Veja as vantagens do sistema de catracas em escolas

Muitos estabelecimentos hoje optam pelo uso de catracas eletrônicas para o controle de pessoas que entram ou saem deles: clubes, estádios, hospitais, restaurantes, academias, indústrias, entre vários outros. O sistema pode ser instalado em qualquer ambiente, sendo uma alternativa muito apropriada, ágil e prática, pois permite saber de uma maneira simples quem está utilizando o espaço. Nas escolas, além de melhorar a segurança, evitando a entrada de estranhos no recinto, o sistema garante um maior controle da presença dos alunos. Saiba como funciona o sistema de catracas em escolas:

Funcionamento do controle de entrada

O sistema de controle de acesso é instalado nos portões do estabelecimento de ensino, controlando a entrada de alunos, professores e demais funcionários com segurança e grande precisão. Todas as pessoas que frequentam a instituição recebem um cartão de identificação pessoal e intransferível ou cadastram sua digital no sistema.

Quando o cartão codificado é aproximado da catraca ou o dedo posicionado em um local apropriado para leitura da impressão digital, o usuário é reconhecido e, somente assim, há liberação da sua entrada ou saída das dependências da escola.

Pessoas desconhecidas não têm acesso livre às escolas

Outras pessoas que não possuem o cartão codificado ou a digital cadastrada ficam impedidas de ter acesso livre às escolas. Esse ponto é de imensa relevância e traz diversos benefícios para quem frequenta o ambiente escolar, pois evita, por exemplo, a violência que adentra no estabelecimento por falta de monitoramento de quem o acessa. O tráfico de drogas, sequestros, tragédias e assaltos não são sequer uma mínima possibilidade com o uso das catracas eletrônicas.

Maior organização durante o acesso e permanência ao local

Adeus à confusão durante a entrada e saída de alunos: as catracas dispensam funcionários que ficam encarregados de controlar a aglomeração de estudantes na porta da escola, aprimorando o tempo gasto nesses momentos.  As vantagens não param por aí: com a novidade funcionando, as faltas também diminuem, pois há como saber se o aluno está frequentando realmente as aulas.

Diversão para os estudantes mais jovens

Para crianças, o controle não parece ser um problema, pelo contrário: elas se divertem com a troca de luzes na catraca quando o acesso à escola é liberado e têm mais autonomia para acessar um espaço que é delas.

O sistema de catracas em escolas proporciona segurança e bem-estar

O sistema de catracas em escolas proporciona segurança, bem-estar e tranquilidade às pessoas, pois elas sabem que estão seguras no local e que todos os outros indivíduos que estão ali tiveram permissão para entrar.

Muitos, portanto, são beneficiados, os que estão dentro, utilizando efetivamente o local, e também os que estão fora, como os pais e/ou responsáveis pelos alunos: é possível, através de um aplicativo moderno conectado diretamente ao sistema, receber uma mensagem no celular, avisando quando o aluno passou pela catraca, se entrou na instituição ou se saiu dela. Pode-se checar tanto pelo smartphone quanto pela web! O controle é simples e fácil de ser realizado, pois aparece o nome, a foto e a matrícula da pessoa que está acessando o colégio. A identificação, portanto, passa a ser bem mais usual!

A escola é um lugar no qual se realizam diversas atividades didático-pedagógicas, portanto, além de todas as vantagens citadas, o sistema de catracas em escolas é uma estratégia tecnológica que também mantém o ambiente harmonioso. De tão efetivo que o sistema eletrônico de catracas em escolas é, o governo está implementando a novidade em diversas escolas públicas.

Achou o sistema interessante? Peça já uma demonstração!

Marcação de ponto na hora do almoço: obrigatório ou não?

O horário de almoço tem como objetivo recuperar o funcionário, de forma física e psicológica, depois de um respectivo período, para que assim torna-se possível que ele conclua sua jornada de trabalho. Quando isso não é respeitado, ocorre um esgotamento mental e físico, o que causa uma redução na produtividade e perda de atenção, impactando diretamente no aumento de acidentes de trabalho e erros. Você está tendo dúvidas sobre a marcação de ponto na hora do almoço? Quer saber se a marcação é obrigatória? No texto de hoje vamos tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto, veja abaixo!

Como funciona a marcação de ponto na hora do almoço?

