre como economizar na sua reforma.

 

5 ações para aumentar a segurança escolar de uma vez por todas

Especialistas em segurança pública alertam que os índices de violência não param de subir em todo o país, especialmente nas capitais e grandes centros urbanos. A alta taxa de desemprego, as graves injustiças sociais, a recessão e a impunidade são a força motriz desse processo.

Assim, percebemos que encontrar uma solução definitiva para os problemas de segurança pública no Brasil não depende da implementação de mero reforço no policiamento, e tampouco virá no curto prazo. Mas não podemos ficar de braços cruzados enquanto isso, não é mesmo? O bem-estar de nossa família e de nossas instituições mais estimadas depende de nós!

Nesse aspecto, destaca-se a proteção de nossas crianças e adolescentes, grupos especialmente vulneráveis e que merecem toda a nossa atenção. Portanto, no post de hoje, apresentamos cinco soluções para aumentar a segurança escolar. Vamos lá?

1. Crie um fórum de segurança

O primeiro passo que o gestor deve tomar para reforçar a segurança escolar é criar um fórum para debater medidas educativas e transformações na infraestrutura, de modo a prevenir a ocorrência de crimes.

Quanto à composição do fórum, quanto mais plural, melhor! É possível abri-lo para pais, alunos, professores e membros da equipe de segurança. Também pode ser interessante enviar convites para ONGs e para o Batalhão de Polícia Militar Local.

2. Invista em sistemas de monitoramento

As câmeras de segurança são importantes por poderem orientar a atuação dos profissionais da segurança em tempo real, fazendo com que você ganhe preciosos segundos em uma situação de emergência. Por outro lado, caso não seja possível evitar a ocorrência do crime, as câmeras podem ser utilizadas como uma forma de colaborar com as autoridades na investigação do caso.

3. Contrate seguranças particulares

A presença ostensiva de seguranças nos principais acessos do prédio escolar cumpre com uma função muito importante na segurança: a de prevenir a ocorrência de crimes. Não é por outro motivo que eles usam uniformes chamativos, veículos com sirenes, etc. O objetivo é que sejam notados e que, dessa forma, o criminoso pense duas vezes antes de abordar um aluno perto da escola.

4. Invista na automação de controle do ponto e acesso

Uma das medidas mais importantes para evitar riscos dentro das escolas é controlar o acesso de pessoas às suas instalações. Com um bom sistema de controle de ponto e acesso, a direção da escola pode registrar alunos, professores, funcionários administrativos, prestadores de serviços, fornecedores e visitantes. Trata-se de uma forma elegante de fazer com que cada um só tenha acesso aos locais a que está autorizado, sem discussões, sem constrangimentos e sem jeitinhos.

Além disso, a função web permite que o sistema envio uma mensagem SMS aos responsáveis dos alunos, informando a hora exata em que eles entraram e saíram da escola. Isso permite que eles possam trabalhar com tranquilidade, pois terão a certeza de que o jovem chegou bem na escola.

Outra vantagem trazida pela instalação do equipamento é que, de quebra, essa também é uma maneira fácil e prática de controlar o ponto dos funcionários e a presença dos alunos.

5. Registre e acompanhe os delitos

Por fim, é importante esclarecer que a implementação dessas ações não significa dizer que a gestão conseguirá resolver, sozinha, o problema da segurança nas escolas. Muito pelo contrário! A segurança de nossos alunos depende de uma parceria entre os responsáveis, a escola e o governo, cada um atuando dentro dos limites de sua competência.

Assim, a escola não pode deixar de registrar na delegacia de proteção à criança e ao adolescente os eventuais atos infracionais cometidos por seus alunos no interior da instituição. Além disso, procure registrar os crimes ocorridos nas imediações da escola junto à delegacia de polícia local, colaborando assim com as investigações e, consequentemente, com a captura e punição dos culpados.

E então, pronto para colocar em prática nossas estratégias para aprimorar a segurança escolar? Agora, compartilhe este post nas suas redes sociais e espalhe essas dicas! A informação é a maior arma no combate à violência.

5 formas de aumentar a segurança em condomínios de forma eficiente

Com os crescentes índices de violência urbana registrados nos últimos anos, a segurança em condomínios se tornou uma das maiores preocupações para síndicos e moradores. Infelizmente, não há como assegurar um espaço totalmente livre de ações de criminosos, mas existem maneiras de aumentar a sensação de segurança, inibir atos violentos e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida dos condôminos.

