Dia da Mulher e seu domínio na área de RH

No dia 8 de março é comemorado o Dia da Mulher, mas você sabe o motivo? Tudo começou lá na Revolução Industrial com salários abusivos e jornadas de trabalho de 15 horas. As mulheres ganhavam bem menos que os homens (algo que, infelizmente, ainda é realidade) e por causa de todos esses problemas, iniciaram protestos por toda a Europa e EUA.

O 8 de março oficializou-se como o Dia Internacional da Mulher por conta de uma manifestação ocorrida na Rússia. Mais de 90 mil operárias manifestaram-se contra o czar Nicolau II em 1917, esse protesto ficou conhecido pelo nome de Pão e Paz. Essa data só se tornou oficial em 1921.

A mulher no setor de RH

A partir de então, as mulheres continuaram a brigar por todos os seus direitos e passaram a ocupar funções que antes eram dominadas pelos homens. A área de Recursos Humanos das empresas é uma delas. De acordo com a Associação Brasileira de Recursos Humanos, 66% dos postos de trabalho no RH são ocupados por mulheres.

Mas por que elas são maioria? A resposta a essa pergunta é bem simples: as mulheres possuem diversas características naturais que fazem delas excelentes para o RH. Elas praticam a empatia, são resilientes e multitasking, ou seja, conseguem realizar diversas atividades ao mesmo tempo, possuem uma visão sistêmica e também conseguem ser muito mais flexíveis diante das mudanças.

Outro benefício das mulheres em cargos de liderança é o fato delas melhorarem o desempenho financeiro da empresa. Segundo uma pesquisa divulgada no Peterson Institute for International Economics, realizada em 91 países, as empresas que tinham mulheres nesses cargos possuem uma rentabilidade 15% maior em comparação àquelas que não possuem uma cultura de igualdade de gênero.

Todas essas características combinam também as inovações tecnológicas que podem ser usadas dentro da empresa para facilitar o trabalho de todos, inclusive do RH. É possível ter mais controle dos funcionários com menos trabalho.

Inner Rep Plus: gestão de pessoas

Essa é uma excelente ferramenta para ajudar no controle dos funcionários na empresa. Aqui temos um software e um hardware interligados para oferecer maior comodidade. Ele oferece benefícios que qualquer empresa, que deseje facilitar o controle de ponto dos empregados, precisa:

• Comodidade: com uma única bobina é possível emitir mais de 11.000 comprovantes;

• Flexibilidade: possui leitor biométrico, proximidade e código de barras dando assim uma maior opção na hora de escolher como você quer que o seu colaborador se identifique;

• Segurança: essa é uma das partes mais importantes para qualquer produto. O sistema de segurança evita que ocorram fraudes, pois apresenta assinatura digital;

• Praticidade: é de fácil operação, com uma interface bastante intuitiva e apresenta uma tela colorida e sensível ao toque.

Como você pode ver, estamos falando de um sistema completo para a sua empresa e que foi desenvolvido de acordo com as normas do Inmetro e também do Ministério do Trabalho. O seu leitor biométrico possui memória para até 10 mil digitais e consegue armazenar até 10 milhões de registros.

Nesse Dia da Mulher procure melhorias para o seu trabalho, facilite-o e encontre todas as comodidades possíveis para que a sua função seja exercida da melhor maneira possível. Entre em contato conosco e nós ajudaremos a escolher a melhor opção!

4 lições sobre a Reforma Trabalhista que o Departamento Pessoal deve saber

O Departamento Pessoal é essencial para qualquer empresa, especialmente aquelas que possuem uma grande quantidade de funcionários. Ele é o responsável por arquivar toda a documentação da empresa referente à realização de rotinas, segurança do trabalho e demais papéis necessários à fiscalização da justiça do trabalho, como estabelecer os contratos entre a empresa e os funcionários, organizar a folha de pagamentos e fazer o desligamento. Para isso, é necessário ter conhecimento sobre algumas mudanças que ocorreram com a Reforma Trabalhista e que passam a interferir nos procedimentos desse departamento.

Abaixo, listamos as mudanças da reforma que o Departamento Pessoal precisa ter conhecimento o quanto antes!

1- Gozo de férias

Para calcular as férias de cada funcionário e evitar uma série de problemas no futuro, é necessário saber quais foram a mudanças e se adaptar a elas. Agora, as férias podem ser fracionada em até 3 partes contanto que haja um acordo entre o funcionário e o empregador. Esse fracionamento segue duas regras importantes: a primeira delas é que um desses períodos deve ter, pelo menos, 14 dias e a segunda é que os outros dois deve ter mais que 5 dias cada um. E, ao contrário da lei anterior, essa nova forma de gozar as férias pode ser aplicada a qualquer trabalhador e em qualquer idade.