De acordo com o art. 71 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), é obrigatório o horário de almoço de no mínimo 1 hora, e máximo de 2 horas, para todo trabalho que exceda 6 horas. Ou seja, nos trabalhos de 8 horas por dia, por exemplo, os funcionários devem contar com um intervalo de pelo menos 1 hora.

A parada obrigatória é um direito do trabalhador e deve ser evidentemente concedida. Por causa disso, é essencial que os funcionários e a empresa estejam cientes de como ela funciona, e se a pausa para refeição está acontecendo da maneira correta. A empresa tem que fazer uma boa fiscalização e assegurar que todos os funcionários estão usufruindo da pausa mínima.

Nos trabalhos de mais de 4 horas diárias que não passam de 6 horas, a obrigação da empresa é fornecer a pausa de 15 minutos. No entanto, se os funcionários trabalharem apenas 4 horas por dia, o horário de almoço não é obrigatório.

Como é computado o horário de almoço?

A pausa obrigatória de almoço não é computada nas horas de trabalho. Por exemplo, se o funcionário trabalha 8 horas por dia, das 10h às 20h, e com 2 horas de almoço, essas 2 horas não entram nas horas trabalhadas.

No entanto, segundo a Súmula 118 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), é estabelecido que o horário de almoço concedido pelo empregador, que não é previsto na lei, representa hora extra se ela for acrescida no final do trabalho.

Um bom exemplo disso, é o horário para lanche que é concedido por algumas empresas. Apesar dessa pausa não estar na lei, a empresa não pode cobrar que o funcionário reponha as horas no final da jornada.

Como funciona o pagamento?

A hora de almoço não usada, ou então usada parcialmente para alimentação e repouso, também implica no pagamento total da pausa. Ou seja, se o funcionário conta com 1 hora de almoço, mas só utiliza 30 minutos, a empresa tem a obrigação de realizar o pagamento como hora extra de 1 hora, e não somente os 30 minutos que sobraram para finalizar o intervalo. O empregador deve saber como calcular a hora extra.

Vale frisar que há uma exceção do período mínimo de 1 hora, a partir do momento que ela é autorizada pelo Ministério do Trabalho. Para saber se vai autorizar, é verificado se a empresa segue as exigências referentes à organização do refeitório.

Qual a melhor maneira de monitorar os intervalos de almoço?

Para que não seja necessário fazer a destinação de um funcionário que monitore os horários de almoço dos colaboradores em cada setor ou, ainda, sistemas manuais e ultrapassados de marcação de ponto, o ideal é que sua empresa implemente soluções automáticas de controle de ponto e acesso.

A Info Kings é consolidada neste mercado, além de oferecer equipamentos de ponta, desenvolvem softwares avançados e de manuseio simplificado que ajudam todo esse processo de marcação de ponto na hora do almoço — o que além de agilizar o dia a dia da empresa, assegura que todos estejam respeitando as exigências legais pertinentes ao assunto.

De acordo com a legislação, qualquer convenção coletiva – ou a cláusula que busca suspender e reduzir o horário de ponto – é inválida. O intervalo obrigatório do almoço é uma medida de saúde, segurança do trabalho e higiene, e que deve ser respeitada. Como funciona a marcação de ponto da sua empresa? Tem outras dúvidas sobre o tema? Pergunte nos comentários e compartilhe sua experiência conosco!

 

Horas extras: como funciona e como calcular

A jornada máxima de trabalho é fixada pela Constituição Federal e pela CLT, assim, o limite é de 8 horas diárias e 44 horas semanais de trabalho. É certo que algumas profissões regulamentadas possuem uma jornada diferenciada, como ocorre com os bancários que trabalham 6 horas por dia. 

A lei traz a regra, mas também a exceção, que são as chamadas horas extras. Dessa forma, o empregador poderá acrescer até duas horas suplementares na jornada normal de trabalho de seus funcionários, desde que previamente acordado e com o pagamento do adicional devido.

Quer saber mais? Descubra neste post o que você precisa conhecer sobre as horas extras e como é simples calcular o adicional!

Direitos e deveres

A CLT determina que a prestação de horas extras devem ser estipuladas mediante acordo escrito entre empregador e empregado ou contrato coletivo de trabalho e, desde que, seja pago ao empregado um adicional de pelo menos 50% do valor da hora normal. Nesse ponto, é importante ressaltar que o colaborador não está obrigado ao cumprimento de horas suplementares, sem prêvio acordo. Isto que dizer que, em regra, a empresa não pode exigir que seus funcionários exerçam horas extras.

