Como resolver problemas com turnover

Você tem uma empresa na qual muitos funcionários são admitidos e demitidos rapidamente. A rotatividade de empregados é muito grande. Isso também é chamado de turnover e costuma trazer muitos prejuízos para a empresa.

É claro que, quanto o colaborador não é bem o que o seu negócio precisa, a saída dele abre vaga para alguém que esteja mais de acordo com as suas necessidades. Porém, perder um bom funcionário pode ser bem ruim.

Vamos ver agora o que é turnover de forma mais aprofundada e como resolver esse problema da melhor forma possível.

O que é turnover?

O turnover não é apenas admissão e demissão de funcionários. Falamos em turnover quando isso acontece de forma frequente, ou seja, há a contratação e o desligamento de empregados de maneira sucessiva.

Isso pode acontecer por diversos motivos. Os mais comuns são baixa remuneração, insatisfação no ambiente de trabalho, não há oportunidade de crescimento, clima organizacional ruim, entre outros. O problema também pode vir da base, ou seja, do momento da contratação. Pode ocorrer, por exemplo, um erro de comunicação com o RH e o recrutamento e seleção não utilizou os critérios mais adequados.

O grande problema gerado pelo turnover e o aumento de custos que isso tem para a empresa. Contratar uma pessoa que não se encaixa no perfil da vaga pode atrasar o trabalho de uma equipe inteira, gerando prejuízos. Além disso, você terá mais custos com processos de treinamento de funcionários, recrutamento e seleção.

Como saber se o turnover da minha empresa está alto?

Existe um parâmetro que as empresas devem seguir para saber se estão com o problema de turnover ou não. Saber esse valor é essencial para entender um pouco mais sobre o desempenho do negócio. O cálculo é realizado da seguinte maneira:

Turnover em % = funcionários que saíram da empresa/total de funcionários no mesmo período x 100

Vamos para a parte prática e mostrar um exemplo. Digamos que em um determinado ano, uma empresa contava com 200 funcionários e houveram 30 desligamentos. Aplicando a fórmula teremos o índice de turnover em 15%. O ideal é que o percentual não ultrapasse 5%, porém, essa taxa pode variar de um nicho para outro.

Como resolver o problema de turnover?

Comece pelo RH

Antes de iniciar um recrutamento e seleção de novos funcionários, verifique se o RH ou a terceirizada responsável recebeu as informações corretas. Um erro nesse processo pode colocar tudo a perder e aumentar as taxas de turnover.

Ofereça jornada de trabalho flexível

É cada vez mais comum ver empresas que não “prendem” o funcionário 40 horas por semana dentro de um escritório. Ele recebe uma meta e tem total liberdade para cumpri-la dentro do tempo estipulado. Muitas vezes, eles cumprem antes do combinado para ter dias livres depois. Esse tipo de trabalho também consegue chamar a atenção de grandes talentos.

Crie uma política de benefícios

Oferecer uma remuneração adequada para os colaboradores é um dos passos para reduzir o turnover. Além disso, eles precisam se sentir valorizados e motivados constantemente. Ofereça benefícios inovadores e pense que muitos deles podem ser excelentes para a sua empresa.

Por exemplo, firmar uma parceria com uma boa academia e oferecer descontos para os funcionários é uma forma de investir na saúde deles e evitar faltas por motivo de doença. Então, os benefícios não são apenas para eles, mas também para o seu negócio.

 

 

Como controlar refeição dos meus funcionários

Em alguns lugares como hospitais, fábricas e estabelecimentos com um grande número de funcionários, possuem um refeitório. É nesse local que os empregados fazem o almoço e, para aqueles que dão plantão, também é o ambiente do café da manhã e do jantar. O problema é controlar refeição pode ser complicado.

Como ter a certeza de que um funcionário já não almoçou? Esse controle é muito importante porque o que sobra para uns pode faltar para muitos outros. Além disso, pode causar discórdia entre os colegas e uma série de confusões.

Vamos agora falar um pouco sobre esse assunto, esclarecendo alguns pontos importantes e mostrar uma ótima maneira de não só solucionar o problema, mas também de evitá-lo.

Vale a pena ter um refeitório na empresa?

