Motivação e produtividade: saiba como as duas caminham juntas

Ser capaz de desenvolver estratégias que mantenham a motivação e produtividade dos colaboradores é um verdadeiro desafio para a área de gestão de pessoas. E, em meio a uma rotina corporativa frenética, isso se torna ainda mais difícil, considerando que os expedientes são cada vez mais extenuantes.

Contar com uma equipe animada e engajada impacta positivamente o clima organizacional e os resultados como um todo, o que confirma a ideia de que motivação e produtividade estão estritamente relacionadas.

Mas para que a motivação possa ser alcançada pelos gestores, gerando retornos expressivos para a organização, é preciso mover esforços em prol de estratégias que conquistem maior engajamento dos profissionais.

Acompanhe os tópicos seguintes e entenda mais sobre a relação entre motivação e produtividade!

Oferecendo feedbacks

É natural que um profissional que cometeu um erro seja advertido quanto ao seu desempenho, mas é preciso saber promover esse tipo de comunicação. Do contrário, o feedback pode ser uma armadilha em vez de uma solução.

Da mesma forma, quando o colaborador apresenta bons resultados, é importante parabenizá-lo. Mais do que os erros, é preciso saber reconhecer os acertos.

Com isso, o indivíduo se vê motivado a apresentar uma performance ainda melhor a cada dia, consequentemente, otimizando os resultados do negócio.

O objetivo do feedback é ser construtivo, portanto, as críticas não proveitosas devem ser deixadas de lado. Vale insistir que o ideal é destacar mais os pontos positivos que os negativos.

Estimulando a participação dos colaboradores

O gestor deve mostrar aos profissionais que a equipe faz parte do todo e que ela é extremamente importante para que a organização alcance seus objetivos. Sendo assim, é preciso consultá-la, pedir opiniões e reuni-la em debates em torno das decisões que serão tomadas.

É preciso também incentivar o time quanto à importância da opinião de cada um. Iniciativas como delegar tarefas importantes e acompanhá-las de perto podem ser ótimas formas de conquistar o engajamento dos profissionais.

Sendo um líder cooperativo

Somente estando presente, em contato com os profissionais, é que o gestor é capaz de identificar o porquê de cada um dos resultados, sejam eles positivos ou negativos.

Mas isso não é tudo: esse acompanhamento de perto faz com que se identifique quais são as reais necessidades dos clientes e como atendê-las da melhor maneira.

Com isso, a coleta e análise de informações se torna muito mais rica, permitindo encontros regulares com o objetivo de compartilhar as experiências de toda equipe e prepará-la melhor.

Investindo em novas experiências

Essas vivências podem ser proporcionadas por meio de treinamentos, palestras, bonificação por resultados atingidos na forma de viagens, ou mesmo outras atividades que fujam da rotina e sejam significantes para a vida dos profissionais.

Isso revela a preocupação da organização com o aprendizado e bem-estar da equipe, fazendo com que todos se sintam mais valorizados.

Definindo metas

Antes de tudo, é preciso levar em consideração as particularidades dos integrantes da equipe. Com base na análise do perfil de cada um dos colaboradores, é possível explorar suas habilidades, potencializado o que cada um tem de melhor.

Desse modo, os colaboradores se mantêm empenhados em suas tarefas, demonstrando como motivação e produtividade estão interligadas, e contribuindo diretamente com o alcance dos indicadores definidos pela organização.

Como é possível notar, a busca pelo engajamento dos profissionais é um esforço que deve ser realizado de modo contínuo. Além disso, não é preciso empregar grandes investimentos para colher bons frutos: o importante é contar com o empenho dos gestores, que devem conhecer bem a equipe, descobrindo aquilo que está comprometendo a motivação e entendendo como intervir.

Quer saber mais? Aproveite para entender como usar a motivação e liderança para engajar seus colaboradores!

O que fazer quando um colaborador esquece de bater o ponto?

Chegar ao trabalho e bater o ponto faz parte da rotina de muitos colaboradores dentro das empresas. No entanto, essa tarefa que parece tão simples costuma gerar uma série de dúvidas tanto para empregados, quanto para empregadores.

Marcações irregulares ou mesmo a falta de marcações podem gerar questionamentos e até eventuais problemas na Justiça. Para evitar uma série de impasses elaboramos o post de hoje que serve para orientar o empregador quando o colaborador deixar de bater o ponto, entre outras situações. Quer saber mais como evitar problemas decorrentes do esquecimento na hora de bater o ponto? Então, não deixe de conferir!

