Acompanhe as principais licenças previstas na CLT

Sabia que algumas faltas dos funcionários não só podem como devem ser abonadas? Existem algumas licenças previstas na CLT que fazem com que o empregador não possa descontar o valor do dia não trabalhado da remuneração do empregado. E você, como bom colaborador do setor de Departamento Pessoal precisa saber quais são elas.

Mas fique atento, pois nem todas as licenças são remuneradas. Normalmente, não são remuneradas àquelas que tem como objetivo atender a alguma necessidade do empregado e não da empresa. Esse tipo de licença só garante que o funcionário manterá o seu cargo na empresa, mas não a remuneração.

Para ajudá-lo a evitar problemas na justiça do trabalho e manter o seu conhecimento atualizado sobre o assunto, listamos abaixo quais são as principais licenças previstas na CLT!

Licença maternidade

Como próprio nome já diz, é o afastamento da gestante por um determinado período para que ela possa ficar com o filho dos primeiros meses após o parto.

O afastamento é de 120 dias com remuneração mensal e quem fica responsável por realizar o pagamento é o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A funcionária pode ainda pedir a licença 28 dias antes do parto.

Serviço militar obrigatório

A partir dos 18 anos, todos os homens precisam realizar o serviço militar obrigatório. Para os primeiros 90 dias de afastamento, o funcionário continuará recebendo a sua remuneração normalmente. Lembrando que o empregador não pode alterar ou interromper o contrato de trabalho.

Licença paternidade

Assim como as mães, os pais também têm direito à licença remunerada em virtude do nascimento dos filhos. Essa licença também permite que o pai vá fazer o registro civil do filho já que a mãe, em muitos casos, precisa de repouso.

São 5 dias de licença considerando dias corridos, ou seja, sábado e domingo entram na conta. Para as empresas que fazem parte do programa Empresa Cidadã, os pais têm direito a 20 dias de licença remunerada.

Casamento

Após o casamento, muitos casais partem para a tradicional Lua de Mel. Também chamada de licença gala, a licença casamento é garantida pela CLT. O artigo 473 da lei garante que os funcionários podem não comparecer ao trabalho em função de casamento por 3 dias consecutivos.

Sendo assim, caso você se case numa sexta, o sábado e o domingo entram na conta. Então, na segunda, o casal retorna ao trabalho normalmente. Lembrando que, se o sábado também for dia de expediente, este será abonado.

Óbito

Também chamada de Licença Nojo, a licença em caso de falecimento do cônjuge, filhos, pais, irmãos ou qualquer pessoa que viva sob a responsabilidade do funcionário como um sobrinho, ele tem direito a 2 dias consecutivos de licença sem prejuízo da remuneração.

Lembrando que, caso o falecimento ocorra na sexta, o sábado e o domingo contam como licença e o funcionário volta ao trabalho na segunda-feira.

Se manter atualizado sobre as licenças previstas na CLT é de fundamental importância para qualquer profissional que trabalhe no setor de DP. Como é ele quem faz esse tipo de controle, é preciso ficar atento para não cometer erros que podem trazer muitos danos para a empresa.

Modelo de advertência

Como controlar refeição dos meus funcionários

Em alguns lugares como hospitais, fábricas e estabelecimentos com um grande número de funcionários, possuem um refeitório. É nesse local que os empregados fazem o almoço e, para aqueles que dão plantão, também é o ambiente do café da manhã e do jantar. O problema é controlar refeição pode ser complicado.

Como ter a certeza de que um funcionário já não almoçou? Esse controle é muito importante porque o que sobra para uns pode faltar para muitos outros. Além disso, pode causar discórdia entre os colegas e uma série de confusões.

Vamos agora falar um pouco sobre esse assunto, esclarecendo alguns pontos importantes e mostrar uma ótima maneira de não só solucionar o problema, mas também de evitá-lo.

Vale a pena ter um refeitório na empresa?

Algumas empresas optam pelo auxílio-alimentação, outras pelo refeitório. Mas, qual é a melhor opção? Uma das vantagens que um refeitório pode oferecer é maior comodidade para os funcionários, melhorando a qualidade de vida no ambiente de trabalho, especialmente para aqueles que moram mais distantes.