Algumas empresas optam pelo auxílio-alimentação, outras pelo refeitório. Mas, qual é a melhor opção? Uma das vantagens que um refeitório pode oferecer é maior comodidade para os funcionários, melhorando a qualidade de vida no ambiente de trabalho, especialmente para aqueles que moram mais distantes.

E as vantagens não são apenas para os funcionários. Os empregadores também ganham já que não há muitas chances de o empregado chegar atrasado para o turno após o almoço. Assim, o refeitório gera menos problemas para todas as partes.

O que a legislação diz a esse respeito?

De acordo com as leis trabalhistas, toda empresa com mais de 300 funcionários é obrigada a montar um refeitório no próprio estabelecimento. Sendo assim, os empregados devem se alimentar no local determinado pela empresa, ou seja, no refeitório.

Nos casos de estabelecimentos com menos de 300 funcionários, a presença ou não de um refeitório é opcional. Em casos de convenção coletiva também é possível chegar a um acordo para que os funcionários possam fazer suas refeições em outro local, sem a obrigatoriedade de um refeitório.

É muito importante que os empregadores se atentem para questões como limpeza, estrutura, higienização do local, número cadeiras e mesas, se há boa iluminação, se há espaço suficiente para que as pessoas possam circular normalmente.

Como controlar refeição?

Para as empresas que possuem um refeitório, essa pode ser uma tarefa bem difícil de ser cumprida. É necessário ter um sistema que faça o registro dos trabalhadores, entre outros detalhes. Veja abaixo algumas coisas que você deve fazer para evitar problemas nesse caso.

Faça um planejamento

É muito importante que, ao implantar um refeitório, exista um planejamento prévio. Por exemplo, você precisa ter capacidade e espaço suficiente para que todos os funcionários faça as refeições no mesmo horário. Se isso não for possível, uma boa solução é mudar o horário de almoço de alguns setores para que o fluxo de pessoas fique livre.

Conscientize os seus funcionários

Converse com os funcionários e explique a eles qual é a melhor forma de utilizarem o refeitório e sobre o controle que há na empresa sobre o assunto. Deixe-os devidamente avisados sobre como o sistema funcionará, quais os horários para fazer as refeições de cada setor e assim por diante.

Use um software

Existem excelentes softwares no mercado que conseguirão controlar refeição de forma muito mais prática. O IKREF, por exemplo, é uma ferramenta que vai lhe auxiliar a economizar evitando que o funcionário consuma mais de uma refeição.

Nesse software você poderá cadastrar todos os funcionários da sua empresa, os visitantes, os terceirizados, o prestador de serviços e também todas as refeições que a empresa serve: café da manhã, almoço, jantar, ceia e outros. Os valores podem ser estabelecidos para cada tipo de refeição.

Quer saber mais sobre como controlar refeição usando um software como esse? Então, veja como ele funciona!

A importância das catracas em condomínios residenciais

A segurança é algo que está cada vez mais difícil de conquistar na atualidade, especialmente nas grandes capitais. Uma pesquisa realizada em 2016 mostra que o número de assaltos no Brasil é o dobro da média mundial. Sendo assim, colocar catracas em condomínios residenciais se faz mais do que necessário. Isso evita que desconhecidos tenham acesso às casas dos moradores.

Além da segurança, outra vantagem é a organização que um sistema de catracas proporciona. É possível cadastrar todos os moradores e assim ter um maior controle sobre quem ainda está morando no condomínio, quem não está mais, quem são os novos moradores e assim por diante.

Veja mais sobre esse assunto e a grande importância de instalar esse tipo de equipamento nos condomínios residenciais.

O que é uma catraca biométrica?

A biometria é uma tecnologia que consegue identificar as pessoas por características únicas como a impressão digital (mais utilizada), a íris dos olhos, entre outras. Por conta disso, é considerada uma das formas mais seguras de identificação. Tanto é assim que, essa técnica é utilizada também em investigações criminais.

Como funciona o controle de acesso por meio da catraca biométrica?

O responsável pelo sistema deverá cadastrar todas as digitais dos moradores e pode também cadastrar os visitantes que são mais frequentes. Assim, quando alguém parente ou amigo mais próximo for fazer uma visita, não há a necessidade de avisar ao morador e manter a pessoa do lado de fora até obter uma resposta.