Contudo, fica ressalvada a hipótese de necessidade imperiosa do empregador, ou seja, havendo motivo de força maior que justifique, a duração do trabalho pode exceder o limite legal ou convencionado quando for para atender a realização de serviços inadiáveis ou quando a não execução possa acarretar prejuízos manifestos. Mas, lembre-se, essa é uma situação excepcionalíssima, disposta no art.61 da CLT.

Cálculo das horas extras

Para calcular o valor da hora extra é necessário encontrar o valor do salário-hora, ou seja, o valor da hora normal trabalhada. Assim, basta dividir o salário mensal pela jornada de trabalho do mês. Definido o salário-hora, deve-se acrescentar 50% desse valor às horas extras. Veja a seguir como o é feito o cálculo.

Exemplo:

– Jornada de trabalho = 44 horas semanais / 6 dias por semana / referentes a 30 dias por mês

  • 44 / 6 x 30 = 220 horas mensais

– Salário = R$ 1.000,00

  • 1.000 / 220 = R$ 4,54 + 50% = R$ 6,81

Fique atento!

As horas suplementares de trabalho podem significar um recurso de alto custo para as empresas, principalmente quando prestadas de forma habitual, integrando o salário do empregado. Por isso é recomendado a utilização das horas extras em situações extraordinárias e esporádicas que justifiquem o investimento. Além disso, é fundamental manter um sistema de controle de ponto e acesso eficiente capaz de mensurar com exatidão a jornada de trabalho dos empregados.

Após excedidos 10 minutos de tolerância da jornada diária normal já se inicia o computo das horas suplementares de trabalho, que não poderão exceder o limite de 2 horas diárias. Então, fique atento às horas extras de seus funcionários! Afinal, esse é o tema mais recorrente em sede de reclamações trabalhistas.

E você, ainda tem dúvidas sobre como funciona as regras e os cálculos das horas extras? Então, participe e compartilhe com a gente! Deixe seu comentário.

O que é adicional noturno?

Você sabe o que é adicional noturno? Estamos falando de um direito dos trabalhadores que exercem suas atividades no período noturno e por essa razão têm direito a uma espécie de recompensa pecuniária adicionada ao salário. Afinal, há uma presunção de que o trabalho noturno seja mais nocivo ao bem estar do trabalhador. Segundo a lei o trabalho é noturno quando compreendido entre às 22 horas de um dia e às 5 horas do dia seguinte, no caso do trabalhador urbano.

Assim, quando um funcionário trabalhar nessas condições deverá receber um adicional equivalente a 20% do valor da hora diurna tradicional sobre as horas trabalhadas no período noturno. Com isso, o adicional passa a integrar não só o salário, mas, também, demais benefícios trabalhistas como férias, 13º salário, repouso remunerado e etc. Leia o post e saiba mais.

Como calcular o adicional noturno?

A hora noturno, por disposição da lei, é computada com 52 minutos e 30 segundos. Assim, no período noturno, ou seja, das 22 horas às 5 horas, seriam 7 horas normais, mas que correspondem a 8 horas de trabalho. A cada hora trabalhada equivale a um acréscimo de 20% no valor da hora diurna.

Para encontrar o valor do salário-hora basta dividir o salário do trabalhador por 240 (contrato de 40 horas semanais) ou por 180 (contrato de 30 horas), o resultado dessa divisão será o valor da hora trabalhada. Sabendo o valor da hora de trabalho diurno, basta subtrair 20% para obter o valor do adicional noturno.

Finalmente, multiplique o valor do adicional pelo número de horas trabalhadas no período noturno, lembrando que cada hora terá 52 minutos e 30 segundos, para chegar ao montante que excederá o os vencimentos normais do trabalhador.

Conheça a legislação sobre o tema

O direito ao adicional noturno é norma consagrada pela Constituição Federal, mas está regulada na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT – e em súmulas e orientações jurisprudenciais do Tribunal Superior do Trabalho – TST. Veja a seguir as principais disposições sobre o tema.

O artigo 7º da Constituição Federal dispõe que é direito dos trabalhadores urbanos e rurais a remuneração do trabalho noturno superior ao do trabalho diurno. A CLT, por sua vez, em seu artigo 73, trata o instituto de maneira de maneira mais detalhada, estabelecendo o percentual do adicional e das regras de cálculo, conforme disposto acima.