Por isso, no post de hoje, selecionamos 5 ações que podem melhorar a segurança em seu condomínio. Veja a seguir!

1. Reforçar a segurança das guaritas

As guaritas normalmente são os primeiros alvos dos criminosos. Isso porque elas estão na linha de frente dos condomínios, fazendo o controle de acesso de moradores, visitantes e demais funcionários.

Para garantir a proteção dos porteiros, o ideal é investir em blindagem para os vidros, além de banheiros exclusivos, botão do pânico, comunicação com a central de segurança e um dispositivo de liberação remota de entrada e saída. O objetivo dessas últimas ideias é reduzir as saídas de funcionários do seu posto de trabalho. Assim, diminui-se a vulnerabilidade do acesso ao seu condomínio.

2. Restringir o acesso de entregadores

A política de acesso de entregadores varia de acordo com o condomínio. Alguns limitam à portaria, outros à recepção e até ao apartamento dos moradores. Obviamente, não podemos generalizar todos os serviços e dizer que eles oferecem riscos à segurança dos condôminos, mas como é bom prevenir, o mais aconselhável é restringir a circulação deles no edifício.

Existem condomínios, por exemplo, que possuem portões duplos na entrada, justamente para fazer com que os entregadores não avancem mais do que o necessário, se limitando ao contato com o porteiro.

3. Posicionar câmeras em locais estratégicos

Os sistemas de vigilância por câmeras é uma das soluções mais procuradas e usadas em condomínios. A questão, no entanto, é saber os melhores lugares para instalar esses equipamentos.

A preferência deverá ser pelos portões de acesso, muros, áreas comuns e pontos cegos. A guarita também deve ser vigiada, não para questionar o trabalho dos porteiros, mas sim fiscalizar e diminuir possíveis falhas de desatenção.

As câmeras devem ser monitoradas tanto pelo síndico quanto pela central que administra o sistema de vigilância. Desse modo, garante-se uma maior agilidade para a correção de problemas ou para medidas repreensivas em casos de tentativas de crimes.

4. Cadastrar as informações dos condôminos e funcionários

Não dá para garantir uma segurança eficiente sem saber quem são as pessoas que entram e saem do condomínio a todo momento. Por isso, é fundamental criar um banco de dados para coletar as informações dos moradores, como nome, identidade, apartamento, placa do carro, visitantes próximos e constantes; assim como as dos funcionários do condomínio e terceirizados, também solicitando os nomes, horários de entrada e saída, etc.

Essas informações, quando vinculadas a um sistema de gestão de condomínio, podem fornecer dados e relatórios importantes sobre a movimentação em seu condomínio, como os horários mais movimentados, visitantes mais frequentadores e outros.

5. Investir em automação no controle de acesso

As vantagens da automação também chegaram ao controle de acesso. Isso permite reduzir as falhas humanas e regular de forma mais eficiente a entrada e saída de pessoas no condomínio.

Um sistema de controle de acesso pode assegurar, por exemplo, que funcionários não entrem fora do seu horário de trabalho ou restringir automaticamente o acesso de visitantes descadastrados ou não-anunciados.

Outra vantagem é que esse sistema pode ser integrado com catracas eletrônicas, leitores biométricos e coletores de dados, fazendo com que esses dispositivos funcionem sem a necessidade de intervenção dos porteiros, que ficam incumbidos de fiscalizar e monitorar o seu funcionamento.

A violência cada vez mais organizada fez com que as estratégias para aumentar a segurança em condomínios se ficassem mais aperfeiçoadas com o tempo. E essas soluções variam desde uma melhor infraestrutura para as guaritas, passando por um melhor controle de acesso e vigilância até o uso de tecnologia para melhorar a proteção dos moradores. Sendo assim, seu condomínio fica mais preparado para se prevenir ou coibir a ação de criminosos.

 

Saiba como reduzir gastos do seu condomínio!

Luzes acesas sem necessidade, vazamentos, excesso de funcionários, consumo exagerado de água e má administração das áreas comuns. Estes são apenas alguns dos fatores que acabam encarecendo o condomínio e pesam bastante no bolso dos moradores.

Para reduzir gastos do condomínio e também o desperdício é preciso da colaboração de todos, incluindo moradores, síndico e a administradora do condomínio. Para implementar um programa de redução de gastos são necessárias ações simples, porém que exigem o trabalho em equipe e a união.

Revisões constantes, manutenção de equipamentos e escolha de determinados dispositivos podem ajudar na economia como um todo. A seguir, confira as nossas dicas para reduzir gastos do condomínio!