Marcação do ponto

Já tratamos aqui sobre os diferentes tipos de marcação de ponto e como eles podem ser menos ou mais favoráveis para vários tipos de empresa. Porém, quando falamos sobre as situações onde o colaborador esquece de bater o ponto, os relógios de ponto eletrônico (REP) e também mecânico são os que costumam gerar mais dúvidas.

Quando um funcionário deixa de marcar seu ponto em um REP, é necessário que o empregador faça essa marcação. O próprio Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) orienta como deve ser feita essa marcação, não apenas para os casos em que o empregado esqueceu de bater o ponto, mas também em situações em que deve ocorrer a alteração ou ainda desconsiderar a marcação.

Como o ponto eletrônico não permite qualquer alteração na marcação, o ideal é que a empresa conte com um documento de ocorrência interno, onde o empregado comunica o seu esquecimento, a fim de justificar ou não o desconto do dia. Esse documento, além de formalizar o ocorrido, deve contar com a assinatura do funcionário para evitar qualquer questionamento em relação à veracidade.

Advertências

A legislação não trata sobre o tema das advertências caso haja o descumprimento das obrigações previstas no contrato de trabalho, entre elas, a marcação do ponto. No entanto, o próprio empregador ao elaborar o contrato de trabalho pode estabelecer regras para o descumprimento das obrigações, inclusive para deixar claros os critérios que levam à demissão por justa causa.

Primazia da realidade

Além de ter procedimentos próprios para a falta da marcação do ponto, a empresa deve ser orientada a agir de acordo com o princípio da primazia da realidade, que rege as leis trabalhistas.

Isso significa que relógios de ponto que têm sempre os mesmos horários marcados, ou ainda, forçar o empregado a marcar determinado horário no ponto podem acarretar a nulidade da marcação e, consequentemente, aplicação de penalidades seja pelos órgãos de fiscalização do trabalho ou através de ações trabalhistas.

O relógio de ponto não deve refletir uma jornada formal de trabalho, ou seja, aquela estipulada no contrato. Ele deve justamente servir como registro das horas efetivamente trabalhadas, para que o empregador receba devidamente as verbas trabalhistas e o empregado monitore de forma adequada a jornada.

Tomar esse tipo de cuidado é uma das formas mais eficientes de evitar problemas, além de, claro, contar com um bom equipamento de marcação de ponto.

Já conhecia essas regras sobre a marcação de ponto? Quer saber mais sobre estas e outras questões que impactam diretamente sua empresa? Então, curta nossa Fan Page!

 

Cartões de acesso de segurança: o que é e como funcionam

O uso de cartões de acesso para o controle de entrada e saída de pessoas nas empresas é um recurso cujas vantagens vão muito além de torná-las ambientes mais seguros. A ferramenta pode trazer inúmeros benefícios ao negócio, afetando diretamente a eficiência de seus departamentos e a produtividade das equipes, além de gerar até mesmo a redução de custos.

Isso acontece porque o uso dessa tecnologia, quando direcionado também aos colaboradores, permite um controle preciso de entradas e saídas, horas trabalhadas, horas adicionais, frequências de ausências e desempenho. Tais dados se baseiam no que foi produzido por cada um.

Assim, a implantação de qualquer um dos diversos sistemas disponíveis hoje no mercado engloba melhorias em muitas áreas do negócio. Algumas delas são, por exemplo: segurança, folha de pagamento, gestão de pessoas, departamento jurídico e gestão da produtividade.

Veja, a seguir, como essa ferramenta funciona e de que forma é possível utilizar seus recursos para melhorar o desempenho de sua empresa:

O que são e como funcionam os cartões de acesso?

Assim como os cartões de crédito tradicionais, os cartões de acesso são produzidos com materiais como plástico ou PVC. As unidades possuem uma camada magnética interna ou em forma de tarja, na qual podem ser armazenados alguns dados do usuário, como nome completo, número de algum documento e níveis de segurança aos quais ele tem acesso.

Basicamente, cada cartão é um dispositivo que, magneticamente, carrega informações facilmente administráveis. Tais dados podem ser modificados com bastante rapidez e controlados por softwares de forma muito prática.

Ao serem colocados em contato com o leitor específico, os conteúdos gravados no cartão são responsáveis por liberar ou negar o acesso da pessoa a determinado local. Além disso, há o registro de uma série de informações como datas, horários, quantidade de acessos e intervalos, entre outras.

Esses leitores podem ter muitas formas. Algumas delas são: catracas de controle; máquinas para marcação do ponto no expediente; fechaduras de portas; painéis de elevadores; cancelas de estacionamento etc.