Já as súmulas e orientações jurisprudenciais são baseadas em decisões judiciais e dispõe sobre questões divergentes ou que careçam de regulamentação legal. Assim, a súmula 70 do TST veio enfatizar a ideia de que o adicional noturno integra o salário do trabalhador. Enquanto a súmula 213 determina que o adicional noturno é devido ainda que o empregado trabalhe em regime de revezamento, revogando disposição prevista na CLT.

Agora que você já sabe o que o adicional noturno, o que acha de conhecer algumas ferramentas que podem ajudar a sua empresa a fazer um controle de jornada eficiente de seus funcionários? Então, clique aqui e saiba mais!

Ainda tem dúvidas sobre como funciona o adicional noturno? Compartilhe com a gente, deixe seu comentário.

DSR: o que é e como é pago

Você conhece os direitos trabalhistas de seus funcionários? Então, certamente, sabe como funciona as regras do DSR? Ainda tem suas dúvidas? Continue com a gente e descubra nesse post tudo que você precisa saber a respeito do Descanso Semanal Remunerado. Confira!

O que é DSR e como funciona?

O DSR ou descanso semanal remunerado é um direito do trabalhador urbano e rural previsto na Constituição Federal. Contudo, também a CLT – Consolidação das Leis do Trabalho – dispõe que todo empregado deve gozar de um descanso semanal de 24 (vinte e quatro) horas consecutivas sem prejuízo do seu salário. 

Ressalvadas as hipóteses previstas em lei, o DSR deve coincidir com o domingo em todo ou em parte, observando também os limites das exigências técnicas das empresas. Além do direito ao descanso semanal, a lei 605/1949 determina ainda o repouso remunerado nos feriados civis e religiosos, de acordo com a tradição local.

Horas extras e DSR

As horas extraordinárias devem ser computadas no cálculo do descanso semanal remunerado, isso porque as horas extras aumentam a jornada de trabalho do empregado e, portanto, reflete no pagamento do dia de descanso. Assim, a súmula do TST Nº 172 determina que sejam computados no cálculo do DSR as horas extras habitualmente prestadas.

As implicações trazidas pelo cumprimento de horas extras no trabalho no pagamento de verbas devidas ao trabalhador mostram como é importante que as empresas estabeleçam um sistema de controle de ponto eficiente de seus funcionários, a fim de evitar conflitos futuros e prejuízos decorrentes de reclamações trabalhistas.

Cálculo e pagamento

Se o empregado é mensalista ou quinzenalista, e não houver cumprimento de horas extras de trabalho, a lei presume que o descanso remunerado encontra-se incluso em seu salário. Assim, por exemplo, se a jornada de trabalho é de 220 horas mensais o valor do descanso estará incluso no salário, sendo 26 dias úteis e 4 domingos.

No entanto, a necessidade de cálculos surge quando há integração das horas extras ao descanso semanal remunerado. Então, se o empregado cumpre 15 horas extras em sua jornada, serão 235 horas mensais e, nesse caso, deverá receber esse valor excedente também nos domingos e feriados.

 Veja a seguir como é feito o cálculo:

  • Somar as horas extras do mês;
  • Dividir o total de horas pelo número de dias úteis do mês;
  • Multiplicar pelo número de domingos e feriados do mês;
  • Multiplicar pelo valor da hora extra com acréscimo.

Exemplo: Salário: R$ 1.000,00 / Jornada 220 horas/mês + 15 horas extras mês / 26 dias úteis e 4 domingos / Valor da hora normal: R$ 4,54 / Valor da hora extra: R$ 6,81

  • Horas extras: 15 horas
  • 15 horas / 26 dias = 0,57 horas
  • 4 x 0,57 = 2,3 horas
  • 2,3 x R$ 6,81 = R$ 15,70 é o reflexo do DSR

Agora que você já sabe o que é DSR e suas principais regras, que tal continuar com a gente e descobrir mais sobre os direitos trabalhistas! Aproveite e participe, deixe um comentário com suas dicas ou suas dúvidas.

Horas extras e banco de horas: entenda a diferença

A jornada de trabalho tem limites fixados em lei e, diga-se de passagem, na Constituição Federal, porém, existem exceções legais: o sistema de prorrogação de jornada e o sistema de compensação de jornada. Estamos falando de horas extras e banco de horas. Você sabe as diferenças? Então, leia este post e descubra.