Identifique os gastos

Antes de montar um plano de ação visando economizar, é importante ter um orçamento e identificar quais são os principais gastos do condomínio. Para não sair fazendo cortes e criando desavenças entre os condôminos, o ideal é ir agindo por partes, cuidando primeiramente dos gastos mais significativos.

Assim, se o gasto mais alto é a conta de luz, por exemplo, será necessário investir em sensores de presença visando minimizar esse gasto. Já se as despesas mais altas decorrem dos colaboradores, é preciso avaliar a eficiência e a quantidade de colaboradores necessária para que o condomínio funcione.

Verifique se há vazamentos

Altos gastos com água podem refletir em vazamentos. Caso esse seja um gasto excessivo do condomínio, o ideal é checar toda a encanação para verificar qualquer tipo de problema.

Aposte na iluminação inteligente

Os gastos desnecessários com energia elétrica podem consumir boa parte do orçamento. Por isso, algumas medidas devem ser realizadas visando a economia. Instalar sensores de presença em garagens e áreas comuns pode evitar que luzes acesas sejam esquecidas.

Optar por modelos mais econômicos de lâmpadas também é uma ação que traz resultados para as contas do condomínio. Além disso, é importante conscientizar os moradores para que eles não deixem luzes acesas ou aparelhos ligados sem que haja necessidade.

Otimize as funções dos colaboradores

A folha de pagamento dos funcionários representa um dos maiores gastos do condomínio, consumindo cerca de 65% do orçamento. Por isso, é necessário otimizar as funções dos colaboradores, evitando ao máximo o pagamento de horas extras e nomeando um responsável para fiscalizar e zelar pela eficiência dos funcionários.

Faça a correta manutenção de equipamentos

Elevadores, portões eletrônicos, câmeras de segurança, interfones. Esses são apenas alguns dos equipamentos que necessitam de manutenção constante, caso contrário, podem trazer gastos excessivos. Para manter o controle em dia, o ideal é que o síndico conte com uma planilha registrando a data da manutenção e um cadastro de todas as empresas responsáveis pelos equipamentos.

Economize em insumos

Materiais de limpeza, lâmpadas, itens de jardinagem, tintas e outros insumos também podem consumir uma parcela do orçamento ou gerar gastos que podem ser reduzidos. Comprar itens de limpeza por atacado, por exemplo, pode ser uma medida de economia. Evitar comprar mais insumos do que o necessário também pode aliviar as contas. Tenha uma lista de todos os materiais que devem ser comprados todo mês. Isso evita que se compre em excesso.

Essas dicas foram úteis para você? Quais as medidas tomadas para economizar no seu condomínio? Deixe o seu comentário!

 

Saiba como evitar a briga de vizinhos e acabar com conflitos!

Brigas são conflitos que comprometem o bem-estar de todos, principalmente quando ocorrem entre vizinhos. Viver em conjunto continua sendo um grande desafio, no entanto, contornar briga de vizinhos no condomínio, adotando novos hábitos para conviver em harmonia se tornou uma questão de qualidade de vida.

Existem muitos fatores que são responsáveis por iniciar uma briga, desde coisas que parecem pequenas, como uma porta esquecida aberta até algumas mais graves, como o som alto de uma festa de madrugada. Por isso, não é aconselhável colocar mais lenha na fogueira participando dessas intrigas. Nessas horas, apagar o incêndio com a ajuda de boas práticas é a melhor solução para evitar estes conflitos.

Se você cansou de presenciar briga de vizinhos, confira 6 dicas que podem tornar a convivência mais fácil:

1. Na garagem

A garagem costuma ser um pesadelo para quem mora e precisa dividir o espaço com seus vizinhos. A maioria dos conflitos no local são causados por pessoas que não respeitam a vaga de outros condôminos, estacionam de maneira inadequada ou de forma imprudente e, por isso, a garagem é vista como um lugar favorável para confusões.

No entanto, existem algumas maneiras que podem contornar o problema com praticidade e tranquilidade. Uma delas é conversar com o causador desta situação e falar sobre a possibilidade de trocar a vaga. Se isso não der certo, proponha uma regra mais rígida durante um reunião de condomínio.

2. Nos ambientes barulhentos

Quem nunca foi acordado por uma festa à noite? Essa situação é comum, mas todos precisam saber que dentro dos condomínios existem regras, como a Lei do Silêncio, por exemplo, que determina que os decibéis emitidos por qualquer ruído estejam em uma frequência que não incomode os demais moradores e, ainda, prevê a punição do descumprimento em forma de multa.