2- Hora extra

Há também algumas novidades quanto à hora extra. Por exemplo, antes, o período de trajeto de casa para o trabalho e do trabalho para casa, era contado como hora trabalhada. A partir da reforma, esse tempo não conta mais. As jornadas continuam sendo limitadas a 44 horas semanais e 220 mensais, mas as 8 horas diárias podem ser alteradas desde que seja especificado em contrato e de comum acordo. Um funcionário pode realizar um período ininterrupto de 12 horas de trabalho, mas, após essas horas, é obrigatório um intervalo de 36 horas de descanso.

3- Rescisão do contrato de trabalho por comum acordo

Sabe aqueles casos onde uma pessoa quer muito sair de uma empresa, mas não quer perder os direitos trabalhistas? Atualmente, quem passa por essa situação, acaba não aguentando e pede demissão, ou faz de tudo para ser demitido. Com a reforma trabalhista, trabalhador e empresa podem rescindir o contrato de trabalho por comum acordo. Nessa hipótese, o trabalhador recebe metade do aviso prévio e da indenização pela rescisão (20%) e integralmente as demais verbas. Essa espécie de “acordo para ser demitido” já era praticada em alguns casos, mas de modo informal, sem qualquer segurança jurídica, já que a lei considerava a prática como fraude.

3- Trabalho por período

A antiga legislação não falava dessa modalidade de trabalho, também conhecida por trabalho intermitente. Nesse caso, o funcionário pode ser pago apenas pelas horas ou pelo dia que trabalha. Todos os outros encargos trabalhistas como previdência, 13º, férias e FGTS também serão pagos de forma proporcional. O valor da hora trabalhada não pode ser inferior a correspondente ao salário-mínimo ou menor que a de outro funcionário que exerça a mesma função em igualdade de condições.

4. Demissão

Antes, quando um funcionário pedia demissão ou era demitido por justa causa, não fazia jus ao pagamento dos 40% do FGTS referente ao valor da multa. Nesse sentido, a reforma trabalhista contemplou algumas modificações. A empresa não precisa mais esperar o cumprimento do contrato para evitar o pagamento de multas. O documento pode ser extinto depois de um acordo firmado entre empregado e empregador. Nesse caso, haverá o pagamento de metade do aviso prévio e metade da multa dos 40% do FGTS. Ele não terá direito ao seguro-desemprego, mas poderá movimentar até 80% do valor do fundo, algo que não era permitido.

Como podemos perceber, muitas mudanças foram realizadas, melhorando assim o trabalho das empresas e aumentando as chances de contratação de mais funcionários. Quer saber sobre as outras mudanças realizadas pela reforma trabalhista de forma rápida? Então baixe o nosso eBook sobre o assunto!

5 Coisas que seu chefe gostaria que você soubesse sobre a Reforma Trabalhista

Em vigor desde o dia 11 de novembro, a Reforma Trabalhista ainda está cercada de muita discussão e polêmica. Para piorar, muita gente acredita em boatos e notícias falsas espalhados pelas redes sociais, aumentando ainda mais o clima de incerteza que paira sobre os trabalhadores. Porém, será que há motivo para tanto medo? O trabalhador irá sofrer como tantas pessoas dizem? Veja agora 5 coisas que o seu chefe gostaria que você soubesse sobre a Reforma Trabalhista:

1- Empregado poderá negociar diretamente com o patrão

Antes da reforma, os acordos só poderiam ser feitos com a presença do sindicato, que fazia o papel de mediador, porém agora isso não é mais necessário. Com essa “flexibilização” as negociações e as contratações podem se tornar mais dinâmicas, personalizando as regras para cada caso. A intervenção do sindicato, apesar de ser benéfica, na maior parte das vezes, poderia criar obstáculos para algumas contratações.

2- Férias parceladas

Muita gente não gosta de sair 30 dias de férias, pois prefere descansar em períodos diferentes no ano. Por exemplo, quer fazer uma viagem no carnaval e outra no final do ano e não pode. Com a reforma trabalhista, as férias poderão ser divididas em três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14 dias corridos. Os outros não poderão ser inferiores a cinco dias corridos, cada um. Vale lembrar que dividir ou não as férias parte da vontade de cada trabalhador.

3- Rescisão do contrato de trabalho por comum acordo

Sabe aqueles casos onde uma pessoa quer muito sair de uma empresa, mas não quer perder os direitos trabalhistas? Atualmente, quem passa por essa situação, acaba não aguentando e pede demissão, ou faz de tudo para ser demitido. Com a reforma trabalhista, trabalhador e empresa podem rescindir o contrato de trabalho por comum acordo. Nessa hipótese, o trabalhador recebe metade do aviso prévio e da indenização pela rescisão (20%) e integralmente as demais verbas. Essa espécie de “acordo para ser demitido” já era praticada em alguns casos, mas de modo informal, sem qualquer segurança jurídica, já que a lei considerava a prática como fraude.