Horas extras

No regime de prorrogação, as horas extras trabalhadas, ou seja, as que ultrapassarem o limite de jornada estabelecido pela lei, que em regra são 8 horas diárias e 44 horas semanais, deverão ser remuneradas com pelo menos 50% a mais do que a hora normal, de segunda a sexta, e 100% em domingos e feriados. 

O pagamento das horas suplementares cumpridas pelo colaborador, que não pode ultrapassar 2 horas diárias, deve ser feito ao final do mês em que o trabalho foi prestado, devendo o valor ser integrado ao salário, caso tenham adquirido habitualidade.

A CLT determina que a prestação de horas extras devem ser estipuladas mediante acordo escrito entre empregador e empregado ou contrato coletivo de trabalho. Portanto, importante ressaltar que o colaborador não está obrigado ao cumprimento de horas suplementares, salvo casos de força maior  ou necessidade imperiosa do empregador, como ressalvados na lei.

Vantagens e desvantagens

O sistema de horas extras, apesar de poder representar um alto custo para a empresa, tem se mostrado o mecanismo mais seguro para evitar problemas judiciais em razão de reclamações trabalhistas, evitando o risco de um prejuízo maior. Por outro lado, com as horas extras, a empresa não perde a flexibilidade na utilização dos serviços dos seus colaboradores.

Para o funcionário, as horas extras são um acréscimo considerável no salário e, na maioria das vezes, representa uma vantagem para o trabalhador. No entanto, sem banco de horas, também acaba perdendo a possibilidade de poder se ausentar do trabalho sem justificativa legal.

Banco de horas

O banco de horas funciona como uma espécie de sistema de compensação em que as horas trabalhadas a mais na jornada normal do trabalhador são creditadas para que posteriormente possam ser descontadas em períodos de folga, ou vice-versa, ou seja, não há pagamento de horas extras.

As horas são acumuladas mensalmente, seja crédito ou débito, gerando um saldo que pode ser transferido para o mês seguinte. No final de determinado período, normalmente até 12 meses, esse saldo é zerado.

Para que a empresa possa adotar o sistema de banco de horas é necessário estabelecer um acordo coletivo junto com os empregados e o sindicato da categoria ou convenção, onde as regras serão definidas como o período de utilização do banco de horas e os critérios para débitos e créditos.

Vantagens e desvantagens

Para a empresa, o mecanismo de banco de horas tende a ser vantajoso em razão da flexibilidade, já que pode contar com o colaborador quando a demanda exigir horas suplementares de trabalho e compensar com folgas em ocasiões mais favoráveis. No entanto, é fundamental gerenciar o banco de horas corretamente, de modo a evitar conflitos trabalhistas futuros.

Já para o trabalhador, a principal vantagem é poder usufruir de folgas, além daquelas previstas em lei, dentro do período de vigência do banco de horas. Por isso, o trabalhador precisa ficar atento pois corre o risco de não tirar os dias de folga de que tem direito.

E você, qual desses sistemas achou mais vantajoso? Compartilhe conosco sua opinião entre horas extras e banco de horas, deixe seu comentário.

Por que a mudança da portaria 1510 para a portaria 595?

A portaria 1510/2009 aperfeiçoou o uso do Registrador Eletrônico de Ponto (REP) no Brasil, de sorte que é possível dizer que tais instruções foram importantes para que ocorresse a melhoria dos apontamentos das horas trabalhadas pelos empregados. Entre seus objetivos, pelo menos dificultou a realização de certas fraudes nos relógios eletrônicos, impedindo que funcionários contabilizem horas extras inexistentes ou complete algum tipo de marcação automática, entre outros casos. A portaria visou garantir os direitos, portanto, de trabalhadores e empresários. O caso é que o INMETRO publicou, em dezembro de 2013, a portaria 595/2013. Você sabia disso? E sabe o que isso quer dizer para sua organização? Leia este post e entenda.

