Veja as Consequências de não seguir às normas do MTE

O MTE (Ministério do Trabalho) é a maior autoridade quando o assunto é regulamentar o trabalho nas empresas, que precisam seguir à risca tudo o que é preconizado por esse órgão. São diversas normas do MTE regulamentadoras e portarias para nichos específicos que precisam ser seguidas e não fazer isso pode implicar em sérias consequências negativas para o seu negócio.

E não estamos falando apenas das multas, o que já pode provocar um sério desequilíbrio financeiro e prejudicar consideravelmente os planos da empresa. Estamos falando também da imagem que o empreendimento passa para a sociedade. 

Uma dessas portarias que precisam ser seguidas é a do controle de ponto a portaria 1510/09 do MTE. Algumas pessoas acreditam que basta ter um relógio de ponto na empresa e estará tudo resolvido, mas não é bem assim.

Confira abaixo todos os cuidados que precisa tomar para seguir a portaria e não correr o risco de ser multado pela fiscalização!

Como escolher o relógio de ponto?

Na hora de procurar o melhor relógio de ponto para as necessidades da sua empresa, é necessário conferir 2 requisitos importantíssimos: ele precisa estar homologado pelo MTE (isso quer dizer que o MTE confirma que aquele relógio está apto para registrar o ponto) e também pelo Inmetro.

Relógio de Ponto eletrônico

Por isso, antes de comprar o relógio de ponto, precisa se certificar de que ele foi aprovado por esses dois órgãos governamentais. Tem muitas empresas por aí que não atendem a esses requisitos, mas não informam isso na hora da compra. Você sempre precisa perguntar.

O que mais é necessário?

Não é só do relógio de ponto que você precisa, ou seja, apenas do equipamento físico. Também será necessário ter um software de tratamento de ponto. Isso quer dizer que a empresa precisa de um programa onde haverá o registro dos funcionários e os horários de entrada e saída e demais informações.

Sistema de Ponto WEB

Esse software precisa oferecer as informações necessárias para a fiscalização do trabalho quando ela aparecer.

E se minha empresa não cumprir as normas do MTE, o que acontece?

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) recebeu 15% a mais de processos trabalhistas em 2018 em relação ao mesmo período em 2017. Sua empresa não quer estar dentro dessa estatística não é mesmo? E para realmente afastar qualquer possibilidade, é bom estar bem informado sobre o que pode acontecer com ela se as normas não forem devidamente cumpridas.

Multas

O primeiro problema que vai acontecer é a imposição de multas. Elas podem ser aplicadas se a empresa não usar o ponto eletrônico e também se ela não apresentar os documentos necessários para comprovar a jornada de trabalho.

Processos trabalhistas

Além de poder ser processada pelos funcionários, a empresa também pode ser processada pelo MTE caso não cumpra todos os requisitos da portaria. 

Você pode até ter o ponto eletrônico instalado, mas não possui o software. Portanto os horários de trabalho dos colaboradores não ficam registrados. Dessa forma, como a empresa paga as horas extras? Como calcula o banco de horas? Como paga os adicionais noturnos?

A fiscalização logo pensará que nenhum desses direitos são pagos e ainda que não seja o caso, se você não tem como comprovar, a empresa será processada pelo MTE.

Percebeu o quanto é importante ter o ponto eletrônico e também o software do equipamento instalados na sua empresa?
Entre em contato conosco e veja todas as vantagens que ele pode levar para sua empresa!

Regras para Férias Individuais ou Coletivas

As férias são um direito dos trabalhadores garantido pela Constituição e pela CLT. E, como a sua empresa precisa seguir o que está na lei, é preciso seguir as regras para férias tanto coletivas quanto individuais. Depois da reforma trabalhista, algumas coisas mudaram e agora com o eSocial, é preciso saber como informar isso ao sistema.

Vamos falar agora quais são essas regras para férias de uma forma simples e fácil de entender. Leia atentamente o conteúdo e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto!