E as vantagens não são apenas para os funcionários. Os empregadores também ganham já que não há muitas chances de o empregado chegar atrasado para o turno após o almoço. Assim, o refeitório gera menos problemas para todas as partes.

O que a legislação diz a esse respeito?

De acordo com as leis trabalhistas, toda empresa com mais de 300 funcionários é obrigada a montar um refeitório no próprio estabelecimento. Sendo assim, os empregados devem se alimentar no local determinado pela empresa, ou seja, no refeitório.

Nos casos de estabelecimentos com menos de 300 funcionários, a presença ou não de um refeitório é opcional. Em casos de convenção coletiva também é possível chegar a um acordo para que os funcionários possam fazer suas refeições em outro local, sem a obrigatoriedade de um refeitório.

É muito importante que os empregadores se atentem para questões como limpeza, estrutura, higienização do local, número cadeiras e mesas, se há boa iluminação, se há espaço suficiente para que as pessoas possam circular normalmente.

Como controlar refeição?

Para as empresas que possuem um refeitório, essa pode ser uma tarefa bem difícil de ser cumprida. É necessário ter um sistema que faça o registro dos trabalhadores, entre outros detalhes. Veja abaixo algumas coisas que você deve fazer para evitar problemas nesse caso.

Faça um planejamento

É muito importante que, ao implantar um refeitório, exista um planejamento prévio. Por exemplo, você precisa ter capacidade e espaço suficiente para que todos os funcionários faça as refeições no mesmo horário. Se isso não for possível, uma boa solução é mudar o horário de almoço de alguns setores para que o fluxo de pessoas fique livre.

Conscientize os seus funcionários

Converse com os funcionários e explique a eles qual é a melhor forma de utilizarem o refeitório e sobre o controle que há na empresa sobre o assunto. Deixe-os devidamente avisados sobre como o sistema funcionará, quais os horários para fazer as refeições de cada setor e assim por diante.

Use um software

Existem excelentes softwares no mercado que conseguirão controlar refeição de forma muito mais prática. O IKREF, por exemplo, é uma ferramenta que vai lhe auxiliar a economizar evitando que o funcionário consuma mais de uma refeição.

Nesse software você poderá cadastrar todos os funcionários da sua empresa, os visitantes, os terceirizados, o prestador de serviços e também todas as refeições que a empresa serve: café da manhã, almoço, jantar, ceia e outros. Os valores podem ser estabelecidos para cada tipo de refeição.

Quer saber mais sobre como controlar refeição usando um software como esse? Então, veja como ele funciona!

Tolerância de atraso no trabalho, como fazer?

Vez ou outra, o funcionário pode chegar atrasado na empresa por diversos motivos: acidentes de trânsito que deixa o tráfego mais lento, carro quebrado, problemas de saúde, levar os filhos na escola, enfim, muitos podem ser os motivos. A questão é: o empregador pode aplicar uma penalidade por atraso no trabalho em qualquer caso?

É muito importante que os empregadores tenham pleno conhecimento sobre esse assunto. Afinal de contas, uma penalidade excessiva como a demissão pode levar a um processo judicial. Para evitar esse tipo de problema, vamos agora explicar um pouco mais sobre esse assunto.

Há tolerância de atraso no trabalho?

Sim, afinal de contas, imprevistos podem acontecer com qualquer pessoa e, portanto, a legislação assegurou que todos os trabalhadores tenham um limite de atraso no trabalho.

De acordo com o artigo 58 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), § 1º, há um limite de 5 minutos para mais ou para menos e de 10 minutos diários. Vamos explicar melhor.

Digamos que o horário para o funcionário chegar seja às 08:00, mas ele atrasou e chegou às 08:07. Caso não haja mais atrasos durante o dia, ele não poderá ser penalizado ou ter qualquer valor descontado na remuneração. Por mais que ele tenha ultrapassado os 5 minutos do horário da chegada, não ultrapassou os 10 minutos diários de tolerância. Esses limites que a lei estabelece não podem ser usados nem como jornada extraordinária nem para descontos na folha. Lembrando que é importante que ocorra a marcação de ponto, pois o registro servirá como prova para a empresa caso o funcionário alegar que fez hora extra e não recebeu.

O limite de 10 minutos por dia podem ocorrer diariamente?