Porém, sempre existem aquelas pessoas que acabam perdendo o bom senso e exagerando. Nestes casos, antes de iniciar uma briga ou outras provocações, recomenda-se inicialmente entrar em contato com o causador das perturbações. Caso o barulho persista, é necessário contactar o síndico, que é a pessoa indicada para propor as medidas cabíveis nessa situação.

3. Nos espaços comuns e lixeiras coletivas

Por uma questão de saúde e higiene, o lixo precisa ser armazenado de forma adequada. Morar em um local sujo, impróprio pelas condições sanitárias e proliferador de doenças que podem comprometer o bem-estar não agrada ninguém.

Para evitar que esse tipo de situação ocorra, deve-se aumentar o monitoramento do condomínio, fazer reuniões e conscientizar os moradores sobre a necessidade de separar o lixo, manter o local limpo e cumprir os horários de coleta.

4. Na área de lazer

Apesar de ser um espaço para entretenimento, a área de lazer pode se transformar em um verdadeiro ringue de luta se for utilizado de maneira desrespeitosa ou inapropriada. A melhor maneira de criar um ambiente descontraído e livre de conflitos é deixar as regras de utilização visíveis para que todos tenham conhecimento do horário permitido para o aproveitamento do espaço, qual o limite do som e de pessoas, entre outras possibilidades.

Além disso, as melhores formas de todos aproveitarem o local de forma respeitosa podem ser discutidas nas assembleias para que, assim, todos possam desfrutar da área de lazer sem causar incômodos ou serem incomodados.

5. No do elevador

O elevador é um meio necessário para facilitar o deslocamento de todos. Por isso, ele deve ser usado com responsabilidade. 

Para manter o funcionamento adequado deste bem comum é imprescindível respeitar o limite máximo de pessoas, não sobrecarregar o equipamento com objetos pesados sem a proteção adequada etc. Estas ações fazem toda diferença para a vida útil do equipamento e para a convivência em harmonia de quem vive em conjunto.

6. Na segurança do condomínio

Todos desejam viver em segurança, mas nem sempre é possível contar com a colaboração de todos. Deixar o portão aberto por alguns segundos é um ato inconsequente que pode acarretar sérios problemas para a comunidade. Por isso é necessário conversar pessoalmente com os moradores e solicitar que o responsável pela guarita esteja sempre atento.

Agora está mais fácil administrar as brigas de vizinhos? Acompanhe conteúdos importantes como este nas nossas redes sociais e fique por dentro dos melhores assuntos!

Conheça os principais impostos para condomínios residenciais

Vagas no estacionamento, manutenção de jardim, consertos prediais… Condomínios residenciais representam muitas demandas diárias de seus responsáveis, entre necessidades, urgências e processos periódicos. 

Além disso tudo, ainda há os impostos que precisam ser apurados e pagos mês a mês pelos mesmos responsáveis por todos os outros assuntos. Portanto, esses gestores precisam conhecê-los, saber quando e como incidem e quando devem ser pagos. Você não está totalmente a par dos assuntos tributários? Então, continue a leitura e saiba quais são os impostos que você precisa entender!

Folha de pagamentos

Além das remunerações, as folhas de pagamentos de condomínios residenciais geram certa burocracia e tributos a serem pagos. São eles:

Programa de Integração Social (PIS)

Essa contribuição financia o abono de mesmo nome, dado aos trabalhadores brasileiros anualmente. Os responsáveis por conjuntos residenciais devem apurar mensalmente 1% sobre o total de salários para contribuir. Além disso, a guia de pagamento do PIS precisa ser quitada sempre até o dia 25 do mês posterior ao de apuração.

Fundo de Garantia (FGTS)

Esses valores são depositados pelos empregadores nas contas de Fundo de Garantia dos empregados, para que eles tenham um montante a sacar em caso de demissão sem justa causa ou em outras possíveis situações adversas.

Para cada funcionário, calcula-se 8% sobre seu salário bruto para o FGTS. Caso haja mais de um trabalhador, todos os valores devem ser depositados conjuntamente por guia única, que vence sempre no dia 7 do mês posterior ao cálculo.