Tipos de tecnologia

Existem diversas maneiras de utilizar o cartão magnético, dependendo da tecnologia adotada. Os diferentes sistemas de uso adequam-se às necessidades de cada local onde são instalados. Conheça cada um deles:

  • leitor de inserção: neste sistema, é preciso inserir o cartão em uma fenda para que seja realizada sua leitura. Alguns dispositivos recolhem totalmente o cartão por alguns segundos antes de devolvê-lo; outros pedem a inserção parcial e, após um breve travamento para análise dos dados, liberam o acesso e o cartão;
  • leitor de swipe: para este tipo de leitor, é necessário deslizar o cartão por uma fenda, onde será feita a leitura das informações da tarja magnética. É um processo rápido, no qual basta passar o cartão na posição correta para que os dados sejam lidos (e armazenados) e o acesso, liberado;
  • leitor de proximidade: com este sistema, basta aproximar o cartão do dispositivo de acesso para que a leitura seja realizada.

Configuração e níveis de acesso

Como já foi dito, há muitas aplicações para a tecnologia de cartões de acesso. Seus sistemas podem ser configurados do modo que for mais útil para cada utilização.

Além de permitir e registrar a entrada de pessoas, ele também pode criar diferentes níveis de acesso para cada usuário. Isso garante a restrição de pessoal não autorizado nas dependências da empresa.

Assim, ficam mais bem protegidos os materiais de manipulação delicada, as informações sigilosas e os locais que exigem um nível mais rígido de segurança, entre outros itens. Mais do que liberar ou barrar a entrada, é possível implantar uma melhor vigilância, pois cada utilização de cartão fica registrada, mostrando quem o usou e onde fez isso.

Quais são as vantagens na gestão de colaboradores?

As facilidades que a implementação de cartões de acesso traz para a companhia são muitas. Algumas delas dizem respeito diretamente ao desempenho do negócio e à gestão de pessoas.

Ao adotar essa tecnologia como cartão de ponto, fazendo o registro eletrônico dos dias e horários de entrada e saída de funcionários, a empresa ganha ferramentas capazes de impulsionar a performance de sua equipe por meio de um planejamento mais eficaz.

Isso acontece porque, a partir do cruzamento de relatórios diversos, registros de entrada e saída e horas extras, são traçados perfis de produtividade de cada colaborador. Assim, é possível entender o desempenho de cada um deles e criar estratégias de orientação, treinamento, remanejamento e controle, para que todos possam ser mais produtivos.

Além disso, os recursos desse sistema agilizam o trabalho da área de Recursos Humanos e Departamento Pessoal, com mais rapidez na geração da folha de pagamento, redução de erros, menor burocracia e maior assertividade nas tomadas de decisões. Isso porque o sistema pode ser integrado a outros já existentes na empresa, gerando sinergia e um melhor aproveitamento das ferramentas digitais.

Redução de despesas com ações e horas extras

Um problema recorrente em muitas companhias é a questão das horas extras dos colaboradores. Fazer uma comparação equilibrada entre a real necessidade delas e a produtividade está entre os desafios dos gestores. E se esse já é um problema no curto prazo, pode se tornar uma grande dor de cabeça, com ações judiciais, no médio e longo prazo.

Por isso, a adoção de um controle digital de acesso e permanência dos funcionários torna-se eficaz também na redução de custos. Esse recurso permite não apenas uma gestão regular de horas extras, mas serve inclusive como documentação de garantia contra eventuais ações.

Além disso, é uma proteção contra qualquer iniciativa que tente fraudar o apontamento da jornada de trabalho. Logo, a adoção de cartões de acesso em qualquer empresa se torna mais do que uma medida de segurança, passando a ser de utilidade estratégica e de gestão.

Sua imensa flexibilidade e as múltiplas formas de atuação, de controle e do gerenciamento de informações fazem desse recurso algo fundamental para impulsionar resultados, eliminar burocracias e agilizar rotinas. É a tecnologia trazendo soluções para empreendimentos, gestores e colaboradores.

Gostou de saber mais sobre os cartões de acesso? Se você busca as vantagens que abordamos neste artigo, entre em contato conosco e descubra como podemos ajudá-lo a encontrar a melhor solução para o seu negócio ou departamento!

projeto de acesso

Ficha técnica de restaurantes: qual a sua importância?

Existem diversos modelos de ficha técnica de restaurantes e, em meio a toda essa variedade, é importante saber escolher o modelo que melhor se adapta ao seu negócio. Afinal, você deve saber que a ficha técnica é um documento essencial na cozinha de qualquer restaurante e, que quanto maior o grau da precisão dessa ficha, melhor e mais fácil tende a se tornar a gestão do seu restaurante.