Infelizmente sim. Não há embasamento legal que impeça o funcionário de agir dessa forma, porém, um dos requisitos que a empresa podem impor é a pontualidade.

É claro que muitos funcionários podem se aproveitar desse limite para atrasar 10 minutos todos os dias. Se pensarmos em uma empresa com 10 funcionários atrasando de segunda a sexta 10 minutos por dia, ao final de um mês seriam 200 minutos e em 1 ano seriam 2.400 ou 40 horas sem a empresa gerando uma produtividade máxima. É o mesmo que passar uma semana inteira sem funcionar.

Porém, a empresa pode deixar claro, desde o momento da contratação, que esse tipo de comportamento não é tolerável e que é importante seguir os horários corretamente.

Uma outra solução, seria utilizar os relatórios que um sistema de ponto possa gerar, desta forma irá conseguir visualizar todas as irregularidades.

O empregado pode ser mandado de volta para a residência em caso de atraso?

Em algumas situações, o empregador pode querer aplicar uma punição ao funcionário que se atrase por 15 minutos ou mais para retornar ao trabalho. Nesse caso, muitos o mandam de volta para casa e o funcionário acabaria tendo as horas não trabalhadas descontadas em folha. Porém, pela lei, isso não é permitido.

Em situações como essa, o trabalhador pode processar a empresa, que será obrigada a pagar as horas não trabalhadas e ainda danos morais.

Para evitar esse tipo de situação e ter todos os horários de entrada e saída dos empregados devidamente registrados e organizados a melhor opção é utilizar a tecnologia. A InfoKings possui um software de ponto, o IKPonto REP que é ideal para controlar este tipo de situação.

Quer saber um pouco mais sobre o nosso produto e como ele pode ajudar a sua empresa? Então, entre em contato conosco!

Projeto para controle de ponto

Problemas comuns do relógio de ponto eletrônico

Todas as empresas que possuam mais de 10 funcionários devem fazer uso do relógio de ponto eletrônico. É isso que diz a nossa legislação. Essa é uma ótima maneira de aumentar a segurança do local e ter mais controle sobre os horários de trabalho dos funcionários, mas há também alguns desafios.

Não podemos ter o controle sobre tudo, especialmente quando surgem alguns imprevistos. E, como estamos falando de um equipamento que é controlado pelas mãos humanas, isso não seria diferente. O ponto eletrônico também pode apresentar problemas e você deve estar ciente de como corrigi-los.

Veja abaixo quais são os principais e o que fazer nesses momentos:

Falta de energia

A rede elétrica da sua cidade pode falhar em diversos momentos: uma forte chuva, raios, um cabo que se partiu, manutenção, entre outros motivos. Como o relógio de ponto eletrônico é movido à energia, ele não irá funcionar enquanto a energia não for restabelecida. Assim, ele ficará interrompido durante esse período.

E como evitar que alguém fique sem marcar o horário? É simples: o jeito é fazer à moda antiga, ou seja, manualmente ou usar um registro de ponto mecânico. Quando a energia retornar, essas informações podem ser passadas para o software.

Lembre-se: essas informações manuais devem ficar guardadas e, se possível, digitalizadas também para que a tinta não apague do papel com o passar do tempo.

Ajuste de horários

Fique sempre de olho quando for necessário fazer um ajuste nos horários do ponto eletrônico. Um momento do ano que muita gente costuma atrapalhar é durante o horário de verão. Um deslize nesse ponto e muitos problemas com a contagem de horas trabalhadas dos funcionários podem acontecer.

O ideal é optar por um relógio de ponto eletrônico que consiga fazer essa alteração de maneira automática, evitando maiores transtornos.

Falta de papel

O marcador de ponto eletrônico precisa emitir o comprovante para o funcionário. É esse papel que oferece a garantia para o trabalhador das horas laboradas, caso seja questionado ou perceba que a contagem foi feita de forma incorreta. Nesse comprovante, estão informações como os horários de entrada e saída, os intervalos e também as horas extras que foram feitas em um determinado período.

Com a falta de papel, esse ticket não é gerado para o funcionário. Caso isso aconteça, o pessoal responsável deve ser avisado para que ocorra a reposição do material o quanto antes. Durante a entrada e a saída dos funcionários, é interessante que esse responsável esteja por perto com o papel em mãos para fazer a substituição o mais rápido possível.