4- Fim do Imposto Sindical

Antes da reforma todo trabalhador era obrigado a doar um dia de seu trabalho ao sindicato, independentemente se era a favor ou não. Agora, esse pagamento ao sindicato é opcional. A verdade é que muitos trabalhadores reclamavam por ter que pagar a um sindicato que não os representava de fato. Além disso, o imposto também impelia proliferação de sindicatos de baixa representatividade.

5- Direitos fundamentais não serão alterados

Uma das grandes discussões em torno da reforma é que ela irá diminuir direitos fundamentais dos trabalhadores. Isso é um erro. Itens como FGTS, 13º salário, seguro-desemprego e salário-família; licença-maternidade de 120 dias e aviso prévio proporcional ao tempo de serviço não poderão ser alterados. Esses direitos são garantidos por lei e nenhum patrão poderá mudá-los.

Por que a reforma trabalhista é necessária?

Apesar de ter sido muito importante para assegurar os direitos dos trabalhadores, a CLT, que foi criada em 1940, precisa ser atualizada. Isso é um fato. Atualmente, ela não consegue atender a todos os setores da economia, como o de tecnologia, que passa por transformações constantes. No final das contas, a reforma trabalhista pode sim beneficiar a todos.

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Gestão de condomínios: passo a passo para a transição do síndico

O síndico é uma figura essencial e tem como principal função a gestão de condomínios. É dele a responsabilidade de manter todas as coisas funcionando em perfeita ordem, além de deixar os moradores satisfeitos.

Porém, quando ele não cumpre as suas funções da maneira que deveria, pode ser a hora de escolher outra pessoa para fazer esse papel. Nesse sentido, a mudança de síndico deve ser devidamente formalizada, observando-se algumas regras para que a transição ocorra da melhor forma possível.

Entenda, neste post, como é importante seguir as leis para que esse processo não possa ser questionado na justiça num momento posterior. Acompanhe!

Siga esse passo a passo na gestão de condomínios

1º passo: recolher provas

O síndico não pode ser substituído simplesmente porque um grupo de pessoas assim deseja. É preciso ter um bom motivo para isso. Além do motivo, é necessário comprovar.

Aqueles que estão interessados em trocar o síndico do condomínio precisam ter em mãos provas reais de que existe a má gestão, e que esta vem prejudicando o funcionamento do prédio.

2º passo: documentos necessários

Há uma pequena lista de documentos que não podem faltar nesse momento. Sendo assim, o síndico deverá entregar todos os papéis relacionados com o funcionamento do local, tais como:

  • Controle de ponto dos funcionários;
  • livro da inspeção de trabalho;
  • atas das assembleias;
  • todos os contratos vigentes na sua gestão de condomínio;
  • plantas do local;
  • notas fiscais de todos os itens que foram comprados ou serviços contratados em sua gerência;
  • certificados;
  • pasta com as prestações de contas;
  • laudos;
  • apólices de seguros;
  • comprovantes de impostos pagos:
  • cartão de CNPJ.

Pode haver outros documentos que são específicos de cada condomínio. Por isso, certifique-se de solicitar tudo o que deve ser devolvido.

3º passo: deixe tudo protocolado

O síndico precisa ter a segurança de que não vão cobrar dele algum documento que já foi devolvido. Portanto, todos os papéis devem ser listados com os devidos detalhes, constando a assinatura para comprovar que a documentação foi entregue.

4º passo: contestação de documentos

Há algum erro na documentação? Então, ela precisa ser contestada. O grupo que ficou responsável pela substituição do síndico precisa analisar com muito cuidado todos os papéis para ver se estão em ordem e, principalmente, se as contas batem. Assim, esse é um processo de demanda tempo e algum conhecimento contábil.

5º passo: verificar se houve má-fé

Nós somos seres humanos e falhos, ou seja, alguns erros de cálculo podem acontecer sem que eles sejam percebidos. Se for encontrada alguma irregularidade na documentação, chame o síndico e converse com ele. Comprovada a má-fé, deve ser realizada uma assembleia para que todos possam decidir quais providências tomar.

Entenda que quanto mais conversa melhor

Para reduzir os problemas na hora de mudar de síndico, sempre opte por uma boa conversa, na qual tudo pode ser solucionado sem todo o trâmite burocrático da justiça. Quanto antes a situação for resolvida, melhor para o ex-síndico e para os moradores.

Seguindo este passo a passo, você conseguirá fazer todo o processo de forma tranquila e com maior rapidez. Observe também para que o novo síndico faça a troca de senhas, principalmente de e-mails e contas bancárias.