Previdência Social (INSS)

A contribuição à Previdência Social é dividida em três faixas, aplicadas de acordo com as remunerações dos funcionários: 8%, 9% e 11%. É esse pagamento, feito pelos trabalhadores por meio de desconto em folha, que garante direitos como a aposentadoria e o auxílio-doença. Os valores devem ser apurados pelo próprio empregador, no cálculo da folha, e o total é pago em guia única totalizada, obrigatoriamente até o dia 20 de cada mês subsequente.

Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF)

Quando funcionários excedem determinados valores de remuneração, há cobrança de imposto de renda de acordo com a faixa de ganhos, diretamente descontado em seus salários. O empregador deve reter esses valores e pagá-los à Receita Federal até o dia 20 de cada mês posterior, em Documento de Arrecadação das Receitas Federais (DARF) único.

Contribuição sindical patronal

Ela é destinada ao financiamento do sindicato que representa os condomínios residenciais. Independentemente de haver filiação ou não, todos os conjuntos habitacionais devem contribuir. Os condomínios pagam a contribuição mínima anual de R$ 192,86, com vencimento sempre no dia 31 de janeiro.

Contribuição sindical dos funcionários

Aqui, os critérios são os mesmos da cobrança patronal. A diferença é que essa contribuição é feita pelos funcionários, com diferentes base de cálculo e períodos de apuração e pagamento.

A guia com a contribuição dos empregados é apurada com a soma do quanto vale um dia de trabalho de cada funcionário. O desconto em suas remunerações é feito na folha de março de cada ano, sendo que o pagamento vence no último dia de abril.

Contratação de serviços

Além de pagar pelos serviços contratados, os condomínios residenciais também têm obrigações tributárias nessas contratações, que são as seguintes:

Contratação de autônomo

Quando se paga um profissional liberal por qualquer serviço em conjunto habitacional, 20% do total precisa ser retido na fonte para a Previdência Social. O valor deve ser pago em Guia da Previdência Social (GPS) específica até o dia 20 do mês seguinte.

Contratação de empresa

Quando a contratada é optante pelo Simples Nacional, o contratante retém apenas 11% de INSS, pagando-o da mesma forma que na contratação de autônomos.

Para as demais empresas, as retenções somam 4,65%:

  • 1% referente à Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL);
  • 3% para o PIS;
  • 0,65% para a Contribuição ao Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Então, toda essa retenção é paga conjuntamente em um DARF. Para consultar o código desse ou qualquer outro tipo de pagamento, utilize a pesquisa automática da Receita Federal!

Conhecer esses impostos e tributos é importante não apenas para os responsáveis pelos condomínios residenciais, mas também para todos os moradores, funcionários e prestadores de serviços. Portanto, que tal compartilhar este post nas suas redes sociais e levá- lo a mais pessoas?

Como lidar com a inadimplência no condomínio

A estrutura de um condomínio pode ser facilmente comparada à de uma empresa, afinal, sua saúde financeira depende da boa postura de um conjunto de condôminos. Infelizmente, é comum que algumas pessoas não possam ou simplesmente não queiram pagar as contas dentro do prazo. Para o síndico e os demais contribuintes, essa é uma condição prejudicial e que afeta toda a gestão e previsão orçamentária.

Se esta é sua realidade, confira abaixo práticas que podem solucionar a inadimplência no condomínio!

1. Acompanhe a evolução da inadimplência no condomínio

Quem é síndico sabe o quanto é difícil manter as contas em dia na presença de condôminos inadimplentes. Em tempos de crise, essa situação pode até se agravar com a quantidade de famílias em situação financeira difícil.

Nesse caso, é preciso acompanhar a recorrência do problema individualmente para pensar em soluções que não prejudiquem os envolvidos. Para começar, contar com uma contabilidade eficiente e organização diária é essencial na identificação de gargalos presentes na gestão e comunicação interna.

2. Incentive o adiantamento dos pagamentos

Oferecer descontos para condôminos que pagam suas contas com antecedência pode ser uma forma interessante de prevenir a inadimplência. Além de incentivar que as pessoas quitem suas obrigações dentro do prazo, o benefício oferece segurança ao síndico na gestão do orçamento.

Com recursos das contas que foram adiantadas, é possível prever novos gastos do condomínio e cobrir as despesas imediatas. Sem se preocupar com o atraso de contas urgentes, o gestor ainda ganha tempo para dialogar e chegar a um acordo com possíveis devedores.

3. Negocie antes de tomar qualquer medida

Em situações de inadimplência, o diálogo para identificação dos motivos que levaram ao atraso é sempre a melhor escolha. Ao contatar o devedor, o síndico consegue saber por que este deixou de pagar suas contas. Muitas vezes, a pessoa perde o emprego ou lida com a morte de um ente querido e, portanto, não age de má fé.