Lembre-se: não pode ser qualquer tipo de papel e sim um específico. De acordo com a legislação trabalhista, o empregado tem até 5 anos para recorrer sobre qualquer problema trabalhista. Portanto, esse papel e suas informações devem durar por, pelo menos, 5 anos.

Leitor biométrico

Esse é também um dos problemas que mais acontecem nos locais onde há um relógio de ponto eletrônico. Problemas no leitor biométrico podem atrasar a entrada de diversos funcionários na empresa, portanto esse tipo de situação deve ser evitado o máximo possível.

Para que isso não aconteça, mantenha o software sempre atualizado e faça manutenções no seu equipamento nas datas corretas.

Vale a pena para as pequenas empresas a utilização do sistema de controle de ponto? Descubra agora mesmo!

Manutenção Preventiva

Saiba como apresentar um sistema de DP ao seu gestor

Para uma empresa crescer e se expandir no mercado, ela precisa passar por constantes melhorias. Isso significa que mudanças devem ser feitas e nem todo mundo se sente confortável com isso. Esse é o sentimento que, muitas vezes, o gestor da empresa na qual você trabalha pode ter. Ao apresentar um sistema de DP que oferece diversas melhorias, é preciso convencê-lo de que aquele investimento realmente dará o retorno esperado ou até melhor que isso.

É preciso, em primeiro lugar, mostrar que o setor de DP da empresa realiza muitos processos e é essencial para o bom funcionamento desta. Em segundo lugar, deve-se mostrar como esse software conseguirá aperfeiçoar o trabalho no setor e que, em consequência, toda a empresa será beneficiada, especialmente de forma financeira.

Para convencê-lo, você precisa usar argumentos confiáveis e para ajudá-lo nisso, listamos abaixo alguns que poderão ser usados por você e sua equipe!

Levante dados financeiros

Já que uma das maiores preocupações do gestor é com a despesa que o novo sistema de DP pode trazer, o primeiro passo é avaliar qual é o real impacto disso para as finanças do negócio. Então, você deve ir ao setor financeiro buscar alguns dados.

Se você não souber como fazer a análise, é possível pedir para o próprio responsável pelo setor fazer isso e dizer se a contratação da ferramenta é ou não viável. Com essa informação nas mãos, você pode vencer as objeções do gestor quanto ao capital de investimento.

Saiba sobre o produto

Nesse momento você está tentando fechar uma venda. Por mais que não seja exatamente dessa forma, será necessário usar seu poder de convencimento. Então, você deve saber tudo sobre o software e encontrar essas informações é bem fácil.

No próprio site da empresa que fornece a ferramenta é possível encontrar uma série de informações. Pode também entrar em contato com a empresa por meio de um telefone ou mesmo redes sociais para sanar as maiores dúvidas. Assim, você terá todas as respostas para as perguntas do seu gestor.

Detalhe os benefícios

O benefício é um dos argumentos de maior destaque e que, por isso, precisa ser bem detalhado. Afinal de contas, se compramos uma roupa é porque vemos o benefício da qualidade, do atendimento e de que formas aquela peça nos servirá em determinados momentos.

Portanto, mostre que um sistema de DP ajudará a reduzir os erros com os cálculos de custos das horas extras dos funcionários, será mais fácil fazer atualização de cadastro de funcionários por meio de um sistema único e assim, estar em dias com a fiscalização trabalhista. Além desses bons motivos, fale de outros como uma gestão de pessoas mais eficiente.

Pesquise a melhor opção para a empresa

O sistema de DP deve ser compatível com as necessidades da empresa na qual você trabalha. Ele pode ter mil e uma funções, mas se elas não foram adequadas para o negócio, certamente o gestor negará o seu pedido, pois não verá valor nesse investimento.

Portanto, indicamos o software IKPonto REP que é capaz de se adaptar às demandas do negócio no qual atua. Entre em contato e mostre ao seu gestor como cada benefício da ferramenta pode, de fato, aumentar a produtividade, reduzir os custos e aumentar os lucros.

Software de ponto

Dissídio: tire todas as suas dúvidas

Nós temos a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) que regula os direitos e deveres dos trabalhadores. Porém, a própria legislação abre oportunidades para que, alguns pontos do contrato de trabalho, seja feito entre empresa e empregadores por meio do sindicato da categoria. Um desses pontos é o dissídio salarial.