Regras para férias individuais

Antes da reforma, os empregados só poderiam gozar as férias em apenas um período por ano, havendo exceções a essa regra apenas em casos excepcionais. A data para concessão das férias é definida pela empresa e, para adquirir esse direito, o trabalhador precisa ter trabalhado na empresa por, pelo menos, 12 meses.

Após a reforma trabalhista, isso mudou. Hoje, o período de férias individuais pode ser fracionado em até 3 períodos, mas para que isso aconteça, o empregado precisa concordar. Além disso, para que ocorra esse fracionamento, é preciso ficar atento a algumas regras como:

  • um dos períodos deve ter, pelo menos, 14 dias;
  • e os outros dois períodos poderão ser menores que 5 dias, um ou outro.

Sobre a data para o início das férias, é preciso ficar atento. Não é possível iniciar o período 2 dias antes de feriados ou mesmo do repouso semanal. Além dessas mudanças, os menores de 18 e maiores de 50 anos, que antes não podiam ter o parcelamento, passam a entrar nessa regra também, sendo agora permitido o parcelamento das férias para esses grupos.

O mesmo vale para o trabalhador contratado por regime de tempo parcial e para o trabalhador intermitente. No caso deste último, será necessário fazer um acordo prévio com o empregador sobre o assunto.

Regras para férias coletivas

Elas poderão ser concedidas em dois períodos no ano. Sendo que isso pode acontecer para todos os trabalhadores da empresa, apenas para um setor, por departamento ou por estabelecimento. Nesse caso, o período mínimo de férias estabelecido deve ser 10 dias corridos.

Depois que a empresa determinar qual será a data para início das férias coletivas, ela deverá enviar um comunicado para o Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE). Esse comunicado deve ser realizado com uma antecedência mínima de 15 dias do início das férias dos trabalhadores. Ele deve ter algumas informações como os setores, estabelecimentos e departamentos da empresa que foram abrangidos. Uma cópia desse documento deve ser enviado para o sindicato da categoria.

A comunicação a ser feita para os funcionários deve ser aficionada em um local visível e público dentro do estabelecimento.

Licença remunerada

Em alguns casos de férias coletivas, alguns trabalhadores podem não ter concluído o período de 12 meses. Nesse caso, eles gozarão um período proporcional, mas se o tempo das férias coletivas for maior que esse período, os dias a mais serão pagos como se fossem licença remunerada.

Início

Aqui vale a mesma regra das férias individuais: a data de início não pode ser dois dias antes de um feriado ou do repouso semanal.

Pagamento

O prazo para o pagamento do valor referente às férias, ou seja, ⅓ do salário, deverá ser pago num prazo máximo de 2 dias antes do início das férias.

Essas são as principais regras para férias individuais ou coletivas. Essas informações devem ser todas devidamente registradas no sistema da empresa, afinal de contas, é necessário ter o controle sobre os valores, datas, quem gozou as férias, quem preferiu vender as férias e assim por diante. Com o nosso sistema IKPonto REP o departamento responsável poderá ser facilitado com algumas informações.

Conheça um pouco mais sobre o sistema e veja como ele pode ajudar a sua empresa em diversas vertentes, clique aqui solicite uma demonstração gratuita!

3 Razões para Abandonar o Ponto Mecânico

Ter o controle dos horários de entrada e saída dos funcionários é primordial para o bom funcionamento da empresa, principalmente para evitar problemas com a Justiça do Trabalho. Ter uma boa organização dessas informações ajuda a equipe do RH e também a da contabilidade, pois conseguem saber facilmente qual a carga-horária trabalhada do empregado e quanto ele deve receber ao final do mês.

O grande problema acontece quando uma empresa tem muitos funcionários e ainda faz uso do ponto mecânico. Além de não oferecer uma boa segurança sobre as informações dos horários dos funcionários, ele também pode causar atrasos como filas se formando na entrada da empresa no início do expediente.

Quer resolver todos esses problemas com uma única solução? Então, invista em um ponto eletrônico, que é muito mais prático, consegue armazenar mais informações e oferece muito mais segurança para a sua empresa.

Quer mais razões para abandonar o ponto mecânico hoje mesmo? Então, acompanhe abaixo!