Dessa forma, é possível, por exemplo, montar um relatório com as entradas e saídas dos moradores, saber em quais horários eles costumam ter acesso ao local e quais são as pessoas me mais visitam. Essas informações são muito importantes, pois ajuda a identificar algum problema no caso de um comportamento fora do padrão.

Por que utilizar catracas em condomínios residenciais?

Como dissemos no início deste post, entre os maiores benefícios na utilização das catracas é a questão da segurança, não só dos moradores, mas também de todos os colaboradores. A questão da organização sobre as informações dos moradores e visitantes também é um ponto positivo.

Outro bom motivo para instalar uma catraca biométrica no condomínio é que ela consegue evitar a formação de filas, especialmente nos horários de pico. Não é necessário que o responsável pela portaria tenha que identificar cada um dos moradores. Com a catraca fica muito mais simples liberar o acesso e evitar assim maiores transtornos.

Quer melhorar a organização da administração do condomínio? Essa é outra vantagem que a identificação biométrica pode oferecer. Você pode instalar catracas em locais específicos para liberar apenas a entrada de pessoas autorizadas. Dessa forma, uma série de complicações pode ser evitada e o trabalho dos colaboradores fica mais fácil de ser realizado.

O uso de catracas em condomínios residenciais é uma ótima forma de agregar valor ao local, pois assim é possível proporcionar aos moradores uma maior tranquilidade devido à sensação de segurança. Escolha qual é o melhor tipo de catraca para as necessidades do seu condomínio.

Quer conhecer boas soluções de catraca para o seu condomínio? Então, acesse o nosso site e veja qual se encaixa melhor nas suas necessidades!

Site InfoKings

Tolerância de atraso no trabalho, como fazer?

Vez ou outra, o funcionário pode chegar atrasado na empresa por diversos motivos: acidentes de trânsito que deixa o tráfego mais lento, carro quebrado, problemas de saúde, levar os filhos na escola, enfim, muitos podem ser os motivos. A questão é: o empregador pode aplicar uma penalidade por atraso no trabalho em qualquer caso?

É muito importante que os empregadores tenham pleno conhecimento sobre esse assunto. Afinal de contas, uma penalidade excessiva como a demissão pode levar a um processo judicial. Para evitar esse tipo de problema, vamos agora explicar um pouco mais sobre esse assunto.

Há tolerância de atraso no trabalho?

Sim, afinal de contas, imprevistos podem acontecer com qualquer pessoa e, portanto, a legislação assegurou que todos os trabalhadores tenham um limite de atraso no trabalho.

De acordo com o artigo 58 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), § 1º, há um limite de 5 minutos para mais ou para menos e de 10 minutos diários. Vamos explicar melhor.

Digamos que o horário para o funcionário chegar seja às 08:00, mas ele atrasou e chegou às 08:07. Caso não haja mais atrasos durante o dia, ele não poderá ser penalizado ou ter qualquer valor descontado na remuneração. Por mais que ele tenha ultrapassado os 5 minutos do horário da chegada, não ultrapassou os 10 minutos diários de tolerância. Esses limites que a lei estabelece não podem ser usados nem como jornada extraordinária nem para descontos na folha. Lembrando que é importante que ocorra a marcação de ponto, pois o registro servirá como prova para a empresa caso o funcionário alegar que fez hora extra e não recebeu.

O limite de 10 minutos por dia podem ocorrer diariamente?

Infelizmente sim. Não há embasamento legal que impeça o funcionário de agir dessa forma, porém, um dos requisitos que a empresa podem impor é a pontualidade.

É claro que muitos funcionários podem se aproveitar desse limite para atrasar 10 minutos todos os dias. Se pensarmos em uma empresa com 10 funcionários atrasando de segunda a sexta 10 minutos por dia, ao final de um mês seriam 200 minutos e em 1 ano seriam 2.400 ou 40 horas sem a empresa gerando uma produtividade máxima. É o mesmo que passar uma semana inteira sem funcionar.

Porém, a empresa pode deixar claro, desde o momento da contratação, que esse tipo de comportamento não é tolerável e que é importante seguir os horários corretamente.

Uma outra solução, seria utilizar os relatórios que um sistema de ponto possa gerar, desta forma irá conseguir visualizar todas as irregularidades.

O empregado pode ser mandado de volta para a residência em caso de atraso?