Quer aprender como montar a ficha técnica para o seu restaurante, entender definitivamente por que ela é tão importante para o seu negócio e conhecer suas vantagens? Então continue a sua leitura e confira!

Como deve ser uma ficha técnica de restaurantes?

Como dissemos, existem vários modelos de ficha técnica de restaurantes, e é importante que você escolha o que melhor se adequá ao seu tipo de negócio. Mas afinal como deve ser uma ficha técnica? Confira as informações que devem conter ao menos em um modelo básico de ficha técnica de restaurantes:

  • Nome do prato;

  • Preço de custo de cada insumo utilizado na receita;

  • Cotação atualizada do fornecedor;

  • Cálculo de uso — incluindo a perda;

  • Tempo de preparo da receita;

  • Equipamentos utilizados no preparo;

  • Mão de obra envolvida;

  • Métodos utilizados;

  • Armazenamento do produto;

  • Temperatura indicada para armazenamento;

  • Rendimento;

  • Tamanho da porção;

  • Custo final da produção;

  • Impostos envolvidos;

  • Encargos;

  • Custos administrativos;

  • Receituário;

  • Imagem do produto;

  • Instruções especiais — quando necessário.

Qual a importância da ficha técnica?

Esses dados que são colocados na ficha técnica de cada prato, receita ou porção servida em seu restaurante são muito importantes porque ajudam a ter um maior controle administrativo e operacional do negócio.

Com esses dados em mãos é possível não apenas manter um padrão de qualidade nos pratos e drinks servidos no seu restaurante, mas também formar um preço de venda que lhe ofereça uma boa margem de lucro, seja atraente para o cliente e esteja de acordo com o mercado. Confira outras vantagens que a ficha técnica oferece para o seu restaurante:

  • Maior controle das compras a fazer para o restaurante;

  • Informar com precisão os ingredientes e suas respectivas quantidades utilizadas nos pratos servidos em seu restaurante, caso você um dia atenda um cliente que tenha uma dieta específica ou controlada;

  • Não deixar nenhuma dúvida para a sua equipe de cozinha quanto aos ingredientes e o modo de preparo de cada prato;

  • Fazer uma comparação entre as compras dos insumos com a receita proveniente das vendas;

  • Ter maior precisão quanto ao custo total envolvido em cada receita;

  • Muito mais facilidade na hora de treinar novos colaboradores contratados para trabalhar na cozinha do seu restaurante;

  • Facilidade em fornecer os dados necessários para o software de gestão utilizado em seu restaurante.

Enfim, o uso da ficha técnica em seu restaurante é algo indispensável. É a partir deste documento que você pode garantir um padrão de qualidade que conquiste seus clientes, conhecer os custos envolvidos na produção de cada prato, de cada drink para fazer uma melhor administração e abrir espaço para trabalhar os preços.

Não subestime a importância dessa ficha para a administração do seu restaurante, pois uma má gestão é capaz de gerar muitos gastos e levar à falência do estabelecimento.

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Como estruturar um plano de carreira eficiente em sua empresa?

Para conseguir atrair os melhores profissionais do mercado, muitas empresas investem em atrativos. O plano de carreira é um desses benefícios que, além de dar visibilidade para o negócio, ajuda a manter a motivação da equipe.

Entretanto, não basta somente colocar objetivos para cada funcionário. É preciso ir muito além. Para te ajudar a desenvolver o plano ideal para sua equipe, trouxemos alguns pontos muito importantes. Confira!

Objetivos da empresa X objetivos dos funcionários

Claro que, como gestor, é fundamental levar em consideração as metas da organização. Todavia, deixar as ambições do colaborador de lado vai causar desmotivação no grupo, além de perder uma ótima oportunidade de elevar a produtividade.

Sendo assim, o ideal é encontrar um equilíbrio entre os dois. A empresa sai ganhando quando consegue desenvolver pessoas internamente, em vez de realizar um processo seletivo, e o funcionário consegue se realizar profissionalmente.

Tenha em mente que, juntamente com o desenvolvimento profissional de um funcionário, seu negócio também se beneficiará com pessoas mais capacitadas para as funções.

Faça um planejamento dos treinamentos

De nada adianta você colocar como meta X treinamentos por ano para o funcionário, se não oferecer os recursos para isso. A empresa tem como obrigação disponibilizar capacitações se quiser ver sua equipe ampliando os conhecimentos.

Mas essa não é uma tarefa fácil, pois é preciso muita disciplina da organização para atender as necessidades de todos e, principalmente, desenvolver as habilidades essenciais para o crescimento da companhia.

O correto, nesse caso, é fazer uma programação, levando em consideração a demanda, o assunto, a projeção de vendas, férias e disponibilidade do espaço físico para possibilitar que o plano de carreira dê resultados sem atrapalhar o funcionamento da empresa.

