Saiba como reduzir gastos do seu condomínio!

Luzes acesas sem necessidade, vazamentos, excesso de funcionários, consumo exagerado de água e má administração das áreas comuns. Estes são apenas alguns dos fatores que acabam encarecendo o condomínio e pesam bastante no bolso dos moradores.

Para reduzir gastos do condomínio e também o desperdício é preciso da colaboração de todos, incluindo moradores, síndico e a administradora do condomínio. Para implementar um programa de redução de gastos são necessárias ações simples, porém que exigem o trabalho em equipe e a união.

Revisões constantes, manutenção de equipamentos e escolha de determinados dispositivos podem ajudar na economia como um todo. A seguir, confira as nossas dicas para reduzir gastos do condomínio!

Identifique os gastos

Antes de montar um plano de ação visando economizar, é importante ter um orçamento e identificar quais são os principais gastos do condomínio. Para não sair fazendo cortes e criando desavenças entre os condôminos, o ideal é ir agindo por partes, cuidando primeiramente dos gastos mais significativos.

Assim, se o gasto mais alto é a conta de luz, por exemplo, será necessário investir em sensores de presença visando minimizar esse gasto. Já se as despesas mais altas decorrem dos colaboradores, é preciso avaliar a eficiência e a quantidade de colaboradores necessária para que o condomínio funcione.

Verifique se há vazamentos

Altos gastos com água podem refletir em vazamentos. Caso esse seja um gasto excessivo do condomínio, o ideal é checar toda a encanação para verificar qualquer tipo de problema.

Aposte na iluminação inteligente

Os gastos desnecessários com energia elétrica podem consumir boa parte do orçamento. Por isso, algumas medidas devem ser realizadas visando a economia. Instalar sensores de presença em garagens e áreas comuns pode evitar que luzes acesas sejam esquecidas.

Optar por modelos mais econômicos de lâmpadas também é uma ação que traz resultados para as contas do condomínio. Além disso, é importante conscientizar os moradores para que eles não deixem luzes acesas ou aparelhos ligados sem que haja necessidade.

Otimize as funções dos colaboradores

A folha de pagamento dos funcionários representa um dos maiores gastos do condomínio, consumindo cerca de 65% do orçamento. Por isso, é necessário otimizar as funções dos colaboradores, evitando ao máximo o pagamento de horas extras e nomeando um responsável para fiscalizar e zelar pela eficiência dos funcionários.

Faça a correta manutenção de equipamentos

Elevadores, portões eletrônicos, câmeras de segurança, interfones. Esses são apenas alguns dos equipamentos que necessitam de manutenção constante, caso contrário, podem trazer gastos excessivos. Para manter o controle em dia, o ideal é que o síndico conte com uma planilha registrando a data da manutenção e um cadastro de todas as empresas responsáveis pelos equipamentos.

Economize em insumos

Materiais de limpeza, lâmpadas, itens de jardinagem, tintas e outros insumos também podem consumir uma parcela do orçamento ou gerar gastos que podem ser reduzidos. Comprar itens de limpeza por atacado, por exemplo, pode ser uma medida de economia. Evitar comprar mais insumos do que o necessário também pode aliviar as contas. Tenha uma lista de todos os materiais que devem ser comprados todo mês. Isso evita que se compre em excesso.

Essas dicas foram úteis para você? Quais as medidas tomadas para economizar no seu condomínio? Deixe o seu comentário!

 

Saiba como evitar a briga de vizinhos e acabar com conflitos!

Brigas são conflitos que comprometem o bem-estar de todos, principalmente quando ocorrem entre vizinhos. Viver em conjunto continua sendo um grande desafio, no entanto, contornar briga de vizinhos no condomínio, adotando novos hábitos para conviver em harmonia se tornou uma questão de qualidade de vida.

Existem muitos fatores que são responsáveis por iniciar uma briga, desde coisas que parecem pequenas, como uma porta esquecida aberta até algumas mais graves, como o som alto de uma festa de madrugada. Por isso, não é aconselhável colocar mais lenha na fogueira participando dessas intrigas. Nessas horas, apagar o incêndio com a ajuda de boas práticas é a melhor solução para evitar estes conflitos.

Se você cansou de presenciar briga de vizinhos, confira 6 dicas que podem tornar a convivência mais fácil:

1. Na garagem

A garagem costuma ser um pesadelo para quem mora e precisa dividir o espaço com seus vizinhos. A maioria dos conflitos no local são causados por pessoas que não respeitam a vaga de outros condôminos, estacionam de maneira inadequada ou de forma imprudente e, por isso, a garagem é vista como um lugar favorável para confusões.

No entanto, existem algumas maneiras que podem contornar o problema com praticidade e tranquilidade. Uma delas é conversar com o causador desta situação e falar sobre a possibilidade de trocar a vaga. Se isso não der certo, proponha uma regra mais rígida durante um reunião de condomínio.