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Agora que você já compreende melhor como fazer a transição do síndico na gestão de condomínios, que tal aprender ainda mais? Leia nosso artigo com os 4 mandamentos de uma boa segurança. Boa leitura!

Afinal, o ponto biométrico é obrigatório nas empresas?

A legislação tornou o controle eletrônico do sistema de ponto uma questão obrigatória em 2009. O controle de ponto, no entanto, vem sendo realizado desde a CLT como forma de controlar a jornada de trabalho.

Com a edição de novas normas pelo Ministério do Trabalho e Emprego a questão foi flexibilizada, mas ainda assim a obrigatoriedade é a regra e não a exceção.

Dentre os modelos existentes para o controle eletrônico do ponto, o ponto biométrico vem se tornando uma das favoritas das empresas, já que esse sistema praticamente inviabiliza as fraudes. Para saber mais, confira!

O que é o ponto biométrico?

O ponto biométrico é uma forma de controle de ponto eletrônico que se dá através da identificação das impressões digitais, íris do olho e até mesmo a voz do colaborador. Contudo, o sistema mais comum é aquele adotado a partir das impressões digitais.

Como esse tipo de identificação é único, ou seja, cada ser humano tem suas impressões digitais as chances de fraude são praticamente nulas. Esse sistema, portanto, evita uma série de problemas com a Justiça Trabalhista e demais órgãos de fiscalização.

O que diz a legislação?

A adoção e a homologação do ponto eletrônico, seja ele biométrico ou não, passou a ser uma obrigação para as empresas. Com a edição da Portaria 1510/09, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) passou a exigir a adoção de um sistema eletrônico de controle de ponto. Essa medida faz com que as empresas sejam forçadas a se adequarem e viabilizarem um método para a fiscalização de entrada e saída do funcionário.

Tal Portaria, no entanto, causou uma série de questionamentos e, por isso, foi alterada inúmeras vezes por outras Portarias que trouxeram novas regras e novos prazos para tal exigência da legislação.

Com a Portaria 373/11, por exemplo, a obrigatoriedade das empresas com relação ao ponto eletrônico foi flexibilizada. Com essa norma, as empresas podem adotar um sistema alternativo de controle de ponto. Porém, é necessário que elas estejam autorizadas pela Convenção Coletiva de Trabalho ou Acordo Coletivo, que é celebrado junto aos Sindicatos, para obterem esse tipo de maleabilidade perante a lei.

Diferentemente do sistema eletrônico, os sistemas alternativos de controle de ponto não precisam ser homologados ou certificados pelo MTE e demais órgãos. Entretanto, diante de uma situação de fiscalização, a empresa deve fornecer toda documentação que comprove o efetivo controle de ponto.

Formas alternativas de registro de ponto

O relógio de ponto biométrico é uma das tecnologias mais avançadas em termos de controle de ponto. Como os dados colhidos a partir das impressões digitais são únicos, a taxa e as chances de fraude se reduzem a praticamente zero. Contudo, essa não é a única forma de se fazer o registro do ponto.

O relógio de código de barras, cartográficos e até os smartcards são formas alternativas de registro do ponto.

Compliance e penalidades

Caso a empresa não atenda à legislação os fiscais do MTE poderão promover a autuação e a aplicação de penalidades. Dependendo do tamanho da empresa e do tipo de infração, a multa pode chegar a R$ 4mil.

Você tem uma empresa e ainda não adotou o controle eletrônico de ponto?

Entenda como homologar o banco de horas de seus funcionários

Criado pela Lei 9.601/98, o banco de horas é um sistema de compensação de horas extras que permite que o empregador recompense as horas trabalhadas além da jornada por meio de períodos de folga.

Esse sistema, que surgiu a partir da alteração do art. 59 da CLT, possibilita flexibilidade maior do trabalho do empregado, adaptando as horas trabalhadas às demandas da empresa.

Embora seja um sistema voltado à flexibilização da jornada, tanto a criação do banco de horas quanto as regras que serão aplicadas seguem padrões rígidos que devem ser homologados, ou seja, aprovados pelo sindicato de classe.

Para entender mais sobre como funciona o banco de horas e qual a melhor forma de homologar esse sistema para não ter problemas com a Justiça trabalhista, vale a pena conferir!

Definição de banco de horas

Toda empresa conta com uma demanda variável ao longo do mês. Isso significa que o empregado pode ficar ocioso em determinados períodos e sobrecarregado em outros.

O empregador, por sua vez, também pode ter prejuízos na medida em que continua remunerando normalmente as jornadas ociosas, além de arcar com as horas extras nos períodos de pico.