Em casos como esse, o ideal é informar os demais condôminos da situação e negociar o parcelamento das contas até que tudo se normalize. Já o sujeito que, mesmo diante de uma cobrança extrajudicial não tenha feito o pagamento deve, sim, ser acionado na justiça. Outras penalidades legais que podem ser aplicadas são:

  • Cobrança de multa e juros;

  • Proibição de voto ao inadimplente;

  • Corte de gás e água, quando medidos separadamente;

  • Proibir o uso das áreas de lazer do condomínio;

4. Não permita acordos com descontos

Seja justo na negociação para não desvalorizar os condôminos que pagam suas contas em dia. Quando os acordos são muito flexíveis ou facilitam a situação do devedor, a tendência é de que este volte a se tornar inadimplente.

Para desestimular atrasos, nunca ofereça benefícios como descontos ou abatimentos na cobrança de taxas e multas. Considere que você já estará recebendo pagamentos com atraso e, por isso, qualquer diminuição nesses valores será prejudicial à saúde financeira do condomínio.

5. Otimize a comunicação com tecnologia

A comunicação é a chave para o funcionamento de qualquer condomínio. Quando se torna deficiente, abre espaço para conflitos e desentendimentos que muitas vezes se refletem no atraso e descumprimento dos pagamentos.

Para um único síndico, lidar com pessoas e acompanhar as obrigações financeiras de cada uma é uma tarefa que exige esforço contínuo. Felizmente, o contato para envio de lembretes e cobranças pode ser facilitado com o uso da tecnologia. A Info Kings fornece softwares voltados para a gestão de condomínios que permitem ao gestor economizar tempo e recursos com negociações individuais.

Nossos Produtos

O resultado se reflete em comunicação de maior qualidade para que os pagamentos sejam feitos dentro do prazo e previnam os casos de inadimplência no condomínio.

E você, conhece outra medida para lidar com esse tipo de situação? Comente no post!

Veja 5 dicas de economia para condomínios

Em tempos de crise, o gasto com condomínio tem pesado bastante na vida dos moradores. Junto a tantos reajustes, além da inflação crescente que vem aumentando o preço de vários produtos, essa despesa vem se tornando cada vez mais pesada no orçamento de muitos brasileiros, que hoje vivem tentando cortar gastos.

Mas será que é possível economizar no condomínio? Claro! Existem algumas precauções e medidas que podem ser adotadas para facilitar a vida (e atenuar o bolso) dos moradores. Para quem deseja reduzir gastos do condomínio e não sabe como, aqui vão algumas dicas de economia simples de serem adotadas.

1 – Economize na conta de luz

O custo com a iluminação de um condomínio pode representar até 6% das despesas. Pense em medidas simples, mas que podem fazer grande diferença na conta mensal: instalar sensores que permitam que as luzes se acendam apenas quando houver movimento de pessoas no ambiente é uma ótima ideia.

Também é possível substituir as lâmpadas comuns por lâmpadas de LED, que são até 80% mais econômicas e muito mais duráveis.

Faça uma campanha no prédio incentivando o uso das escadas por quem mora nos andares mais baixos. Se o elevador for menos usado, o gasto com energia elétrica diminui.

2 – Poupe na conta de água

A cobrança de água pode ser feita de forma individualizada ou coletiva. Se o caso do condomínio em questão for o último, algumas medidas podem ajudar a reduzir esses gastos. Por exemplo, procure por  vazamentos em torneiras e descargas do prédio, além de solicitar que todos os moradores façam o mesmo em suas unidades. A instalação de descargas com menos vazão de água também faz grande diferença na conta.

Dê instruções ao funcionário para o correto uso da mangueira na área do condomínio. Procure alternativas ao uso da água: um pano úmido  para limpar as áreas comuns e varrer a calçada, em vez de usar a mangueira de água, são boas dicas de economia.

É importante, ainda, que o condomínio invista na individualização das contas de água e gás, já que, muitas vezes, a divisão do valor total de contas coletivas acaba sendo injusta para quem gasta menos. .

Outra forma de se economizar água é pela reutilização. A água da chuva, que iria para o esgoto, pode ser recolhida e usada na limpeza das áreas comuns do condomínio.

3 – Reveja os custos de limpeza

É preciso reexaminar as despesas com a faxina do condomínio. Pense se há mesmo necessidade de uma limpeza diária. Se a ideia é economizar, programe a limpeza para dias alternados na semana, em vez de contratar o serviço diariamente.