Os problemas relacionados ao apontamento correto das horas trabalhadas

Mesmo com a edição da portaria 1510/2009, o país continua a apresentar um rol bem elevado de reclamações trabalhistas que tratam de contratos de trabalho e de marcação desonesta das jornadas ou horas trabalhadas pelos empregados. Segundo as regras indicadas na portaria em questão, os relógios eletrônicos registradores deveriam ser homologados pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). A acomodação de um REP dentro das dependências da empresa até tem motivado mais conforto e confiança para os trabalhadores em geral, mas se a certificação dos aparelhos fosse realizada a partir de uma análise de teor mais técnico e focado, provocaria ainda mais credibilidade. E foi pensando nisso que a homologação passará a ser praticada por um órgão especialmente preparado para isso: o INMETRO.

Os relógios de ponto passarão a ser aprovados pelo INMETRO

O INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) tem a atribuição de gerar na sociedade brasileira mais confiança no que se refere às medições e conformidade dos produtos que circulam no mercado, harmonizando as relações de consumo. E para cumprir seu objetivo, os aparelhos de REP devem possuir certas características específicas, as quais seguem listadas na portaria 1510/2009: possuir memória de marcação de ponto e que essa não possa ser alterada ou apagada; fornecer um comprovante de marcação a cada entrada; sujeitar-se a um certificado técnico; não permitir a realização de marcações automáticas ou o impedimento de marcações; ser exclusivamente destinado para a marcação de ponto.

A obsolescência da portaria 1510/2009 frente à nova portaria 595/2013

As novas exigências de conformidade implicam no fato de que, a partir do dia 1º de outubro de 2015, os fabricantes de REP deverão produzir aparelhos que sejam aprovados pelo INMETRO. O Ministério do Trabalho delegou ao instituto citado todas as atividades de planejamento e de aferição dos registradores de ponto. Esta mudança dispõe-se a garantir que os aparelhos em questão registrem de maneira ainda mais fiel, sem passar por eventuais dificuldades técnicas, enganos ou fraudes por parte do trabalhador ou de seu empregador. Além de os aparelhos terem que ser apurados e aprovados por aquela autarquia federal brasileira daqui para frente, a portaria 595 já havia prorrogado por um ano o prazo de produção e colocação no mercado dos relógios eletrônicos, dando tempo aos fabricantes e revendedores para se ajustar às novas exigências.

O que você acha sobre as novas instruções sobre o REP? Pensa que realmente uma avaliação feita pelo INMETRO vai melhorar os aparelhos e vai deixá-los mais confiáveis? Comente, dê sua opinião!

Saiba qual é o relógio de ponto ideal para sua empresa

O relógio de ponto é o responsável por fazer todas as marcações de entrada e saída de funcionários, permitindo um controle da carga horária do trabalhador. Investir no relógio de ponto correto, portanto, economiza recursos da empresa e garante mais segurança na hora de controlar a jornada de trabalho dos funcionários. Mas como escolher o relógio de ponto ideal? Confira como avaliar as necessidades da sua empresa e conseguir o relógio certo.

Escolhendo o tipo de relógio

Para escolher corretamente o tipo de relógio é preciso conhecer os principais tipos, que podem atender a diferentes necessidades e orçamentos. Assim, os 3 principais tipos de relógio de ponto utilizados atualmente são:

  • Relógio cartográfico

Esse tipo de relógio de ponto permite uma marcação mecânica, na qual o cartão de ponto é inserido em um horário pré-estabelecido pelo empregador. Com isso, o funcionário precisa se atentar a possíveis atrasos para não ser penalizado. Normalmente, o cartão fica ao lado da máquina, mas é preciso maior fiscalização no local pra evitar que um funcionário use o cartão de outro ou que saia da empresa e deixe o ponto aberto — situação na qual o funcionário sai da empresa, deixa o ponto contabilizando as horas e volta na hora de saída, fechando o ponto.

  • Relógio eletrônico com cartão

Outra possibilidade é o relógio eletrônico com cartão de proximidade ou de código de barras, sendo necessário que cada funcionário possua um cartão com suas informações. Assim, para entrar na empresa, basta passar o cartão e registrar a abertura de ponto. Isso permite um controle muito maior por parte do setor administrativo, que tem todos os detalhes automatizados. Como o que acontece com o relógio cartográfico, entretanto, deve-se fiscalizar para que um funcionário não use o cartão de outro.

  • Relógio eletrônico biométrico

Praticamente à prova de falhas, o relógio eletrônico biométrico utiliza a digital do funcionário pra identificá-lo, impedindo que um funcionário abra o ponto por outro, por exemplo. Além disso, ele permite que funcionários em outras localidades façam a marcação de ponto, já que basta ter um leitor biométrico portátil e acesso à internet. Esse é, seguramente, o mais eficiente para a administração da empresa, que controla de forma automática as horas trabalhadas. Assim como o relógio com código de barras ou cartão magnético, entretanto, é necessário que ele siga as recomendações da portaria 1510.