Para evitar esse tipo de desequilíbrio na jornada de trabalho, a legislação instituiu o banco de horas, que nada mais é do que um sistema de compensação de horas extras por folgas.

Para ser instituído em uma empresa, o banco de horas precisa de autorização específica do sindicato de classe. Essa autorização ocorre mediante a celebração de um contrato (acordo coletivo ou convenção coletiva) em que ficam especificadas todas as regras de compensação e apuração de horas para o banco.

Depois de receber essa autorização, o banco de horas torna-se um sistema válido para todos os empregados da empresa, desde que tenham sido contratados pelo regime da CLT.

A aprovação pelo sindicato — ou homologação do banco de horas, como é formalmente chamada — é uma questão importante, já que falhas no contrato ou no procedimento podem gerar a nulidade do banco e, consequentemente, o pagamento de todas as horas extras devidas ao empregado.

Regras do banco de horas

Um primeiro detalhe que deve ser observado pelo empregador ao instituir o banco de horas é o limite legal da jornada de trabalho. Mesmo com a criação do banco, as 10 horas diárias e 44 horas semanais não poderão ser excedidas, sob pena de nulidade do sistema.

Horas extras que já vinham sendo praticadas na rotina de trabalho também não podem ser integradas ao banco.

O banco de horas é válido por um ano, o que significa que o empregador, ao final do período, deve pagar as horas extras que não tenham sido utilizadas pelo empregado como folga.

Mensalmente, o empregador deve prestar contas ao empregado com relação às horas do banco, por meio de um documento que deve ser assinado e arquivado junto ao registro de ponto.

Caso haja rescisão do contrato de trabalho, com ou sem justa causa, o empregador também deve pagar as horas que não foram utilizadas como folga junto com as demais verbas trabalhistas.

Homologação e gestão segura

A gestão de um banco de horas representa um desafio para qualquer departamento de RH porque os dados de cada colaborador são específicos. O controle de horas trabalhadas também acaba sendo individual.

Graças à tecnologia, além dos relógios de ponto eletrônicos que controlam com maior precisão a jornada, hoje existe uma série de softwares que possibilitam o controle do banco de horas com muito mais agilidade e quase sem nenhuma margem de erros.

Isso, além de trazer economia para a empresa na hora de pagar as horas extras, evita demandas trabalhistas em razão de erros no cômputo de horas no banco.

Mais do que um bom acordo com o sindicato ao homologar o banco de horas, o empregador deve contar com recursos que permitam a gestão segura das horas na jornada, tanto para evitar prejuízos com o pagamento de horas não devidas quanto para evitar problemas com a Justiça do Trabalho.

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Acordo de compensação de horas e banco de horas: qual a diferença?

A nossa legislação estabelece que o empregado deve trabalhar 8 horas por dia e 44 semanais. Isso vale para boa parte dos estabelecimentos comerciais, mas para alguns, como restaurantes, que possuem horários diferenciados, essa carga horária fixa pode não ser tão interessante. É aí que entram algumas opções como o acordo de compensação de horas e o banco de horas.

Mas qual deles é a melhor opção? Qual escolher para o seu empreendimento? Vamos agora responder a essas e outras perguntas e oferecer informação para que você consiga fazer a melhor escolha!

O que é acordo de compensação de horas?

Tanto empregados quanto empregadores podem lançar mão de acordos sobre a jornada de trabalho por dia e por semana, nunca excedendo o que está previsto em lei. Para que a carga horária diária seja maior que 8 horas, é necessário o pagamento de horas extras, estas, por sua vez, só podem ser de, no máximo, 2 horas.

Mas para que não ocorra o pagamento dessas horas, o empregador pode fazer um acordo com os funcionários. É possível estabelecer um contrato direto com apenas um ou mais empregados.

Temos então o acordo de compensação de horas que ocorre quando o trabalhador labora menos que 8 horas em um determinado dia e compensa em outros as não trabalhadas. Essa compensação deve ocorrer dentro do mesmo mês em que as horas extras foram prestadas.

Por exemplo, o funcionário pode trabalhar tempo a mais durante a semana, não excedendo as 10 horas por dia, e folgar perto de um feriado ou final de semana caso queira ou precise viajar. Da mesma forma, o dono do estabelecimento pode ter uma equipe trabalhando mais horas em dias de maior movimento, gerando maiores lucros para o seu negócio.

O que é o banco de horas?

A principal diferença entre o banco de horas e o acordo de compensação é a forma de contrato. Aqui, não pode ser individual, apenas por meio de Convenção Coletiva ou Acordo Coletivo de trabalho. Portanto, se você quer implementar o banco de horas na sua empresa deve ir até a sede do sindicato da categoria.