Como muitos outros empresários, provavelmente você não sabe o que é um dissídio ou já pode ter ouvido falar, mas não compreende exatamente como funciona. Quer tirar as suas dúvidas sobre o assunto? Então, continue com a leitura!

O que é dissídio salarial?

A palavra dissídio tem como significado desacordo, ou seja, há algumas questões que precisam ser solucionadas entre empregado e empregador. Normalmente, esses dissídios estão relacionados aos benefícios trabalhistas ou com um reajuste salarial que são acordados no momento da contratação dos funcionários.

O problema pode tentar ser solucionado por meio de 3 alternativas: acordo entre as partes, mediação e, por fim, caso nenhuma dessas alternativas funcione, quem decide o percentual do reajuste é o juiz.

É importante também que o empregador faça o reajuste na data-base, ou seja, na data limite da validade do contrato ou acordo coletivo. Normalmente, tem validade de um ano, assim, se o acordo for feito em junho, no mesmo mês, no ano seguinte, deve ocorrer o reajuste salarial da categoria.

Quais os tipos de dissídios que podemos encontrar?

Basicamente, podemos nos confrontar com 2 tipos de dissídio salarial. Um deles é o individual, no qual são debatidas questões bastante pontuais como FGTS, 13º salário, horas extras, entre outras questões relacionadas. O outro é o coletivo, que se caracteriza pela interferência da justiça do trabalho em algumas situações.

Esses desacordos, quando individuais, podem ser resolvidos de duas formas: ou o empregado entra com um processo contra o empregador na justiça do trabalho, ou fazem um acordo entre si, sem a necessidade de um envolvimento legal. Já no caso do dissídio coletivo, quem tem a obrigação de verificar se o contrato está sendo cumprido é a própria justiça do trabalho que fiscaliza as empresas por meio de seus representantes.

Como calcular o dissídio?

O primeiro passo para fazer esse cálculo é saber a qual sindicato os funcionários pertencem. Pesquise com calma porque nem sempre é óbvio. Por exemplo, um funcionário que trabalha no comércio pode fazer parte de uma Associação dos Funcionários do Comércio, mas pode ter um sindicato específico para aquele setor de comércio.

Agora, você já tem como saber quais foram os acordos e as negociações existentes para o reajuste da próxima data-base. Fazer um cálculo é muito simples e basta fazer uma regra de três. Você pode usar a fórmula:

SR (Salário Reajustado) = SA (Salário Atual) + (SA x PR (Percentual de Ajuste))/100

 

Como calcular o dissídio proporcional?

O dissídio proporcional deve ser pago quando o funcionário é contratado após o reajuste da data-base. Assim, o empregador não precisa pagar o reajuste integral, podendo calcular a quantidade de meses trabalhada e pagar de acordo com esse número. Por exemplo, um funcionário que só trabalho 5 meses após o reajuste, só deve ter um reajuste salarial proporcional a esse período.

Como você pode ver, o dissídio salarial não é nenhum mistério, na verdade, é bem simples de ser calculado. Para as empresas com muitos funcionários, é sempre bom contar com a ajuda de algumas ferramentas como um software, que consegue deixar arquivado, em um só lugar, diversas informações dos funcionários, facilitando assim, os cálculos do setor financeiro da empresa.

Entenda um pouco mais sobre os direitos dos trabalhadores após a reforma trabalhista. Veja 4 lições importantes que o departamento pessoal da empresa deve saber!

 

As principais tecnologias de segurança para 2019

A tecnologia avança a passos largos e consegue chegar aos mais diversos setores, oferecendo uma série de melhorias para todos. Por exemplo, atualmente, as portarias de diversos estabelecimentos como fábricas, escolas, empresas, condomínios e outros podem ficar mais seguras. As tecnologias de segurança são mais que necessárias na nossa realidade.

Antigamente, ter uma pessoa na portaria e câmeras eram o bastante. Mas muitas pessoas conseguem burlar esse tipo de proteção e invadem diversos locais, colocando em risco todos os que estão dentro deles.