1. Evita problemas com os funcionários

Um ponto mecânico não evita que um funcionário bata o ponto para o outro. Por exemplo, dois funcionários que são muito amigos combinam que quando um faltar o outro “bate” o ponto. Se a sua empresa tem muitos funcionários, com certeza não se dará conta de que um ou outro não está presente. Dessa maneira, a empresa perde produtividade, perde dinheiro e ainda mantém funcionários que não estão de acordo com a cultura do empreendimento.

2. Maior dificuldade para somar as horas trabalhadas

Calcular as horas trabalhadas de cada funcionário pode ser bem difícil. Quando uma empresa tem 20 ou 30 já pode ser complicado, agora imagine uma grande empresa com 100 ou mais funcionários? Se esse for o caso, com um ponto mecânico, a dificuldade para fechar a folha de pagamento de forma correta todos os meses é muito maior. As chances de erros são enormes porque o departamento de RH precisa somar e calcular todas as horas manualmente. 

E, se tem erros, as chances de processo são grandes. Não só por parte da fiscalização como também por parte dos empregados. Se ele fez mais horas extras e não recebeu por isso, a sua equipe terá que refazer todas as contas.

3. Mais custos com funcionários

Para garantir que um funcionário não bata o ponto para outro, é preciso ter uma pessoa perto do ponto mecânico para garantir que esse tipo de situação não aconteça. Isso quer dizer mais um funcionário, mais custos trabalhistas e outras despesas associadas. 

Resumindo, para as empresas de pequeno porte, o ponto mecânico pode ser uma boa opção por conta do custo reduzido e também por não acarretar tanto trabalho na hora de fazer a contagem das horas trabalhadas. Porém, para empresas com muitos funcionários, abandonar o ponto mecânico é mais do que necessário.

O Inner REP Plus utiliza a digital do funcionário pra identificá-lo, impedindo que um colaborador bata o ponto por outro. Além do sistema permitir que a empresa controle e calcule de forma automática e eficiente as horas trabalhadas.

controle de ponto

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Tipos de Escalas de Trabalho Permitida pela CLT

A Consolidação das Leis do Trabalho, mais conhecida como CLT, preconiza que, a carga horária máxima de trabalho, por semana, é de até 44 horas e, por mês, até 220 horas. E, dentro desse limite, é possível utilizar diferentes tipos de escalas de trabalho. Por exemplo, o sistema de plantão, utilizado em muitos hospitais possui uma escala de 12 x 36.

Aprenda mais sobre elas e como cada tipo pode se adequar melhor ao tipo de produto ou serviço que oferece. Inclusive, uma parte dos funcionários pode trabalhar em uma escala diferente dos outros. Portanto, é possível se adaptar com facilidade. Confira!

Quais as escalas de trabalho autorizadas pela CLT?

Escala de 12×36

Aqui, o funcionário trabalha por 12 horas ininterruptas e tem 36 horas de descanso, ou seja, trabalha um dia e folga 3. Além de hospitais e delegacias, que são serviços essenciais e que não podem parar, existem outros tipos de empresas que precisam trabalhar nesse sistema. 

Por exemplo, um frigorífico precisa manter os alimentos congelados todo o tempo. Do contrário, eles podem estragar e causar um grande prejuízo. Portanto, é necessário ter pessoas trabalhando sempre, pois caso ocorra algum problema, deve ter alguém presente para resolvê-lo.

Escala de 6×1

É o que a maioria do varejo segue. Os funcionários trabalham de segunda a sábado e folgam no domingo, ou seja, 6 dias de trabalho para 1 de descanso. Lembrando que a folga não precisa ser obrigatoriamente no domingo. Por exemplo, os restaurantes preferem a folga na segunda, dia em que o movimento não é muito grande.

Escala de 4×2

Aqui é o caso, por exemplo do vigilante. Quem trabalha nessa escala, trabalha por 4 dias consecutivos, em turnos de 11 horas e deve ter, obrigatoriamente, 2 dias de folga. Dessa forma, dentro de 1 mês, ele trabalha por 20 dias completando o máximo de 220 horas por mês. Dentro dessas 220 horas, 30 são extras e, portanto, deve ser paga como tal.