2. Nos ambientes barulhentos

Quem nunca foi acordado por uma festa à noite? Essa situação é comum, mas todos precisam saber que dentro dos condomínios existem regras, como a Lei do Silêncio, por exemplo, que determina que os decibéis emitidos por qualquer ruído estejam em uma frequência que não incomode os demais moradores e, ainda, prevê a punição do descumprimento em forma de multa.

Porém, sempre existem aquelas pessoas que acabam perdendo o bom senso e exagerando. Nestes casos, antes de iniciar uma briga ou outras provocações, recomenda-se inicialmente entrar em contato com o causador das perturbações. Caso o barulho persista, é necessário contactar o síndico, que é a pessoa indicada para propor as medidas cabíveis nessa situação.

3. Nos espaços comuns e lixeiras coletivas

Por uma questão de saúde e higiene, o lixo precisa ser armazenado de forma adequada. Morar em um local sujo, impróprio pelas condições sanitárias e proliferador de doenças que podem comprometer o bem-estar não agrada ninguém.

Para evitar que esse tipo de situação ocorra, deve-se aumentar o monitoramento do condomínio, fazer reuniões e conscientizar os moradores sobre a necessidade de separar o lixo, manter o local limpo e cumprir os horários de coleta.

4. Na área de lazer

Apesar de ser um espaço para entretenimento, a área de lazer pode se transformar em um verdadeiro ringue de luta se for utilizado de maneira desrespeitosa ou inapropriada. A melhor maneira de criar um ambiente descontraído e livre de conflitos é deixar as regras de utilização visíveis para que todos tenham conhecimento do horário permitido para o aproveitamento do espaço, qual o limite do som e de pessoas, entre outras possibilidades.

Além disso, as melhores formas de todos aproveitarem o local de forma respeitosa podem ser discutidas nas assembleias para que, assim, todos possam desfrutar da área de lazer sem causar incômodos ou serem incomodados.

5. No do elevador

O elevador é um meio necessário para facilitar o deslocamento de todos. Por isso, ele deve ser usado com responsabilidade. 

Para manter o funcionamento adequado deste bem comum é imprescindível respeitar o limite máximo de pessoas, não sobrecarregar o equipamento com objetos pesados sem a proteção adequada etc. Estas ações fazem toda diferença para a vida útil do equipamento e para a convivência em harmonia de quem vive em conjunto.

6. Na segurança do condomínio

Todos desejam viver em segurança, mas nem sempre é possível contar com a colaboração de todos. Deixar o portão aberto por alguns segundos é um ato inconsequente que pode acarretar sérios problemas para a comunidade. Por isso é necessário conversar pessoalmente com os moradores e solicitar que o responsável pela guarita esteja sempre atento.

Agora está mais fácil administrar as brigas de vizinhos? Acompanhe conteúdos importantes como este nas nossas redes sociais e fique por dentro dos melhores assuntos!

Conheça os principais impostos para condomínios residenciais

Vagas no estacionamento, manutenção de jardim, consertos prediais… Condomínios residenciais representam muitas demandas diárias de seus responsáveis, entre necessidades, urgências e processos periódicos. 

Além disso tudo, ainda há os impostos que precisam ser apurados e pagos mês a mês pelos mesmos responsáveis por todos os outros assuntos. Portanto, esses gestores precisam conhecê-los, saber quando e como incidem e quando devem ser pagos. Você não está totalmente a par dos assuntos tributários? Então, continue a leitura e saiba quais são os impostos que você precisa entender!

Folha de pagamentos

Além das remunerações, as folhas de pagamentos de condomínios residenciais geram certa burocracia e tributos a serem pagos. São eles:

Programa de Integração Social (PIS)

Essa contribuição financia o abono de mesmo nome, dado aos trabalhadores brasileiros anualmente. Os responsáveis por conjuntos residenciais devem apurar mensalmente 1% sobre o total de salários para contribuir. Além disso, a guia de pagamento do PIS precisa ser quitada sempre até o dia 25 do mês posterior ao de apuração.

Fundo de Garantia (FGTS)

Esses valores são depositados pelos empregadores nas contas de Fundo de Garantia dos empregados, para que eles tenham um montante a sacar em caso de demissão sem justa causa ou em outras possíveis situações adversas.

Para cada funcionário, calcula-se 8% sobre seu salário bruto para o FGTS. Caso haja mais de um trabalhador, todos os valores devem ser depositados conjuntamente por guia única, que vence sempre no dia 7 do mês posterior ao cálculo.

Previdência Social (INSS)

A contribuição à Previdência Social é dividida em três faixas, aplicadas de acordo com as remunerações dos funcionários: 8%, 9% e 11%. É esse pagamento, feito pelos trabalhadores por meio de desconto em folha, que garante direitos como a aposentadoria e o auxílio-doença. Os valores devem ser apurados pelo próprio empregador, no cálculo da folha, e o total é pago em guia única totalizada, obrigatoriamente até o dia 20 de cada mês subsequente.

Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF)

Quando funcionários excedem determinados valores de remuneração, há cobrança de imposto de renda de acordo com a faixa de ganhos, diretamente descontado em seus salários. O empregador deve reter esses valores e pagá-los à Receita Federal até o dia 20 de cada mês posterior, em Documento de Arrecadação das Receitas Federais (DARF) único.

Contribuição sindical patronal

Ela é destinada ao financiamento do sindicato que representa os condomínios residenciais. Independentemente de haver filiação ou não, todos os conjuntos habitacionais devem contribuir. Os condomínios pagam a contribuição mínima anual de R$ 192,86, com vencimento sempre no dia 31 de janeiro.

Contribuição sindical dos funcionários

Aqui, os critérios são os mesmos da cobrança patronal. A diferença é que essa contribuição é feita pelos funcionários, com diferentes base de cálculo e períodos de apuração e pagamento.

A guia com a contribuição dos empregados é apurada com a soma do quanto vale um dia de trabalho de cada funcionário. O desconto em suas remunerações é feito na folha de março de cada ano, sendo que o pagamento vence no último dia de abril.

Contratação de serviços

Além de pagar pelos serviços contratados, os condomínios residenciais também têm obrigações tributárias nessas contratações, que são as seguintes:

Contratação de autônomo

Quando se paga um profissional liberal por qualquer serviço em conjunto habitacional, 20% do total precisa ser retido na fonte para a Previdência Social. O valor deve ser pago em Guia da Previdência Social (GPS) específica até o dia 20 do mês seguinte.

Contratação de empresa

Quando a contratada é optante pelo Simples Nacional, o contratante retém apenas 11% de INSS, pagando-o da mesma forma que na contratação de autônomos.

Para as demais empresas, as retenções somam 4,65%:

  • 1% referente à Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL);
  • 3% para o PIS;
  • 0,65% para a Contribuição ao Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Então, toda essa retenção é paga conjuntamente em um DARF. Para consultar o código desse ou qualquer outro tipo de pagamento, utilize a pesquisa automática da Receita Federal!

Conhecer esses impostos e tributos é importante não apenas para os responsáveis pelos condomínios residenciais, mas também para todos os moradores, funcionários e prestadores de serviços. Portanto, que tal compartilhar este post nas suas redes sociais e levá- lo a mais pessoas?

Como lidar com a inadimplência no condomínio

A estrutura de um condomínio pode ser facilmente comparada à de uma empresa, afinal, sua saúde financeira depende da boa postura de um conjunto de condôminos. Infelizmente, é comum que algumas pessoas não possam ou simplesmente não queiram pagar as contas dentro do prazo. Para o síndico e os demais contribuintes, essa é uma condição prejudicial e que afeta toda a gestão e previsão orçamentária.

Se esta é sua realidade, confira abaixo práticas que podem solucionar a inadimplência no condomínio!

1. Acompanhe a evolução da inadimplência no condomínio

Quem é síndico sabe o quanto é difícil manter as contas em dia na presença de condôminos inadimplentes. Em tempos de crise, essa situação pode até se agravar com a quantidade de famílias em situação financeira difícil.

Nesse caso, é preciso acompanhar a recorrência do problema individualmente para pensar em soluções que não prejudiquem os envolvidos. Para começar, contar com uma contabilidade eficiente e organização diária é essencial na identificação de gargalos presentes na gestão e comunicação interna.

2. Incentive o adiantamento dos pagamentos

Oferecer descontos para condôminos que pagam suas contas com antecedência pode ser uma forma interessante de prevenir a inadimplência. Além de incentivar que as pessoas quitem suas obrigações dentro do prazo, o benefício oferece segurança ao síndico na gestão do orçamento.

Com recursos das contas que foram adiantadas, é possível prever novos gastos do condomínio e cobrir as despesas imediatas. Sem se preocupar com o atraso de contas urgentes, o gestor ainda ganha tempo para dialogar e chegar a um acordo com possíveis devedores.

3. Negocie antes de tomar qualquer medida

Em situações de inadimplência, o diálogo para identificação dos motivos que levaram ao atraso é sempre a melhor escolha. Ao contatar o devedor, o síndico consegue saber por que este deixou de pagar suas contas. Muitas vezes, a pessoa perde o emprego ou lida com a morte de um ente querido e, portanto, não age de má fé.