Hoje, há diversas formas de ter um maior controle de quem entra e de quem sai de um determinado estabelecimento. Essas tecnologias de segurança são excelentes para qualquer ambiente, especialmente para aqueles em que há um grande fluxo de pessoas. Veja abaixo bons exemplos que podem ajudá-lo!

Cartões de proximidade

Por exemplo, os moradores de um condomínio podem receber um cartão de acesso para a entrada no prédio. Nele constam informações como alguns dados pessoais e o nível de acesso também pode ser estabelecido (excelente para empresas e indústrias). Basta aproximar o cartão de um leitor para liberar ou não a passagem.

É uma ótima opção para impedir o acesso de determinadas pessoas a certos locais restritos e também revogar o acesso de um morador a alguns locais. Por exemplo, o indivíduo era síndico e agora não é mais, portanto, perde acesso a alguns locais.

Senhas e controles especiais

O uso de senhas já é bastante utilizado nos mais diversos locais, aliás, foi um dos primeiros avanços tecnológicos para melhorar a segurança em diversos ambientes.

Esse tipo de acesso pode ser dado a apenas algumas pessoas dentro de um estabelecimento ou a todas, dependendo do programa utilizado. O próprio software pode gerar senhas para os mais diversos funcionários, moradores ou mesmo alunos de uma escola ou curso.

Videoporteiro IP

Pelo próprio nome não é difícil imaginar do que se trata. Nesse sistema de segurança, é preciso utilizar uma câmera embutida e, assim, cada morador do prédio ou funcionário de um estabelecimento pode identificar quem está do lado de fora. O acesso à imagem é feito por meio do smartphone e, usando o desvio de chamada, pode ser liberada ou não a entrada.

Portaria remota

É uma outra forma que a tecnologia encontrou para controlar o acesso aos mais diversos locais. Quem tem acesso ao estabelecimento, deve usar uma tag que tem como função liberar tanto a saída quanto a entrada deste. Os visitantes devem acionar o interfone para que seja ou não liberado o acesso.

Biometria

Outra tecnologia de segurança já bastante utilizada e que vem se aperfeiçoando a cada dia. O tipo mais comum é a biometria por impressão digital, oferecendo muito mais segurança, já que é um desenho único para cada pessoa. É praticamente impossível falsificar esse tipo de acesso. Além disso, oferece agilidade e rapidez, sendo excelente para grandes empresas e indústrias.

Investir em controle de acesso consegue trazer uma série de benefícios para quem utiliza esse recurso. Além disso, ajuda a reduzir os custos com a terceirização de uma empresa de segurança, por exemplo, é possível acompanhar o fluxo de pessoas em tempo real.

Está pensando em aumentar a segurança dentro da sua empresa? Monte já seu projeto com a Info Kings.

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Impactos do eSocial para o controle dos funcionários

Os impactos do eSocial na sua empresa são vários. Ele começou a ser utilizado pelo governo e pelas empresas em 2018 e, ao que parece, veio para ficar. Portanto, a melhor forma de não prejudicar o seu negócio é se adaptando o mais rápido possível. Mas, ao contrário do que muitos podem pensar, o eSocial oferece muitos pontos positivos.

Esse sistema veio com o objetivo de facilitar a vida de diversos empresários e também da fiscalização do governo. Os empregadores devem enviar os dados dos seus funcionários por meio do eSocial. Com isso, os impactos na folha de pagamento podem ser grandes. Tudo o que estiver relacionado ao seu empregado, desde o momento da admissão até o dia da demissão, deve ficar registrado nesse sistema.

Vamos agora esclarecer alguns pontos importantes sobre esse assunto e listar informações essenciais para qualquer empresário.

O que é eSocial?

É bem possível que você já tenha ouvido falar sobre o assunto, mas sabe realmente do que se trata? Esse projeto do Governo Federal faz parte de um sistema chamado SPED. Por meio dele, o empregador deve passar todas as informações de pagamento e previdência dos funcionários. Foi uma forma que o governo encontrou de integrar, em um só lugar, todas as informações sobre os empregados.

Quais mudanças o eSocial gera na empresa?

As mudanças são muitas e é preciso ficar atento a elas. Por exemplo, agora a fiscalização dessas informações será feita de forma eletrônica, assim como as documentações. Por meio do eSocial, diversas obrigações serão substituídas:

• DIRF;

• PPP, CAT, MANAD;

• GFIP;

• RAIS;

• CAGED e outras.