Escala de 5×2

Nesse caso, o funcionário trabalha, por dia 8 horas e 48 minutos durante 5 dias e folga 2 dias (que podem ser consecutivos ou intercalados). Lembrando que qualquer trabalho realizado no domingo ou em feriados, a hora trabalhada deve ser paga em dobro.

Escala de 5×1

Na escala de 5×1, assim como nas outras, para cada 5 dias trabalhados, o funcionário deve ter 1 dia de folga. Porém, diferente do que vemos na escala de 5×2, os funcionários aqui não podem trabalhar mais do que 8 horas por dia.

Nesse caso, os dias de folga podem cair em qualquer dia da semana sendo que não precisa ser necessariamente aos domingos. Por exemplo, o funcionário trabalha segunda, terça, quarta, quinta e sexta e folga no sábado. Domingo ele começa de novo a jornada de 5 dias de trabalho.

Como controlar as horas trabalhadas nesses casos?

Uma das grandes dificuldades que as empresas têm é a de controlar os horários de entrada e de saída dos funcionários quando trabalham em escalas diferentes. Porém, existem alguns tipos de sistema que podem ajudá-lo como o IKPonto REP. Ele é totalmente personalizável e automatizado. Além de conseguir se adequar a diferentes tipos de escalas de trabalho, ele também emite relatórios de banco de horas, uma tela com os abonos individuais e coletivos, entre outras facilidades.

Aprenda mais sobre o IKPonto REP no nosso site e descubra todos os benefícios que ele pode oferecer para sua empresa!

Trabalho aos domingos: Como fazer?

Você tem funcionários que trabalham aos domingos? Você sabe tudo sobre a legislação nesse caso? É muito importante ter todas as pontas muito bem amarradas porque, algo que seja feito de maneira errada pode render processos na justiça e dor de cabeça. Para evitar esse tipo de situação, é necessário entender o que diz a lei sobre o trabalho aos domingos.

E com a Reforma Trabalhista, certamente há alguns pontos que foram modificados. Veja abaixo tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

A folga deve ser aos domingos?

De acordo com a CLT, os descansos devem ser aos domingos, salvo nos casos de conveniência pública ou necessidade imperiosa de serviço. Assim, ter funcionários trabalhando aos domingos não é ilegal, mas a empresa deve ter uma autorização prévia do Ministério do Trabalho.

Esse tipo de lei foi feita para preservar a saúde mental dos trabalhadores e a física também. Trabalhar sem, ao menos um dia para o descanso e lazer, é uma situação abusiva e ilegal. Para isso, a empresa precisa fazer um acordo com os funcionários que pode ser um acordo de compensação ou o uso do banco de horas.

O trabalho aos domingos é necessário em diversas áreas. Um bom exemplo, são as farmácias. Já pensou se todas elas fossem fechadas aos domingos?

Como funciona a folga?

Todos nós precisamos de descanso e momentos de lazer não é mesmo? Pois bem, o funcionário também precisa. Se ele não for feito ao domingo, esse dia de trabalho pode ser compensado com uma folga durante a semana. É uma maneira de manter a saúde mental e física do trabalhador de acordo com o que a lei diz.

Caso essa compensação não ocorra ou não seja possível de alguma forma, o empregador deve realizar o pagamento da hora em dobro, compatível com o trabalho aos domingos. O valor relacionado ao repouso semanal também deve ser pago.

Como funciona o trabalho aos domingos?

Se a sua empresa possui funcionários que trabalham aos domingos saiba que, a cada 7 semanas, deve ser concedida uma folga aos domingos. Por isso, é necessário trabalhar em sistema de revezamento, montando uma escala que fique adequada a essa regra.

No caso de quem tem um comércio e precisa abrir aos domingos, os funcionários devem ter folga no domingo a cada 3 semanas.

O que acontece se o empregador não conceder a folga semanal?