Dê feedbacks

Além de se sentar com o colaborador inicialmente para definir um plano de carreira, o gestor também tem a responsabilidade de acompanhar o progresso individual e reestruturar o planejamento quando necessário.

Isso porque as ambições podem mudar, bem como as competências importantes para determinados cargos — ou pode até mesmo aparecer uma nova função na equipe. Esse acompanhamento permite que o grupo fique constantemente motivado.

Outro fator a ser ressaltado é a descoberta de novas habilidades que tornam o profissional mais competente para um cargo do que para o projetado inicialmente, obrigando, assim, o gestor a mudar o planejamento.

Estabeleça um tempo para o alcance dos objetivos

Definir um prazo contribui para a mensuração do desempenho do funcionário, para programar os treinamentos e para uma avaliação do trabalho do gestor, que deve analisar se o planejamento feito está sendo efetivo.

É necessário ressaltar que esse tempo estabelecido deve ser condizente com a realidade do colaborador, com a carga de trabalho de cada função e com os objetivos da empresa. Procure equilibrar as metas de curto e longo prazo.

Essa é também a melhor maneira de organizar a agenda, de forma a atender toda equipe e programar os feedbacks periódicos.

O que achou das nossas dicas de como montar um plano de carreira para seus colaboradores? Quer ficar por dentro de mais conteúdo como esse? Então siga nossa página no Facebook agora mesmo!

Tudo o que você precisa saber sobre o acordo de compensação de horas

A nossa legislação estabelece que a jornada diária de trabalho é de 8 horas. Apesar desse número não poder ser alterado, é possível ajustá-lo de acordo com as necessidades da empresa.

Por exemplo, trabalhar menos em um dia e compensar em outro, ficando mais de 8 horas no serviço. Para isso, a empresa e os empregados precisam estabelecer um acordo de compensação de horas.

Vamos ver agora como isso funciona na prática e quais os cuidados a empresa deve tomar para que esse tipo de jornada funcione bem para os 2 lados.

Em quais situações instituir o acordo de compensação de horas?

A compensação de horas pode ser utilizada por, praticamente, qualquer empresa, desde que se encaixe na situação. Há alguns casos em que esse tipo de contrato é proibido por lei como:

  • telefonista;

  • ascensorista;

  • menor aprendiz;

  • pessoas que trabalham em regime de tempo parcial;

  • gerentes — pessoas que exerçam cargo de gestão;

  • quem exerce atividade externa incompatível com os horários.

Para quem exerce atividades insalubres, o acordo de compensação de horas deve ser previamente liberado pelas autoridades competentes.

O que fazer no caso de faltas ou atrasos?

Aqui não muda muita coisa em relação à jornada de trabalho convencional de 8 horas. Se o funcionário tiver uma falta injustificada ou chegar atrasado sem nenhum motivo, esse tempo poderá ser descontado do seu pagamento. Vamos ver como isso ocorre na prática.

Digamos que o funcionário trabalha de segunda a quinta 9 horas por dia e 8 horas na sexta para não precisar trabalhar no sábado. Se ele faltar qualquer dia da semana, será descontado do seu pagamento 9 horas de trabalho.

Como controlar o ponto?

Mas como saber se o funcionário realmente chegou na hora correta? Como saber se ele não saiu antes do previsto no acordo? Simples, o mais indicado é que você instale na sua empresa um ponto eletrônico que tenha sido homologado pelo INMETRO.

O funcionário precisa ter um cartão com um código de barras, que será identificado no momento em que se aproximar do aparelho. Também pode ser usada a biometria ou mesmo uma senha a ser digitada no aparelho.

Muitos desses aparelhos registram os horários na memória e até imprimem, na hora, um comprovante com assinatura digital para o funcionário. Desta forma, ele não pode ser alterado. Outro ponto positivo é o fato de poder imprimir esses comprovantes que podem ser utilizados como documento de comprovação dos horários dos empregados.

Como garantir que o acordo seja respeitado?

A primeira coisa que é preciso ter em mente é que o acordo deve ser por escrito e assinado pelo sindicato da classe ou pelo empregado. Também é importante que os limites sejam estabelecidos, como jornada máxima de 10 horas diárias e 44 semanais.

Caso essas normatizações não sejam cumpridas, o acordo de compensação não fica descaracterizado, mas haverá uma penalidade na qual é devido o adicional das horas trabalhadas em 50%.

Outro ponto é que, caso a hora extra seja algo habitual, o regime de compensação fica descaracterizado fazendo com que as horas a mais sejam pagas como extraordinárias.