As grandes empresas já começaram a enviar os dados para o eSocial desde janeiro 2018. Outras empresas começaram a ter essa obrigatoriedade em junho de 2018 e, provavelmente, estão com muitas dúvidas.

Veja agora como esse sistema afetará a sua empresa:

Aumenta a quantidade de informações que precisam ser controladas

Agora, as empresas deverão enviar uma quantidade muito maior de informações. Isso significa que o controle, a manutenção e a atualização dos dados dos funcionários serão maiores. Quer exemplos? Informações de Segurança e Medicina do Trabalho, os exames médicos dos funcionários e também os processos judiciais envolvendo a vara do trabalho devem ser enviados.

Maior necessidade de comunicação entre os departamentos

Todas as informações sobre os trabalhadores devem ser transmitidas pelo eSocial. Além daquelas inseridas no final de mês, com a folha de pagamento, outras também devem ser cadastradas como no caso dos acidentes de trabalho. No momento de contratar um funcionário, essa comunicação também deve ser passada.

Assim, ao iniciar o trabalho, já no primeiro dia, o setor de gestão de pessoas deverá repassar todos os dados para outros setores ou ainda receber. A comunicação do departamento pessoal com o financeiro e contábil será cada vez mais frequente.

Assinatura de certificado digital

Para que o eSocial possa funcionar corretamente na sua empresa, será necessário assinar e validar uma certificação digital. Assim, se por acaso você for MEI e tem um empregado, precisa providenciar o quanto antes esse documento para conseguir acesso ao sistema e ficar em dia com a fiscalização do trabalho.

É essencial se preparar para os impactos do eSocial na sua empresa. Isso pode ser feito por meio de treinamentos para a equipe, leitura constante de materiais de sites confiáveis, revisão e alinhamento de processos, configurações dos sistemas de computação, entre outros.

O mais indicado é solicitar auxílio de empresas especializadas. Nós da InfoKings oferecemos um serviço de consultoria na área para as empresas de diversos tamanhos. Entre em contato agora mesmo!

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Diferenças entre Ponto Cartográfico e Ponto Eletrônico

Ter um controle de ponto na sua empresa é essencial para organizar a folha de pagamentos, aumentar a segurança, facilitar o trabalho do RH, entre outros motivos. Não importa se você tem mais ou menos de 10 funcionários, usar algum tipo de controle é importante. Mas, qual tipo de controle de ponto escolher? Existem dois principais: o ponto cartográfico e o ponto eletrônico.

Você, logicamente, quer fazer uma escolha que possa se adaptar melhor às necessidades da sua empresa. E, para que assim seja, primeiro é necessário conhecer bem as opções que existem no mercado.

Para ajudá-lo a tomar a melhor decisão, explicamos abaixo como funcionam os pontos citados acima.

O que é o ponto eletrônico e como ele funciona?

O relógio de ponto eletrônico é uma forma muito mais prática de arquivar e guardar de maneira segura todos os horários de entrada e saída dos seus funcionários. Você pode cadastrar cada um deles no sistema e assim, apenas com uso de um leitor biométrico, a passagem fica liberada. Além da digital, também é possível utilizar um cartão magnético.

Todos os dados, dentro de um determinado período, são armazenados em um software. Esse programa passará todas as informações necessárias não só ao RH, mas também ao fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego.

O que é o ponto cartográfico e como ele funciona?

O relógio de ponto cartográfico é um tipo mais manual, no qual é necessário ter um funcionário para receber e separar os cartões dos funcionários. No ponto cartográfico isso é necessário para evitar que um empregado use o cartão do outro e crie uma grande confusão com questões de hora extra e problemas com inadimplência.

Nesse tipo de ponto, é o próprio funcionário que determina qual é o horário no qual está laborando naquele momento. Por exemplo, digamos que ele acabou de chegar às 8 da manhã para iniciar a jornada, então deve escolher o período da manhã para marcar o ponto. O período da tarde corresponde àquele após o almoço, normalmente das 14 às 18 horas. Também é possível determinar as horas extras, confirmando no ponto a entrada e a saída.