Em casos como esse, o ideal é informar os demais condôminos da situação e negociar o parcelamento das contas até que tudo se normalize. Já o sujeito que, mesmo diante de uma cobrança extrajudicial não tenha feito o pagamento deve, sim, ser acionado na justiça. Outras penalidades legais que podem ser aplicadas são:

  • Cobrança de multa e juros;

  • Proibição de voto ao inadimplente;

  • Corte de gás e água, quando medidos separadamente;

  • Proibir o uso das áreas de lazer do condomínio;

4. Não permita acordos com descontos

Seja justo na negociação para não desvalorizar os condôminos que pagam suas contas em dia. Quando os acordos são muito flexíveis ou facilitam a situação do devedor, a tendência é de que este volte a se tornar inadimplente.

Para desestimular atrasos, nunca ofereça benefícios como descontos ou abatimentos na cobrança de taxas e multas. Considere que você já estará recebendo pagamentos com atraso e, por isso, qualquer diminuição nesses valores será prejudicial à saúde financeira do condomínio.

5. Otimize a comunicação com tecnologia

A comunicação é a chave para o funcionamento de qualquer condomínio. Quando se torna deficiente, abre espaço para conflitos e desentendimentos que muitas vezes se refletem no atraso e descumprimento dos pagamentos.

Para um único síndico, lidar com pessoas e acompanhar as obrigações financeiras de cada uma é uma tarefa que exige esforço contínuo. Felizmente, o contato para envio de lembretes e cobranças pode ser facilitado com o uso da tecnologia. A Info Kings fornece softwares voltados para a gestão de condomínios que permitem ao gestor economizar tempo e recursos com negociações individuais.

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O resultado se reflete em comunicação de maior qualidade para que os pagamentos sejam feitos dentro do prazo e previnam os casos de inadimplência no condomínio.

E você, conhece outra medida para lidar com esse tipo de situação? Comente no post!

 

Veja 5 dicas de economia para condomínios

Em tempos de crise, o gasto com condomínio tem pesado bastante na vida dos moradores. Junto a tantos reajustes, além da inflação crescente que vem aumentando o preço de vários produtos, essa despesa vem se tornando cada vez mais pesada no orçamento de muitos brasileiros, que hoje vivem tentando cortar gastos.

Mas será que é possível economizar no condomínio? Claro! Existem algumas precauções e medidas que podem ser adotadas para facilitar a vida (e atenuar o bolso) dos moradores. Para quem deseja reduzir gastos do condomínio e não sabe como, aqui vão algumas dicas de economia simples de serem adotadas.

1 – Economize na conta de luz

O custo com a iluminação de um condomínio pode representar até 6% das despesas. Pense em medidas simples, mas que podem fazer grande diferença na conta mensal: instalar sensores que permitam que as luzes se acendam apenas quando houver movimento de pessoas no ambiente é uma ótima ideia.

Também é possível substituir as lâmpadas comuns por lâmpadas de LED, que são até 80% mais econômicas e muito mais duráveis.

Faça uma campanha no prédio incentivando o uso das escadas por quem mora nos andares mais baixos. Se o elevador for menos usado, o gasto com energia elétrica diminui.

2 – Poupe na conta de água

A cobrança de água pode ser feita de forma individualizada ou coletiva. Se o caso do condomínio em questão for o último, algumas medidas podem ajudar a reduzir esses gastos. Por exemplo, procure por  vazamentos em torneiras e descargas do prédio, além de solicitar que todos os moradores façam o mesmo em suas unidades. A instalação de descargas com menos vazão de água também faz grande diferença na conta.

Dê instruções ao funcionário para o correto uso da mangueira na área do condomínio. Procure alternativas ao uso da água: um pano úmido  para limpar as áreas comuns e varrer a calçada, em vez de usar a mangueira de água, são boas dicas de economia.

É importante, ainda, que o condomínio invista na individualização das contas de água e gás, já que, muitas vezes, a divisão do valor total de contas coletivas acaba sendo injusta para quem gasta menos. .

Outra forma de se economizar água é pela reutilização. A água da chuva, que iria para o esgoto, pode ser recolhida e usada na limpeza das áreas comuns do condomínio.

3 – Reveja os custos de limpeza

É preciso reexaminar as despesas com a faxina do condomínio. Pense se há mesmo necessidade de uma limpeza diária. Se a ideia é economizar, programe a limpeza para dias alternados na semana, em vez de contratar o serviço diariamente.

Dessa forma, o condomínio vai economizar com o salário do profissional que cuidará da higiene do local, além de reduzir as despesas com a conta de água e de materiais de limpeza.

4 – Analise gastos com funcionários

Preste atenção à folha de pagamento da equipe que trabalha no prédio. Por exemplo, evite que os profissionais façam horas extras, já que elas custam mais do que as regulares. Contrate folguistas, que geralmente custam menos ao condomínio do que funcionários fazendo hora extra.

Terceirizar serviços também é boa ideia para economizar nas despesas. Pense também em automatizar alguns procedimentos, como o controle de acesso ao prédio: evitando roubos, você livra os moradores de prejuízos e até de eventuais processos contra o condomínio por negligenciar a segurança.