Em algumas situações, o empregador pode querer aplicar uma punição ao funcionário que se atrase por 15 minutos ou mais para retornar ao trabalho. Nesse caso, muitos o mandam de volta para casa e o funcionário acabaria tendo as horas não trabalhadas descontadas em folha. Porém, pela lei, isso não é permitido.

Em situações como essa, o trabalhador pode processar a empresa, que será obrigada a pagar as horas não trabalhadas e ainda danos morais.

Para evitar esse tipo de situação e ter todos os horários de entrada e saída dos empregados devidamente registrados e organizados a melhor opção é utilizar a tecnologia. A InfoKings possui um software de ponto, o IKPonto REP que é ideal para controlar este tipo de situação.

Quer saber um pouco mais sobre o nosso produto e como ele pode ajudar a sua empresa? Então, entre em contato conosco!

Projeto para controle de ponto

Principais obrigações e rotinas de departamento pessoal e RH

Muita gente acha que o Departamento de Pessoal e o RH são a mesma coisa, mas a verdade é que eles cumprem papéis diferentes dentro da empresa. Por exemplo, as responsabilidades do RH estão mais voltadas para as habilidades dos funcionários. Já o Departamento de Pessoal ou DP lida diretamente com as questões burocráticas, especialmente, com as leis trabalhistas.

Dessa forma, o DP é o responsável por garantir que todos os direitos trabalhistas dos funcionários sejam devidamente cumpridos. Sendo assim, são pessoas que precisam ter amplos conhecimentos sobre a legislação do trabalhador e devem se manter atualizadas a todo momento.

Vamos conhecer agora um pouco da rotina de cada um desses setores da empresa e as responsabilidades que eles devem cumprir.

Responsabilidades do RH

Recrutamento e seleção

Quando a empresa está precisando de novos membros, o RH é o responsável por conseguir esse novo capital humano. Ele deve montar o processo de recrutamento que pode ser feito de maneira interna ou por meio de uma terceirizada e, logo em seguida, selecionar a pessoa ou as pessoas que possuem as habilidades desejadas pela empresa.

O Rh também deve saber reconhecer as habilidades de cada uma das pessoas que trabalham na empresa. Por exemplo, ele deve saber identificar quando uma habilidade está sendo desperdiçada em um setor e que poderia ser melhor aproveitada em outro. Assim, esse setor está relacionado à produtividade dos trabalhadores e, consequentemente, da empresa.

Responsabilidades do DP

Controla as férias

É o DP que tem como tarefa controlar as férias dos funcionários. Isso requer um raciocínio logístico, pois é importante que as férias de muitos empregados não coincidam, prejudicando a produtividade da empresa. Assim, esse período de descanso, tão aguardado por todos os funcionários deve também estar de acordo com as necessidades da empresa.

Realiza as demissões

Se um funcionário deseja se desligar da empresa, ele deve procurar o DP para essa finalidade. O setor, por sua vez, dará uma lista ao funcionário dos documentos que são necessários para isso. Também pode ser necessário que o departamento pessoal entre em contato com o sindicato da categoria para requerer documentos e também sinalizar sobre a demissão.

Fazem o controle de horas

Essa pode ser uma das tarefas mais trabalhosas para o DP, especialmente se estamos falando de uma empresa com uma grande quantidade de funcionários.

Estamos falando de controlar os horários da entrada e saída, tanto para o trabalho quanto para o horário de almoço. Entra aqui também o controle das horas extras e do banco de horas. Se esses dados não estiverem muito bem organizados, fica muito fácil se perder e os problemas podem ser muitos, especialmente os judiciais.

Para ajudar o DP nessa tarefa tão importante, a empresa pode conseguir uma solução rápida e eficaz instalando o controle de ponto ou ainda o relógio de ponto. Além disso, em algumas empresas, o Ministério do Trabalho e Emprego obriga o uso do relógio de ponto e o mesmo deve também ser autorizado pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).

Saiba mais sobre o relógio de ponto e todas as facilidades que ele pode oferecer para o DP e toda a empresa!

Tecnologia LFD

Problemas comuns do relógio de ponto eletrônico

Todas as empresas que possuam mais de 10 funcionários devem fazer uso do relógio de ponto eletrônico. É isso que diz a nossa legislação. Essa é uma ótima maneira de aumentar a segurança do local e ter mais controle sobre os horários de trabalho dos funcionários, mas há também alguns desafios.