Para que os funcionários cumpram o contrato é importante que haja informação. Faça uma reunião e informe todos os direitos e obrigações da equipe. Assim, fica muito mais fácil de identificar o que deve e o que não deve ser feito.

Agora que você já sabe como funciona o acordo de compensação de horas, entenda melhor o que a lei determina a respeito de jornada de trabalho em feriado!

 

Como criar um banco de horas eficiente?

Apesar da nossa lei fixar uma jornada de trabalho de 8 horas diárias e de 44 semanais, esse número não precisa ser rígido. Essa carga horária deve ser respeitada, mas existem maneiras pelas quais o trabalhador pode trabalhar horas a mais por dia (desde que não ultrapassando o limite de 10 horas) ou a menos.

Uma dessas maneiras é o banco de horas. Quer saber mais sobre esse sistema e como ele pode funcionar na sua empresa? Então continue lendo:

O que é banco de horas?

Quando um funcionário trabalha a mais durante um dia, elas não são pagas da mesma maneira que sua carga horária normal. Em vez disso, vão parar no banco de horas. Cada funcionário tem o seu próprio banco e as horas já trabalhadas são utilizadas para folgar em outros dias.

O banco de horas só pode ser realizado se for feito um contrato por escrito de um Acordo Coletivo ou Convenção Coletiva; ou seja, é necessário entrar em contato com o sindicato da categoria. As horas devem ser compensadas dentro do mesmo ano em que houve a folga.

Como montar um bom banco de horas?

1. Entenda como funciona

Se você não compreender bem o conceito de banco de horas, não conseguirá torná-lo eficiente. Consultando a CLT você saberá quais são os seus direitos e deveres como empregador. Por exemplo, você pode instituir o banco e os seus funcionários simplesmente terão que aceitar o novo regime de trabalho.

Além disso, sabendo como ele funciona você pode criar boas estratégias para melhorar o rendimento da sua equipe e proporcionar mais lucros no final do mês. Por exemplo, você pode reduzir a jornada de trabalho no dia em que o movimento não estiver tão bom e aumentar quando houver uma grande demanda de clientes para atender.

2. Faça uma reunião

Antes de optar pelo sistema de banco de horas, é interessante se reunir com setores da empresa que serão diretamente afetados com essa mudança. Chegar a um acordo e identificar quais são os benefícios desse novo método para todos é uma forma de evitar conflitos após o contrato ser celebrado.

Feito isso, é hora de ajustar o contrato com o sindicato. Nesse momento devem ser estabelecidos pontos-chave, como o valor da hora trabalhada, a forma de compensação, o período em que essa compensação será realizada, entre outros.

3. Mostre que os benefícios serão para todos

O funcionário precisa ter total conhecimento do que se trata o banco de horas. Sem as informações corretas, ele pode entender errado o assunto e achar que será prejudicado na relação. Mostre para ele que esse sistema trará benefícios para os dois lados. Por exemplo, ele pode trabalhar mais em alguns dias e usar as horas extras para viajar quando chegar um feriado ou final de semana.

4. Tenha uma forma de controle

Para que o banco de horas funcione da forma adequada, é essencial ter o controle das horas trabalhadas pelos empregados. Afinal de contas, como saber quanto tempo a mais ou a menos ele trabalhou em um dia? A resposta é simples: use o ponto eletrônico.

Nesse aparelho ficarão registrados cada minuto de trabalho dos seus funcionários. Registrar a hora de entrada, a hora de saída e o intervalo das refeições é essencial para ter o controle do banco de horas. É também uma forma de evitar que os funcionários cometam abusos, já que o ponto emite um papel com assinatura digital que serve como um comprovante das horas trabalhadas.

Viu como o ponto eletrônico é uma ferramenta importante para o controle do banco de horas? Então saiba também como ele pode reduzir os custos para a sua empresa!

Como superar a crise financeira e acelerar sua empresa?

Em períodos de crise financeira, nada mais comum do que ouvir de outros empreendedores que os negócios não vão bem. Seja por conta da crise, seja porque o mercado não está aquecido, muitos começam a sentir a baixa nas vendas e se desesperam.

Porém, mesmo com o cenário desfavorável, muitos negócios aprendem não apenas a superar crise financeira, como também mas também a criar estratégias de crescimento que dão certo! Para saber quais são essas estratégias e como fazer seu negócio superar crise financeira e ainda prosperar, continue acompanhando!

Planejamento não é tudo, mas ajuda!