5 – Peça dicas de economia aos moradores

Todos os que vivem no condomínio precisam estar a par da economia que está sendo feita, especialmente porque ela beneficiará a todos! Fazer uma lista de medidas que podem ajudar a reduzir os gastos na gestão do condomínio e levá-la para a reunião de condomínio é uma ótima iniciativa. Envolva todos os moradores na tarefa e peça sugestões e dicas de economia. Várias cabeças sempre pensam melhor do que uma só!

Ainda precisa de ajuda? Procure consultoria especializada em condomínios e descubra novas formas de reduzir custos!

Gostou das dicas acima para reduzir os gastos na gestão do seu condomínio? Compartilhe este texto em suas redes sociais. Seus amigos também vão gostar dessas dicas de economia para condomínios!

 

Regulamentação de horas extras: 4 fatos para observar!

Já faz um bom tempo que o regime de horas extras para funcionários da iniciativa privada foi regulamentado. De forma simples, hora extra é todo o tempo superior a 10 minutos que um funcionário fique além de sua jornada de trabalho comum, normalmente após seu encerramento.  

Para evitar que um colaborador não seja remunerado por trabalho extra e que a empresa não seja prejudicada por pagamento indevido de serviços, foi criada uma legislação específica para o horário adicional. Veja a seguir 4 pontos relevantes sobre o assunto.

1. A remuneração adicional deve ser acordada entre as partes

Normalmente, o regime de horas extras que vale para o funcionário em questão é estabelecido em seu contrato de admissão. Isso quer dizer que:

  • as regras sobre horário adicional podem ser diferentes para cada função, setor ou indivíduo;

  • é possível acordar que não haja remuneração extra por trabalho em horário adicional, o funcionário não sendo obrigado a estender seu expediente por nenhum motivo.

É importante estabelecer termos claros durante o acordo, para que não ocorra nenhum problema mais tarde. Os termos do contrato também podem ser alterados posteriormente, seja em renovação ou em uma mudança de cargo.

2. Normalmente, são permitidas duas horas extras por dia

Conforme a lei vigente, nenhum funcionário deve cumprir mais do que duas horas além de seu horário padrão por dia de trabalho, independentemente do acordo entre as partes. Dessa forma, é possível desestimular que qualquer pessoa realize uma jornada de trabalho abusiva com o intuito de aumentar sua remuneração.  

Como exceção a esta regra, um trabalhador pode ultrapassar este horário em caso de Necessidade Imperiosa, ou seja, quando ocorre alguma emergência extrema. Isso significa que é imperioso (como o próprio nome diz) o funcionário estar presente para solucionar a questão. Caso isso ocorra, a empresa deve notificar a Delegacia Regional do Trabalho em até 10 dias, ou em 48 horas, caso o colaborador seja menor de idade.

3. Cada hora extra gera custo adicional

Parte da lei sobre horas extras envolve o custo desse tempo. Por lei, um funcionário que ultrapasse sua carga horária diária deve receber 50% a mais por esse tempo. Isso quer dizer que, caso o funcionário receba R$20,00 por hora, cada hora extra terá pagamento de R$30,00. Isso torna ainda mais importante o controle preciso do ponto dos funcionários, para que o horário extra esteja dentro do acordo com a empresa e para considerar este valor no orçamento mensal. Isso também é válido para a nova PEC das domésticas.

4. Nem todo funcionário pode cumprir horário adicional

Assim como o regime de horas extras deve ser acordado entre funcionário e empresa, a lei também prevê que alguns não possam receber por horário adicional. São esses os trabalhadores menores de idade e os cargos de gerência.

No caso dos gerentes, a lei não se aplica, pois estes não estão sujeitos ao mesmo plano de horário dos demais cargos. Já para os menores de idade, é possível estender o horário apenas em caso de Necessidade Imperiosa e se o serviço deste menor for indispensável.

Achou estes pontos sobre a legislação das horas extras interessante? Quer receber outros conteúdos relacionados? Então curta nossa página no Facebook e acompanhe as novidades! Gostaria de nos conhecer? Veja nosso site!

 

Motivação e liderança: a chave para engajar seus colaboradores!

O sucesso de uma organização depende diretamente do bom desempenho de seus funcionários. São eles os responsáveis pela execução de tarefas, elaboração de estratégias, manuseio de máquinas e equipamentos, entre tantas outras atividades que são exercidas dentro de uma empresa.

Sendo assim, é possível perceber a importância de fazer com que as pessoas se sintam valorizadas dentro da organização onde trabalham, uma vez que funcionários satisfeitos produzem melhores resultados.

Reunimos neste post algumas técnicas de motivação e liderança para que você mantenha seus colaboradores engajados. Continue a leitura e confira!

Respeite seus colaboradores

O respeito é a base para qualquer relacionamento e no ambiente de trabalho isso não é diferente.