Não podemos ter o controle sobre tudo, especialmente quando surgem alguns imprevistos. E, como estamos falando de um equipamento que é controlado pelas mãos humanas, isso não seria diferente. O ponto eletrônico também pode apresentar problemas e você deve estar ciente de como corrigi-los.

Veja abaixo quais são os principais e o que fazer nesses momentos:

Falta de energia

A rede elétrica da sua cidade pode falhar em diversos momentos: uma forte chuva, raios, um cabo que se partiu, manutenção, entre outros motivos. Como o relógio de ponto eletrônico é movido à energia, ele não irá funcionar enquanto a energia não for restabelecida. Assim, ele ficará interrompido durante esse período.

E como evitar que alguém fique sem marcar o horário? É simples: o jeito é fazer à moda antiga, ou seja, manualmente ou usar um registro de ponto mecânico. Quando a energia retornar, essas informações podem ser passadas para o software.

Lembre-se: essas informações manuais devem ficar guardadas e, se possível, digitalizadas também para que a tinta não apague do papel com o passar do tempo.

Ajuste de horários

Fique sempre de olho quando for necessário fazer um ajuste nos horários do ponto eletrônico. Um momento do ano que muita gente costuma atrapalhar é durante o horário de verão. Um deslize nesse ponto e muitos problemas com a contagem de horas trabalhadas dos funcionários podem acontecer.

O ideal é optar por um relógio de ponto eletrônico que consiga fazer essa alteração de maneira automática, evitando maiores transtornos.

Falta de papel

O marcador de ponto eletrônico precisa emitir o comprovante para o funcionário. É esse papel que oferece a garantia para o trabalhador das horas laboradas, caso seja questionado ou perceba que a contagem foi feita de forma incorreta. Nesse comprovante, estão informações como os horários de entrada e saída, os intervalos e também as horas extras que foram feitas em um determinado período.

Com a falta de papel, esse ticket não é gerado para o funcionário. Caso isso aconteça, o pessoal responsável deve ser avisado para que ocorra a reposição do material o quanto antes. Durante a entrada e a saída dos funcionários, é interessante que esse responsável esteja por perto com o papel em mãos para fazer a substituição o mais rápido possível.

Lembre-se: não pode ser qualquer tipo de papel e sim um específico. De acordo com a legislação trabalhista, o empregado tem até 5 anos para recorrer sobre qualquer problema trabalhista. Portanto, esse papel e suas informações devem durar por, pelo menos, 5 anos.

Leitor biométrico

Esse é também um dos problemas que mais acontecem nos locais onde há um relógio de ponto eletrônico. Problemas no leitor biométrico podem atrasar a entrada de diversos funcionários na empresa, portanto esse tipo de situação deve ser evitado o máximo possível.

Para que isso não aconteça, mantenha o software sempre atualizado e faça manutenções no seu equipamento nas datas corretas.

Vale a pena para as pequenas empresas a utilização do sistema de controle de ponto? Descubra agora mesmo!

Manutenção Preventiva

Saiba como apresentar um sistema de DP ao seu gestor

Para uma empresa crescer e se expandir no mercado, ela precisa passar por constantes melhorias. Isso significa que mudanças devem ser feitas e nem todo mundo se sente confortável com isso. Esse é o sentimento que, muitas vezes, o gestor da empresa na qual você trabalha pode ter. Ao apresentar um sistema de DP que oferece diversas melhorias, é preciso convencê-lo de que aquele investimento realmente dará o retorno esperado ou até melhor que isso.

É preciso, em primeiro lugar, mostrar que o setor de DP da empresa realiza muitos processos e é essencial para o bom funcionamento desta. Em segundo lugar, deve-se mostrar como esse software conseguirá aperfeiçoar o trabalho no setor e que, em consequência, toda a empresa será beneficiada, especialmente de forma financeira.

Para convencê-lo, você precisa usar argumentos confiáveis e para ajudá-lo nisso, listamos abaixo alguns que poderão ser usados por você e sua equipe!