Uma das formas que a legislação tem para coibir o trabalho aos domingos de forma desnecessária, é o pagamento da hora em dobro caso não haja compensação, ou seja, o funcionário não tenha um dia de folga durante a semana. E, caso isso não aconteça, ou seja, nem o pagamento, nem a compensação, o empregado pode entrar na justiça contra a empresa.

Para não vacilar e saber quanto deve ser pago ao funcionário, quantas folgas ele tem direito ou utilizar o banco de horas, ideal é ter um sistema de controle de ponto.

Confira o nosso sistema para controle de ponto personalizável, o IKPonto REP, clique e veja o que ele pode fazer pela sua empresa.

Consequências de não ter um relógio de ponto em sua empresa

O livro de ponto ou relógio de ponto é o meio pelo qual as empresas conseguem saber os horários de entrada e saída de seus funcionários. Não ter esse controle pode afetar todo o desempenho da empresa, pois se aumenta os custos com horas trabalhadas, perde-se a produtividade pelos atrasos dos funcionários e assim por diante.

Fazer a gestão de uma empresa já é algo bastante complexo e sem um relógio de ponto esse trabalho fica ainda mais complicado. Listamos abaixo quais são os principais problemas que a sua empresa pode enfrentar simplesmente por não ter um controle de ponto. Veja abaixo quais são eles!

Atrasos dos funcionários

Infelizmente, o fato de não ter um controle das horas trabalhadas faz com que os funcionários sintam-se à vontade para atrasar sempre que quiserem. Se não tem nada que controle esses horários, então não há provas de que esse atraso ocorreu de fato. Assim, a empresa perde muito porque não consegue mais confiar na equipe. Com isso, regras mais rigorosas são criadas, o que pode prejudicar aqueles que cumprem os horários.

Além disso, a desconfiança constante pode provocar a desmotivação da equipe, principalmente de quem segue as regras. Um equipamento eletrônico para o controle de ponto resolveria todos esses transtornos.

Não saber o dia que o colaborador terá folga

Algumas empresas trabalham com o chamado banco de horas. Nesse caso, as horas trabalhadas precisam ser contabilizadas para que, quando o funcionário quiser usar as horas extras para ter uma folga isso seja possível. Sem um sistema de ponto fica impossível de saber quanto tempo o funcionário tem para compensar. Isso gera uma grande dor de cabeça e desentendimentos entre as partes, algo que pode, no futuro, parar na justiça.

Riscos de fiscalizações

Em empresas com mais de 10 funcionários é obrigatório o uso de controle de ponto, sela ele manual ou eletrônico. Se o seu estabelecimento não possui um, o risco de levar uma multa é grande, pois muitas empresas estão receber fiscalizações. E, não basta ter um relógio de ponto, ele deve estar de acordo com as normas. Por exemplo, ele deve ser certificado pelo Inmetro. Infelizmente, alguns empresários adulteram o relógio de ponto eletrônico e sendo avaliado pelo Inmetro é uma garantia a mais de que isso não vai acontecer.

A fiscalização avaliará se o seu equipamento e sistema está de acordo com o recomendado e se os limites de horas trabalhadas cumpre a legislação trabalhista.

Horas extras excessivas

Aqui temos dois grandes problemas. O primeiro deles é: como você pode comprovar que o funcionário tem as horas extras que diz ter? Vai ser a sua palavra contra a dele e, se isso for para a justiça, a responsabilidade de provar quem está certo é da empresa. Se não conseguir, o funcionário não precisa provar que trabalho aquelas horas de fato. Resumindo, a empresa acaba em grande prejuízo.

Outro problema de não ter esse controle é se o funcionário fizer, por dia ou por semana, mais horas extras que o permitido pela lei. Essa é outra situação que gera um processo trabalhista com multas altas para a sua empresa.

Como você pode ver, ter um relógio de ponto facilita e muito não só o andamento da empresa como também o trabalho de todos os colaboradores. Por isso, o melhor para resolver esse entrave o quanto antes é adquirindo o seu controle de ponto.