Dessa forma, o condomínio vai economizar com o salário do profissional que cuidará da higiene do local, além de reduzir as despesas com a conta de água e de materiais de limpeza.

4 – Analise gastos com funcionários

Preste atenção à folha de pagamento da equipe que trabalha no prédio. Por exemplo, evite que os profissionais façam horas extras, já que elas custam mais do que as regulares. Contrate folguistas, que geralmente custam menos ao condomínio do que funcionários fazendo hora extra.

Terceirizar serviços também é boa ideia para economizar nas despesas. Pense também em automatizar alguns procedimentos, como o controle de acesso ao prédio: evitando roubos, você livra os moradores de prejuízos e até de eventuais processos contra o condomínio por negligenciar a segurança.

5 – Peça dicas de economia aos moradores

Todos os que vivem no condomínio precisam estar a par da economia que está sendo feita, especialmente porque ela beneficiará a todos! Fazer uma lista de medidas que podem ajudar a reduzir os gastos na gestão do condomínio e levá-la para a reunião de condomínio é uma ótima iniciativa. Envolva todos os moradores na tarefa e peça sugestões e dicas de economia. Várias cabeças sempre pensam melhor do que uma só!

Ainda precisa de ajuda? Procure consultoria especializada em condomínios e descubra novas formas de reduzir custos!

Gostou das dicas acima para reduzir os gastos na gestão do seu condomínio? Compartilhe este texto em suas redes sociais. Seus amigos também vão gostar dessas dicas de economia para condomínios!

 

Regulamentação de horas extras: 4 fatos para observar!

Já faz um bom tempo que o regime de horas extras para funcionários da iniciativa privada foi regulamentado. De forma simples, hora extra é todo o tempo superior a 10 minutos que um funcionário fique além de sua jornada de trabalho comum, normalmente após seu encerramento.  

Para evitar que um colaborador não seja remunerado por trabalho extra e que a empresa não seja prejudicada por pagamento indevido de serviços, foi criada uma legislação específica para o horário adicional. Veja a seguir 4 pontos relevantes sobre o assunto.

1. A remuneração adicional deve ser acordada entre as partes

Normalmente, o regime de horas extras que vale para o funcionário em questão é estabelecido em seu contrato de admissão. Isso quer dizer que:

  • as regras sobre horário adicional podem ser diferentes para cada função, setor ou indivíduo;

  • é possível acordar que não haja remuneração extra por trabalho em horário adicional, o funcionário não sendo obrigado a estender seu expediente por nenhum motivo.

É importante estabelecer termos claros durante o acordo, para que não ocorra nenhum problema mais tarde. Os termos do contrato também podem ser alterados posteriormente, seja em renovação ou em uma mudança de cargo.

2. Normalmente, são permitidas duas horas extras por dia

Conforme a lei vigente, nenhum funcionário deve cumprir mais do que duas horas além de seu horário padrão por dia de trabalho, independentemente do acordo entre as partes. Dessa forma, é possível desestimular que qualquer pessoa realize uma jornada de trabalho abusiva com o intuito de aumentar sua remuneração.  

Como exceção a esta regra, um trabalhador pode ultrapassar este horário em caso de Necessidade Imperiosa, ou seja, quando ocorre alguma emergência extrema. Isso significa que é imperioso (como o próprio nome diz) o funcionário estar presente para solucionar a questão. Caso isso ocorra, a empresa deve notificar a Delegacia Regional do Trabalho em até 10 dias, ou em 48 horas, caso o colaborador seja menor de idade.

3. Cada hora extra gera custo adicional

Parte da lei sobre horas extras envolve o custo desse tempo. Por lei, um funcionário que ultrapasse sua carga horária diária deve receber 50% a mais por esse tempo. Isso quer dizer que, caso o funcionário receba R$20,00 por hora, cada hora extra terá pagamento de R$30,00. Isso torna ainda mais importante o controle preciso do ponto dos funcionários, para que o horário extra esteja dentro do acordo com a empresa e para considerar este valor no orçamento mensal. Isso também é válido para a nova PEC das domésticas.

4. Nem todo funcionário pode cumprir horário adicional

Assim como o regime de horas extras deve ser acordado entre funcionário e empresa, a lei também prevê que alguns não possam receber por horário adicional. São esses os trabalhadores menores de idade e os cargos de gerência.