Levante dados financeiros

Já que uma das maiores preocupações do gestor é com a despesa que o novo sistema de DP pode trazer, o primeiro passo é avaliar qual é o real impacto disso para as finanças do negócio. Então, você deve ir ao setor financeiro buscar alguns dados.

Se você não souber como fazer a análise, é possível pedir para o próprio responsável pelo setor fazer isso e dizer se a contratação da ferramenta é ou não viável. Com essa informação nas mãos, você pode vencer as objeções do gestor quanto ao capital de investimento.

Saiba sobre o produto

Nesse momento você está tentando fechar uma venda. Por mais que não seja exatamente dessa forma, será necessário usar seu poder de convencimento. Então, você deve saber tudo sobre o software e encontrar essas informações é bem fácil.

No próprio site da empresa que fornece a ferramenta é possível encontrar uma série de informações. Pode também entrar em contato com a empresa por meio de um telefone ou mesmo redes sociais para sanar as maiores dúvidas. Assim, você terá todas as respostas para as perguntas do seu gestor.

Detalhe os benefícios

O benefício é um dos argumentos de maior destaque e que, por isso, precisa ser bem detalhado. Afinal de contas, se compramos uma roupa é porque vemos o benefício da qualidade, do atendimento e de que formas aquela peça nos servirá em determinados momentos.

Portanto, mostre que um sistema de DP ajudará a reduzir os erros com os cálculos de custos das horas extras dos funcionários, será mais fácil fazer atualização de cadastro de funcionários por meio de um sistema único e assim, estar em dias com a fiscalização trabalhista. Além desses bons motivos, fale de outros como uma gestão de pessoas mais eficiente.

Pesquise a melhor opção para a empresa

O sistema de DP deve ser compatível com as necessidades da empresa na qual você trabalha. Ele pode ter mil e uma funções, mas se elas não foram adequadas para o negócio, certamente o gestor negará o seu pedido, pois não verá valor nesse investimento.

Portanto, indicamos o software IKPonto REP que é capaz de se adaptar às demandas do negócio no qual atua. Entre em contato e mostre ao seu gestor como cada benefício da ferramenta pode, de fato, aumentar a produtividade, reduzir os custos e aumentar os lucros.

Software de ponto

Dissídio: tire todas as suas dúvidas

Nós temos a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) que regula os direitos e deveres dos trabalhadores. Porém, a própria legislação abre oportunidades para que, alguns pontos do contrato de trabalho, seja feito entre empresa e empregadores por meio do sindicato da categoria. Um desses pontos é o dissídio salarial.

Como muitos outros empresários, provavelmente você não sabe o que é um dissídio ou já pode ter ouvido falar, mas não compreende exatamente como funciona. Quer tirar as suas dúvidas sobre o assunto? Então, continue com a leitura!

O que é dissídio salarial?

A palavra dissídio tem como significado desacordo, ou seja, há algumas questões que precisam ser solucionadas entre empregado e empregador. Normalmente, esses dissídios estão relacionados aos benefícios trabalhistas ou com um reajuste salarial que são acordados no momento da contratação dos funcionários.

O problema pode tentar ser solucionado por meio de 3 alternativas: acordo entre as partes, mediação e, por fim, caso nenhuma dessas alternativas funcione, quem decide o percentual do reajuste é o juiz.

É importante também que o empregador faça o reajuste na data-base, ou seja, na data limite da validade do contrato ou acordo coletivo. Normalmente, tem validade de um ano, assim, se o acordo for feito em junho, no mesmo mês, no ano seguinte, deve ocorrer o reajuste salarial da categoria.

Quais os tipos de dissídios que podemos encontrar?

Basicamente, podemos nos confrontar com 2 tipos de dissídio salarial. Um deles é o individual, no qual são debatidas questões bastante pontuais como FGTS, 13º salário, horas extras, entre outras questões relacionadas. O outro é o coletivo, que se caracteriza pela interferência da justiça do trabalho em algumas situações.

Esses desacordos, quando individuais, podem ser resolvidos de duas formas: ou o empregado entra com um processo contra o empregador na justiça do trabalho, ou fazem um acordo entre si, sem a necessidade de um envolvimento legal. Já no caso do dissídio coletivo, quem tem a obrigação de verificar se o contrato está sendo cumprido é a própria justiça do trabalho que fiscaliza as empresas por meio de seus representantes.

Como calcular o dissídio?