A Info Kings oferece uma solução completa para esta situação! Entre em contato com a gente por meio do telefone: (21) 2221-4155 ou clique na imagem abaixo:

Projeto para controle de ponto

Tratamento de Ponto Semanal: Veja os benefícios

Fazer o tratamento de ponto, controle de jornada ou gestão de ponto é uma das coisas mais trabalhosas que uma empresa precisa fazer, especialmente aquelas que possuem muitos funcionários. O pior de tudo é quando a equipe responsável deixa para fazer essa gestão no último dia do mês, no dia em que é preciso fechar um monte de relatórios entre outras demandas como pagamentos dos funcionários e outras próprias desse período do mês.

Por isso, realizar o tratamento de ponto no momento certo e da maneira certa é fundamental. Não só aumenta a produtividade da equipe como também reduz as chances de uma série de erros que podem acontecer se tudo for feito no último minuto. Saiba mais sobre o assunto!

O que é controle de jornada?

Para entender a importância de se fazer o tratamento de ponto com maior frequência, é preciso entender também o que é controle de jornada.

Esse termo se refere ao controle que a empresa precisa fazer sobre a jornada dos funcionários. Para garantir que tudo esteja de acordo com a lei (máximo de 44 horas semanais e 220 horas mensais) e assim, evitar problemas com a justiça, pagando multas e horas extras desnecessárias. Para evitar esse tipo de situação, o tratamento de ponto semanal é fundamental.

Como fazer o tratamento de ponto semanal?

Bom, o tratamento de ponto é toda análise feita na vida laboral do funcionário: faltas, férias, atrasos, horas extras e outros. Tudo precisa ser analisado. Agora imagine o tempo e a atenção necessária para fazer isso com cada um dos funcionários da sua empresa? Por isso que recomendamos que o tratamento de ponto seja feito por semana, assim, quando o relatório mensal precisar ser concluído, as informações já estarão prontas.

Vamos ver como fazer esse tratamento de ponto? Podemos começar pelo uso de um sistema automatizado que registre todas essas informações do funcionário.

Ter um sistema de ponto digital é um ganho de produtividade imenso para a equipe de contabilidade e RH. Com o sistema de ponto da InfoKings, o IKPonto, é possível ter a ficha completa do funcionário, horas trabalhadas, o cálculo delas, quantas faltas, quantos atrasos, se está no momento ou não de oferecer as férias e assim por diante. Fica muito mais fácil fazer o tratamento de ponto quando a empresa possui um equipamento como esse.

Além disso, esse tipo de tecnologia consegue gerar relatórios com diversas informações pertinentes para facilitar o dia a dia da equipe. Usar um livro de ponto ou qualquer outro recurso manual só gera atrasos e complicações.

Muitas empresas que usam o livro de ponto acabam aplicando o chamado Horário Britânico. Isso quer dizer que não se levava em consideração os minutos que os funcionários chegavam adiantados ou atrasados. O problema é que eles precisam entrar na contagem e um livro de ponto assim pode gerar multas para a empresa. Clique aqui e entenda melhor os problemas do horário britânico.

Sem dúvida alguma fazer o tratamento de ponto semanal é a melhor opção para qualquer empresa. É o que se pode chamar de “dividir para conquistar”. Você e sua equipe “quebra” o trabalho em intervalos de tempo e assim, no final do mês, basta juntar os dados que foram analisados durante as semanas e que já estão resumidos.

Terceirizar o controle de ponto também pode ser uma boa opção. É o papel da Consultoria de Ponto: Os técnicos da InfoKings se responsabiliza por todo o processo, desta forma, o profissional de Departamento Pessoal ganha tempo para se preocupar em outras atividades.

Entre em contato pelo WhatsApp e entenda melhor como funciona: (21) 96418-8881

Primeiro Evento Info Kings

Ontem, dia 16/07/2019,  a Info Kings fez o seu primeiro evento no Rio de Janeiro, no auditório do SINDICONT-Rio e hoje gostaríamos de agradecer a todos vocês que fizeram desse momento algo muito especial!

Equipe Info Kings
Equipe Info Kings

O clima do evento não poderia ter sido melhor! Estiveram presentes grandes profissionais da área para esclarecer assuntos de nossa área.