É importante que a estrutura hierárquica da empresa não ultrapasse o relacionamento entre as pessoas como seres humanos. Um líder que trata seus colaboradores como pessoas inferiores gera um relacionamento à base de medo e inibição.

A melhor aposta é, então, a humildade. Um bom líder trata seus funcionários de igual para igual sem, inclusive, oferecer tratamentos especiais para uns e outros. É essencial ser consistente em suas atitudes e comportamentos, para que todos se sintam confortáveis no ambiente de trabalho.

Escute o que eles têm a dizer

Mostre que está disponível para conversas e esclarecimentos — e ouça atentamente tudo o que os funcionários têm a lhe dizer. Essa abertura mostrará a eles que a organização se importa com seu bem-estar e que o valoriza como indivíduo. Além disso, será uma boa oportunidade para conhecer melhor seus colaboradores!

Garanta uma comunicação clara e objetiva

As maiores falhas em uma organização podem estar na comunicação. Pessoas e setores que não se comunicam de forma eficaz podem fragilizar toda uma cadeia de atividades, prejudicando o produto ou serviço final da empresa.

Por isso, seja claro e objetivo ao se comunicar com seus funcionários, para que eles compreendam corretamente o que deve ser feito e entendam o motivo pelo qual estão fazendo tais atividades. Permitir que eles sigam sua linha de raciocínio e percebam o objetivo de cada ação ajuda a fazer com que se sintam parte da organização.

Trabalhe com metas

O estabelecimento de metas é uma forma eficaz de padronizar a avaliação do rendimento da equipe. Além disso, serve como uma referência para que os colaboradores saibam o que precisa ser feito para que consigam receber suas premiações ao final do mês.

No entanto, não basta que existam metas aleatórias. Elas devem ser desafiadoras e atingíveis. Metas absurdas podem gerar o efeito contrário do ideal, desmotivando a equipe e prejudicando os resultados.

Ofereça benefícios aos colaboradores

Nem sempre a motivação se dá por incentivos financeiros. Existem diversas formas de premiar o trabalho executado, como um dia de folga, ingressos para algum evento, um dia de spa ou jantar com a família, etc. É importante identificar qual tipo de recompensa tem valor para os empregados e uma boa forma de descobrir isso é perguntar diretamente a eles.

Pessoas que são recompensadas e reconhecidas pelo serviço que prestam tendem a demonstrar maior interesse e empenho em suas tarefas.

Seja um exemplo a ser seguido

O líder tem como função principal servir de exemplo aos seus seguidores ou, neste caso, funcionários. Para isso, é necessário que ele demonstre aos subordinados que domina muito bem sua área de atuação, possui capacidade técnica elevada e tem uma visão geral do impacto de seu trabalho no negócio como um todo.

Além disso, um bom líder deve agir como uma pessoa justa, honesta e compreensiva, para que os demais funcionários o percebam dessa forma. Afinal, mais importante do que o seu discurso são as suas atitudes frente a equipe.

Manter uma equipe motivada não é uma tarefa fácil. Por isso, motivação e liderança são essenciais para o bom desempenho da equipe e para a garantia de melhores resultados. Pessoas capacitadas e motivadas compõem um grande diferencial competitivo para uma organização.

Essas dicas foram úteis para você? Confira mais informações sobre motivação e liderança no nosso blog!

 

4 maneiras eficientes de reduzir custos com a ajuda do RH

Para que a empresa se mantenha competitiva no mercado, além de investir no seu capital humano, é essencial que ela esteja atenta aos custos que envolvem o seu funcionamento. Essa é uma das grandes preocupações em relação à sobrevivência e rentabilidade das empresas. Por isso, é tão importante buscar formas e meios de reduzir custos, sem perder a eficiência.

No momento de reduzir custos, é importante contar com a ajuda do RH em inúmeros processos. Por isso, veja abaixo algumas dicas que podem te ajudar nesse processo!

Automação de processos

Não adianta esperar resultados diferentes fazendo sempre a mesma coisa com a desculpa de que ela “deu certo” até aqui. O RH está cada vez mais dinâmico e precisa acompanhar as movimentações que ocorrem dentro de sua área de interesse. Para que isso seja possível, alguns processos precisam ser automatizados, ampliando a eficácia e a agilidade em sua execução.

Nesse sentido, apostar no alinhamento da intranet com as reais necessidades dos funcionários pode ser uma solução. É importante possibilitar que alguns processos sejam efetuados pelo portal utilizado pelos próprios colaboradores, como o preenchimento de formulários para realizar a solicitação de férias, por exemplo. Além disso, comprovantes e documentos digitais podem reduzir os gastos com impressão.

Em primeira instância, investir na automação de processos pode sugerir aumento de despesa em curto prazo, mas a verdade é que em médio prazo o investimento se “pagará” e, em longo prazo, trará inúmeras retenções de custos.