O primeiro passo para fazer esse cálculo é saber a qual sindicato os funcionários pertencem. Pesquise com calma porque nem sempre é óbvio. Por exemplo, um funcionário que trabalha no comércio pode fazer parte de uma Associação dos Funcionários do Comércio, mas pode ter um sindicato específico para aquele setor de comércio.

Agora, você já tem como saber quais foram os acordos e as negociações existentes para o reajuste da próxima data-base. Fazer um cálculo é muito simples e basta fazer uma regra de três. Você pode usar a fórmula:

SR (Salário Reajustado) = SA (Salário Atual) + (SA x PR (Percentual de Ajuste))/100

 

Como calcular o dissídio proporcional?

O dissídio proporcional deve ser pago quando o funcionário é contratado após o reajuste da data-base. Assim, o empregador não precisa pagar o reajuste integral, podendo calcular a quantidade de meses trabalhada e pagar de acordo com esse número. Por exemplo, um funcionário que só trabalho 5 meses após o reajuste, só deve ter um reajuste salarial proporcional a esse período.

Como você pode ver, o dissídio salarial não é nenhum mistério, na verdade, é bem simples de ser calculado. Para as empresas com muitos funcionários, é sempre bom contar com a ajuda de algumas ferramentas como um software, que consegue deixar arquivado, em um só lugar, diversas informações dos funcionários, facilitando assim, os cálculos do setor financeiro da empresa.

Entenda um pouco mais sobre os direitos dos trabalhadores após a reforma trabalhista. Veja 4 lições importantes que o departamento pessoal da empresa deve saber!

 

As principais tecnologias de segurança para 2019

A tecnologia avança a passos largos e consegue chegar aos mais diversos setores, oferecendo uma série de melhorias para todos. Por exemplo, atualmente, as portarias de diversos estabelecimentos como fábricas, escolas, empresas, condomínios e outros podem ficar mais seguras. As tecnologias de segurança são mais que necessárias na nossa realidade.

Antigamente, ter uma pessoa na portaria e câmeras eram o bastante. Mas muitas pessoas conseguem burlar esse tipo de proteção e invadem diversos locais, colocando em risco todos os que estão dentro deles.

Hoje, há diversas formas de ter um maior controle de quem entra e de quem sai de um determinado estabelecimento. Essas tecnologias de segurança são excelentes para qualquer ambiente, especialmente para aqueles em que há um grande fluxo de pessoas. Veja abaixo bons exemplos que podem ajudá-lo!

Cartões de proximidade

Por exemplo, os moradores de um condomínio podem receber um cartão de acesso para a entrada no prédio. Nele constam informações como alguns dados pessoais e o nível de acesso também pode ser estabelecido (excelente para empresas e indústrias). Basta aproximar o cartão de um leitor para liberar ou não a passagem.

É uma ótima opção para impedir o acesso de determinadas pessoas a certos locais restritos e também revogar o acesso de um morador a alguns locais. Por exemplo, o indivíduo era síndico e agora não é mais, portanto, perde acesso a alguns locais.

Senhas e controles especiais

O uso de senhas já é bastante utilizado nos mais diversos locais, aliás, foi um dos primeiros avanços tecnológicos para melhorar a segurança em diversos ambientes.

Esse tipo de acesso pode ser dado a apenas algumas pessoas dentro de um estabelecimento ou a todas, dependendo do programa utilizado. O próprio software pode gerar senhas para os mais diversos funcionários, moradores ou mesmo alunos de uma escola ou curso.

Videoporteiro IP

Pelo próprio nome não é difícil imaginar do que se trata. Nesse sistema de segurança, é preciso utilizar uma câmera embutida e, assim, cada morador do prédio ou funcionário de um estabelecimento pode identificar quem está do lado de fora. O acesso à imagem é feito por meio do smartphone e, usando o desvio de chamada, pode ser liberada ou não a entrada.

Portaria remota

É uma outra forma que a tecnologia encontrou para controlar o acesso aos mais diversos locais. Quem tem acesso ao estabelecimento, deve usar uma tag que tem como função liberar tanto a saída quanto a entrada deste. Os visitantes devem acionar o interfone para que seja ou não liberado o acesso.