Reforma Trabalhista: Fabiana Ferrão

Fabiana Ferrão

E-Social: Juliana Maia

Juliana Maia

Motivacional: Marcio Rolla

Marcio Rolla

Conseguimos retirar muitas dúvidas e trazer bastante informação atualizada para nossos clientes. Ficou alguma dúvida? Clique aqui e entre em contato!

Além da palestra, aproveitamos o evento para efetuar o lançamento do IKPonto na versão WEB. Com a qualidade de sempre de nosso sistema de ponto que está no mercado a mais de 10 anos. Veja um trecho:

Agradecemos a todos que estiveram presentes, e esperamos que tenha gostado!

Aos que não puderam ir desta vez, agradecemos a torcida e esperamos nos encontrar em um próximo evento!

Também agradecer aos nossos parceiros e palestrantes:
Quali Mais, SINDICONT-Rio, MSA Advogados, WEB Certificados. Juliana Maia e Marcio Rolla.

Fizemos um álbum em nosso facebook! clique aqui para conferir.
Aproveite e curta a nossa página!

Livro de Ponto com horário padrão: Correto ou não?

Muitas empresas, para facilitar o cálculo de horas trabalhadas dos funcionários acabam criando um Livro de Ponto com horário padrão. Estamos falando daquele livro de ponto em que os horários de entrada e saída dos funcionários são sempre os mesmos, por exemplo, entrada às 08:00 da manhã e saída às 18:00. Porém, esse tipo de marcação no Livro está errado e pode trazer sérios problemas judiciais.

Quer saber mais sobre o assunto e evitar problemas com a Justiça do Trabalho? Então, continue com a leitura e saiba como!

Qual a importância do Livro de Ponto?

Empresas com mais de 10 funcionários são obrigadas a registrar os horários de saída e de entrada e isso é feito por meio do Livro de Ponto. É esse documento que a fiscalização irá verificar quando chegar ao seu estabelecimento. Então, ele é de extrema importância para evitar problemas judiciais e multas pesadas para a sua empresa.

É também, por meio do Livro de Ponto, que o setor contábil da empresa calcula, por exemplo, as horas extras dos funcionários ou tem como comprovar e que o empregado não tem direito a elas. Portanto, esse é um documento de extrema importância.

E por que não usar um Livro de Ponto com horário padrão?

Todos os dias você chega ao trabalho pontualmente às 08 da manhã? Ou chega um dia às 08:03, no outro, às 08:07, em outro às 08:04 e assim por diante? Afinal de contas, existem diversas situações no trânsito que você não tem como controlar, especialmente se você vai de condução. Por isso, um Livro de Ponto que possui os horários iguais todos os dias, ainda que seja de um único funcionário é considerado inválido e não pode ser utilizado em um processo judicial.

Essa é uma decisão que pode ser vista por meio da Súmula 338 do Tribunal Superior do Trabalho. Por isso, para comprovar que o funcionário não tem direito a horas extras, a sua empresa terá que mostrar outro tipo de documento.

É até fácil entender o motivo. Essa foi uma forma que a justiça encontrou de resguardar os direitos dos trabalhadores. Muitas empresas acabam usando o horário padrão para evitar pagar horas extras aos funcionários. Pode ser que esse não seja o seu caso e que você só queira realmente facilitar o dia a dia da sua equipe, mas ainda assim, é proibido.

E como preencher o Livro?

Quem deve preencher o Livro de Ponto é o próprio funcionário e deve receber orientação da empresa para isso. Portanto, se o seu Livro é preenchido de forma manual, informe ao empregado para que anote a hora exata de entrada e de saída, assim como os atrasos. Caso o seu documento seja preenchido de maneira digital, isso não será necessário já que a hora exata será registrada assim que o funcionário usar o cartão, a senha ou a digital.

Para quem trabalha de maneira externa, por exemplo, funcionários de bancos que precisam fazer visitas aos clientes, não é necessário preencher. Mas isso depende do contrato de cada um. Em alguns casos, pode ser necessário registrar o horário de entrada e de saída no final do dia.