Escolhendo o tipo de bobina

A portaria 1510 estabelece, inclusive, que todo relógio de ponto eletrônico deve emitir um comprovante a cada marcação e que os dados devem ser visíveis por, no mínimo, 5 anos. Assim, escolher o tipo correto de bobina é fundamental para adequar-se à legislação. Ao adquirir a bobina, devem ser avaliados:

  • Tamanho: quanto maior for a empresa e o fluxo de pessoas, maior deve ser a bobina utilizada. Isso garante menos interrupções e paradas para a troca de bobinas, além de trazer mais economia.

  • Tipo de papel: o papel utilizado também é importante e, embora na maioria das vezes seja o papel térmico, é preciso escolher uma bobina que garanta a visibilidade mínima de 5 anos;

  • Quantidade de vias: algumas bobinas também oferecem uma propriedade autocopiativa, ou seja, fornecem mais do que só a via para o funcionário. Com isso, maior é a segurança para a empresa que pode armazenar os dados também fisicamente.

Considerando o uso de mais de um relógio

Como a portaria 1510 estabelece que o relógio de ponto deve ser destinado exclusivamente à marcação de ponto, empresas com um grande fluxo de pessoas devem considerar o uso de mais de um relógio.

Ao ficar por dentro de qual é o relógio de ponto ideal para sua empresa, maior será a segurança na contabilização de horas trabalhadas. Entre em contato com a Info Kings pra ser orientado sobre qual relógio de ponto usar e, com isso, garantir um controle muito mais eficiente. Para você, qual o melhor relógio de ponto? Não deixe de comentar e participar!

Projeto para controle de ponto

Tudo o que você precisa saber sobre a PEC das domésticas

A Proposta de Emenda à Constituição n. 72/2013, mais conhecida como a PEC das Domésticas, é uma emenda ao texto constitucional que estendeu vários direitos trabalhistas aos empregados domésticos, como adicional noturno, adicional por horas extras e direito ao recolhimento do FGTS. O que acontece é que essa série de direitos estendidos aos domésticos se divide entre aqueles que possuem aplicabilidade imediata desde a entrada em vigor da PEC e outros que dependiam de regulamentação por lei.

Assim, direitos como o recebimento de salário não inferior ao mínimo legal, limitação da jornada a 8 horas diárias e 44 horas semanais, adicional por hora extra e proibição do trabalho noturno, perigoso ou insalubre ao menor de 18 anos passaram a valer assim que a emenda foi promulgada. Outros direitos como o recolhimento de FGTS, adiconal noturno, seguro-desemprego, auxílio creche e indenização em caso de despedida sem justa causa dependiam de lei regulamentadora que foi sancionada pela Presdidente da República no último mês de junho de 2015.

Quer saber quais são as principais mudanças promovidas pela lei? Fique de olho em nossas dicas!

Adicional noturno

Após a aprovação da lei que regulamenta o direito ao adicional noturno, todo trabalhador doméstico tem direito a regime especial de trabalho se sua jornada estiver compreendida entre as 22 e 06 horas. Assim, o empregado que trabalhar durante esse horário tem direito a receber 20% a mais do que receberia em sua hora normal de trabalho. Além disso, a hora do trabalho noturno corresponde a 52 minutos e 30 segundos. Assim, a cada 52:30 minutos trabalhados, computa-se 60 minutos na jornada do trabalhador doméstico noturno.  

Recolhimento do INSS e FGTS

Antes, o FGTS era recolhido de forma facultativa pelo empregador. Agora, com a PEC das domésticas e a aprovação da lei regulamentadora dos direitos, tornou-se obrigatório o recolhimento de FGTS para o trabalhador doméstico, na alíquota de 8% de seus vencimentos. Já com relação às contribuições ao INSS nada mudou, sendo mantida a obrigatoriedade de recolhimento de 8% do salário do empregado.