Biometria

Outra tecnologia de segurança já bastante utilizada e que vem se aperfeiçoando a cada dia. O tipo mais comum é a biometria por impressão digital, oferecendo muito mais segurança, já que é um desenho único para cada pessoa. É praticamente impossível falsificar esse tipo de acesso. Além disso, oferece agilidade e rapidez, sendo excelente para grandes empresas e indústrias.

Investir em controle de acesso consegue trazer uma série de benefícios para quem utiliza esse recurso. Além disso, ajuda a reduzir os custos com a terceirização de uma empresa de segurança, por exemplo, é possível acompanhar o fluxo de pessoas em tempo real.

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Impactos do eSocial para o controle dos funcionários

Os impactos do eSocial na sua empresa são vários. Ele começou a ser utilizado pelo governo e pelas empresas em 2018 e, ao que parece, veio para ficar. Portanto, a melhor forma de não prejudicar o seu negócio é se adaptando o mais rápido possível. Mas, ao contrário do que muitos podem pensar, o eSocial oferece muitos pontos positivos.

Esse sistema veio com o objetivo de facilitar a vida de diversos empresários e também da fiscalização do governo. Os empregadores devem enviar os dados dos seus funcionários por meio do eSocial. Com isso, os impactos na folha de pagamento podem ser grandes. Tudo o que estiver relacionado ao seu empregado, desde o momento da admissão até o dia da demissão, deve ficar registrado nesse sistema.

Vamos agora esclarecer alguns pontos importantes sobre esse assunto e listar informações essenciais para qualquer empresário.

O que é eSocial?

É bem possível que você já tenha ouvido falar sobre o assunto, mas sabe realmente do que se trata? Esse projeto do Governo Federal faz parte de um sistema chamado SPED. Por meio dele, o empregador deve passar todas as informações de pagamento e previdência dos funcionários. Foi uma forma que o governo encontrou de integrar, em um só lugar, todas as informações sobre os empregados.

Quais mudanças o eSocial gera na empresa?

As mudanças são muitas e é preciso ficar atento a elas. Por exemplo, agora a fiscalização dessas informações será feita de forma eletrônica, assim como as documentações. Por meio do eSocial, diversas obrigações serão substituídas:

• DIRF;

• PPP, CAT, MANAD;

• GFIP;

• RAIS;

• CAGED e outras.

As grandes empresas já começaram a enviar os dados para o eSocial desde janeiro 2018. Outras empresas começaram a ter essa obrigatoriedade em junho de 2018 e, provavelmente, estão com muitas dúvidas.

Veja agora como esse sistema afetará a sua empresa:

Aumenta a quantidade de informações que precisam ser controladas

Agora, as empresas deverão enviar uma quantidade muito maior de informações. Isso significa que o controle, a manutenção e a atualização dos dados dos funcionários serão maiores. Quer exemplos? Informações de Segurança e Medicina do Trabalho, os exames médicos dos funcionários e também os processos judiciais envolvendo a vara do trabalho devem ser enviados.

Maior necessidade de comunicação entre os departamentos

Todas as informações sobre os trabalhadores devem ser transmitidas pelo eSocial. Além daquelas inseridas no final de mês, com a folha de pagamento, outras também devem ser cadastradas como no caso dos acidentes de trabalho. No momento de contratar um funcionário, essa comunicação também deve ser passada.

Assim, ao iniciar o trabalho, já no primeiro dia, o setor de gestão de pessoas deverá repassar todos os dados para outros setores ou ainda receber. A comunicação do departamento pessoal com o financeiro e contábil será cada vez mais frequente.

Assinatura de certificado digital

Para que o eSocial possa funcionar corretamente na sua empresa, será necessário assinar e validar uma certificação digital. Assim, se por acaso você for MEI e tem um empregado, precisa providenciar o quanto antes esse documento para conseguir acesso ao sistema e ficar em dia com a fiscalização do trabalho.

É essencial se preparar para os impactos do eSocial na sua empresa. Isso pode ser feito por meio de treinamentos para a equipe, leitura constante de materiais de sites confiáveis, revisão e alinhamento de processos, configurações dos sistemas de computação, entre outros.

O mais indicado é solicitar auxílio de empresas especializadas. Nós da InfoKings oferecemos um serviço de consultoria na área para as empresas de diversos tamanhos. Entre em contato agora mesmo!

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