Gostaria de evitar os problemas que o Livro de ponto pode trazer? Conheça o Relógio de Ponto Eletrônico! Com ele você irá utilizar a digital do funcionário pra identificá-lo, impedindo que um colaborador bata o ponto por outro, por exemplo. Isso permite que a empresa controle de forma automática e eficiente as horas trabalhadas.

Relógio de ponto

Quer mais informações sobre este equipamento? Entre em contato com os nossos especialistas pelo número (21) 2221-4155!

Sistema escolar seguro para a saída de alunos

Qualquer diretor quer que os seus alunos estejam seguros. Não apenas pela segurança da vida deles em si, mas também pela chance de um processo por parte dos pais, além de manchar o bom nome e a reputação da escola. Uma boa solução é contratar um sistema escolar seguro, algo que possa controlar a frequência dos alunos de maneira automatizada.

A segurança é algo que falta no nosso país, pois a criminalidade no Brasil chegou a índices alarmantes. É só ligar o noticiário a qualquer momento que haverá uma notícia sobre o assunto, portanto, todo o cuidado ainda é pouco.

Deixar a sua escolha o mais segura possível é essencial para manter os alunos bem cuidados e também atrair outros pais que prezam pela segurança dos filhos. Vamos agora entender um pouco mais sobre o assunto e por que um sistema escolar seguro é essencial!

Por que investir em segurança escolar?

Os motivos são vários, sendo o principal deles a segurança dos alunos e também dos funcionários. As crianças costumam ser as mais vulneráveis. Se elas saem da escola sem autorização de um responsável, podem ser enganadas por qualquer pessoa mal intencionada. Um adulto que oferece um doce e leva a criança com ele para qualquer lugar, por exemplo.

Além disso, ter o controle de quem entra no estabelecimento é imprescindível. Um ladrão ou qualquer pessoa armada dentro de uma escola pode fazer grandes estragos e temos muitos exemplos disso. Recentemente, tivemos o Massacre de Suzano no qual dois ex-alunos do colégio entraram no colégio e mataram 5 pessoas e feriram mais 11. Definitivamente você não quer correr o risco de alguém parecido acontecer na sua escola.

Os pais querem deixar o filho na escola e terem a certeza de que estão em um lugar seguro, que podem ir trabalhar tranquilos, pois os filho estará exatamente onde deixou quando for buscar.

Como controlar a frequência dos alunos?

A escola, normalmente, não enfrenta problemas de frequência com as crianças, mas com os adolescentes, a história é diferente. Eles querem sair na hora do intervalo ou irem mais cedo para casa, alguns podem até enganar os pais e nem sequer entrar na escola. Para todas essas situações na qual a segurança de uma pessoa e a reputação da escola estão em risco, existe um controle de frequência escolar.

Sim, há um sistema escolar de controle de frequência. Por meio dele, tanto os pais quanto a escola podem acompanhar a frequência do aluno e ter a certeza se ele entrou ou não no prédio da escola, se saiu e em que momento isso aconteceu. Esse sistema consegue se integrar facilmente com softwares e aplicativos de gestão escolar como Escola 1, ClassApp, Progressão Web, dentre outros. Dessa forma, para usar o sistema de frequência, você não precisará cadastrar todos os alunos novamente.

Para isso, a InfoKings criou o IKAcesso Escola. Essa ferramenta de controle de frequência possui inúmeros benefícios que ajudam não apenas as escolas como também os pais. Por exemplo, ela consegue emitir relatórios de acesso, relatórios de visitas, rastreamento de funcionários, relatório de atrasos e muitos outros dados importantes para o controle e segurança de todos.

Os pais consegue acessar o sistema de qualquer lugar e a qualquer hora para saber sobre a frequência do filho na escola. Eles podem acompanhar o andamento do filho na escola e isso oferece maior tranquilidade. Certamente, esse é um grande diferencial de mercado que o seu estabelecimento de ensino pode ter.

Quer saber mais sobre o IKAcesso Escola? Então entre em contato conosco e entenda melhor nosso projeto: (21) 2221-4155!

Controle de frequencia escolar