Registro do controle de funcionários

Com as inovações trazidas pela nova lei, agora é obrigatória a apuração de frequência e registro de ponto de entrada e saída dos empregados domésticos, seja por meio manual ou eletrônico. É importante ressaltar que indícios de fraudes no registro dos horários, bem como apresentação de marcações uniformes (entradas e saídas com os mesmos e exatos horários todos os dias) são punidas pela legislação trabalhista. Assim, providenciar um método eficaz e seguro de apuração da jornada de seus empregados é uma medida necessária que deve ser tomada de forma mais breve possível.

Indenização em caso de despedida sem justa causa

Outra inovação trazida pela PEC das Domésticas é que 3,2% do recolhimento mensal do FGTS realizado pelo patrão deve ser depositado em uma conta e utilizada para pagamento da multa rescisória de 40% sobre o saldo do FGTS, em caso de despedida sem justa causa do empregado. Caso a despedida seja fundada por motivo relevante previsto em lei, o montante acumulado fica para o empregador.

E então, ainda ficou com alguma dúvida? Deixe seu comentário em nosso post!

3 motivos para investir no controle de acesso nas escolas

Atualmente, a segurança é um fator cada vez mais preocupante no cotidiano das cidades brasileiras. Notícias sobre crimes na entrada e saída de edifícios, como assaltos e até sequestros, são frequentes no noticiário. Por essa razão, alguns condomínios, escolas e empresas já adotam medidas preventivas de segurança, como, por exemplo, câmeras, cercas elétricas, alarmes e sistemas de controle de acesso.

No que concerne à segurança das crianças, o controle de acesso nas escolas se comprova um sistema bastante eficaz, que garante a segurança dos alunos e funcionários da instituição de ensino. Seu uso já é muito empregado em academias, hospitais e edifícios comerciais.

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A seguir, vamos listar os principais benefícios de se investir no controle de acesso nas escolas:

1. Permite a entrada exclusivamente de pessoas autorizadas

Somente alunos, funcionários e professores podem atravessar a catraca e adentrar o ambiente escolar. Geralmente, os frequentadores da instituição de ensino recebem um cartão de identificação, que é reconhecido pelo sistema na catraca, liberando a entrada ou a saída do usuário. A identificação pode ser feita ainda por um sistema de leitura biométrica, através do reconhecimento da impressão digital do aluno.

No caso de visitantes, terceirizados e prestadores de serviço, há também um banco de dados com o cadastro dos mesmos, acompanhado por foto, e faixas de horários para a delimitação do seu acesso à escola. Da mesma forma, para os cartões de identificação de tais usuários pode ser definido um prazo de validade. Ou seja, supondo que um trabalhador prestou serviço para a escola numa determinada data e, por alguma razão, guardou o cartão de identificação consigo: no dia seguinte, este cartão não terá mais validade, não liberando o acesso deste usuário.

2. Permite funções de notificação

O controle de acesso nas escolas possui uma funcionalidade interessante para os pais: a possibilidade de notificar, por mensagem no celular, o momento em que o aluno entrou ou saiu da escola. Hoje em dia, por causa da carga horária intensa de trabalho, nem sempre é possível para os pais deixar ou buscar o filho na escola. Assim, com o controle de acesso, os pais podem se sentir tranquilos, sendo informados convenientemente da localização dos filhos em seu próprio celular.

3. Permite o controle da frequência dos alunos

O sistema possui um mecanismo de verificação estatística dos acessos. Desta forma, é possível saber a frequência de cada estudante ou funcionário, contribuindo para o bom funcionamento da escola. A maior facilidade no controle da frequência dos alunos evita, igualmente, algumas fraudes corriqueiras no ambiente escolar, como fugas de estudantes antes do término do período de aulas. A finalidade vai além da simples marcação de frequência, pois, enquanto para algumas crianças e adolescentes, matar aulas pode ser apenas uma brincadeira ingênua, no caso de algum acidente ou imprevisto, ninguém poderá socorrer esta criança, uma vez que os responsáveis pensarão que ela estará segura dentro da escola. Com o controle de entrada e saída, este problema não ocorre.

Vale a pena todo o cuidado a fim de zelar pela segurança das nossas crianças, e a Info kings oferece sistemas eficientes de controle de acesso nas escolas, que englobam todas as soluções citadas anteriormente. Você pode saber mais sobre os produtos aqui e conheça nossa inovação ao serviços de entrega de sms para controle de alunos nas escolas aqui.

E sua escola? Já possui o controle de acesso? Ainda tem alguma dúvida? Deixe um comentário e participe da conversa!