Um dos motivos pelos quais muitas empresas escolhem esse tipo de ponto em vez do ponto eletrônico é pela questão do preço, que costuma ser mais baixo. Porém, é preciso pensar no custo benefício, pois será necessário manter um outro funcionário apenas para organizar os cartões de ponto. Apesar de ser uma escolha excelente para uma empresa com poucos funcionários.

Qual é a melhor opção para o meu negócio?

A quantidade de funcionários que a sua empresa possui é o fator mais importante na hora de escolher entre o ponto cartográfico e o ponto eletrônico. Se você tem mais de 10 funcionários, o ponto eletrônico é o mais indicado, evitando problemas de cálculos de horas extras. No caso do ponto cartográfico, o gestor precisa contar as horas trabalhadas de cada cartão, ou seja, de cada funcionário, um por um.

Assim, não existe uma opção melhor do que a outra, mas sim, uma que se adapta melhor às necessidades da sua empresa. A Info Kings oferece as duas soluções e podemos ajudá-lo a escolher qual o mais indicado para o seu empreendimento.

Clique aqui e veja mais informações sobre o ponto eletrônico e cartográfico.

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eSocial: Mudanças nos condomínios

Manter-se atualizado sobre a legislação brasileira é de fundamental importância, especialmente se você gerencia um condomínio. Não estar dentro da legalidade pode trazer diversos problemas, especialmente porque a nossa lei não permite alegação de não saber sobre o assunto para se eximir da culpa. Uma das mudanças mais importantes é sobre o sistema do eSocial.

Se você nunca ouviu falar nele, está mais do que na hora de saber como essa ferramenta funciona e como ela pode afetar a forma como você gerencia o condomínio.

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue lendo este conteúdo!

O que é o eSocial?

As regras do eSocial começaram a valer desde o 1º dia do ano de 2018. Ele faz parte do projeto Sistema de Escrituração Pública Digital (SPED) e tem como principal objetivo facilitar o trabalho dos setores fiscais da administração pública. Nele, ficarão reunidas todas as informações trabalhistas, fiscais e previdenciárias de qualquer estabelecimento.

Como o eSocial afeta os condomínios?

Você deve estar se perguntando: o que tudo isso tem a ver com o meu trabalho dentro do condomínio? Se você tem funcionários contratados e o condomínio tem um faturamento superior a R$ 79 milhões anuais, o empreendimento precisa cadastrar todos os dados no eSocial.

Provavelmente, devem existir funcionários para realizar a limpeza, a segurança e outras tarefas que são necessárias dentro de um condomínio como cuidar do jardim, por exemplo. Pois bem, todas as informações sobre pagamentos, férias, 13º salário e outras obrigações trabalhistas que são pagas aos funcionários devem ficar registradas no sistema.

Outra mudança é quando um novo funcionário é contratado. Todo o processo deve ficar registrado no espaço do condomínio dentro do eSocial, assim como as obrigações previdenciárias, entre outras informações relevantes. Acidentes de trabalho, sem dúvida alguma, também precisam ser registrados.

Vejamos abaixo quais são outras mudanças relevantes para os condomínios com a obrigatoriedade do eSocial:

Exames médicos

Os exames médicos dos funcionários tanto na admissão quanto na demissão e em outros momentos como nos casos de acidente, além dos exames periódicos obrigatórios precisam ser registrados. Quem não cumprir essa regra, poderá pagar uma multa que varia de R$ 400 a um pouco mais de R$ 4 mil por cada empregado.

Alteração em cadastro ou contrato

O funcionário mudou de endereço? Houve alguma modificação no contrato de trabalho? Tudo isso precisa ser devidamente registrado no sistema do eSocial. Se você não quer pagar uma multa que pode ser mais de R$ 400 por funcionário, então atualize sempre as informações no sistema.

Acidentes de trabalho

Além de registrar o acidente de trabalho, o condomínio também precisa emitir a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) não importando qual é a gravidade do acidente. O documento deve ser produzido em, no máximo, 1 dia útil após o acontecido.

Como evitar problemas com o registro?

Quer ter um melhor controle sobre as informações dos seus funcionários e melhorar a gestão evitando problemas futuros com o fisco? Você pode contratar os nossos serviços de controle de ponto, por exemplo. É uma forma excelente de facilitar o controle das entradas e saídas dos funcionários e melhorando assim o seu trabalho evitando erros.

projeto de acesso

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