Além dessa diferença, existe também o fato de que, no banco de horas, estas podem ser compensadas dentro do mesmo ano em que foram prestadas. Assim, é um período muito maior em comparação ao acordo de compensação.

Quais cuidados o empregador deve ter?

Segundo a nossa constituição, o trabalhador só pode laborar um máximo de 10 horas diárias. Se esse limite for ultrapassado, o acordo de compensação ou banco de horas torna-se inválido. Assim, as horas extras trabalhadas devem ser pagas como manda a lei, ou seja, 50% a mais do valor da hora normal.

Outro ponto que torna o acordo ou o banco de horas inválido é o fato de não ter um contrato coletivo por escrito. Isso é essencial e deve ser desta forma tanto se for feito diretamente com o empregado quanto com o sindicato.

Quando vale a pena firmar o acordo de compensação de horas?

Ele é ideal para quando o empreendedor não quer fazer o acordo com todos os trabalhadores de uma única vez. Como o acordo de compensação pode ser feito de forma individual, ele pode escolher o funcionário que deseja sem ter que ficar vinculado aos outros. Como não há o envolvimento do sindicato, a burocracia também é menor.

Você ainda ficou com alguma dúvida sobre o acordo de compensação de horas? Conte para a gente para que possamos resolvê-la!

 

O que fazer quando um colaborador esquece de bater o ponto?

Chegar ao trabalho e bater o ponto faz parte da rotina de muitos colaboradores dentro das empresas. No entanto, essa tarefa que parece tão simples costuma gerar uma série de dúvidas tanto para empregados, quanto para empregadores.

Marcações irregulares ou mesmo a falta de marcações podem gerar questionamentos e até eventuais problemas na Justiça. Para evitar uma série de impasses elaboramos o post de hoje que serve para orientar o empregador quando o colaborador deixar de bater o ponto, entre outras situações. Quer saber mais como evitar problemas decorrentes do esquecimento na hora de bater o ponto? Então, não deixe de conferir!

Marcação do ponto

Já tratamos aqui sobre os diferentes tipos de marcação de ponto e como eles podem ser menos ou mais favoráveis para vários tipos de empresa. Porém, quando falamos sobre as situações onde o colaborador esquece de bater o ponto, os relógios de ponto eletrônico (REP) e também mecânico são os que costumam gerar mais dúvidas.

Quando um funcionário deixa de marcar seu ponto em um REP, é necessário que o empregador faça essa marcação. O próprio Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) orienta como deve ser feita essa marcação, não apenas para os casos em que o empregado esqueceu de bater o ponto, mas também em situações em que deve ocorrer a alteração ou ainda desconsiderar a marcação.

Como o ponto eletrônico não permite qualquer alteração na marcação, o ideal é que a empresa conte com um documento de ocorrência interno, onde o empregado comunica o seu esquecimento, a fim de justificar ou não o desconto do dia. Esse documento, além de formalizar o ocorrido, deve contar com a assinatura do funcionário para evitar qualquer questionamento em relação à veracidade.

Advertências

A legislação não trata sobre o tema das advertências caso haja o descumprimento das obrigações previstas no contrato de trabalho, entre elas, a marcação do ponto. No entanto, o próprio empregador ao elaborar o contrato de trabalho pode estabelecer regras para o descumprimento das obrigações, inclusive para deixar claros os critérios que levam à demissão por justa causa.

Primazia da realidade

Além de ter procedimentos próprios para a falta da marcação do ponto, a empresa deve ser orientada a agir de acordo com o princípio da primazia da realidade, que rege as leis trabalhistas.

Isso significa que relógios de ponto que têm sempre os mesmos horários marcados, ou ainda, forçar o empregado a marcar determinado horário no ponto podem acarretar a nulidade da marcação e, consequentemente, aplicação de penalidades seja pelos órgãos de fiscalização do trabalho ou através de ações trabalhistas.

O relógio de ponto não deve refletir uma jornada formal de trabalho, ou seja, aquela estipulada no contrato. Ele deve justamente servir como registro das horas efetivamente trabalhadas, para que o empregador receba devidamente as verbas trabalhistas e o empregado monitore de forma adequada a jornada.

Tomar esse tipo de cuidado é uma das formas mais eficientes de evitar problemas, além de, claro, contar com um bom equipamento de marcação de ponto.

Já conhecia essas regras sobre a marcação de ponto? Quer saber mais sobre estas e outras questões que impactam diretamente sua empresa? Então, curta nossa Fan Page!

 

Cartões de acesso de segurança: o que é e como funcionam

O uso de cartões de acesso para o controle de entrada e saída de pessoas nas empresas é um recurso cujas vantagens vão muito além de torná-las ambientes mais seguros. A ferramenta pode trazer inúmeros benefícios ao negócio, afetando diretamente a eficiência de seus departamentos e a produtividade das equipes, além de gerar até mesmo a redução de custos.