Em um cenário de crise econômica, o mercado está bastante suscetível e seu negócio fica sujeito a uma série de fatores externos. Justamente por esta razão, é fundamental conhecer sua empresa e se planejar ao máximo para evitar ainda mais imprevistos. O controle do fluxo de caixa, por exemplo, é uma das medidas primordiais que devem ser tomadas, com ou sem crise. Além disso, o empreendedor deve traçar um plano de ação para evitar que o cenário econômico desfavorável afete seu negócio.

Avalie seus consumidores e o mercado

Superar uma crise financeira envolve, principalmente, conhecer o mercado e a clientela. Se você ainda não fez uma boa pesquisa de mercado, está na hora de dedicar um tempo para isso. Com um mailing e um simples formulário eletrônico, você já pode ter respostas reveladoras sobre o seu empreendimento que vão ajudá-lo a reagir, inovar e tomar as ações mais acertadas com relação ao seu negócio.

Invista em fidelização

A maioria dos “conselhos para superar crise financeira” envolve a prospecção de clientes. No entanto, essa medida pode não ser a mais eficiente. Isso porque conquistar um cliente custa muito mais do que fidelizar sua atual cartela. Então, nada de gastar dinheiro com folhetos ou propaganda barata. Até porque seus concorrentes também estão fazendo isso.

É hora de poupar seu orçamento com estratégias mais inteligentes. Insista em cuidar de quem já é cliente, pois metade do trajeto da compra já está feito.

Marketing digital: custa pouco e traz resultados

Se for para investir em ações de marketing, procure utilizar o marketing digital. Além de ser bem mais barato do que ações convencionais, você não precisa de um grande orçamento para promover o seu negócio. Lembre-se, no entanto, de que o marketing digital só é efetivo quando pautado no inbound marketing, que nada mais é do que a interação com o conteúdo para chamar a atenção para seu produto ou serviço.

Procure profissionais especializados e monte uma estratégia. Você terá boas chances de resultados, investindo muito menos.

Aposte na experiência do consumidor

Hoje o consumidor está muito mais exigente e não se dispõe a pagar por qualquer coisa, muito menos em um local que não disponibiliza um bom atendimento. Não importa muito se você é um e-commerce ou uma loja física, invista ao máximo na experiência do seu cliente. Seja na qualidade do atendimento ou nas sensações que seu negócio promove no cliente, é o momento de pesquisar e aprimorar.

Com crise ou sem crise, empreender não é uma tarefa simples. Porém, aproveite o momento para investir nos seus pontos fortes e deixe os pontos fracos para tempos de melhores faturamentos e lucros.

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Gostou dessas dicas? Quais são as suas medidas para superar crise financeira? Deixe o seu comentário!

 

Entenda a importância da gestão de tributos e encargos em restaurantes!

Muitos empreendedores querem entrar para o ramo de restaurantes pois acreditam que o lucro é praticamente certo. Porém, gerenciar um negócio desse tipo não é uma atividade nada simples.

Além da logística com fornecedores, da administração de funcionários e da criatividade para atrair a clientela, quem possui um restaurante também deve contar com uma boa gestão de tributos.

Assim como a questão tributária afeta qualquer empresa, os restaurantes também devem ficar atentos na hora de recolher impostos para não prejudicar o faturamento.

Quer saber qual a melhor forma de fazer uma boa gestão de tributos e de encargos para o seu restaurante? Então, continue lendo este post:

Por que restaurantes devem apostar em planejamento tributário?

O Brasil conta com uma das cargas tributárias mais altas do mundo. A grande quantidade de tributos, somada às contradições da legislação tributária, gera um cenário fiscal bastante complexo e que desfavorece empresas dos mais variados setores.

Justamente por isso, uma boa gestão tributária deixou de ser algo estratégico para se tornar uma medida essencial para a sobrevivência de muitos restaurantes. Otimizar — e até reduzir a quantidade de tributos — é uma operação possível.

No entanto, é necessário contar com o auxílio de um profissional especializado na hora de fazer um planejamento tributário.

Como funciona o planejamento tributário?

Para quem não conhece, o planejamento tributário é um estudo que avalia as diferentes formas de incidência de tributos sobre uma determinada empresa. Por meio desse levantamento, é possível direcionar as atividades da empresa, fazendo com que ela recolha os impostos necessários na menor carga tributária possível.

Esse procedimento se chama elisão fiscal e não deve ser confundido com evasão fiscal.

  • Na elisão fiscal, o restaurante evita ou mesmo posterga a ocorrência do fato gerador (fato que determina o recolhimento de tributos);

  • já na evasão fiscal, ocorre a sonegação, ou seja, a empresa deixa de recolher os impostos necessários e comete um crime.

O que é enquadramento fiscal inteligente?