Terceirização de serviços

Insistir em realizar atividades rotineiras como forma de reafirmar o RH pode comprometer a produtividade e a imagem do setor. Por isso, outra forma de reduzir custos é terceirizar aqueles serviços rotineiros e que comprometem a atuação estratégica do seu RH, exigindo muito tempo para serem executados. Entre eles estão os processos de recrutamento, seleção, admissão e demissão, processamento da folha de pagamento, etc. 

Além dos citados acima, outros serviços também podem ser terceirizados de tal forma que os encargos trabalhistas ficam sob a responsabilidade da empresa contratada. Recepção, portaria, limpeza e manutenção predial são alguns dos exemplos.

Realização de treinamentos

Um erro bastante frequente nos RHs é acreditar que o não treinamento é um meio para reduzir custos, quando, na verdade, só está alimentando os prejuízos futuros. Não investir em capacitação é arcar diretamente com faltas no capital intelectual da empresa, colocando em risco a disponibilidade de seus melhores colaboradores.

Para isso, faça dos treinamentos mais uma área estratégica e utilize seus colaboradores como multiplicadores do conhecimento. Essa prática eleva a motivação e o reconhecimento entre membros das equipes, reduz custos com facilitadores externos e valoriza o conhecimento obtido.

Obtenção de sistemas de RH

Embora, frequentemente os gestores acreditem poder acompanhar tudo o que ocorre na empresa, essa não é uma realidade viável. Em especial, porque não se pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo.

Por isso, apostar em um sistema de RH robusto pode beneficiar bastante a sua gestão e a sua empresa, além de garantir a redução de custos. Um sistema bem alinhado com as informações da empresa, fornecerá informações precisas e seguras e ajudará na tomada de decisões. 

Com ele, você poderá acompanhar a realidade da sua empresa desde a definição de cargos e salários, controle de benefícios, frequência dos colaboradores, banco de talentos, plano de treinamento e desenvolvimento, avaliação por competências, entre muitos outros aspectos.

No entanto, por melhor que sejam as práticas adotadas visando à redução de custos, aplicá-las sem planejamento e análise pode ocasionar diversos prejuízos para a empresa. Por isso, é importante manter-se atento às mudanças de mercado e anteceder-se a elas, planejando as medidas que serão utilizadas para reduzir custos, contando sempre com o RH para isso.

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Processo seletivo: 7 formas de otimizar a contratação de funcionários

A contratação de novos funcionários é uma tarefa complexa e que exige muito cuidado e atenção por parte dos recrutadores. Não basta analisar as informações presentes no currículo do candidato – é necessário conhecer um pouco sobre a sua personalidade e profissionalismo.

Uma contratação realizada de forma equivocada pode gerar retrabalho à organização, acarretando novos custos para um novo processo de seleção.

As empresas têm apostado, então, em um processo seletivo mais estratégico, com a intenção de conhecer melhor os candidatos e realizar contratações mais acertadas.

Sendo assim, reunimos aqui algumas dicas para você aprimorar o processo seletivo da sua empresa. Continue a leitura e confira!

Defina o perfil da vaga

É essencial que os recrutadores tenham o perfil da vaga bem definido. Para isso, os responsáveis pela área onde o novo contratado atuará devem ser consultados a fim de esclarecer todas as características técnicas e comportamentais a serem exigidas no ato da contratação. Com o alinhamento dessas informações, será mais fácil selecionar o candidato ideal para o cargo.

Além disso, é importante que as informações sobre a vaga estejam claras para os candidatos, para que eles saibam exatamente a função que vão exercer, evitando frustrações posteriores.

Selecione os canais de divulgação ideais

Após definir o perfil da vaga, é preciso saber os meios ideais para divulgá-la e atingir o público pretendido: jornais, sites de recrutamento, redes sociais, etc. Cada veículo de informação atinge pessoas diferentes e, por isso, é menos oneroso para a organização investir em canais específicos com os quais os candidatos ideais sejam mais familiarizados.

Forme uma equipe multidisciplinar

Convoque pessoas de diferentes áreas da empresa no momento da contratação. Elas terão conhecimentos diversificados sobre as atividades essenciais da organização e poderão identificar qualidades de candidatos que outros recrutadores não perceberiam.

Conheça os seus candidatos

Muito mais valiosa que a capacidade técnica de um novo funcionário é a sua personalidade. É importante fazer perguntas sobre sua vida pessoal, o que faz nos momentos de lazer e como lida com situações de estresse. Informações como essas podem ser mais esclarecedoras do que aquilo que consta no currículo.

Deixe de lado os preconceitos

Pode ser que, a princípio, um candidato não pareça o ideal para a empresa. Porém, não o descarte sem antes saber se ele tem algo mais a oferecer. Uma equipe formada por profissionais com conhecimentos diversificados poderá agregar mais valor à organização.