Isso acontece porque o uso dessa tecnologia, quando direcionado também aos colaboradores, permite um controle preciso de entradas e saídas, horas trabalhadas, horas adicionais, frequências de ausências e desempenho. Tais dados se baseiam no que foi produzido por cada um.

Assim, a implantação de qualquer um dos diversos sistemas disponíveis hoje no mercado engloba melhorias em muitas áreas do negócio. Algumas delas são, por exemplo: segurança, folha de pagamento, gestão de pessoas, departamento jurídico e gestão da produtividade.

Veja, a seguir, como essa ferramenta funciona e de que forma é possível utilizar seus recursos para melhorar o desempenho de sua empresa:

O que são e como funcionam os cartões de acesso?

Assim como os cartões de crédito tradicionais, os cartões de acesso são produzidos com materiais como plástico ou PVC. As unidades possuem uma camada magnética interna ou em forma de tarja, na qual podem ser armazenados alguns dados do usuário, como nome completo, número de algum documento e níveis de segurança aos quais ele tem acesso.

Basicamente, cada cartão é um dispositivo que, magneticamente, carrega informações facilmente administráveis. Tais dados podem ser modificados com bastante rapidez e controlados por softwares de forma muito prática.

Ao serem colocados em contato com o leitor específico, os conteúdos gravados no cartão são responsáveis por liberar ou negar o acesso da pessoa a determinado local. Além disso, há o registro de uma série de informações como datas, horários, quantidade de acessos e intervalos, entre outras.

Esses leitores podem ter muitas formas. Algumas delas são: catracas de controle; máquinas para marcação do ponto no expediente; fechaduras de portas; painéis de elevadores; cancelas de estacionamento etc.

Tipos de tecnologia

Existem diversas maneiras de utilizar o cartão magnético, dependendo da tecnologia adotada. Os diferentes sistemas de uso adequam-se às necessidades de cada local onde são instalados. Conheça cada um deles:

  • leitor de inserção: neste sistema, é preciso inserir o cartão em uma fenda para que seja realizada sua leitura. Alguns dispositivos recolhem totalmente o cartão por alguns segundos antes de devolvê-lo; outros pedem a inserção parcial e, após um breve travamento para análise dos dados, liberam o acesso e o cartão;
  • leitor de swipe: para este tipo de leitor, é necessário deslizar o cartão por uma fenda, onde será feita a leitura das informações da tarja magnética. É um processo rápido, no qual basta passar o cartão na posição correta para que os dados sejam lidos (e armazenados) e o acesso, liberado;
  • leitor de proximidade: com este sistema, basta aproximar o cartão do dispositivo de acesso para que a leitura seja realizada.

Configuração e níveis de acesso

Como já foi dito, há muitas aplicações para a tecnologia de cartões de acesso. Seus sistemas podem ser configurados do modo que for mais útil para cada utilização.

Além de permitir e registrar a entrada de pessoas, ele também pode criar diferentes níveis de acesso para cada usuário. Isso garante a restrição de pessoal não autorizado nas dependências da empresa.

Assim, ficam mais bem protegidos os materiais de manipulação delicada, as informações sigilosas e os locais que exigem um nível mais rígido de segurança, entre outros itens. Mais do que liberar ou barrar a entrada, é possível implantar uma melhor vigilância, pois cada utilização de cartão fica registrada, mostrando quem o usou e onde fez isso.

Quais são as vantagens na gestão de colaboradores?

As facilidades que a implementação de cartões de acesso traz para a companhia são muitas. Algumas delas dizem respeito diretamente ao desempenho do negócio e à gestão de pessoas.

Ao adotar essa tecnologia como cartão de ponto, fazendo o registro eletrônico dos dias e horários de entrada e saída de funcionários, a empresa ganha ferramentas capazes de impulsionar a performance de sua equipe por meio de um planejamento mais eficaz.

Isso acontece porque, a partir do cruzamento de relatórios diversos, registros de entrada e saída e horas extras, são traçados perfis de produtividade de cada colaborador. Assim, é possível entender o desempenho de cada um deles e criar estratégias de orientação, treinamento, remanejamento e controle, para que todos possam ser mais produtivos.

Além disso, os recursos desse sistema agilizam o trabalho da área de Recursos Humanos e Departamento Pessoal, com mais rapidez na geração da folha de pagamento, redução de erros, menor burocracia e maior assertividade nas tomadas de decisões. Isso porque o sistema pode ser integrado a outros já existentes na empresa, gerando sinergia e um melhor aproveitamento das ferramentas digitais.