Além de estudar as formas de otimizar a carga tributária de um restaurante, o planejamento tributário também avalia o enquadramento fiscal da empresa. Dependendo do tipo societário escolhido para o restaurante, é possível determinar qual será o seu regime tributário.

Boa parte dos restaurantes, por serem micro e pequenas empresas, acabam optando pelo Simples Nacional. No entanto, dependendo da situação, o enquadramento pelo Lucro Presumido, por exemplo, pode ser mais interessante.

Para saber qual é a melhor estratégia, o ideal é buscar o auxílio de um profissional especializado na área jurídica ou de contabilidade.

Lembre-se que não existe uma receita para realizar um bom planejamento tributário. É preciso ver caso a caso e conhecer o modelo societário e tributário antes de otimizar a quantidade dos impostos que recaem sobre o restaurante.

Se recolho pelo Simples, já não tenho a menor carga tributária?

Alguns modelos tributários — como o Simples Nacional — visam aplicar uma carga menor às empresas. Por isso, é destinado aos pequenos negócios.

Porém, apenas recolher pelo Simples não significa que o seu restaurante tem a menor carga tributária possível. Em alguns casos, como mencionamos, o Lucro Presumido pode ser a melhor opção. Por isso, vale a pena investir em um bom profissional.

Menos tributos significa também menos encargos no orçamento — o que impacta diretamente no lucro.

Você gerencia um restaurante e gostou dessas dicas? Então, não deixe de compartilhar nas redes sociais e ajude outros empreendedores a saberem mais sobre a carga fiscal e como otimizar o pagamento de tributos em um restaurante!

3 dicas de contabilidade para restaurantes

Fazer a contabilidade para restaurantes parece complicado para você? Pois saiba que há muitos pontos positivos em aprender, ao menos um pouco, sobre esse assunto. Com esse conhecimento, você conseguirá fazer uma gestão financeira melhor do seu empreendimento, controlando melhor os gastos e investimentos, por exemplo.

Uma forma de melhorar essa resistência aos números e siglas da contabilidade é encarando esse conhecimento como fundamental para ter mais lucros e fazer o seu restaurante ser um verdadeiro sucesso. Além disso, saber mais sobre o assunto pode significar pagar uma menor carga tributária.

Agora que você já sabe das vantagens em fazer a contabilidade para o seu empreendimento, que tal aprender conosco algumas dicas e começar a botar a mão na massa? Confira o post!

Contabilidade para restaurantes: como fazer?

1. Calcule os custos de alimento e mão de obra

A forma de fazer esse cálculo vai depender do seu tipo de restaurante. Por exemplo, o tipo à la carte costuma gastar mais com comida do que um local com pratos prontos no cardápio ou a quilo. Anote tudo o que comprar dos fornecedores, tudo o que vende e quanto há de desperdício.

Quanto à mão de obra, também vai depender do regime de contratação. Há restaurantes que pagam por hora, outros que pagam por dia de trabalho, dentre outras formas. Você só saberá quanto gasta com a folha de pagamento se tiver tudo isso documentado. Normalmente, o custo com funcionários e outros encargos representa 25% de todo o gasto semanal com essa área.

2. Fique atento aos custos básicos

Você quer que o seu restaurante cresça e dê muitos lucros, não é? Então, o ideal é que o custo com mão de obra e alimento fique em torno de 60 a 65%. Os gastos com esses dois itens é uma linha bastante tênue, e por isso precisa de muito controle para mantê-los dentro dessa margem.

O custo com comida e mão de obra deve estar sempre em equilíbrio: se um estiver muito elevado, o outro precisa estar num percentual mais baixo.

3. Tenha um livro caixa

Anote tudo! Esse é o grande segredo de uma contabilidade exemplar e boa gestão financeira. Ter um livro-caixa é essencial para qualquer estabelecimento. Afinal de contas, é nele que você colocará todas as entradas e saídas do seu negócio.

Tenha todo o gasto com fornecedores, serviços de entrega, pagamentos de contas e todas as outras entradas diárias devidamente registrado. Monitore o livro semana e mensalmente para observar se os percentuais estão dentro do desejado. Não despreze nenhum tipo de gasto, nem mesmo os menores, que parecem sem importância.

Devo contratar um escritório de contabilidade?

Se você pode pagar por um profissional, então essa é a melhor opção. Assim, você pode direcionar tempo e esforço em tarefas mais empreendedoras e focar, integralmente, no crescimento do seu negócio. Mas como escolher?

Busque por referências! Perguntar a amigos que já contratam esses serviços é a melhor opção. É importante também que seja alguém da m cidade já que os tributos e legislações mudam de um lugar para o outro.

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