Guarde o contato de bons candidatos

Se você encontrou mais de um candidato com personalidade e qualidades compatíveis com a vaga ou com a entidade, guarde seu currículo em um local separado. Crie um arquivo para armazenar bons profissionais para contato posterior, dispensando, assim, a necessidade de um novo processo seletivo futuro no caso de abertura de novas vagas.

Invista em treinamento

Prepare o novo funcionário para que ele saiba exatamente o que fazer e como deve ser feito. Dessa forma, você evitará desgastes futuros, tanto para a organização quanto para o próprio contratado. É extremamente vantajoso para uma empresa investir em aperfeiçoar seus funcionários em vez de buscar novos candidatos no mercado. Além de ter um custo menor, demanda menos tempo e esforço.

Organizações que valorizam seus funcionários e investem em seu desenvolvimento e retenção garantem um retorno mais rápido e duradouro. Por isso, é de suma importância avaliar os candidatos antes da contratação, extraindo o máximo de detalhes e informações que possam contribuir com a decisão final do processo seletivo.

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Como desenvolver um processo de recrutamento eficiente?

O processo de recrutamento é uma atividade desempenhada por todas as organizações para montar sua equipe de trabalho, e em cada empresa a seleção ocorre de maneira diferente.

A melhor forma de realizar um processo de recrutamento eficiente vai de acordo com a cultura da empresa e da necessidade do momento, mas alguns pontos são fundamentais de serem observados.

Você sabe quais são eles? Continue a leitura e descubra!

Defina os cargos

A partir do momento em que uma vaga é aberta para o processo de seleção, é necessária a definição das atividades a serem desempenhadas pelo funcionário, quais são as capacitações exigidas, o horário de trabalho, salário, os benefícios a serem oferecidos e quais são as características esperadas do profissional.

Essa definição permite a triagem de candidatos e a seleção das pessoas que se encaixam no perfil requerido para as próximas etapas.

Caso o RH encontre dificuldades para realizar essa definição, pode ser feita uma entrevista com o gestor que necessita do profissional, para que seja entendido o que é esperado do candidato, aumentando, dessa forma, a possibilidade de sucesso na seleção.

Divulgue o processo de recrutamento

Na etapa de divulgação, deve ser escolhido o melhor veículo para divulgar o processo de seleção. Caso a empresa opte pelo recrutamento externo, tem como opções de divulgação os anúncios de emprego em jornais, agências de recrutamento, sindicatos, acervo de currículos da empresa, etc.

No momento da escolha do veículo, deve ser levado em conta o público-alvo, os recursos que a empresa possui e o tempo disponível para realizar a contratação.

Realize as entrevistas

A realização da entrevista é muito importante e pode ser considerada uma etapa de definição. Procure confirmar os dados fornecidos no currículo e peça ao candidato para falar sobre as experiências de trabalho, o que espera da empresa, qual é o seu plano de carreira, quais são os projetos de sucesso e outras perguntas que permitam um conhecimento melhor dos profissionais.

É fundamental que seja feito o contato visual, que sejam observados os gestos e reações de cada um, e que o recrutador dê liberdade para o entrevistado falar.

Realize dinâmicas e simulações

As dinâmicas e simulações ajudam na avaliação das competências de cada candidato. Para que essa etapa seja produtiva, o recrutador deve optar pelas atividades que envolvam o trabalho a ser executado, como por exemplo, uma dinâmica que trabalhe a liderança ou uma simulação entre cliente e vendedor.

Confirme os dados

A confirmação dos dados não precisa ser realizada somente no momento da entrevista. O recrutador pode optar por ligar para os antigos empregadores do candidato, assim como requerer os diplomas e certificados dos cursos que constam no currículo.

Pode-se perguntar ao empregador anterior como era a postura do profissional na empresa, se ele atendia às expectativas da empresa e se o empregador recomenda esse funcionário. Como o contato entre o entrevistador e o candidato é pequeno, essa etapa de confirmação de dados traz para o recrutador mais confiança para decidir quem será escolhido.

Faça a integração do novo funcionário

A parte de integração do novo funcionário à equipe é muito esquecida pelos recrutadores, mas apresenta uma importância muito grande na retenção de talentos. O ideal é mostrar para o funcionário a empresa, explicar quais são os valores da organização e apresentar o profissional para sua equipe de trabalho.

A integração traz para o novo funcionário mais segurança e demonstra, por parte da empresa, uma preocupação com o bem-estar do colaborador e com a união da equipe.

Vale ressaltar que o processo de contratação eficiente é um fator fundamental para o sucesso de uma empresa, pois diminui a rotatividade e os gastos relativos aos processos de admissão, demissão e treinamento. Além disso, a organização consegue recrutar talentos de acordo com o perfil da empresa e agregar novas competências para a equipe.

Agora que você já sabe como deve ser desenvolvido o processo de recrutamento em sua empresa, deixe um comentário nos contando qual dica você mais gostou.