No caso dos gerentes, a lei não se aplica, pois estes não estão sujeitos ao mesmo plano de horário dos demais cargos. Já para os menores de idade, é possível estender o horário apenas em caso de Necessidade Imperiosa e se o serviço deste menor for indispensável.

Achou estes pontos sobre a legislação das horas extras interessante? Quer receber outros conteúdos relacionados? Então curta nossa página no Facebook e acompanhe as novidades! Gostaria de nos conhecer? Veja nosso site!

 

4 maneiras eficientes de reduzir custos com a ajuda do RH

Para que a empresa se mantenha competitiva no mercado, além de investir no seu capital humano, é essencial que ela esteja atenta aos custos que envolvem o seu funcionamento. Essa é uma das grandes preocupações em relação à sobrevivência e rentabilidade das empresas. Por isso, é tão importante buscar formas e meios de reduzir custos, sem perder a eficiência.

No momento de reduzir custos, é importante contar com a ajuda do RH em inúmeros processos. Por isso, veja abaixo algumas dicas que podem te ajudar nesse processo!

Automação de processos

Não adianta esperar resultados diferentes fazendo sempre a mesma coisa com a desculpa de que ela “deu certo” até aqui. O RH está cada vez mais dinâmico e precisa acompanhar as movimentações que ocorrem dentro de sua área de interesse. Para que isso seja possível, alguns processos precisam ser automatizados, ampliando a eficácia e a agilidade em sua execução.

Nesse sentido, apostar no alinhamento da intranet com as reais necessidades dos funcionários pode ser uma solução. É importante possibilitar que alguns processos sejam efetuados pelo portal utilizado pelos próprios colaboradores, como o preenchimento de formulários para realizar a solicitação de férias, por exemplo. Além disso, comprovantes e documentos digitais podem reduzir os gastos com impressão.

Em primeira instância, investir na automação de processos pode sugerir aumento de despesa em curto prazo, mas a verdade é que em médio prazo o investimento se “pagará” e, em longo prazo, trará inúmeras retenções de custos.

Terceirização de serviços

Insistir em realizar atividades rotineiras como forma de reafirmar o RH pode comprometer a produtividade e a imagem do setor. Por isso, outra forma de reduzir custos é terceirizar aqueles serviços rotineiros e que comprometem a atuação estratégica do seu RH, exigindo muito tempo para serem executados. Entre eles estão os processos de recrutamento, seleção, admissão e demissão, processamento da folha de pagamento, etc. 

Além dos citados acima, outros serviços também podem ser terceirizados de tal forma que os encargos trabalhistas ficam sob a responsabilidade da empresa contratada. Recepção, portaria, limpeza e manutenção predial são alguns dos exemplos.

Realização de treinamentos

Um erro bastante frequente nos RHs é acreditar que o não treinamento é um meio para reduzir custos, quando, na verdade, só está alimentando os prejuízos futuros. Não investir em capacitação é arcar diretamente com faltas no capital intelectual da empresa, colocando em risco a disponibilidade de seus melhores colaboradores.

Para isso, faça dos treinamentos mais uma área estratégica e utilize seus colaboradores como multiplicadores do conhecimento. Essa prática eleva a motivação e o reconhecimento entre membros das equipes, reduz custos com facilitadores externos e valoriza o conhecimento obtido.

Obtenção de sistemas de RH

Embora, frequentemente os gestores acreditem poder acompanhar tudo o que ocorre na empresa, essa não é uma realidade viável. Em especial, porque não se pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo.

Por isso, apostar em um sistema de RH robusto pode beneficiar bastante a sua gestão e a sua empresa, além de garantir a redução de custos. Um sistema bem alinhado com as informações da empresa, fornecerá informações precisas e seguras e ajudará na tomada de decisões. 

Com ele, você poderá acompanhar a realidade da sua empresa desde a definição de cargos e salários, controle de benefícios, frequência dos colaboradores, banco de talentos, plano de treinamento e desenvolvimento, avaliação por competências, entre muitos outros aspectos.

No entanto, por melhor que sejam as práticas adotadas visando à redução de custos, aplicá-las sem planejamento e análise pode ocasionar diversos prejuízos para a empresa. Por isso, é importante manter-se atento às mudanças de mercado e anteceder-se a elas, planejando as medidas que serão utilizadas para reduzir custos, contando sempre com o RH para isso.

cta-blog-software

Gostou das dicas de como reduzir custos com a ajuda do RH? Curta a nossa página no Facebook e fique por dentro das melhores informações para otimizar a gestão da sua empresa!