Redução de despesas com ações e horas extras

Um problema recorrente em muitas companhias é a questão das horas extras dos colaboradores. Fazer uma comparação equilibrada entre a real necessidade delas e a produtividade está entre os desafios dos gestores. E se esse já é um problema no curto prazo, pode se tornar uma grande dor de cabeça, com ações judiciais, no médio e longo prazo.

Por isso, a adoção de um controle digital de acesso e permanência dos funcionários torna-se eficaz também na redução de custos. Esse recurso permite não apenas uma gestão regular de horas extras, mas serve inclusive como documentação de garantia contra eventuais ações.

Além disso, é uma proteção contra qualquer iniciativa que tente fraudar o apontamento da jornada de trabalho. Logo, a adoção de cartões de acesso em qualquer empresa se torna mais do que uma medida de segurança, passando a ser de utilidade estratégica e de gestão.

Sua imensa flexibilidade e as múltiplas formas de atuação, de controle e do gerenciamento de informações fazem desse recurso algo fundamental para impulsionar resultados, eliminar burocracias e agilizar rotinas. É a tecnologia trazendo soluções para empreendimentos, gestores e colaboradores.

Gostou de saber mais sobre os cartões de acesso? Se você busca as vantagens que abordamos neste artigo, entre em contato conosco e descubra como podemos ajudá-lo a encontrar a melhor solução para o seu negócio ou departamento!

projeto de acesso

Ficha técnica de restaurantes: qual a sua importância?

Existem diversos modelos de ficha técnica de restaurantes e, em meio a toda essa variedade, é importante saber escolher o modelo que melhor se adapta ao seu negócio. Afinal, você deve saber que a ficha técnica é um documento essencial na cozinha de qualquer restaurante e, que quanto maior o grau da precisão dessa ficha, melhor e mais fácil tende a se tornar a gestão do seu restaurante.

Quer aprender como montar a ficha técnica para o seu restaurante, entender definitivamente por que ela é tão importante para o seu negócio e conhecer suas vantagens? Então continue a sua leitura e confira!

Como deve ser uma ficha técnica de restaurantes?

Como dissemos, existem vários modelos de ficha técnica de restaurantes, e é importante que você escolha o que melhor se adequá ao seu tipo de negócio. Mas afinal como deve ser uma ficha técnica? Confira as informações que devem conter ao menos em um modelo básico de ficha técnica de restaurantes:

  • Nome do prato;

  • Preço de custo de cada insumo utilizado na receita;

  • Cotação atualizada do fornecedor;

  • Cálculo de uso — incluindo a perda;

  • Tempo de preparo da receita;

  • Equipamentos utilizados no preparo;

  • Mão de obra envolvida;

  • Métodos utilizados;

  • Armazenamento do produto;

  • Temperatura indicada para armazenamento;

  • Rendimento;

  • Tamanho da porção;

  • Custo final da produção;

  • Impostos envolvidos;

  • Encargos;

  • Custos administrativos;

  • Receituário;

  • Imagem do produto;

  • Instruções especiais — quando necessário.

Qual a importância da ficha técnica?

Esses dados que são colocados na ficha técnica de cada prato, receita ou porção servida em seu restaurante são muito importantes porque ajudam a ter um maior controle administrativo e operacional do negócio.

Com esses dados em mãos é possível não apenas manter um padrão de qualidade nos pratos e drinks servidos no seu restaurante, mas também formar um preço de venda que lhe ofereça uma boa margem de lucro, seja atraente para o cliente e esteja de acordo com o mercado. Confira outras vantagens que a ficha técnica oferece para o seu restaurante:

  • Maior controle das compras a fazer para o restaurante;

  • Informar com precisão os ingredientes e suas respectivas quantidades utilizadas nos pratos servidos em seu restaurante, caso você um dia atenda um cliente que tenha uma dieta específica ou controlada;

  • Não deixar nenhuma dúvida para a sua equipe de cozinha quanto aos ingredientes e o modo de preparo de cada prato;

  • Fazer uma comparação entre as compras dos insumos com a receita proveniente das vendas;

  • Ter maior precisão quanto ao custo total envolvido em cada receita;

  • Muito mais facilidade na hora de treinar novos colaboradores contratados para trabalhar na cozinha do seu restaurante;

  • Facilidade em fornecer os dados necessários para o software de gestão utilizado em seu restaurante.

Enfim, o uso da ficha técnica em seu restaurante é algo indispensável. É a partir deste documento que você pode garantir um padrão de qualidade que conquiste seus clientes, conhecer os custos envolvidos na produção de cada prato, de cada drink para fazer uma melhor administração e abrir espaço para trabalhar os preços.

Não subestime a importância dessa ficha para a administração do seu restaurante, pois uma má gestão é capaz de gerar muitos gastos e levar à falência do estabelecimento.

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